Fala Produtor

  • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 18/07/2008 00:00

    Gostaria de fazer uma pergunta aos advogados da Lybor Landgraf , e peço que a resposta seja dada para todos os agricultores, aqui neste site.

    O Dep. Heinze afirma que conseguiu algumas vantagens na prorrogação para os agricultores de Rio Grande do Sul, Mato Grosso e alguns municípios atingidos pela seca. Pois bem, muitos outros agricultores de outros estados tiveram problemas com a estiagem, ferrugem da soja, preços baixos, etc... e vão ficar de fora desta nova renegociação.

    Li em algum lugar que todos são iguais perante a lei, etc...Minha pergunta é a seguinte: quem se sentir excluído, pode entrar na justiça para ter os mesmos direitos daqueles outros agricultores que citei acima?

    Ora, se nossos deputados e senadores são uns inúteis, nós mesmos agricultores temos que tomar providências.

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 18/07/2008 00:00

    Prezado Sr. Guto,

    o fator determinante para a sua escolha deve ser o da aptidão produtiva.

    Se plantar mamona proporciona um ótimo retorno produtivo, não se preocupe o que farão dela os compradores.

    O óleo de mamona é péssimo para fazer biodiesel. Ainda não chegou na vez para fazer lubrificantes. Ele tem outras mil e uma utilidades...

    Por ora a mamona está com preço bom.

    A sua decisão passa pela escolha entre lavouras anuais ou perenes. Sempre é melhor o potencial produtivo de culturas perenes, não obstante o mesmo não seja verdade em relação ä retorno econômico.

    Outro fator de peso importante é a mão-de-obra para acolheita. Examine http://www.pinhaomanso.com.br veja também em http://www.orgadem.org.br

    Visite o nosso site http://www.noticiasagricolas.com.br e "Pergunte ao Telmo" (Divulgue isto para os seus amigos).

    Att, Telmo.

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  • Guto Rêgo Alagoinhas - BA 18/07/2008 00:00

    Olá Telmo Heinen. Venho acompanhando os teus comentários e como notei que você tem bastante conhecimento, gostaria que me desse uma orientação, se possível.

    Tenho uma terra de 60 hectares no interior da Bahia, em Alagoinhas, e gostaria de saber se é viável investir numa cultura para o bio-diesel ou se é preferível plantar mamona para a produção de óleo lubrificante?

    E nestes casos para quem vender aqui na região ou até em outros estados?

    Abraço.

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  • Ademir Joao Baldasso nova andradina - MS 18/07/2008 00:00

    Assisto o programa todos os dias, queria parabenizar todos pelo incentivo e pela maneira que tratam os produtores rurais. Gostaria de saber a opinião de voces sobre o que vai acontecer com o mercado fisico do soja, nas proximas semanas.

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  • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 17/07/2008 00:00

    Parabéns aos agricultores de Mato Grosso e Rio Grande do Sul, pois eles tem deputados que trabalham por seus interesses. Eles conseguiram mais 02 anos para a prorrogação de seus custeios e um aumento de 30 para 60% da carteira de investimento dos bancos a serem prorrogados.

    Nós do resto do Brasil, ao que parece aos nossos "nobres"representantes, estamos em um mar de rosas, pois podemos prorrogar somente 10% da carteira dos bancos nos investimentos. Agora eu gostaria de perguntar: e o que for superior a este percentual? Vai ter sorteio?

    Se nossos deputados trabalhassem mais ao invés de tomarem wisky 12 anos em leilão de gado numa quinta feira á noite, como eu vi aqui em Campo Mourão, talvez tivéssemos conseguido algo de positivo.

    Então, vamos em frente, não é mesmo Deputado do DEM, grande criador de gado aqui no Paraná??

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  • Cristiano Zavaschi Cristalina - GO 17/07/2008 00:00

    Concordo plenamente com o que disse Dario Magnani. Ao invés de acertar as contas e consolidar o seu negócio, muitos agricultores preferem expandir as suas áreas sem ter estrutura física e financeira para tal. Contribuem para inflacionar os custos de produção e depreciar o valor de seus produtos, investem na alta e vendem na baixa. Depois o governo tem que vir varrer os cacos.

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  • Cristiano Zavaschi Cristalina - GO 17/07/2008 00:00

    Gostei da reportagem que Telmo Heinen enviou sobre a proteção de preços que a indústria de fast food está fazendo com seus fornecedores. Agora, bem que estes contratos poderiam ser feitos permanentemente para regualar nossa cadeia de produção e não apenas usados como instrumento de conter custos na hora do desespero.

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  • Douglas Ricardo Philippsen Honório Serpa - PR 15/07/2008 00:00

    olá João Batista! primeiramente quero te parabenizar por vestir a camisa da nossa agricultura, e segundo lugar quero te dizer que meu pai e eu somos telespectadores assíduos e não perdemos um só programa no canal terra viva. João, se possivel mande um alô pro sr. Onival Philippsen de Honório Serpa-PR.

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 14/07/2008 00:00

    Atenção... Vejam essa notícia: Varejo de alimentos faz hedge contra altas. (Isto não se chama de hedge, são contratos a termo....)

    A disparada dos preços dos alimentos leva o varejo a rever seus contratos e buscar novas fórmulas com os fornecedores. Assim como algumas companhias aéreas fazem "hedge" para comprar combustível - contratam por um longo período a um preço fixo -, varejistas tentam "travar" preços, alongar prazos e até mesmo estocar mercadorias.

    Com 330 lojas espalhadas em todo o país, a rede de fast-food Habibs fechou, em agosto do ano passado, um contrato com a Cargill, maior empresa de agronegócios do mundo, a compra de 1 milhão de quilos de gordura vegetal para fritura. Devido ao grande volume, o Habibs impôs como condição uma cláusula estabelecendo um preço fixo durante 12 meses. A Cargill, por sua vez, replicou a operação junto aos seus fornecedores de soja e algodão para fornecer ao Habibs. O contrato, muito usado por multinacionais como a Cargill, foi o primeiro do gênero feito pela brasileira Habibs e gerou a esta uma economia de R$ 2 milhões.

    "Entre agosto de 2007 até hoje a diferença de preço já atinge 45%. Já nos primeiros três meses de contrato, economizamos 13%", diz Roberto Muniz, gerente de compras do Habibs, que está negociando com a Cargill a renovação do contrato. "Essa foi a nossa primeira parceria e provavelmente será difícil outro acordo de um ano. Estamos pleiteando seis meses, mas eles querem três", diz Muniz.

    Além da Cargill, o Habibs está conversando com Sadia, Perdigão e outros fornecedores de carnes para fechar contratos de cerca de três meses. Atualmente, a compra de carne do Habibs é feita semanalmente, quando são compradas 150 toneladas. "Queremos mudar essa periodicidade porque é uma batalha toda semana", diz o executivo da rede que vende 7,5 milhões de esfihas por semana.

    Para os hortifrutis, uma das soluções encontradas foi ir direto à plantação. A rede firmou uma parceria com dois grandes agricultores de tomate e cebola, do interior de São Paulo. O Habibs ajuda o agricultor com fertilizantes ou outros insumos e em contrapartida compra semanalmente 200 toneladas de tomate e cebola com 15% de desconto. "Para o agricultor essa parceria também é vantajosa porque o ganho dele ao vender para nós é o dobro em relação ao valor que ele consegue vendendo a um intermediário", afirma Muniz. Outra operação do Habibs para escapar da alta das commodities foi uma compra de farinha da Argentina, há quatro meses, com custo entre 15% e 18% inferior ao do mercado interno.

    Mesmo com essas operações de "blindagem" contra a disparada de preços dos alimentos, o Habibs deixou o seu cardápio de 5% a 7% mais caro. "Estamos absorvendo a maior parte do impacto da alta dos alimentos. Não dá para repassar tudo porque corremos o risco de perder clientes. Na primeira semana de reajuste, chegamos a ter uma retração de 2% a 3% nas vendas, mas já recuperamos", disse Mauro Saraiva, diretor de produção e logística do Habibs, cujo faturamento este ano deve chegar a cerca de R$ 650 milhões.

    A rede Giraffas, especializada em pratos executivos e lanches e com 270 unidades no país, exige de seus novos fornecedores um preço fixo durante seis meses.

    Na área de varejo alimentar, o McDonalds é uma das redes que trabalham há algum tempo com contratos de "hedge" junto a fornecedores como a FSB Foods, que produz pão para hambúrguer. Mas o McDonalds não detalhou como funciona a sua operação.

    Conhecida pelos pratos recheados com muita carne, a rede americana de restaurantes Outback está negociando contratos de prazos mais estendidos, de três e seis meses. "Com compras trimestrais e semestrais, estabilizamos os preços e ajudamos, por outro lado, a estruturar a cadeia fornecedoras com contratos garantidos", diz Salim Maroun, vice-presidente da rede.

    Em 2007, o Outback serviu 170 toneladas de carne bovina nos seus 19 restaurantes no Brasil. Em outra frente, a rede está fazendo uma espécie de "engenharia de cardápio", dando destaque a outros tipos de carnes mais baratas. "Não são todas as proteínas que aumentam e, dessa forma, podemos ampliar a participação das carnes suínas e de frango e dos pescados para contrabalançar a elevação dos preços da carne bovina", afirma Maroun.

    Em Porto Alegre, a Churrascaria Barranco, uma das mais tradicionais da cidade, mantém acordo com o frigorífico Mercosul não para "travar" preços, mas para garantir o fornecimento de carne bovina mesmo no período de entressafra do setor, durante o inverno. Segundo o sócio-proprietário Élson Furini, o consumo mensal de carne no restaurante é de oito toneladas.

    A alta dos alimentos não está batendo só na porta dos restaurantes. Ao ver a disparada dos preços, a rede de supermercados maranhense Mateus está estocando mercadoria para driblar a alta.

    "Já voltei a trabalhar com o pensamento dos tempos de inflação alta. Estou fazendo estoques", diz Ilson Mateus, dono do grupo com 12 lojas no Maranhão. Ele está comprando mensalmente mercadorias em dobro, para estocar. Os principais produtos armazenados são açúcar, óleo, arroz e feijão. Segundo ele, os fornecedores não têm sido receptivos às contrapropostas de preços dos varejistas.

    "O duro dessa história é que preciso usar todo meu dinheiro para fazer estoque, enquanto podia usar para expansão das lojas", reclama Mateus. Ele diz que, em alguns casos, tem sido vantajoso até mesmo tomar dinheiro emprestado para antecipar as compras. "Os juros que vou pagar são menores do que os aumentos de preços de alguns alimentos." Além disso, segundo ele, a estratégia tem sido necessária para manter a clientela. "Se os preços sobem muito, as pessoas vão comprar menos porque não vão ter dinheiro para tudo."

    Beth Koike, Carolina Mandl, Danilo Jorge e Sérgio Bueno, De São Paulo, Recife, Belo Horizonte e Porto Alegre

    14/07/2008

    Marisa Cauduro/Valor Econômico

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  • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 11/07/2008 00:00

    João, este povo está brincando com fogo. Depois que alguém levar um cacete, não foi por falta de aviso.

    O BNDES emitiu cartas circulares normatizando as prorrogações de investimento. Lá tem uma pegadinha que diz o seguinte: "as operações vencidas não estão contempladas e devem ser negociadas entre o mutuário e a instituição financeira".

    Pois bem, hoje um (!!#!!) do banco CNH já me ligou e disse que eles não querem nem saber de prorrogar aquelas prestações vencidas, que são a enorme maioria.

    Olha a sacanagem do BNDES. Esperou vencer quase todas as prestações e divulgou a Carta Circular excluindo as mesmas.

    Será o benedito!!!

    Daqui a pouco vão emitir norma dizendo que só pode prorrogar os mutuários com mais de 80 anos, acompanhados de pai, mãe e um avô.

    Tomara que alguém da bancada ruralista leia seu site.

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  • Luis Valdir Ribas Lustosa Guarapuava - PR 11/07/2008 00:00

    Eu queria mandar um abraço ao João Batista Olivi, que eu o acompanhava desde o outro programa que ele participava, e estava desaparecido, mas agora o localizei no Canal Terraviva, Parabens!!

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  • Marco Túlio P. Azevedo Santa Rita do Sapucaí - MG 09/07/2008 00:00

    Prezado João Batista, com relação a renegociação das dívidas, só foi renegociado o que ja tinha sido desde o governo FHC, se o governo diz que o governo é de todos deve-se renegociar a dívida de todos agricultores, não acha? Como fica os excluidos que geralmente são os médios, porque os pequenos e os grandes estão protegidos de alguma forma.

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  • Waldir Sversutti Maringá - PR 09/07/2008 00:00

    Como nem todos tem à mão o creme indicado para primeiros socorros, peço aos diretores do site publicarem o e-mail circulante por mim recebido, indicando como aliviar queimaduras e dores decorrentes... (com clara de ovos)

    "" REMÉDIO EFICAZ CONTRA QUEIMADURAS (Utilidade pública!)

    Num curso de AGENTE DE SAÚDE COMUNITÁRIA me ensinaram que, na hora da queimadura, seja lá a extensão que for, a primeira providência é colocar a

    parte afetada debaixo de água fria corrente até que o calor diminua e pare de queimar outras camadas de pele.

    Depois devemos passar clara de ovo, levemente batida.

    Pois, pasme, na semana passada, uma amiga, queimou uma grande parte da mão com água fervendo.

    Colocou então a mão em baixo da torneira, bastante tempo, para tirar aquele calor inicial, porque a dor era violenta.

    Então abriu 2 ovos e separou as claras, bateu um pouco, e ficou com a mão naquela coisinha chata, que era a clara.

    Estava tão queimada a mão, que assim que ela colocava a clara em cima secava e ficava uma pelí¬cula, que depois ficou sabendo, era colágeno natural.

    Ficou pelo menos uma hora colocando camadas de claras na mão.

    À tarde, não sentia mais dor alguma, e no dia seguinte apenas havia a marca vermelha arroxeada onde havia queimado.

    Pensou que ficaria com uma cicatriz horrível, mas para sua surpresa, depois de 10 dias não está com nenhuma marca do acontecido. Nem a cor da pele mudou.

    A parte queimada foi totalmente recuperada pelo colágeno existente na clara de ovos, que na verdade é uma placenta cheia de vitaminas.

    Repasse!

    Sempre existe alguém que pode precisar.

    Instituto de Botânica

    Seção de Ficologia

    Caixa Postal 4005

    01061-970 São Paulo, SP, Brasil ""

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  • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 09/07/2008 00:00

    Em meados de março, quando o preço do adubo disparou, as cooperativas fizeram uma campanha de vendas, com preços um pouco abaixo do mercado. Os agricultores correram até o banco, que prometeu que tinha recursos de sobra para fazer o pré-custeio.

    Pois bem, compramos o adubo para pagar em 02/05, confiando no banco.

    Projeto de custeio feito, documentos mil entregues, cédula registrada em cartório e ...cadê o dinheiro?

    O recurso do pré-custeio não existe minha gente. Parece aquela dança de quadrilha, em festa junina: "olha o recurso de custeio!!É mentira! "

    Acontece que o adubo deveria ser pago em 02/05, e de lá para cá, a cooperativa cobra juros "sicilianos" de 1,8% ao mês.

    Ah, outra coisa também. O banco manda avisar que o custeio será feito no modelo mix, 80% com juros de 6,75% o restante a juros maiores.

    Bem, o circo pode estar em extinção, mas os palhaços nunca vão acabar, não é mesmo?

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  • Valerio José Isé Meleiro - SC 09/07/2008 00:00

    Caro João Batista nós produtores rurais, esperavámos pelo plano safra. Na ultima quarta-feira 02 de julho, quando o presidente da repuplica Luiz Inacio Lula da Silva e o ministro da agricultura Reinhold Stephanes, anunciaram que, dos R$ 65 bilhões disponíveis para o crédito rural, R$ 55 bilhões serão destinados ao custeio e comercialização, 12% a mais que o previsto para a safra anterior.

    Segundo eles ja estaria tudo desponiveis nas agencias do banco do Brasil. Mas eu fui a agencia do banco do Brasil de minha cidade (Meleiro Santa Catarina) para fazer EGF e informaram-me que todas estas noticas não haviam chegado até direção da agencia do banco do Brasil de minha cidade.

    Mas afinal isso é um plano agricola, ou é uma piada? Para minho isto esta parecendo um plano peixe que nada.

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