Fala Produtor
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Antonio José Quaglio Cambé - PR 13/08/2008 00:00
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lucineide maria da silva itumbiara - GO 13/08/2008 00:00
E agora temos que pagar nossas dívidas até o dia 15, ou melhor amanhã, não sabemos o que fazer.
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Almir Dalpasquale Campo Grande - MS 13/08/2008 00:00
Bom Dia João Batista.
As coisas aqui pelo MS estão pegando fogo. Gostaria de te dar os parabéns pela página e pelo excelente trabalho que você e sua equipe estão fazendo, Parabéns, e grande abraço
Almir Dalpasquale, Pres. Aprosoja Ms.
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Luiz Carlos Pasquim Sobrinho Acreuna - GO 13/08/2008 00:00
Ouvi atentamente a entrevista do Deputado Luiz Carlos Heinze, no que tange a falta de apoio, sou um produtor rural endividado, participamos no GRITO DO IPIRANGA, fechamos rodovias, fomos a Brasilia, colocamos tratores na grama do palácio e quase paramos na cadeia. O problema é que este dez-governo manipula informações e atitudes, esta demora é simples, todo processo lento acaba se esvasiando (greves longas). A demora é um artificio de governos populistas.
FAÇA ME UM FAVOR, GRITE, REAJA, CHAME O PRODUTOR PARA LUTA, QUE ELE ESTARÁ LÁ.
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ABRASGRÃOS - Assoc. Brasileira de Produtores de Grãos Formosa - GO 12/08/2008 00:00
Como ocorre a distorção da notícia...:
Veja no texto transcrito aqui do site:
Está LONGE de ser e já afirma que é... aliás, "foi" (Produção total de Milho). A colheita nem começou ainda, pode ter geadas pela frente e assim por diante.
>USDA divulga números diferentes do que mercado esperava para milho e soja
O relatório divulgado nesta terça-feira (12) pelo departamento de Agricultura dos Estados Unidos traz algumas surpresas em relação à produção de milho e soja americanos. Para a soja o órgão elevou a área plantada , mas reduziu o volume de produção estimado em 80,9 milhões de toneladas. O mercado esperava uma produção em torno de 81,7 milhões de toneladas para a soja o que pode trazer um impacto positivo para os preços da oleaginosa nesta terça-feira.
Para o milho, as projeções vieram bem acima do que o mercado esperava. O USDA elevou a área colhida e o rendimento das lavouras. Com isso, a produção foi a 312,13 milhões de toneladas, bem acima das 303,24 milhões de toneladas aguardadas pelo mercado.
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Marcelo E Luders Curitiba - PR 11/08/2008 00:00
Com respeito as duvidas do sr. Péricles Francisco Vieira sobre o feijão posso adiantar o seguinte: O preço minimo é R$ 80,00. Poderá, em algum momento, haver (se o governo entender que há necessidade) uma opção de compra pelo governo a R$ 90,00. Mas isto acontecerá se não houver intenção de plantio por parte dos produtores. Quanto ao volume a ser recebido, deve ficar para produtores maiores em até 300 sacas para feijão preto e carioca. Quanto ao ICMS, estamos trabalhando no IBRAFE - Instituto Brasileiro do Feijão - para, junto ao CONFAZ, acertar de vez estas aliquotas. É por este e outros motivos que os produtores devem procurar se filiar a este Instituto, que defende o interesse do produtor de feijão. Fundamos a Câmara Setorial do Feijão para que não aconteça casos, como no passado, de simplesmente não ter solução para baixos preços. Aparentemente o custo do governo foi grande e, por este motivo, ele deverá formar estoques de 100.00 toneladas.
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Péricles Francisco Vieira Terra Roxa - PR 11/08/2008 00:00
Sr. João Batista Olivi.
Gostariamos de saber se o preço mínimo do feijão (R$-90,00) é garantido, e se para esse preço a CONAB tem teto máximo para recebimento?
Por que, o governo comprava anteriormente pelo preço mínimo de (R$-47,00) só até o valor máximo de R$-2.500,00?
Para nós, esse valor não enquadra.
Quanto à venda do feijão que plantamos no Mato Grosso do Sul, a alíquota do ICMS é de 12%, pauta R$-126,00, R$-15,12 por saca, sendo que no Paraná é de 1% no valor total da transação.
Em relação a entrega, temos dúvidas se podemos entregar quantidades maiores, se pode ser das variedades carioca ou preto e se os armazéns da CONAB da cidade de Campo Grande e Dourados não comportam, onde devo entregar?
Tem a possibilidade de alguém intervir junto ao governo do Estado do Mato Grosso do Sul para tentar reduzir esta alíquota de 12%, de forma que poderíamos pagar menos impostos?
Que garantia vamos ter em relação ao preço mínimo de R$-90,00, para podermos plantar?
Se quando, o feijão estava com preço mínimo fixado em R$-47,00, nossa produção foi negociada próximo ao valor R$-33,00. Dá para entender então o por que faltou feijão?
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Daniel Gil Cecon Elias Fausto - SP 11/08/2008 00:00
Sobre essas medidas da prorrogação das dividas entendo que ela beneficia os inadimplentes. Quem pagou todas suas contas em dia vai sair prejudicado -- porque pagou sem desconto algum e com juros mais altos. É correto isso??!! Ou isso é Brasil??!!
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Matheus Lelis Nogueira Guaira - SP 11/08/2008 00:00
Boa Tarde João Batista e toda equipe do Noticias Agricolas.
Assisti o programa e fiquei muito curioso com o informação passada pela correspondente da Ag Rural, Daniele Siqueira, onde a mesma nos disse que lavouras estão muito boas, mas aquelas plantadas no final de junho começo de julho poderá ocorrer algum risco de geada, devido a isso, nós produtores precisamos ficar atentos a esse fenomeno da natureza, porque é sabido que os preços podem se recuperar.
Então João, o meu pedido é para Pryscilla Paiva ficar de olho nesta meteorologia dos USA e se possível trazer alguma previsão ao longo do mês de agosto e setembro.
Obrigado desde já, e vamos em frente ...
Matheus
Guaíra - SP
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Telmo Heinen Formosa - GO 11/08/2008 00:00
É impressionante como a Imprensa TEIMA em repercutir esta informação divulgada pela ONU ou pela FAO lá no Chile, recentemente, de que no Brasil 64% do que é plantado some com problemas na colheita, o que só pode ser FALSO - e, pior, alardear para os quatro ventos como se fosse M U I T O o desperdício de 70 mil toneladinhas de comida vão para a lata de lixo...
Já os 12 bilhões se referem a qual desperdício ? Às 70 mil t (171,43 dólares por kg - não pode ser)... aos 64% do que é plantado ?
Porque ninguém dos jornalistas vai lá e questiona estes números ? Sou um consumidor de notícias e me julgo no direito de receber uma mercadoria sem defeitos!!!
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Jornal do Brasil
R$ 12 bilhões no lixo
Três números, um desperdício: enquanto 70 mil toneladas de comida são despejadas anualmente na lata de lixo, 64% do que é plantado some com problemas na colheita, no transporte, no processamento e nos hábitos alimentares da população. No cálculo do descaso com os alimentos, o Brasil perde, a cada ano, cerca de R$ 12 bilhões. A culpa do prejuízo é compartilhada por produtores, distribuidores e consumidores – sobretudo da classe média. A comida dispensada por restaurantes e feiras livres chega a ser catada no lixo por famílias carentes. Uma das barreiras contra a melhor distribuição da comida é a própria legislação que regula as doações. (págs. 2, Economia E1 e E2)
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Tedaldo Buratti Jr. São Paulo - SP 11/08/2008 00:00
Que alegria este país, não??? Que Partido dos Trabalhadores!!! Vejam o texto abaixo:
Governo criará supersalários por medida provisória
Lula está na bica de editar duas novas medidas provisórias. Aumentam salários de servidores.
Uma delas tonifica os vencimentos da chamada elite do Estado. Funcionários da ativa e aposentados.
Gente que trabalha em repartições como Banco Central, Receita, Superintendência de Seguros Privados, Comissão de Valores Mobiliários, Itamaraty e um enorme etc.
Deve-se ao repórter Luciano Pires (só assinantes do Correio Braziliense) a revelação do tamanho e do custo da empreitada.
Estima-se que os reajustes serão borrifados nos contracheques de 91.308 servidores. Ativos e aposentados. Vai sorver das arcas do Tesouro R$ 7,2 bilhões por ano.
Os aumentos serão fatiados ao longo dos próximos anos. Uma maneira de diluir o impacto sobre o caixa. Ficaria assim:
Em 2008, R$ 1,9 bilhão; em 2009, R$ 4,729 bilhões; em 2010, R$ 6,6 bilhões; em 2011, ano da posse do sucessor de Lul, R$ 7,211 bilhões.
Com os aumentos, os salários da nata do funcionalismo vão roçar a maior remuneração paga na esfera pública.
Por exemplo: auditores da Receita receberão, em 2010, R$ 19.451 mensais. Uma cifra que se aproxima dos R$ 24,5 mil pagos aos ministros do STF, hoje os donos dos conracheques mais gordos.
Para justificar os reajustes, o governo alega que precisa oferecer atrativos à mão-de-obra qualificada.
“A remuneração deve ter um patamar atrativo”, anota a exposição de motivos da Medida provisória.
Um patamar “que promova a retenção de bons profissionais nas respectivas instituições e possibilite o recrutamento de servidores bem capacitados.”
Não são argumentos negligenciáveis. O problema é de oportunidade. A providência chega no instante em que, em meio a um ciclo de alta dos juros, a União é instada a passar suas despesas na faca.
Além da MP dos supersalários, deve ser editada uma outra, contemplando categorias de nível hierárquico mais modesto.
Juntas, as duas medidas provisórias devem contemplar algo como 300 mil servidores de 54 repartições públicas.
Uma vez editadas, as MPs entram em vigor instantaneamente. Mas precisam ser referendadas pelo Congresso. A perspectiva é de apuração. Mas vai haver barulho.
A oposição enxerga na generosidade de Lula para com os servidores uma espécie de bomba relógio. Que vai estourar no colo do próximo governo.
Escrito por Josias de Souza
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Marco Túlio P. Azevedo Santa Rita do Sapucaí - MG 10/08/2008 00:00
Prezado João,infelizmente tem gente ficando de fora da renegociação por falta de empenho político. O Proger Rural investimento já foi contemplado para os fundos do norte, nordeste e centrooeste, posteriormente para os estados do sul devido a seca e no primeiro mandato do Lula para o norte do Esp. Santo na cultura do café. Somente o sul de minas não foi enquadrado o proger rural invest. No qual eu tenho este financiamento e estou sendo executado pelo banco que recusa renegociar como todos outros.
Fica aqui meu protesto.
Obrigado.
Marco Túlio Pinto Azevedo
Santa Rita do Sapucaí MG
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Sandro Aurélio Bordignon São Pedro do Iguaçu - PR 09/08/2008 00:00
João Batista, esses deputados tem que parar com essa palhaçada de "medida 432". Votar pra quê!?? Não resolve nada, só estão nos enrolando. O nosso problema, dos pequenos e médios agricultores, são: os investimentos - fora isso, nada é feito. Só tem um deputado que está do nosso lado, que é o deputado Caiado, ele fala a mesma lingua que nós, embora também não resolve nada.
É, meu amigo, estamos ferrados... gostaria que uma hora dessas você fizesse um debate entre o deputado Carlos (Heinze) e um agricultor, pra ver se ele iria proteger esse medida 432 ainda.
É meus amigos internautas, o jeito é nós partimos para as BR (rodovias), fecharmos as estradas com nossos maquinários endividados e sucateados, para ver se esse governo resolve o problema dos agricultores, pois nós estamos carregando esse País sozinhos.
Sandro
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Sandro Aurélio Bordignon São Pedro do Iguaçu - PR 09/08/2008 00:00
Caro amigo João Batista vocês vivem dizendo para o agricultor travar seu produtos, só que como vamos travar os produtos se nós não sabemos se vamos colher???
Vou dar um exemplo do meu milho. Se eu tivesse travado eu não teria o produto para entregar porque a geada acabou com tudo, e a empresa ela que o produto não interessa, então eu iria acarretar mais prejuizos porque quando você trava o seu produto você assina um contrato e não entregando o produto você paga multa. Só me explique como vamos fazer venda antecipada para garantir preço? Um Abraço.
Sr. Sandro: Esse é o problema... os produtores insistem em travar seus preços somente no Mercado Fisico, enquanto que o Mercado de Futuros está aí como uma alternativa mais moderna. Ou seja: ao travar no fisico, o sr. é obrigado a cumprir o que foi contratado, enquanto que no Futuro o sr. pode sair da posição qdo. quiser (pagando, é claro, a comissão da corretora). Outra dificuldade, nesta alternativa, são os ajustes diários (que, se for contra sua posição, o sr se obriga a pagar a diferença). Para fugir desta pressão (dos ajustes) o melhor caminho são as opções. Converse com o nosso amigo Telmo Heinen... ele é a pessoa adequada, a meu ver, para dar o melhor caminho para o sr. E obrigado pela participação. Vamos em frente!!!
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Domingos Ribeiro de Andrade Bom Sucesso - MG 08/08/2008 00:00
CARO JOAO BATISTA, MEUS PARABENS PELA SUA DEDICAÇÕA À AGROPECUARIA BRASILEIRA E PELA DEFESA DA CLASSE PRODUTORA. HORA ALGUMA CONSIDEREI O SR. CARVALHAES INCOMPETENTE OU SEM SERIEDADE, MAS OUVIR QUE CAFE A R$260,00 É LUCRATIVO É O FIM. POR OUTRO LADO CAFEICULTOR COMPETENTE DEVE SER AQUELE QUE OCUPOU OU OCUPA CARGOS PUBLICOS. SOU CAFEICULTOR HÁ 30 ANOS, MEU PAI HÁ 72 ANOS, CONHEÇO TODAS AS DIFICULDADES DE SE PRODUZIR E COMERCIALIZAR CAFE.
NR.: Meu amigo Domingos, é preciso ressaltar de novo: Não foi o sr. Carvalhaes, e sim o presidente do Cecafé, quem disse (para o canal Terraviva) que "cafeicultor competente é quem consegue R$ 260,00 por saca". O sr. Carvalhaes simplesmente fez um comentário NÃO concordando com esta posição. É muito importante, portanto, que coloquemos as coisas no seu devido lugar. Como também considero fundamental este tipo de polêmica, uma vez que ela joga luz sobre o mais grave problema que afeta a cafeicultura: a falta de renda. Ou seja; Quanto mais produtores protestarem contra isso, mais a verdade vem à tona. Portanto, meu amigo, continue participando... e vamos em frente!!!
GOSTARIA QUE ESTA MENSAGEM CHEGASSE AS MÃOS DO JOÃO BATISTA PARA DIVULGAR NO HORARIO DAS 13:00 AS 13:30 NO NOTICIAS AGRICOLAS NO CANAL TERRA VIVA.
CARO JOÃO
Sou telespecatador de seu programa no canal terra viva sem perder um programa sequer.
Estou relatando minha indignação mais uma vez com as atitudes do nosso governo que parece querer acabar com nossa agricultura. Tenho atualmente proximo da colheita lavoura de TRIGO aqui na cidade de CAMBE_PR. ACONTECE que quando plantamos a lavoura o preço da saca era r$ 42,00, cujos insumos foram fornecidos com base neste preço. Usei toda a tecnologia possivel para produzir o maximo possivel, o que me custou r$ 3.000,00 por alqueire. Hoje aqui no Norte do Parana o preço está em torno de r$ 30,00 para o produtor o que projeta custo da lavoura de 100 sacas por alqueire. A produtividade media aqui na região é de 120 sacas por alqueire que poderá ser reduzida por chove muito por aqui. Para a proxima safra haverá aumento significativo de custos pois o adubo para trigo subiu de r$ 1.000,00 por tonelada para r$ 1.800,00 praticado hoje na praça, o que projeta custo de 125 sacas por alqueire. Será que alguem tem coragem de plantar ? Nosso governo prefere comprar o trigo argentino cujos custos de produção são menores a nos dar qualquer incentivo para plantio. O preço minimo de r$ 28,80 e ridículo e duvido que o Governo comprará trigo via AGFs acaso o preço ao produtor esteja abaixo do minimo.