Fala Produtor
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Telmo Heinen Formosa - GO 21/10/2007 23:00
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Eduardo R Pereira Cachoeira do Sul - RS 17/10/2007 23:00
Olá João.<br />
Ref. BB sacanear os produtores mesmo depois de tudo acertado com o governo. Já estou ficando repetitivo mas é assim mesmo que funciona. Devemos urgentemente nos unir numa única entidade.<br />
Contra o BB e outros bancos entrar com tudo na justiça e exigir recálculos, que já sabemos como tu bem noticiou que temos direitos.<br />
Contar com este governo que não sabe de nada não dá, a solução está em nossas mãos, basta exercermos.
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Arnaldo Reis Caldeira Jr. Carmo da Cachoeira - MG 17/10/2007 23:00
Prezados senhores; <br /><br />Já levantei anteriormente a bandeira de que o 4C, nada mais é que uma cortina de fumaça, lançada pelos grandes compradores internacionais e exportadores para não conseguirmos ver nitidamente um futuro muito próximo. <br />Vou compartilhar agora o que penso sobre o 4C, iniciando pela própria sigla - Código Comum para a Comunidade Cafeeira. <br />COMUM - Como poderemos fazer um Código Comum entre FORNECEDORES TÃO DIFERENTES em suas políticas internas, sejam elas sociais, econômicas ou ambientais? Basta citar nossos países concorrentes - México, Guatemala, Colômbia, Vietnã, Indonésia, Costa do Marfim, dentre muitos outros. Tão diferentes e com anseios muito diferentes. <br />Ou será que mais uma vez o cafeicultor brasileiro, arcará com o ônus e o bônus ficará com nossos concorrentes? <br />COMUNIDADE - Existe COMUNIDADE CAFEEIRA? Comunidade no sentido breve da palavra significa unidade em comum; como podemos falar em comunidade se do total da receita cafeeira no mundo, 80 % estão nas mãos de traders, exportadores e compradores internacionais, enquanto só 20% desta receita fica nas mãos da produção. <br />Comunidade significa paridade, equilíbrio nas proporcionalidades. <br />E isto está longe de existir. <br />SUSTENTABILIDADE - Pois bem, esta é uma palavra muito proferida pelos membros do 4C. Porém até agora não foi colocado como isto será feito; só sabemos das obrigações. Não sabemos quantos dólares se pagará à mais, por item cumprido dentro do código. <br />Hoje sustentabilidade para o cafeicultor é dinheiro no bolso (há tempos não se vê) para que possa dar dignidade e qualidade de vida para sua família. <br />O 4C foi formado inicialmente por 3 grandes compradores mundiais de café: Nestlé, Sara Lee e Melitta. Hoje fazem parte deste grupo no Brasil a ABIC, através de seu representante - Sr. Nathan Herszkowics (membro representante do conselho do 4C) e representado os exportadores, a COOXUPÉ de Guaxupé e a COCOPEC de Franca (Alta Mogiana), que apesar de serem cooperativas de produtores rurais, são exportadores de café. Sendo o presidente da junta executiva do 4C, o Sr. Joaquim Libânio Ferreira Leita, que também é o DIRETOR DE EXPORTAÇÃO da Cooxupé. <br />Portanto insisto que enquanto o cafeicultor não tiver participação efetiva no processo e este processo não estiver mais claro, definido e delineado, não devemos aceitar “GOELA ABAIXO”, a imposição de algo que diz ser bom para o cafeicultor, porém lhe acarreta mais ônus e obrigações. <br />
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Juliano dos Santos Tosta Morrinhos - GO 16/10/2007 23:00
Olá João Batista, trabalho com meu pai e meu irmão administrando uma propriedade no Triângulo Mineiro e outra em Goiás, onde possuímos irrigação.Mas, além de termos de enfrentar o tempo, as pragas, as doenças,os custos e o tal maldito câmbio afundante, estamos totalmente a mercê dos bandidos. Já tivemos veículos furtados, gado, defensivos e a moda agora são os fios de cobre dos equipamentos elétricos dos sistema de irrigação, sem contar no furto dos impostos. No caso dos roubos na fazenda fazemos pelo menos um B.O. policial - embora não adiante de nada, pelo menos serve de estastistica para aumentar os já inchados números da criminalidade. No entanto me sinto mais refém no caso dos impostos... vejo a carga tributária cada vez maior para um serviço estatal cada vez pior e ainda tenho que escutar que nunca na história desse país e blá, blá, blábláblá, num Congresso onde, tirando uma minoria, o resto é somente interesse pessoal, troca-troca de partido, o famoso toma-lá-dá cá e por aí vai. João realmente estamos, desculpe a expressão, ferrados.
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Renato Santi Locatelli Alvorada do Sul - PR 16/10/2007 23:00
João Batista, aqui na minha cidade, Alvorada do Sul (norte do Paraná) vão se completar 90 dias que não dá uma chuva boa... Nesse periodo tivemos apenas uma de 5 mm. Por enquanto ninguém plantou nada aqui ainda e nem dessecou nada. Ainda está tudo crú por aqui.
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Giovani Giotti Luis Eduardo Magalhães - BA 16/10/2007 23:00
Volto a escrever para protestar contra a CPMF e convido a todos os brasileiros a lutarem contra esta contribuição provisória que não está cumprindo o seu verdadeiro papel, que é cuidar da saúde. Basta ver os casos de dengue espalhados por todo País. O Governo vem batendo recordes de arrecadação, portanto o que é preciso fazer realmente é melhorar a qualidade do investimento. <br />Gostaria de contar com o Notícias Agrícolas para divulgar diariamente o “Alô Senado” (a ligação é gratuita, o número é 0800-612211). Dedique um minuto de seu tempo e ligue, faça seu protesto. Diga a todos aos Senadores que o futuro político de seus partidos nas próximas eleições depende do fim da CPMF e da aprovação da reforma tributária. Não custa lembrar a todos que não basta reclamar dos políticos -- temos que cobrar, e o canal mais fácil e direto é este. <br />Vamos mudar o Brasil para melhor. Sem mais, Giovani Giotti.
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Anderson Gonçalves de Souza Posse - GO 16/10/2007 23:00
Caro João Batista!!!<br />
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URGENTE, Revoltante e impraticável!!!!<br />
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Finalmente, o FRA está disponível. Mas nem tão disponível assim, veja:<br />
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Para se conseguir o refinanciamento, dos débitos junto as empresas de insumos, o produtor precisa antes de tudo, da boa vontade da empresa em aderir ao programa. Depois um limite de crédito junto ao seu banco, vigente e com limite DISPONÍVEL, depois ainda, de área cultivada sobrando para que seja dado em garantia o penhor das safras futuras.<br />
Te pergunto, é ou não é revoltante as exigibilidades a qual o programa passou a ter depois de normalizadas pelo banco??? Ônde ficou o fundo de aval, onde os produtores participarão com 10% e empresas com 20%, e que acredito que vai ser o produtor quem vai arcar com 30%.???? <br />
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Estou indignado!!!<br />
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Anderson G. Souza<br />
Posse-GO<br />
Produtor em Jaborandi-BA.<br />
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Abraços.
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Clair Fischer Lucas do Rio Verde - MT 15/10/2007 23:00
João Batista, o Brasil vai de mal a pior por culpa de nós mesmos, o povo. Temos memória curta. Por ex: O Lula quando candidato falou que iria extinguir a CPMF, ou deixaria uma taxa de no máximo 0,14%, e até o presente ninguém se lembrou de recordá-lo ou cobrá-lo. É muito feio um presidente da República não cumprir com o que diz, ou disse. Na minha opinião a oposição deve ser realmente oposição, porque se fosse o contrario, com o PT na oposição, a CPMF não seria aprovada nunca.
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Raul Antonio Ribas Palmas - RO 15/10/2007 23:00
João Batista, o governo corrupto está privatizando as estradas porque não tem dinheiro para arrumá-las. Muito bem, vamos pagar pedágios... Mas então eu sugiro que a SIDE não seja mais cobrada, pois o governo não vai precisar arrumar as estradas. Sugiro que os postos de combustíveis (aonde tem pedágio) dêem desconto para o caminhoneiro. Pois cobrar pedágio e mais a SIDE não é justo. João Batista, vamos passar a idéia adiante.. Eu vou cobrar do meu deputado em Brasília, o Lupião.
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ABRASGRÃOS - Assoc. Brasileira de Produtores de Grãos Formosa - GO 14/10/2007 23:00
Ferrovias? Um grande engano...<br /> O Brasil é o único país do mundo onde a rodovia conseguiu desbancar a ferrovia.<br /> Quem ainda dáviabilidade à Ferrovia no Sudeste do Brasil, pasmem, é o PEDÁGIO das Rodovias, que torna o frete rodoviário ainda mais caro, muito mais caro. Em uma viagem rodoviária de Cubatão-SP à Uberlândia-MG, a mesma quantidade de dinheiro que se gasta com óleo diesel, paga-se de pedágio... Só assim para julgar que o frete ferroviário é mais barato...<br /> <br /> Mais barato, nem sempre... vejamos o caso do Mato Grosso. Colocar uma ferrovia no meio do Estado resolve? Não resolve. Pode ir lá e perguntar para qualquer um que não seja burro ou político (político,sim. políticos nunca fazem nada o que é lógico). Para cada 100 reais de frete rodoviário gasta-se no mínimo 103 de frete ferroviário! Gente vocês se esquecem do custo de acesso à ferrovia.<br /> <br /> A máxima "a menor distância entre dois pontos é a distância econômica" continua no auge! É uma lei natural, irrevogável.<br /> <br /> Portanto esta história de ferrovia é muito mais inventada por quem quer "desviar" uma verbinha aqui, outra acolá, do que um benefício econômico.<br /> <br /> Telmo Heinen - (61)9989-6005 Formosa (GO)<br /> <br />Veículo:<br />CORREIO BRAZILIENSE-DF Editoria:<br />POLÍTICA Data:<br />13/10/2007 <br />Assunto:<br />AGRICULTURA - Reenviada por Telmo Heinen - Formosa (GO) <br /> <br /><br />A hora das ferrovias (Brasília-DF)<br />Por Denise Rothenburg <br />Com Guilherme Queiroz <br /><br />[email protected] <br /><br /><br /><br />Na esteira dos leilões que colocaram trechos sucateados de rodovias federais nas mãos da iniciativa privada, a equipe do presidente Lula traça a estratégia para repetir a experiência com a combalida malha ferroviária federal. A Casa Civil designou dia desses um grupo para definir os trechos a serem disputados pelas concessionárias. Só isso bastou para atiçar os apetites políticos. Durante a semana, a bancada baiana, em especial, o deputado João Leão, do PR, ficou no entra-e-sai do Palácio do Planalto, interessada em cacifar a revitalização de um corredor entre a região agrícola no Oeste e a região metropolitana de Salvador. <br /><br /><br />O que os baianos querem tirar do papel é a Ferrovia Bahia-Oeste, um trajeto de 996 km entre o Porto de Campinhos e o município Luís Eduardo Magalhães. No caso da Bahia, os deputados avisam ao Planalto que a nova rota cortaria uma região em que 10 milhões de toneladas de grãos devem ser produzidos até 2010, além atender o pólo de extração de ferro de Catité e a produção de 14 usinas alcooleiras. Outros estados se preparam para levar projetos do mesmo porte ao Planalto. Pelo visto, vai começar um novo estica-e-puxa no governo, com reflexos no Legislativo
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Waldir Sversutti Maringá - PR 14/10/2007 00:00
Caso possam reproduzir este editorial, sem tradução, por favor o façam, para que todos possam avaliar o " muy amigo Hugo Chavez " É um alerta !<br />
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Editorial do Jornal ABC Color de Assuncion, Py, deste domingo 14-10-07<br />
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Los socialistas no aprenden de la historia<br />
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En un momento crucial de la historia política, económica y social de los países de América Latina y ante el dilema de qué camino seguir para superar su pobreza y atraso, es absolutamente necesario considerar con toda seriedad la tentación que representa para una mayoría de países, incluido el Paraguay, lo que se ha dado en llamar “Socialismo del Siglo XXI”, que fue ideado, fomentado y exaltado por el presidente venezolano Hugo Chávez y que ya ha encontrado fervientes seguidores en varios países de la región.<br />
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El socialismo que ahora Chávez pretende instalar no solo fue un colosal crimen en cuantos lugares fue aplicado, sino un sistema político esclavizante que fracasó absolutamente en todos los lugares del planeta donde fue probado y por eso uno por uno fue derrumbándose al hilo.<br />
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En un momento crucial de la historia política, económica y social de los países de América Latina –mayoritariamente subdesarrollados– y ante el dilema de qué camino seguir para superar su pobreza y atraso, es absolutamente necesario considerar con toda seriedad la tentación que representa para una mayoría de países, incluido el Paraguay, lo que se ha dado en llamar “Socialismo del Siglo XXI”, que fue ideado, fomentado y exaltado por el presidente venezolano Hugo Chávez y que ya ha encontrado fervientes seguidores en varios países de América Latina, como Evo Morales de Bolivia, Rafael Correa de Ecuador y, en menor medida, aparentemente más atraído por la petrochequera del dictador venezolano que por su ideología, el presidente Néstor Kirchner de Argentina.<br />
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¿Qué es el Socialismo del Siglo XXI y quién es Hugo Chávez? Una buena manera de contestar la pregunta es comenzar diciendo que el modelo político propuesto por Chávez no es otra cosa sino la resurrección del régimen cubano de Fidel Castro y del sistema político totalitario que rigió en la Unión Soviética desde 1917 hasta su derrumbe en 1991 por haber fracasado estruendosamente, pues no solamente no pudo sacar a su pueblo de la miseria económica, sino que –después de asesinar decenas de millones de conciudadanos– lo hundió aún más en el mar de las desigualdades políticas y sociales, como nunca antes se vio en la historia de la humanidad. <br />
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En un conocido libro citado por Jean François Revel, llamado “El libro negro del comunismo”, del también francés Stefhane Courtois, en forma descarnada se muestra la lección de lo que fue el extravío del socialismo y del comunismo en el siglo pasado en su paso por todo el mundo. Allí cuenta que, antes de su desintegración, la Unión y el Imperio soviéticos –que ahora Chávez y los suyos pretenden reflotar– mataron por razones políticas e ideológicas a 80 millones de personas solo en la Unión Soviética, exceptuando China comunista, Cuba, Vietnam, Camboya, Etiopia y otros “paraísos” donde hubo otros tantos.<br />
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Es un sistema político esclavizante que fracasó absolutamente en todos los lugares del planeta donde fue probado, y por eso uno por uno fue derrumbándose al hilo. Solo faltan algunos como la Cuba de Castro o la Corea del Norte de Kim Jong Il, cuyo fin el mundo espera ansioso porque está a la vuelta de la equina. <br />
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El socialismo que ahora Hugo Chávez pretende instalar mediante sus petrodólares no solo fue un colosal crimen en cuantos lugares fue aplicado, sino es también una filosofía política que se cree dueña absoluta de la verdad. A quien no está de acuerdo con él lo único que le sobra es arrepentirse de su “error” y cambiar de posición o, de lo contrario, perecer. Por eso Chávez cierra en Venezuela medios periodísticos críticos, subyuga la educación y persigue implacablemente a la oposición. Es la vieja historia del pensamiento único, que tanto daño hizo a la humanidad.<br />
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¿Por qué, pese a haberse hundido en la infamia y el ridículo, el socialismo reivindicado por Chávez y sus seguidores consigue votos para acceder democráticamente al poder? Esencialmente, porque en nuestros países muchos regímenes que se denominan “democráticos” han fracasado debido a la corrupción y la incapacidad de sus gobernantes, lo que facilita la aparición de aventureros, mesiánicos y otros cuyas doradas promesas reciben fácil apoyo de los pueblos defraudados. En las condiciones señaladas, les resulta muy fácil a los “socialistas” de nuevo cuño crear mitos sobre los cuales construir su “revolución” y embaucar a la gente. <br />
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En el Paraguay también han surgido voces de admiración hacia el “Socialismo del Siglo XXI” y algunos quieren formar parte del “club” que lo impulsa en la región, comenzando por el propio presidente Nicanor Duarte Frutos, sobre todo para recibir los petrodólares que reparte Chávez a manos llenas. <br />
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Es necesario que, para no embaucar una vez más al electorado paraguayo, los candidatos que se postulen en las próximas elecciones presidenciales expresen sus propuestas con claridad y sin tapujos, inclusive aquellos que, de ser electos, piensan implantar el Socialismo del Siglo XXI en el Paraguay.<br />
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Eduardo R Pereira Cachoeira do Sul - RS 11/10/2007 00:00
João, vai uma curta e certa para todos nós Produtores.<br />
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Aceitem a pecha de "Produtores Folgados", planejem sua produção, travem preços, diminuam seus riscos e só produzam só o que der Lucro.<br />
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Pra não amargarem a pecha de "Caloteiros Chorões"
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Chico Costa Monte Santo de Minas - MG 11/10/2007 00:00
João Batista, que Deus e nosso senhor Jesus Cristo abençoe a você e seu programa. Pois não basta a força do campo... Só Deus pra ter pena de nós... Entra governo e sai governo, entra ministro e sai ministro e o custo de produção da agricultura, como um todo, está sendo explorados pelas multinacionais de insumos (fertilizantes, herbicidas, fungicidas e diesel). E cooperativas, que foram criadas por nós agricultores, hoje recebem propinas de multinacionais, as quais bancam 80% de todo o custo operacional das cooperativas.... E O CÂMBIO DO LULA ENCAVALADO NUM JEGUE!!!!
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André Vendruscolo Quilombo - SC 11/10/2007 00:00
Queria dizer que é uma verdadeira vergonha o que o governo está fazendo com o produtor rural brasileiro. A divida é vista com desprezo e que o produtor é praticamente considerado como o malandro (negador de contas). Esquecem de lembrar que o feijão e o arroz do seu almoço está custando caro para produzir, e que, da maneira em que o setor produtivo está sendo conduzido pela atual política econômica, seria a mesma coisa que "matar a vaca para tirar o leite"; ou seja não adianta de nada. Eu fico mais indignado a cada dia que passa... O que podemos fazer? Onde está o problema? Onde está a solução? Parabéns João Batista pelo seu programa, continue sempre em frente, transmitindo mensagens de otimismo ao produtor rural brasileiro.
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Giovani Giotti Luis Eduardo Magalhães - BA 11/10/2007 00:00
<font size="2">Amigo João Batista, fiquei feliz em ver que o pessoal de Campo Novo do Parecis resolveu tomar a iniciativa contra a CPMF. Quem não se lembra da MP-232 que nasceu morta graças à manifestação popular??!! Mas não basta escrever para os Deputados e Senadores, lembrem-se que ano que vem é eleição para prefeito... Podemos ir direto à administração local (Prefeitura) e nos manifestar de forma simples e direta, até mesmo pelo telefone, falando direto com o prefeito: "caso o partido do mesmo apóie a aprovação da CPMF vamos retirar o apoio da legenda nas urnas no ano que vem". Vamos mudar o Brasil, só depende de nós.<br />Giovani Giotti</font>
O Brasil paga 500 milhões de reais de juros por dia, sábado,domingo etc... e ninguém questiona! <br />Os juros são altos pela simples razão de que se forem menores o povo não emprestará dinheiro suficiente para rolar a dívida... é elementar isto!<br /> <br />Como resolver? Só dando um calote geral. Como? Por exemplo, anunciar que de um determinado dia em diante o Governo resgatará os Títulos Públicos apenas no V E N C I M E N T O!!! Muito fácil.<br /> <br />Quando a gente faz uma aplicação de 30 dias, compra-se por exemplo um título que vence no ano de 2015. 30 dias depois, no resgate, se o Banco não encontrar outro candidato a este título para 2015... o próprio Tesouro o recompra. Que tal chegar o dia em que o Tesouro respondesse: só vou comprá-lo no vencimento...<br />Já pensou o deságio que ia dar neste títulos públicos?<br /> <br />É impressionante como tem pessoas que ocupam altos postos no Governo, na Economia e na Imprensa, com pensamento equivocado. <br />Por quê equivocado?<br />Porque desenvolvem todo raciocínio em cima do pensamento de que é verdadeira a premissa segundo a qual o "preço" do dólar está caindo porquanto o fluxo de "entrada" de dólares no país é muito maior do que o fluxo de "saída".<br /> <br />Quem tem este entendimento retrógrado, não entende o funcionamento do Mercado Futuro e muito menos da alavancagem proporcionada neste Mercado.<br /> <br />Solução?<br />A solução como sempre é mais simples do que fácil. Basta estabelecer uma espécie de "quarentena" para estas aplicações. É inadmissível que neste ramo sejam permitidos aos estrangeiros os negócios "day trade" (Compra pela manhã e venda pela tarde ou vice versa) e com nenhuma preocupação de fazer hedge.<br /> <br />Pense nisto.Consulte Especialistas. Discuta de outra forma. Às vezes eu penso para mim que nem o Mantega entende a alavancagem do Mercado Futuro... Qual é a profissão dele? Professor ? Ah! então está explicado.<br /> <br />Na prática a gramática sempre é outra...<br /> <br />Quanto a CPMF, por quê ser "contra" o único imposto que temos, insonegável, e que ao mesmo tempo permite conclusões de cunho fiscal ? <br />Por quê ninguém quer discutir as verdadeiras causas da necessidade de tanto recolhimento de impostos ?<br /> <br />Ora, é por causa da dívida.<br /> <br /><br />DOIS FALSOS DILEMAS <br /><br /> Ubiratan Iorio<br /> Há dois supostos dilemas circulando na praça: o de que o governo não pode abrir mão da CPMF sem que seja forçado a aumentar a carga tributária e o de que o real estaria “sobrevalorizado”. Conversa fiada, que não faz dormir nem os etéreos bois de Renan.<br /><br /> O primeiro soa a chantagem e só podemos lamentar que o inexpressivo ministro Mantega tenha pronunciado tamanho despautério. É evidente que o governo pode prescindir dos R$ 39 bi por ano do maldito imposto, desde que elimine despesas de pessoal! Propostas de redução gradual da CPMF, embora exteriormente bem intencionadas, não vão ao âmago da questão, que é o inchaço do setor público. Devem ser rechaçadas.<br /><br /> Quanto à taxa de câmbio, cabe a pergunta: comprar é melhor do que vender ou vender é melhor do que comprar? Para a Macroeconomia – cada vez mais distanciada do mundo real – a resposta parece ser a segunda opção. Há uma pilha de artigos de economistas, jornalistas e exportadores reclamando da “sobrevalorização” do real frente ao dólar e espinafrando o regime de metas de inflação com câmbio flutuante que o Banco Central vem adotando desde a gestão de Armínio Fraga, o que pode nos levar a julgar erradamente que o câmbio flutuante é uma bobagem teórica e o regime de metas outro devaneio acadêmico. No mundo do faz-de-conta da Macroeconomia, um certo senhor batizado como “Brasil” negocia com outros homens e mulheres, chamados “Estados Unidos”, “Itália”, “Japão”, “Espanha”, etc. No mundo real quem compra e vende não são “países”, são pessoas e empresas, privadas e públicas. Em transações livremente negociadas entre as partes, é óbvio que vender é bom para quem vende e comprar é melhor para quem compra! Mas os economistas, via de regra, costumam achar que, para o “país”, vender (exportar) é melhor do que comprar (importar). É um dos reflexos da crença que aprenderam nos livros de Macroeconomia e que transmitem a seus alunos, a de que os economistas do governo não só são capazes de realizar mágicas, como devem encená-las... <br /><br /> Assim, o real precisaria ser desvalorizado, seja em doses bruscas, seja ressuscitando-se o sistema de freqüentes minidesvalorizações implantado por Delfim em 1968 (crowling peg), pois o diferencial entre a taxa de juros brasileira e a internacional, na ausência de risco cambial, estaria atraindo dólares em demasia para o país, aumentando fortemente as importações e forçando o Banco Central a comprar dólares para adicioná-los às reservas internacionais, com os custos fiscais daí decorrentes. A avaliação parece lógica, mas padece de dois problemas: o primeiro é de formação da maioria dos economistas, habituados desde a mais tenra infância acadêmica a raciocinarem em termos macroeconômicos e o segundo é que, sendo economistas brasileiros, possuem gens brasileiros, que os induzem a confundir causas com efeitos, como dizia Roberto Campos... <br /><br /> O problema não está no regime de metas de inflação, que é bom (ou pelo menos, é o menos pior que até agora se descobriu); tampouco é o câmbio flutuante, já que a taxa de câmbio - como, ademais, todo e qualquer preço -, deve flutuar, até mesmo para que seja de fato um preço e não um pseudo-preço (como Mises os denominava quando controlados pelo governo). A questão – claríssima, mamma mia! - são as necessidades de financiamento do setor público, que tendem a aumentar com o furor empregatício deste governo e que impossibilitam nossa taxa de juros de cair a ponto de refrear o ingresso de capitais no país. Controlar a entrada destes não resolve, porque equivaleria a esnobar os dólares de que precisamos. Não podemos contemporizar com quem nos extorque: o Estado deve ajustar-se à Nação e não esta a ele! Quando praticarmos isto, os juros cairão, o dólar subirá (se tiver que subir), a CPMF desaparecerá e o Brasil será outro. Melhor, bem melhor!