Fala Produtor

  • Geferson Vincensi Rio Brilhante - MS 15/08/2008 00:00

    Gostaria que o João Batista falasse sobre esta portaria da FUNAI referente ao reconhecimento de terras indígenas no sul de Mato Grosso do sul (10 milhões de ha). De que viverão as cidades aqui, já que a região é 90% agropecuária?

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 15/08/2008 00:00

    É impressionante como certas classes da sociedade são legítimos "burros" em aritmética. Deixe-se como está e o Governo não receberá nem 10% destes 7,1 bilhões de reais. A maioria dos devedores são gente "quebrada" - Por quê nenhum jornalista vai lá investigar quantos destes 31.083 contratos são da Reforma Agrária? Para levar os poucos bens que estes devedores ainda tem, a leilão, o Governo gastará a metade pagando advogados e taxas judiciais.

    Caros Dep. Heinze e Collato: É muito perigoso ter razão em um assunto sobre o qual estão todos equivocados, já disse Pasteur há mais de 200 anos. Naquele tempo o problema era a Inquisição. Hoje em dia o problema é o chamado quarto (4.o.) Poder ou seja, o abobalhamento midiático coletivo promovido pela Rede Bôbo...

    Portanto, hoje em dia ainda alguém duvida que as infecções são causadas por micróbios ? Pois é, nauqeles tempos o cientista Pasteur foi obrigado a renegar suas descobertas e a queimar seus apontamentos... e hoje temos até processo industrial com o nome de "pasteurização"...

    Att, Telmo Heinen - Formosa (GO) (leia a nota abaixo):

    VALOR ECONÔMICO - Troca de indexador terá impacto de R$ 800 milhões

    De Brasília

    A troca de indexador no estoque de débitos rurais inscritos como Dívida Ativa da União, estimado em R$ 7,1 bilhões, deve resultar em um impacto fiscal adicional de até R$ 800 milhões nos próximos dez anos, segundo cálculos da equipe econômica do governo. A repactuação geral das dívidas de R$ 75 bilhões, anunciada no fim de maio deste ano, previa um custo fiscal de R$ 1,16 bilhão aos cofres da União.

    A alteração, autorizada por emenda da Câmara dos Deputados à medida provisória de renegociação das dívidas rurais, permitiu a troca da taxa Selic, atualmente em 13% ao ano, pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), hoje em 6,25% ao ano. A modificação ainda depende de votação no Senado, mas o lobby ruralista tem trabalhado duro para manter a emenda da Câmara. O governo ameaça vetar a alteração, o que provocaria a indexação dos débitos inscritos na Dívida Ativa da União com a Selic mais 1% ao ano, como previsto nos contratos originais.

    A aprovação da troca de indexadores causou uma crise na base política de sustentação do governo no Congresso. Composta por muitos ruralistas, a base votou em peso na mudança. A emenda, proposta pelo deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), passou por 264 a 128 votos. A situação virou uma "questão moral" para a equipe econômica do governo, que busca evitar mais concessões a produtores inadimplentes por temer pressões adicionais de outros devedores não beneficiados pela medida. "Não podemos premiar a inadimplência", diz uma fonte do governo. "É uma questão moral".

    Nos cálculos da equipe econômica, as 31.083 operações inscritas na Dívida Ativa da União já teriam "enorme vantagem" ao ter dispensada a multa de 20%. Com isso, o volume de débitos cairia de R$ 7,1 bilhões para R$ 5,6 bilhões. Quando aplicados os descontos e bônus previstos nos termos da renegociação geral de maio, as dívidas seriam reduzidas a R$ 4 bilhões.

    "É absolutamente possível pagar", diz a fonte do governo. Mesmo se computadas as operações que ficaram inadimplentes desde o início de 2008, e que ainda não foram lançadas na Dívida Ativa da União, seria possível honrar os compromissos. Nesse caso, estima-se, o volume subiria a R$ 8,2 bilhões. Ocorre que 37% das dívidas está nas mãos de grandes devedores, cujo saldo situa-se entre R$ 100 mil a R$ 5 milhões. "E eles têm um poder de pressão muito grande no Congresso", analisa a fonte.

    Os ruralistas contestam os benefícios exagerados da MP. "É um absurdo pagar Selic. É crédito rural, e não dívida fiscal", diz o deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS), relator da MP na Câmara. "Um tecnocrata que não planta nada, não tem noção da agricultura. Não quero ser injusto. Hoje, do jeito que está, ninguém vai pagar".

    E dá um exemplo: uma dívida de R$ 500 mil paga em dia desde 2001, quando surgiu o programa de saneamento de ativos (Pesa), somará R$ 593 mil ao fim de 2025, quando expira o prazo da renegociação. Quem atrasou quatro parcelas, deve hoje R$ 725 mil, mas foi inscrito na dívida ativa com R$ 1,14 milhão e ainda teve o prazo de pagamento reduzido a 2017. "Se aplicar a TJLP com bônus, a dívida voltaria a R$ 819 mil, algo razoável e justo", diz. (MZ)

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  • Paulo César Cano da Silva Sacramento - MG 15/08/2008 00:00

    Meu caro amigo João Batista sempre que posso assisto teu programa. Bem mas minha indignação é que sempre recai todo o peso dos Custos em nossas costas, somos até culpados da alta da inflação porque não temos uma política de preços juntos e também se quer uma união conjunta. Fiquei indignado quando você entrevistou aquele agricultor que disse: “a gente vai tocando, não sei fazer outra coisa”. "É por isso que cada vez mais estamos enterrados em dividas e muito pouco valorizados".

    Temos que aprender também a cobrar muito mais desses nossos Deputados Ruralista que a meu ver não fazem nada para o nosso setor. São como outros deputados que estão ai somente pelo SALÁRIO que é altíssimo pelo o que eles fazem.

    Temos também que mostrar mais como somos tratados realmente quanto a questão de juros taxas e encargos bancários. Tem que ser de um modo diferente para que o povo brasileiro saiba realmente como é. Muita gente acha que somos respaldados pelo Governo e que não passamos de um bando de “Chorões de Barriga Cheia”.

    No mais obrigado e continue assim... nos deixando ser os produtos mais bem informados desse nosso Brasil.

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  • Flavio Aparecido Gonzaga Itaporanga - SP 14/08/2008 00:00

    Gostaria de parabenizar o João Batista pela sua solidariedade com os produtores, povo que faz o Pais produzir mesmo sem garantias, pois nosso Governo sabe muito bem fazer Marketing, e mais nada. Gostaria de obter informação sobre o seguro do preço para feijão, pois muito se fala na midia mas de concreto ainda não vimos nada.

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  • SINDICATO DOS PRODUTORES RURAIS DE VILHENA-RO(DIRETORIA) VILHENA - RO 14/08/2008 00:00

    João Batista. Gostaríamos que vocé e sua equipe fosse para Ipacaraima, em Roraima, dia 16/08/2008 onde haverá uma manifestação contra as demarcação de áreas indígenas contínuas e um ato em Defesa da Soberania Nacional. A nossa CARAVANA RUMO A RORAIMA estara lá nesse dia com varias autoridades e parlamentares da região Norte. FAMATO, FAPERON, SINDICATOS RURAIS E PRODUTORES.

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  • Paulo N. Tozatti Erechim - RS 14/08/2008 00:00

    Boa Tarde:

    Isso tudo que estamos assistindo e vendo aí, é pura enganação, serve somente para os nossos representantes tanto da bancada ruralista, como das nossas entidades representativas, CNA e suas Federações filiadas aparecerem na mídia. É preciso que eles saibam, que aqui embaixo, a pelegada, no relacionamento entre bancos/produtores rurais nada está acontecendo. Simplesmente os Bancos ignoram qualquer Res. Norma MPs. a respeito, fazem o que bem querem, porque entendem eles que nessas medidas consta a palavra mágica AUTORIZAM AS INSTITUIÇOES FINANCEIRAS A... em resumo, autorizar não é DETERMINAR, PORTANTO FAZ SE QUER, é como dizer, A CRITERIO DA INSTUICAO FINANCEIRA... é essa a interpretação desses mercenários avalizados e orientados pelo governo, bancos, Bancada ruralista CNA, etc...etc.... Estão tentando nos fazer passar por idiotas, brincando e zombando de todos nós produtores, bando de mal intencionados, acordem gambada de safados, sem escrúpulos. Aqui cabe bem um velho ditado popular " Quanto mais conheço os homens, mais admiro os cachorros" Rumo a Brasilia com máquinas,corpo e alma, vai ser a solução.

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  • Alexandre Akira Nakamura Balsas - MA 14/08/2008 00:00

    Ola Joâo Batista.

    Sou agricultor em Balsas/MA, e só escuto falar que não ha dinheiro para a proxima safra, aqui e no Brasil. Então da onde são tirados esses números de produçâo recorde para a próxima safra que circula na mídia? Será uma tentativa de derrubar os preços?.

    Obrigado e um abraço.

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  • Silvio Marcos Altrão Nisizaki Coromandel - MG 14/08/2008 00:00

    MENTIRA E TRABALHO MAL FEITO TEM VIDA (PERNA) CURTA!!!!!

    Parabens aos amigos Sr. Armando e Andre Mattielle e a Sra. Naiara que publicaram a realidade da produção de café neste ano de 2008.

    Não que queira me gabar, mas se algum de nossos amigos cafeicultores ou interessado no assunto procurar uma publicação que fiz aqui mesmo no noticias agricolas no ano passado logo após a florada de nossos cafesais, onde especuladores anunciavam uma super safra para o ano de 2008, dizendo que a seca não havia prejudicado em nada a futura produção, poderão observar que aconteceu o que eu previa uma choradeira total dos cafeicultores e uma preocupaçao destes especuladores, pois a verdade iria aparecer.

    Não há mentira humana que possa enganar a verdade fisiológica de uma planta (café), nós pesquisadores e também os verdadeiros cafeicultores (tradicionais) sabíamos o que a seca iria provocar no desenvolvimento dos frutos para o ano de 2008, mas, como sempre a tecnologia e a experiencia são colocadas de lado para favorecer os interesses ecônomicos destes especuladores de mercado.

    Acredito que agora é uma otima oportunidade para que nossos representantes e lideranças da cafeicultura Brasileira cobrem dos aloprados que anunciavam uma safra de mais de 50 milhões de sacas

    a responsabilidade de seu ato. Toda previsão de safra deve ser embasada em pesquisa de campo analisando fatores técnicos e humanos.

    Fatores técnicos: Condição de sanidade da lavoura antes e depois da florada, hidratação da lavoura (chuva ou irrigação), pegamento da florada e pegamento do chumbinho etc....

    fatores humanos: Nível técnico dos responsáveis no levantamento dos fatores anteriores, Nível de comprometimento destes técnicos com a verdade da cafeicultura e com a verdade do mercado especulador, e , principalmente o quanto os técnicos estão comprometidos em escutar e analisar a opinião dos cafeicultores.

    Pelo resultado de nossa produçao podemos perceber que os aloprados dos 50 milhões de sacas cometeram todos os erros possíveis em analisár os fatores técnicos, o que nos mostra que devem ser punidos por estarem realizando algo pelo qual não estão preparados profissionalmente, provocando assim um prejuizo enorme para uma classe (cafeicultura) que vem sofrendo a mais de 10 anos. Entretanto, acertaram em um fator humano, não escutaram a opinião do produtor e se comprometeram totalmente em fazer analises de produção favorecendo o mercado especulador, e , por isso eles não foram penalisados mas sim gratificados financeiramente.

    COMO SEMPRE FIZERAM ISSO SABENDO QUE ESTE É O PAÍS DA IMPUNIDADE, ONDE ESPECULADOR (VAMPIROS) MESMO SENDO CULPADO POR TER LESADO MILÕES DE PESSOAS TRABALHADORAS NÃO PODEM SER ALGEMADOS PARA NÃO SER EXPOSTO, E NÓS (AGRICULTORES) QUE FOMOS LESADOS E PREJUDICADOS FINANCEIRAMENTE NÃO PODENDO PAGAR NOSSAS CONTAS, GRAÇAS A DEUS AINDA NÃO RECEBEMOS AS ALGEMAS POLICIAS, ENTRETANTO PORÉM NÃO ESCAPAMOS DAS ALGEMAS DO SERAS, SPC, CADIM, ETC.....

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 14/08/2008 00:00

    João, quando uma informação destas - BB libera R$ 174 milhões de março a agosto - vira manchete... é porque a agricultura vai muito mal!!! Afinal, R$ 174 milhões não passa de uma miséria... (Leia a notícia que virou manchete: A assessoria de imprensa da Superintendência do Banco do Brasil em Mato Grosso e Rondônia informou ontem que desde março deste ano a instituição vem liberando recursos para viabilização da nova safra: cerca de R$ 174 milhões. A maior parte dos valores veio da modalidade chamada pré-custeio, que injetou no Estado de março a junho R$ 142 milhões em 700 operações. "Esta modalidade de crédito tem por finalidade antecipar recursos para preparo do solo e aquisição de insumos", explica o BB em Mato Grosso).

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  • Andrea Cordeiro de Sousa Gabriel São José do Rio Preto - SP 14/08/2008 00:00

    Olá !

    Vcs tem alguma informação sobre visitas , passeio , tour .....em FAZENDAS DE LARANJA na Flórida /USA?

    Obrigada

    Andréa

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  • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 13/08/2008 00:00

    Os Bancos da montadoras continuam com suas táticas mafiosas de cobrança. Daqui a pouco vão ameaçar atirar no nosso joelho, ou sequestrar a família, para que os agricultores paguem as parcelas. Eles continuam ligando e dizendo que a parcela vencida está em aberto e cobrando juros de mora. Dizem também que não vão prorrogar nada, pois lhes foi facultado este direito. Isto é o mesmo que chamar os deputados e senadores de bananas. Talvez sejam mesmo.

    Enquanto isso, a chuva acabou com o trigo aqui no Paraná, e o milho está uma droga por causa da geada.

    Hoje foi feito o custo de produção total de milho verão aqui na região e ficou em R$ 18,50 a saca. Porca miséria. O trigo, se tivesse Ph 78, seria pago ao agricultor R$ 29,00, mas a cooperativa já avisou que vai cair abaixo do mínimo. Mas a grande maioria não tem qualidade. Até trigo verde está brotando.

    E nós, agricultores, continuamos com o bundão grudado na cadeira esperando algo acontecer. Quando o oficial de justiça vier entregar o aviso de leilão, aí levantamos. Ainda por cima temos que ouvir a Miriam Leitão nos chamar de caloteiros.

    Ou vamos para estrada ou nos colocam na rua.

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  • Armando Henrique Campedelli Martensen Conceição das Alagoas - MG 13/08/2008 00:00

    Parabéns pelo site, ele nos proporciona diversas informações que não encontramos nos meios de comunicação casual. Gostaria de solicitar a vc as planilhas de custos de produção sobre milho, soja e feijão bem como os custos de máquinários.

    Agradeço desde já.

    Armando Henrique C.Martensen

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  • Tania Souza de Azevedo Dourados - MS 13/08/2008 00:00

    Ola João Batista, sou produtor de soja em Dourados MS e sempre que tenho um tempinho acompanho seu programa, que é referência de informações de mercado e também sobre as renegociações da dívida rural, que aliás está uma novela bem enrolada e parecendo que terá um final infeliz para nós produtores que pagamos todos os erros da incompetência destes governos, e que, ainda faz propaganda com nosso suor de cada dia.E agora? dia 15 chegou, a soja que tinha reservado para fazer frente à renegociação despencou e não fecha mais a conta, o milho ainda estamos colhendo com baixo rendimento por motivo das geadas, e ainda o preço também em queda. E o governo só aplausos, recordes, e tudo bem!! Até quando veremos tal situação? Parabéns pelo seu programa que está sempre defendendo o produtor brasileiro, e VAMOS EM FRENTE.

    RONEY GOMES PIRES

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  • Antonio José Quaglio Cambé - PR 13/08/2008 00:00

    GOSTARIA QUE ESTA MENSAGEM CHEGASSE AS MÃOS DO JOÃO BATISTA PARA DIVULGAR NO HORARIO DAS 13:00 AS 13:30 NO NOTICIAS AGRICOLAS NO CANAL TERRA VIVA.

    CARO JOÃO

    Sou telespecatador de seu programa no canal terra viva sem perder um programa sequer.

    Estou relatando minha indignação mais uma vez com as atitudes do nosso governo que parece querer acabar com nossa agricultura. Tenho atualmente proximo da colheita lavoura de TRIGO aqui na cidade de CAMBE_PR. ACONTECE que quando plantamos a lavoura o preço da saca era r$ 42,00, cujos insumos foram fornecidos com base neste preço. Usei toda a tecnologia possivel para produzir o maximo possivel, o que me custou r$ 3.000,00 por alqueire. Hoje aqui no Norte do Parana o preço está em torno de r$ 30,00 para o produtor o que projeta custo da lavoura de 100 sacas por alqueire. A produtividade media aqui na região é de 120 sacas por alqueire que poderá ser reduzida por chove muito por aqui. Para a proxima safra haverá aumento significativo de custos pois o adubo para trigo subiu de r$ 1.000,00 por tonelada para r$ 1.800,00 praticado hoje na praça, o que projeta custo de 125 sacas por alqueire. Será que alguem tem coragem de plantar ? Nosso governo prefere comprar o trigo argentino cujos custos de produção são menores a nos dar qualquer incentivo para plantio. O preço minimo de r$ 28,80 e ridículo e duvido que o Governo comprará trigo via AGFs acaso o preço ao produtor esteja abaixo do minimo.

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  • lucineide maria da silva itumbiara - GO 13/08/2008 00:00

    E agora temos que pagar nossas dívidas até o dia 15, ou melhor amanhã, não sabemos o que fazer.

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