Fala Produtor

  • Alex Sandro Fedel Manoel Ribas - PR 22/04/2009 00:00

    João Batista, peguei a carta-modelo de pedido de prorrogação, mais laudo do agronomo dizendo ter dado 70% de perda de produção. Mas o gerente do Banco do Brasil local me disse que aqui para a minha região não tinha vindo nada de prorrogação de dividas, e que não podia fazer nada..., e agora o que faço? O banco é o de Manoel Ribas, PR, AGENCIA 2269-1. ME AJUDEM, POR FAVOR.......

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  • Alex Sandro Fedel Manoel Ribas - PR 22/04/2009 00:00

    João Batista, por favor diga para a meteorologista Desirée Brandt mostrar tambem a previsão para a região central do Parana, município de MANOEL RIBAS. Ela fala bastante da região oste do Parana, mas nós aqui da região central tambem estamos sofrendo com a seca. Desde ja agradeço. OBRIGADO.

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  • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA 21/04/2009 00:00

    Quem é vc. que não tem coragem de postar seu nome??? Este governador (Luis Henrique, de SC) deveria ser nosso presidente, pois presisamos de homens praticos e trabalhadores.

    Comentário referente a notícia: http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=43425

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  • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA 21/04/2009 00:00

    Professora Marina! como dizia meu avô, tudo o que é demais é muito, exageraram na dose e o veneno virou remedio,e não é vice-versa.

    Comentário referente a notícia: http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=43596

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  • Climaco Cézar de Souza Taguatinga - DF 21/04/2009 00:00

    SEM O TESOURO ASSUMIR PARTE DOS RISCOS DAS OPERAÇÕES (COMO FAZIA), OS BANCOS NÃO VÃO LIBERAR OS RECURSOS PARA CAPITAL DE GIRO EMERGENCIAL DO NOVO PLANO DO AGRONEGÓCIO, COMO EXIGE O PRESIDENTE LULA E AS EMPRESAS TANTO PRECISAM. SÓ EQUALIZAR AS TAXAS DE JUROS NÃO BASTA.

    Vejam, a seguir, que a ordem para os recursos para capital de giro emergencial chegarem rápido às agroindústrias foi do Presidente Lula.

    Contudo, penso que sem o Tesouro assumir pelo menos 50% dos riscos das operações (como fazia há uns 10 anos) não haverá como elevar os Limites de créditos das Empresas. Apenas, equalizar as taxas de juros

    não basta.

    A questão atual dos Limites de Crédito das Empresas – e que segundo empresários foram rebaixados automaticamente entre 50% e 70% pelos Bancos, embora não admitam – é o maior problema atual do Agronegócio.

    Os Bancos e alguns consultores desnacionalizados - como o ex-Ministro M.N., aquele campeão em taxas de inflação mensal - acham que o foco tem de ser os lucros crescentes, os acionistas e os investidores, mas

    como estes poderão ter lucro e segurança no futuro se as empresas e os agricultores morrerem hoje, se o desemprego ampliar e se as cidades quebrarem. Situações emergenciais, neste pós-crise, exigem mudanças de rumos emergenciais e imediatas dos gestores e das Instituições responsáveis, inclusive dos Bancos. Para que o País precisaria de Bancos - apenas voltados para lucros dos acionistas, dos investidores

    e para atender determinações de Basiléia e do novo mercado da BOVESPA - e ao tempo que matam seu “povo” ?

    O BACEN, infelizmente, parece que a tudo assiste passivamente, embora

    sua função seja as de coordenar, normatizar, fiscalizar e de autuar os

    Bancos. Depois da crise de setembro de 2008, ele nada editou acerca.

    Parece que sequer sua Resolução 3.499 de 27/09/2007 (01 ano antes da

    crise) vem sendo cumprida pelos Bancos, ou fiscalizada. Ela – segundo

    um diretor do próprio BACEN em depoimento recente no Senado -

    estabeleceu critérios para a reclassificação de operações de Crédito

    Rural renegociadas ou prorrogadas (assim não serve para o caso atual

    que é de novo recursos) e orientou (sic) para que fosse evitado o

    rebaixamento dos riscos individuais. No longínquo 21/12/1999, segundo

    ele, o BACEN editara a Resolução nº 2682 indicando reduções dos

    Limites de Créditos e é nela que os Bancos se baseiam até hoje nas

    situações de crises.

    Assim, para que os Recursos anunciados cheguem, realmente, às

    agroindústrias que tanto delas necessitam, só contando com o “apoio” e

    a “sensibilidade” dos super-Ministros Dilma Roussef, José Múcio,

    Mantega, Paulo Bernardo e Meirelles para que autorizem, de forma

    emergencial, que o Tesouro assuma até 50% dos riscos das operações.

    Prof. Clímaco Cezar

    AGROVISION - Brasília

    www.agrovisions.com.br

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    Lula cobra rapidez na liberação de recursos para empresas

    Brasília, 20 de Abril de 2009 -

    O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva pediu mais

    celeridade na concessão de crédito. Na sexta-feira Lula promoveu na

    uma reunião com os ministros da Agricultura, Reinhold Stephanes, do

    Planejamento, Paulo Bernardo, e dirigentes dos bancos federais. A

    ordem de foi uma só: fazer com que os recursos da linha de R$ 10

    bilhões para ajudar a agroindústria anunciada na última quinta-feira

    cheguem rapidamente às empresas. Segundo Stephanes, Lula não quer mais

    reuniões e sim que o dinheiro seja emprestado. A última situação de

    repasse de crédito, com a liberação de R$ 1 bilhão para cooperativas,

    foi marcada por uma série de entraves, com os empréstimos sendo

    concedidos 90 dias depois de anunciado o programa.

    O ministro do Planejamento declarou, ao final da reunião com Lula, que

    reclamações sobre a demora no repasse de crédito agrícola têm chegado

    até o gabinete do Presidente. "Mas não há com o que se preocupar,

    porque agora os bancos vão começar a operar", assegurou Paulo

    Bernardo. O ministro Stephanes fez uma analogia para explicar a

    situação atual. O ministro da agricultura afirmou que "o navio está no

    mar, afundando, e que é preciso agir rápido para evitar que isso

    aconteça". E ainda completou dizendo que "teremos de ser um pouco

    menos ortodoxos e mais agressivos para irrigar a agroindústria

    nacional".

    Na prática, fazer esse novo crédito girar ainda depende de algumas

    decisões dos bancos e da equipe econômica. "Técnicos estarão reunidos

    até esta segunda-feira para elaborarem uma proposta sobre como fazer

    que entre 30 e 60 dias os recursos estejam nas mãos de quem precisa do

    crédito", disse Stephanes. Participaram também da reunião o presidente

    do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do

    Banco do Brasil (BB), Banco do Nordeste e Banco da Amazônia (Basa).

    Recursos do BNDES

    Segundo explicou o ministro da Agricultura, o dinheiro dessa nova

    linha será do BNDES, mas os recursos serão transferidos, sem custos

    para os demais agentes financeiros repassadores, ou seja, para o BB,

    Basa e Banco do Nordeste. Com isso, a taxa em termos reais fica em

    torno de 5% ou 6%. Os novos R$ 10 bilhões para a agricultura serão

    repassados por meio de uma nova linha para formação de capital de giro

    para agroindústrias, indústrias de máquinas e equipamentos agrícolas e

    cooperativas agropecuárias, com taxa final de 11,25% ao ano. Isso

    representa crédito barato para grandes indústrias e até mesmo para os

    frigoríficos que estão enfrentando dificuldades de caixa, incluindo

    até mesmo as empresas que estão em recuperação judicial.

    Gazeta Mercantil

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  • Celso de Almeida Gaudencio Londrina - PR 21/04/2009 00:00

    Se as estradas e ruas continuarem assoreando os rios (por falta de contenção das enxurradas), se as chaminé continuarem a poluir o ar, se as habitações continuarem a ocupar os morros, se as cidades continuarem despejando esgotos direto nos rios e os produtores rurais não protegerem as fontes das meia- encostas, teremos que secar o mar para plantar árvores. Não só do mato vive o homem, precisamos também do campo para sobreviver.

    Comentário referente a notícia: http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=43425

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  • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA 21/04/2009 00:00

    Milho safrinha, trigo, riscos... Parabens, sr. João da Conceição, pelo debate que nos proporcionou. Concordo com vc ., e quero colaborar em defesa desta tese. Milho safrinha dá lucro? A conta tem que ser feita com os riscos, na media dos anos. Sendo assim, duvido... Dizem alguns, pra justificar a opção pela safrinha, que o custo é baixo..., é, pode ser, mas falta contabilizar certos custos que aparentemente não aparecem. Constatando-se que a safrinha custa caro, o que fazer??? Bem... já que não podemos deixar o solo em pousio, então por que não voltar ao trigo? Deixamos todos os anos de abocanhar um mercado que é nosso, do agricultor, para entrega-lo aos metalurgicos do presidente, sim... porque trocamos as preciosidades que eles produzem (fogão, geladeira, carros, etc.,) por trigo argentino. Além deles também se beneficiam os argentinos, e os moinhos como o do sr. Lawrence Pih, que estão nos portos. Isso não é pouco: São 2 bi de dólares!!!. Quem sabe nossas cooperativas acordem e percebam que, alem de obrigar os cooperados a entregar a safra, precisam organizar melhor a produção. Sim, porque se voltarmos a ocupar nossos campos com trigo, elas podem se apossar deste mercado e deixar os moinhos das multi literalmente à ver navios. Bem, então o milho viria ocupar o seu lugar na safra, competindo com a soja por espaço, e num cenário em que o mundo necessita que o BRASIL aumente a area plantada todos os anos, uma pequena trava fará diferença para os preços - tanto da soja como do milho. Isto parece UTOPIA, porém se a parte organizada da agricultura -- AS COOPERATIVAS -- soubessem a força que possuem, tomariam para si as redeas do agronegocio e deixariamos de ser mulas, para sermos os condutores desta carroça.

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  • Marcelo Lisa Belo Horizonte - MG 20/04/2009 00:00

    Sugiro aos gaúchos de Roraima que estão sendo expulsos da Raposa Serra do Sol, devido esta área ter se transformada em reserva indígena, que aproveitem esta oportunidade e se fixem no norte de Minas Gerais, seguindo o exemplo de " Chapada Gaúcha", um município onde a presença deles no agronegócio os levou a prosperar. O Governo de Minas podia ajudar a atrair estes gaúchos do norte que não sabem pra onde ir e que poderiam aproveitar esta nova fronteira agrícola.

    Comentário referente a notícia: http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=43554

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  • ivaneia f f pompeo Gurupi - TO 20/04/2009 00:00

    somos uma empresa prestadora de serviços que atua na area de montagem de moenda,inspeçao e recuperaçao,fabricaçao e calderaria em geral.gostariamos de fazer contato com as usinas que estao em obras em mato grosso do sul e demais estados,peço a gentileza de me fornecer contatos, desde já agradeço a atençao,nosso email:[email protected]

    Comentário referente a notícia: http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=42415

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  • Joaquim Ap. Carvalho Dourados - MS 20/04/2009 00:00

    ASSIDUO TELESPECTADOR E PARTICIPANTE DO SITE DE NOTICIAS AGRICOLAS, BEM COMO FÃ DO PROGRAMA, CONSIDERO DE ALTA IMPORTANCIA PARA A AGRICULTURA NACIONAL E AOS AGRICULTORES , POIS ABRANGE TODOS OS ASPECTOS. DIANTE DO EXPOSTO GOSTARIA DE SABER SE É POSSIVEL ME ATENDENDEREM EM UM QUESTÃO DE GRANDE IMPORTANCIA PARA NÓS AGRICULTORES DA REGIÃO DE PONTA PORÃ. COMO SERA O INVERNO? hAVERÁ GEADAS ? É POSSIVEL DIZER PROBABILIDADE. DENTRO DO POSSIVEL GOSTARIA DE SER ATENDIDO PELA MAGNIFICA DESIRÉE OBRIG

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  • Cristiano Zavaschi Cristalina - GO 20/04/2009 00:00

    Temos ouvido falar que o presidente quer "agilidade", que o "navio está afundando", que está irritado com as demoras no fornecimento de crédito para o agronegócio. Mas por se tratar de um governante extremamente marketeiro, que só é ágil em zelar de sua reputaçäo ou em pelo menos quando se trata de "tirar o seu da reta", só poderemos acreditar em tal esforço presidencial quando houver em suas medidas as palavras "eficácia" (fazer as coisas certas) e "eficiência" (fazer as coisas da maneira corrreta). Do contrário é apenas mais uma jogada de marketing para sair ileso de suas responsabilidades. Se o segundo, terceiro ou sei qual escaläo näo funcionam, que sejam substituídos por alguém que esteja comprometido com as suas funçöes de SERVIDOR PÚBLICO. Nós brasileiros que trabalhamos, näo queremos saber de bastidores de reuniöes..., queremos AÇÄO.

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  • ABRASGRÃOS - Assoc. Brasileira de Produtores de Grãos Formosa - GO 20/04/2009 00:00

    Abobalhamento Midiatico: Preste Atenção - Se você adquiriu um carro FLEX então entrou em uma "Flex enrolation"!!! Infelizmente desde novembro de 2005 não se fabricam mais motores à álcool. O ultimo está no Santana da VW. O carro FLEX agrada aos USINEIROS porque ele gasta mais álcool do que se fôsse um motor só a álcool e o povo, como sempre iludido pela propaganda da Rede Bôbo, não pensa e muito menos raciocina... gosta de ser enganado. É como a história da Amélia...

    Att Telmo Heinen

    Comentário referente a notícia: http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=43551

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  • Paulo Mano Júara - MT 20/04/2009 00:00

    Parabéns a todos os produtores de Vila Rica (MT), que conseguiram, graças a uma manifestação ordeira e democratica, um acordo com o frigorifico Quatro Marcos, que voltou a abater gado nessa região, mas assumiu compromisso de quitar dividas com seus produtores e fornecedores... Aqui na regiao de Juara, MT, estamos esperando manifestação da mesma empresa para eventual negociação com nosso sindicato rural e Acrivale, como forma de voltar a abater gado na cidade (se esse for o interesse da empresa)... Juara precisa de empresas frigorificas (possui 952.000 cabeças) mas, com certeza, queremos um acordo decente para nossa cidade. Nossa divida é pequena mas é nossa!! queremos receber... sem acordo, não tem boi. Obrigado, Paulo Mano, Juara-MT.

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  • Silvio Marcos Altrão Nisizaki Coromandel - MG 20/04/2009 00:00

    Amigos cafeiicultores de todo o Brasil. Gostaria que alguem explicasse esta bagunça nas decisões à serem tomadas na cafeicultura. Em primeiro lugar temos que definir as diferenças entre:

    A- Preço de Custo

    B- Preço Minimo

    C- Preço de opção

    D- Preço de converção da divida.

    Meu Deus, são tantos preços e anuncios que acredito serem feitoa apenas para confundir nossa organização!

    Lideranças estamos com vcs, vamos esclarecer muito bem isso.

    1) - dia 16/04/2009 - O deputado Carlos Melles pediu que o Ministério da Fazenda e o Ministério da Agricultura soltassem o preço minimo para o café em conjunto. O ministério da fazenda pediu para o ministério da agricultura fazer um levantamento do preço de custo, para ai sim discutir um preço minimo pelo ministério da fazenda.

    2) - No dia 15/04/2009 o grupo de trabalho criado pelo ministério da agricultura, soltou um valor aproximado de R$ 282,00, entretanto o ministério da Fazenda ja trabalhava com R$ 261,00. Ou seja, nem esperou a posição do ministério da agricultura, passando por cima do grupo de trabalho.

    3) - No dia 16/04/2009 o ministro sinaliza que o preço será de R$300,00, (minimo), hoje vem o ministério da fazenda e sinaliza um preço de R$ 270,00.

    Vejam bem , tenho certeza que não está ocorrendo sinergia entre o ministério da fazenda e ministério da agricultura.

    Vamos deixar as coisas bem claras Senhores ministros Mantega e Reinholds, vamos definir preço de custo (CONAB), Preço Minimo (ministério da fazenda). Ai sim poderemos definir os leilões e transformações de dividas em café.

    A morosidade esta na falta de sensibilidade do pessoal que entende do assunto e esta responsável em definir estes números para os ministérios.

    CHEGA DE ENROLAÇÃO, E NÃO ADIANTA NOS CONFUNDIR POIS NÃO SEREMOS VENCIDOS PELA CANSEIRA..., CHEGAMOS ATÉ AQUI E NÃO ACEITAREMOS MEIAS PROPOSTAS.

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  • Marcos da Rosa Cuiabá - MT 20/04/2009 00:00

    Prezados amigos produtores, precisamos com urgência manifestar nosso apoio ao povo, poderes executivo e legislativo de Santa Catarina que aprovaram o código ambiental de acordo com as necessidades e condições atuais de seu desenvolvimento. O Ministro Minc, com suas bravatas e atitudes do tempo da ditadura, regime ao qual lutou contra (com risco de morte inclusive), disse que irá prender quem não estiver enquadrado na atual lei Federal de Meio Ambiente Ou seja, seriam presos (??!!) quem seguir o código ambiental aprovada pela Assembléia Legislativa e sancionada pelo Governador daquele Estado, com apoio total de sua população. A Assembléia Nacional Constituinte, em seu artigo 24, inciso VI, permite competência concorrente entre União e Unidades Federativas Estaduais (de acordo com suas peculiaridades) para Legislar sobre meio Ambiente. Também a lei do código florestal 4771/1965 assegura ao Estado (unidade da Federação) determinar normas que atendem às peculiaridades locais. Portanto, temos até o dia 1.o de Maio, Dia do Trabalho, para organizarmos uma manifestação de apoio a inteligência do Estado de Santa Catarina em proteger o desenvolvimento de seu povo. Discutiremos a forma e maneira do manifesto neste espaço do produtor rural brasileiro. O convite está feito. Um abraço a todos os de boa vontade. Marcos da Rosa. Canarana-MT.

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