Fala Produtor
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Luiz Carlos Costa Rodrigues Caxias do Sul - RS 09/05/2008 00:00
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Fernando Cotlinski Rondonópolis - MT 09/05/2008 00:00
ola amigos produtores, daqui a 1 mes teria que ser lançado pelo MAPA o plano agrícola e pecuário de 2008/09.
Todos precisam de custeios e linhas de crédito para viabilizar sua produção nesta nova safra que entra.
Pergunta-se se não teriamos que realizar um lobby urgente para que os limites venham a ser no minimo dobrado de valores visto que os custos quadruplicaram nesta vigência ?
Claro que temos que solucionar concomitantemente a questao do endividamento.
Em 2004 1 ton super simples $180
2008 1 ton super simples $540
2004 1 ton KCL $ 240
2008 1 ton KCL $ 880
(e avisam que o preco do KCL vai chegar a 1200 dolares a ton nesta safra)
2004 1 litro glifosato $ 3,00
2008 1 litro glifosato $ 9,00
limite de credito soja 2004 R$ 300 mil
limite de credito soja 2008 R$ 300 mil
so para lembrar como somos funcionarios de luxo das tradings!!!
PS. A hora e esta, os governos nao querem comidinha mais barato ?
abracos
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Kenny José da Costa Piumhi - MG 08/05/2008 00:00
sou produtor de café e quero saber a previsão de chuva para a minha cidade durante a colheita que será nos meses de junho, julho e início de agosto.
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Marcelo Luiz Campina da Lagoa - PR 08/05/2008 00:00
Vamos falar a verdade, sem rodeios. Este governo é uma .... E os outros passados também. Uma cambada de gente safada e sem vergonha.
Vejam só se não tenho razão. Após "enrolar" os agricultores por quase um ano, o governo aceitou renegociar as dívidas dos agricultores. Mas foi uma medida meia-boca, como dizemos aqui no campo. Muitos companheiros ficaram de fora e as medidas sairam muito aquém do necessário. Ano que vem vai precisar de outra rolagem. Escrevam o que digo.
Bem, o Banco Central editou uma resolução que "autoriza" os agentes financeiros a darem um prazo para pagamento das parcelas de 2008 e pagamento de 40% da mesma. O que fazem os agentes financeiros??? Todos, inclusive cooperativas aqui da região de Campo Mourão, e o banco John Deere dizem que não sabem de nada e quando citamos a resolução do BACEN eles dizem assim: "a resolução autoriza aos agentes financeiros a prorrogarem, mas não os abrigam, então não iremos prorrogar". Dá para acreditar que fazem isso??
Graças a Deus o Banco do Brasil não faz esta sacanagem. Eu, por exemplo, não quero nem saber de bancos de montadoras ou Sicredis da vida. Se o Banco do Brasil não financia, estou fora. Aconselho a todos a fazerem o mesmo.
Então, se preparem para passar raiva com estes safados.
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Altemar Kroling Diamantino - MT 08/05/2008 00:00
Olá João Batista, Gostaria de saber se o Banco do Brasil esta esperando o governo editar a MP para depois começar a implantar os limites de credito, pois já paguei os custeios antecipado para agilisar a implantação do limite, mas até agora nada, porque o B Brasil não funciona?
Quando o governo se der conta já vai ser tarde.
Só queria lembrar de uma coisa, se for pra morrer de fome, nós agricultores seremos os últimos.
Isso é pra sociedade ver a gravidade da situação.
Abraços.
ALTEMAR KROLING.
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Climaco Cézar de Souza Taguatinga - DF 07/05/2008 00:00
Amigos do Noticias agricolas.
Sinceramente, parece que alguns setores do Governo estão brincando com os produtores rurais, suas entidades e a bancada ruralista nesta questão de solução parcial dos endividamentos (dividas com governo, bancos, agroindustrias fornecedoras etc..) e seguro agrícola etc..
Como está na hora de o produtores iniciarem o planejamento e as ações efetivas para a próxima safra - sobretudo pela compra antercipada de fertilizantes e de outros insumos caros - o que exige recursos novos -, o Governo pode correr o sério risco (talvez ainda não percebido) de ter desabastecimento de alguns produtos em 2009 (olha que em 2008 já ocorre de alguns, embora ainda não admitidos) e olha que nenhuma boa novidade do futuro pacote agricola poderá mudar isto.
Vejam o que ocorre na Argentina e os seus reflexos para o Brasil. Já imaginou se alguns mais radicais da agricultura brasileira se unem e resolvem testar o seu poder (Deus permita que isto não ocorra e que todos tenham juizo).
É preciso encarar a realidade rural com franqueza e rapidez. A maior parte do elevado endividamento atual decorre das seguidas quedas de renda liquida no campo, situações em que o Governo sabia e não só poderia, como deveria ter intervido desde uns 10 anos atrás.
Seria uma vergonha, País como o nosso ter de importar alimentos.
Fica aqui o bom aviso (acho) e 01 ano antes.
Prof. Clímaco Cézar de Souza
www.agrovision-df.com
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Lourivaldo Mariano de Almeida Araputanga - MT 07/05/2008 00:00
Bom dia
Sou gerente comercial de uma cooperativa agropecuária, parabens pelo site.
Sugiro que voces divulguém noticias sobre o mercado de leite
Grato
Lourivaldo M Almeida
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amarildo josé sartóri vargem alta - ES 07/05/2008 00:00
João Batista, os países produtores de petróleo e os especuladores de capital estão sorrindo a toa, pois os constantes aumentos da commoditie vem abarrotando os seus cofres de dólares. O que eles se esquecem, é que o petróleo, que “ainda” é a principal fonte de energia que impulsiona a economia mundial, também tem relação direta com os custos de produção agrícola, como na fabricação de fertilizantes, plantio, manutenção e colheita das lavouras bem como no seu transporte, dificultando e desestimulando aqueles que produzem alimentos e saciam a fome da humanidade. Se realmente faltar os preciosos grãos que alimentam o mundo, de que servirá tantos dólares acumulados????
Um grande abraço
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José Joaquim Francisco de Sousa Guaraí - TO 07/05/2008 00:00
prof. climaco, obrigado por responder minhas perguntas,por isso em primeiro lugar quero parabenisar a equipe do noticiasagicolas na pessoa do joao batista por colocar gratuitamente a disposiçao do agronegocio, um meio de comunicaçao tao poderoso no mundo moderno que e a internet,na qual podemos interagir com pessoas bem infomadas em relaçao ao nosso setor.tudo o que o professor disse na minha opiniao esta correto, mas nao estaria na hora do brasil aproveitar a oportunidade e ser realmente a bola da vez, resolvendo pelo menos 70% de todos os desafios que o prof. climaco enumerou, e fornecer comida e biocombustivel para o mundo? abraços a todos internautas do noticiasagricolas.
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Anderson Gonçalves de Souza Posse - GO 06/05/2008 00:00
Caro João Batista,
Extraído do site www.famato.org.br
sobre o FRA.
"O Banco do Brasil, entretanto, vê pouco interesse do produtor mato-grossense em obter o financiamento."
Parágrafo inteiro:
“O prazo de contratação do Fundo de Recebíveis do Agronegócio (FRA), vencido no último dia 30 de abril, poderá ser prorrogado mais uma vez pelo governo federal. O Banco do Brasil, entretanto, vê pouco interesse do produtor mato-grossense em obter o financiamento. “Neste primeiro momento, o nível de contratação ficou aquém das nossas expectativas. Não chegou a três operações”, informou o superintendente regional do Banco do Brasil em Mato Grosso, Renato Barbosa.”
Ora JOÃO BATISTA, então o FRA não é de interesse do produtor rural???? não é mesmo??? É inacreditável que nem se prestam a dizer que é pela DIFICULDADE de chegarmos a esse tipo de "AJUDA GOVERNAMENTAL".
É interessante como invertem completamente a realidade que está aí nua e crua. Ainda bem que podemos contar com você e o Terra viva para contra-dizer tal informação, e mostrar que apenas foram feitas 3 operações, se é que foram mesmo feitas para produtor, por que a medida FRA, não fora operacionalizado pela demora e burocracia!!!! é lógico que as empresas continuaram precionando o produtor para receber, e assim tivemos que entrar em algum acordo de pagamento para continuarmos honrando como bons pagadores que somos. Mas te digo que isso quebrou duas pernas de cada produtor, e caso a renegociação ainda demore e ainda não resolva os problemas, irá quebrar o produtor inteiro.
Abraços aos amigos produtores e à produção do Terra Viva.
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Tomaz Fernando de Bastos Formosa - GO 06/05/2008 00:00
CAMBIO CONTROLADO !!!!
O Brasil precisa proteger sua moeda e seu patrimônio, pois se deixarmos logo o cambio estará em torno de U$1,00 X R$1,20 e ai os gringos continuarão "comprando o Brasil”. Não podemos pagar o déficit americano comprando dólares que não poderão ser usados internamente, já imaginaram se o banco central lançar no mercado parte de suas reservas ????. Precisamos ACORDAR, vejam o déficit com a china este ano é imenso ,,,,,,, ACORDA BRASIL ,,,, CAMBIO CONTROLADO URGENTE.
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Climaco Cézar de Souza Taguatinga - DF 05/05/2008 00:00
Prezados amigos do Noticias Agrícolas.
Respondendo as perguntas abaixo do amigo José Joaquim Francisco de Sousa de Guaraí-TO - acerca das seguidas quedas da renda agrícola efetiva e da evolução do endividamento e da quebradeira - informo que, ao meu ver e para debate, entendo que diversos fatores externos e internos estão contribuindo seguidamente para as quedas de renda e que os produtores deveriam procurar acompanhá-las bem.
Como fatores externos ao imóvel rural e sobre os quais dificilmente os produtores, sobretudo os não organizados em bons grupos ou boas cooperativas, tem condições de influir, penso que sejam:
a) baixo nível de concessão de credito rural e por prazos muito curtos e não compatíveis com as atividades (vide ao final);
b) baixíssimo nível de proteção de preços (hedge) pelas cooperativas e produtores nas bolsas de mercadorias, externas ou internas; Também ocorre a não transferência dos resultados do hedge efetivado pelas trading e empresas de insumos para os produtores rurais e que deveriam/precisariam serem vistos como parceiros ou galos de ouro;
c) elevadíssimos preços das máquinas agrícolas (com aço, borracha e tecnologias nacionais, chegando a valerem 30 vezes o valor de 01 carro popular), baixo nível de utilização, elevado nível de obsolescências e, praticamente, não haver incentivos para patrulhas mecanizadas e terceirização de cultivos como é comum nos EUA e Argentina; A desculpa, em geral, é a elevada tributação, mas só que esta vigora para todos e não há como muda-la em curto prazo;
d) suspeitas de bloqueio fechadíssimo e sistemático de cerca de 1.000 novas e viáveis explorações de minas de fosfato, e mesmo 0 1 de potássio, no DNPM, e não é preciso de dizer por quem;
e) preços elevadíssimos dos fertilizantes e agroquimicos, quando comparados com os de países vizinhos e mesmo distantes (A CNA e o IPEA mostram isto em diversos trabalhos);
f) bloqueio crescente e sistemático dos portos e das ferrovias brasileiras pelas empresas que todos sabem, o que dificulta a livre competição, a redução dos custos e a menor remuneração. Incrivelmente, há uma lei de 1900 e tantos que impede que cargas privadas sejam carregadas em portos privados (construidos ou a construir), exigindo que seja em portos públicos. Hoje, modernos portos "off-shore" podem ser construidos a cerca de 10 km das praias e em quaiquer lugares do País (carregáveis por barcaças e em condições de receber quaiquer navios). Há muitos investidores e empresas interessados em construi-los, mas a lei - e muitissimos interesses contrarios - impedem-no sistematicamente
g) baixo nível de armazenagem propria nos imóveis, obrigando os produtores a venderem a safra antecipadamente ou trocarem por baixos preços. A armazenagem pública até que existe, mas quase sempre está mau localizada, ou não é confiável ou tem baixa qualidade e muitas perdas. Os armazéns precisam receber reformas urgentes e uma administração mais voltada para resultados, inclusive com multas e ressarcimentos.
h) Usos excessivo de alguns insumos caros e nos momentos e formas inadequadas, como mostram diversos estudos da Embrapa Campo Grande;
I) falta de uma política agrícola de longo prazo e visando também o mercado internacional; junte-se ao elevado nivel de divergência existente, com relação ao agronegócio, nos diversos ministérios e secretarias, e até internamente.Isto demonstra aos países concorrentes não só desunião como fraquezas;
J) altíssimo nível de especulação dos fundos de investimentos e de pensão nas bolsas externas, levando a preços irreais dos grãos, café, fertilizantes, petróleo etc..
l) achar que os governos são os culpados de tudo e que, assim, só cabe a eles resolverem os problemas e dificuldades;
m) elevadíssimo nível de especialistas que rodam o País palestrando e dizendo defender os produtores quando na verdade...;
Para mim, o maior problema é o seqüente e baixo nível de concessão de credito rural no Brasil. O campo brasileiro - para se sustentar - precisaria de uns R$ 180,0 bilhões/ano com juros de 6,75% a 9,50% (com custo do hedge incluído) e com prazo safra de 2 anos nos custeios e carencia de 5 anos e prazos de até 20 anos nos investimentos, como nos EUA e alguns da U.E.
Sem recursos suficientes (há quantos anos não se eleva adequadamente os limites dos cultivos), os produtores precisam se endividar em outras fontes não-rurais, muito mais caras e, pior, vinculadas às obrigatórias de produtos no pico da safra e por preços fixados, quase sempre, muito baixos. Hoje o Governo brasileiro só concede R$ 800,0 milhões ano de credito rural real (na forma de equalizações) e os R$ 60,0 bilhões anunciados nada mais são do que recursos da Poupança, do FAT e dos fundos de desenvolvimento, ou seja, recursos da população e administrados pelos bancos. Aliás a nossa Lei de credito rural é de 1965 e nossos deputados e senadores rurais deveriam lutar muito por mudá-la e quase que integralmente.
Como o espaço é curto, pretendo abordar os demais itens, se de interesse, nos próximos comentários.
Prof. Clímaco Cézar de Souza
www.agrovision-df.com
Brasilia-DF
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Antonio José Pera Itapema - SC 05/05/2008 00:00
Cavalheiros, bom dia!
Porque não se faz uso do esgoto sanitário das cidades, tratado de acordo com as Resoluções do CONAMA, para a produção de oleaginosas cujo óleo vai ser usado como combustível? Principalmente levando-se em conta que os insumos agrícolas sobem juntamente com as oscilações do petróleo e estão, também, amarrados com o dólar?
O esgoto sanitário que é uma fonte de nutrientes para as plantas: N, P, K, ... que estão servindo para poluir o meio ambiente, poderiam ter uma destinação mais adequada. Não acham?
Atenciosamente
Antonio
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José Alves Pinto Piumhi - MG 03/05/2008 00:00
Normalmente o programa do João Batista dura em torno de 55 minutos, não rara as vezes em estou assistindo o programa pelo computador e gostaria de rever parte de uma entrevista por exemplo. Como está isto só é possível se começar a ver o programa desde o começo. Não seria possível inserir um artifício para tornar possível o telespectador avançar ou recuar na matéria. Ou seja se sei que o que quero rever esta no fim do programa, vou logo para o fim do programa e faço o que quero tornando o site mais amigável e objetivo. grato
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Waldir Sversutti Maringá - PR 03/05/2008 00:00
TIRO NO PÉ... DOS POBRES
Lamentável a manobra do governo para deixar a classe média de fora de um aumento na gasolina. Se ele quis aliviar a classe média de um correto e necessário aumento da gasolina devido à explosão dos preços do barril de petróleo, errou feio.
Quem tem carro a gasolina deve saber que os preços do barril de petróleo estão pela hora da morte, e não é justo que o governo aumente somente o preço do óleo diesel. Além de desestimular o consumo da gasolina, praticando a verdade verdadeira nos preços, o governo deveria estimular a cada cidadão que comece fazer a sua parte no combate ao aquecimento global, trocando o consumo de combustíveis fósseis por nosso combustível limpo e renovável, adquirindo e trocando o quite para álcool, já à disposição de todos nas lojas do ramo.
Esse aumento do diesel foi pernicioso, pois desencadeia aumentos de preços em cascata na produção e no transporte de alimentos e no transporte coletivo, prejudicando mais a família do trabalhador pobre que não tem carro, e que por isso mesmo, deveriam ser os mais preservados. Quem não sabe disso ?
Manobra eleitoreira, errada, distorcida da realidade. Num momento em que se discute mas não se faz nada para evitar aumentos absurdos nos custos de produção da próxima safra, aumentar o preço do diesel, foi um equívoco, como digo sempre, coisa de gente mal intencionada em cima do produtor de alimentos, gente que só entende mesmo é de regular a temperatura dos aparelhos de ar condicionado de seus gabinetes.
E o presidente paizão, paz e amor e bonzinho, que não se preocupa com a verdade e a realidade, errou em desfavor daqueles que diz defender, os pobres.
Waldir Sversutti
waldirsversutti.blogspot.com
waldirsversutti.spaces.live.com (fotoblog)
Acho que deixar tocar músicas extrangeiras, mais precisamente norte americanas européias, num site Brasileiro sobra agricultura é o "fim da picada"! Somo brasileiros! Devemos valorizar a nossa cultura e nosso trabalho! Mas, apesar disso, parabenizo pelo site e as informações importantes postadas aos navegadores da grande rede Internet.