Fala Produtor

  • Telmo Heinen Formosa - GO 21/10/2007 23:00

    O Brasil paga 500 milh&otilde;es de reais de juros por dia, s&aacute;bado,domingo etc... e ningu&eacute;m questiona! <br />Os juros s&atilde;o altos pela simples raz&atilde;o de que se forem menores o povo n&atilde;o emprestar&aacute; dinheiro suficiente para rolar a d&iacute;vida... &eacute; elementar isto!<br /> <br />Como resolver? S&oacute; dando um calote geral. Como? Por exemplo, anunciar que de um determinado dia em diante o Governo resgatar&aacute; os T&iacute;tulos P&uacute;blicos apenas no V E N C I M E N T O!!! Muito f&aacute;cil.<br /> <br />Quando a gente faz uma aplica&ccedil;&atilde;o de 30 dias, compra-se por exemplo um t&iacute;tulo que vence no ano de 2015. 30 dias depois, no resgate, se o Banco n&atilde;o encontrar outro candidato a este t&iacute;tulo para 2015... o pr&oacute;prio Tesouro o recompra. Que tal chegar o dia em que o Tesouro respondesse: s&oacute; vou compr&aacute;-lo no vencimento...<br />J&aacute; pensou o des&aacute;gio que ia dar neste t&iacute;tulos p&uacute;blicos?<br /> <br />&Eacute; impressionante como tem pessoas que ocupam altos postos no Governo, na Economia e na Imprensa, com pensamento equivocado. <br />Por qu&ecirc; equivocado?<br />Porque desenvolvem todo racioc&iacute;nio em cima do pensamento de que &eacute; verdadeira a premissa segundo a qual o &quot;pre&ccedil;o&quot; do d&oacute;lar est&aacute; caindo porquanto o fluxo de &quot;entrada&quot; de d&oacute;lares no pa&iacute;s &eacute; muito maior do que o fluxo de &quot;sa&iacute;da&quot;.<br /> <br />Quem tem este entendimento retr&oacute;grado, n&atilde;o entende o funcionamento do Mercado Futuro e muito menos da alavancagem proporcionada neste Mercado.<br /> <br />Solu&ccedil;&atilde;o?<br />A solu&ccedil;&atilde;o como sempre &eacute; mais simples do que f&aacute;cil. Basta estabelecer uma esp&eacute;cie de &quot;quarentena&quot; para estas aplica&ccedil;&otilde;es. &Eacute; inadmiss&iacute;vel que neste ramo sejam permitidos aos estrangeiros os neg&oacute;cios &quot;day trade&quot; (Compra pela manh&atilde; e venda pela tarde ou vice versa) e com nenhuma preocupa&ccedil;&atilde;o de fazer hedge.<br /> <br />Pense nisto.Consulte Especialistas. Discuta de outra forma. &Agrave;s vezes eu penso para mim que nem o Mantega entende a alavancagem do Mercado Futuro... Qual &eacute; a profiss&atilde;o dele? Professor ? Ah! ent&atilde;o est&aacute; explicado.<br /> <br />Na pr&aacute;tica a gram&aacute;tica sempre &eacute; outra...<br /> <br />Quanto a CPMF, por qu&ecirc; ser &quot;contra&quot; o &uacute;nico imposto que temos, insoneg&aacute;vel, e que ao mesmo tempo permite conclus&otilde;es de cunho fiscal ? <br />Por qu&ecirc; ningu&eacute;m quer discutir as verdadeiras causas da necessidade de tanto recolhimento de impostos ?<br /> <br />Ora, &eacute; por causa da d&iacute;vida.<br /> <br /><br />DOIS FALSOS DILEMAS <br /><br /> Ubiratan Iorio<br /> H&aacute; dois supostos dilemas circulando na pra&ccedil;a: o de que o governo n&atilde;o pode abrir m&atilde;o da CPMF sem que seja for&ccedil;ado a aumentar a carga tribut&aacute;ria e o de que o real estaria &ldquo;sobrevalorizado&rdquo;. Conversa fiada, que n&atilde;o faz dormir nem os et&eacute;reos bois de Renan.<br /><br /> O primeiro soa a chantagem e s&oacute; podemos lamentar que o inexpressivo ministro Mantega tenha pronunciado tamanho despaut&eacute;rio. &Eacute; evidente que o governo pode prescindir dos R$ 39 bi por ano do maldito imposto, desde que elimine despesas de pessoal! Propostas de redu&ccedil;&atilde;o gradual da CPMF, embora exteriormente bem intencionadas, n&atilde;o v&atilde;o ao &acirc;mago da quest&atilde;o, que &eacute; o incha&ccedil;o do setor p&uacute;blico. Devem ser recha&ccedil;adas.<br /><br /> Quanto &agrave; taxa de c&acirc;mbio, cabe a pergunta: comprar &eacute; melhor do que vender ou vender &eacute; melhor do que comprar? Para a Macroeconomia &ndash; cada vez mais distanciada do mundo real &ndash; a resposta parece ser a segunda op&ccedil;&atilde;o. H&aacute; uma pilha de artigos de economistas, jornalistas e exportadores reclamando da &ldquo;sobrevaloriza&ccedil;&atilde;o&rdquo; do real frente ao d&oacute;lar e espinafrando o regime de metas de infla&ccedil;&atilde;o com c&acirc;mbio flutuante que o Banco Central vem adotando desde a gest&atilde;o de Arm&iacute;nio Fraga, o que pode nos levar a julgar erradamente que o c&acirc;mbio flutuante &eacute; uma bobagem te&oacute;rica e o regime de metas outro devaneio acad&ecirc;mico. No mundo do faz-de-conta da Macroeconomia, um certo senhor batizado como &ldquo;Brasil&rdquo; negocia com outros homens e mulheres, chamados &ldquo;Estados Unidos&rdquo;, &ldquo;It&aacute;lia&rdquo;, &ldquo;Jap&atilde;o&rdquo;, &ldquo;Espanha&rdquo;, etc. No mundo real quem compra e vende n&atilde;o s&atilde;o &ldquo;pa&iacute;ses&rdquo;, s&atilde;o pessoas e empresas, privadas e p&uacute;blicas. Em transa&ccedil;&otilde;es livremente negociadas entre as partes, &eacute; &oacute;bvio que vender &eacute; bom para quem vende e comprar &eacute; melhor para quem compra! Mas os economistas, via de regra, costumam achar que, para o &ldquo;pa&iacute;s&rdquo;, vender (exportar) &eacute; melhor do que comprar (importar). &Eacute; um dos reflexos da cren&ccedil;a que aprenderam nos livros de Macroeconomia e que transmitem a seus alunos, a de que os economistas do governo n&atilde;o s&oacute; s&atilde;o capazes de realizar m&aacute;gicas, como devem encen&aacute;-las... <br /><br /> Assim, o real precisaria ser desvalorizado, seja em doses bruscas, seja ressuscitando-se o sistema de freq&uuml;entes minidesvaloriza&ccedil;&otilde;es implantado por Delfim em 1968 (crowling peg), pois o diferencial entre a taxa de juros brasileira e a internacional, na aus&ecirc;ncia de risco cambial, estaria atraindo d&oacute;lares em demasia para o pa&iacute;s, aumentando fortemente as importa&ccedil;&otilde;es e for&ccedil;ando o Banco Central a comprar d&oacute;lares para adicion&aacute;-los &agrave;s reservas internacionais, com os custos fiscais da&iacute; decorrentes. A avalia&ccedil;&atilde;o parece l&oacute;gica, mas padece de dois problemas: o primeiro &eacute; de forma&ccedil;&atilde;o da maioria dos economistas, habituados desde a mais tenra inf&acirc;ncia acad&ecirc;mica a raciocinarem em termos macroecon&ocirc;micos e o segundo &eacute; que, sendo economistas brasileiros, possuem gens brasileiros, que os induzem a confundir causas com efeitos, como dizia Roberto Campos... <br /><br /> O problema n&atilde;o est&aacute; no regime de metas de infla&ccedil;&atilde;o, que &eacute; bom (ou pelo menos, &eacute; o menos pior que at&eacute; agora se descobriu); tampouco &eacute; o c&acirc;mbio flutuante, j&aacute; que a taxa de c&acirc;mbio - como, ademais, todo e qualquer pre&ccedil;o -, deve flutuar, at&eacute; mesmo para que seja de fato um pre&ccedil;o e n&atilde;o um pseudo-pre&ccedil;o (como Mises os denominava quando controlados pelo governo). A quest&atilde;o &ndash; clar&iacute;ssima, mamma mia! - s&atilde;o as necessidades de financiamento do setor p&uacute;blico, que tendem a aumentar com o furor empregat&iacute;cio deste governo e que impossibilitam nossa taxa de juros de cair a ponto de refrear o ingresso de capitais no pa&iacute;s. Controlar a entrada destes n&atilde;o resolve, porque equivaleria a esnobar os d&oacute;lares de que precisamos. N&atilde;o podemos contemporizar com quem nos extorque: o Estado deve ajustar-se &agrave; Na&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o esta a ele! Quando praticarmos isto, os juros cair&atilde;o, o d&oacute;lar subir&aacute; (se tiver que subir), a CPMF desaparecer&aacute; e o Brasil ser&aacute; outro. Melhor, bem melhor!

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  • Eduardo R Pereira Cachoeira do Sul - RS 17/10/2007 23:00

    Olá João.<br />

    Ref. BB sacanear os produtores mesmo depois de tudo acertado com o governo. Já estou ficando repetitivo mas é assim mesmo que funciona. Devemos urgentemente nos unir numa única entidade.<br />

    Contra o BB e outros bancos entrar com tudo na justiça e exigir recálculos, que já sabemos como tu bem noticiou que temos direitos.<br />

    Contar com este governo que não sabe de nada não dá, a solução está em nossas mãos, basta exercermos.

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  • Arnaldo Reis Caldeira Jr. Carmo da Cachoeira - MG 17/10/2007 23:00

    Prezados senhores; <br /><br />J&aacute; levantei anteriormente a bandeira de que o 4C, nada mais &eacute; que uma cortina de fuma&ccedil;a, lan&ccedil;ada pelos grandes compradores internacionais e exportadores para n&atilde;o conseguirmos ver nitidamente um futuro muito pr&oacute;ximo. <br />Vou compartilhar agora o que penso sobre o 4C, iniciando pela pr&oacute;pria sigla - C&oacute;digo Comum para a Comunidade Cafeeira. <br />COMUM - Como poderemos fazer um C&oacute;digo Comum entre FORNECEDORES T&Atilde;O DIFERENTES em suas pol&iacute;ticas internas, sejam elas sociais, econ&ocirc;micas ou ambientais? Basta citar nossos pa&iacute;ses concorrentes - M&eacute;xico, Guatemala, Col&ocirc;mbia, Vietn&atilde;, Indon&eacute;sia, Costa do Marfim, dentre muitos outros. T&atilde;o diferentes e com anseios muito diferentes. <br />Ou ser&aacute; que mais uma vez o cafeicultor brasileiro, arcar&aacute; com o &ocirc;nus e o b&ocirc;nus ficar&aacute; com nossos concorrentes? <br />COMUNIDADE - Existe COMUNIDADE CAFEEIRA? Comunidade no sentido breve da palavra significa unidade em comum; como podemos falar em comunidade se do total da receita cafeeira no mundo, 80 % est&atilde;o nas m&atilde;os de traders, exportadores e compradores internacionais, enquanto s&oacute; 20% desta receita fica nas m&atilde;os da produ&ccedil;&atilde;o. <br />Comunidade significa paridade, equil&iacute;brio nas proporcionalidades. <br />E isto est&aacute; longe de existir. <br />SUSTENTABILIDADE - Pois bem, esta &eacute; uma palavra muito proferida pelos membros do 4C. Por&eacute;m at&eacute; agora n&atilde;o foi colocado como isto ser&aacute; feito; s&oacute; sabemos das obriga&ccedil;&otilde;es. N&atilde;o sabemos quantos d&oacute;lares se pagar&aacute; &agrave; mais, por item cumprido dentro do c&oacute;digo. <br />Hoje sustentabilidade para o cafeicultor &eacute; dinheiro no bolso (h&aacute; tempos n&atilde;o se v&ecirc;) para que possa dar dignidade e qualidade de vida para sua fam&iacute;lia. <br />O 4C foi formado inicialmente por 3 grandes compradores mundiais de caf&eacute;: Nestl&eacute;, Sara Lee e Melitta. Hoje fazem parte deste grupo no Brasil a ABIC, atrav&eacute;s de seu representante - Sr. Nathan Herszkowics (membro representante do conselho do 4C) e representado os exportadores, a COOXUP&Eacute; de Guaxup&eacute; e a COCOPEC de Franca (Alta Mogiana), que apesar de serem cooperativas de produtores rurais, s&atilde;o exportadores de caf&eacute;. Sendo o presidente da junta executiva do 4C, o Sr. Joaquim Lib&acirc;nio Ferreira Leita, que tamb&eacute;m &eacute; o DIRETOR DE EXPORTA&Ccedil;&Atilde;O da Cooxup&eacute;. <br />Portanto insisto que enquanto o cafeicultor n&atilde;o tiver participa&ccedil;&atilde;o efetiva no processo e este processo n&atilde;o estiver mais claro, definido e delineado, n&atilde;o devemos aceitar &ldquo;GOELA ABAIXO&rdquo;, a imposi&ccedil;&atilde;o de algo que diz ser bom para o cafeicultor, por&eacute;m lhe acarreta mais &ocirc;nus e obriga&ccedil;&otilde;es. <br />

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  • Juliano dos Santos Tosta Morrinhos - GO 16/10/2007 23:00

    Ol&aacute; Jo&atilde;o Batista, trabalho com meu pai e meu irm&atilde;o administrando uma propriedade no Tri&acirc;ngulo Mineiro e outra em Goi&aacute;s, onde possu&iacute;mos irriga&ccedil;&atilde;o.Mas, al&eacute;m de termos de enfrentar o tempo, as pragas, as doen&ccedil;as,os custos e o tal maldito c&acirc;mbio afundante, estamos totalmente a merc&ecirc; dos bandidos. J&aacute; tivemos ve&iacute;culos furtados, gado, defensivos e a moda agora s&atilde;o os fios de cobre dos equipamentos el&eacute;tricos dos sistema de irriga&ccedil;&atilde;o, sem contar no furto dos impostos. No caso dos roubos na fazenda fazemos pelo menos um B.O. policial - embora n&atilde;o adiante de nada, pelo menos serve de estastistica para aumentar os j&aacute; inchados n&uacute;meros da criminalidade. No entanto me sinto mais ref&eacute;m no caso dos impostos... vejo a carga tribut&aacute;ria cada vez maior para um servi&ccedil;o estatal cada vez pior e ainda tenho que escutar que nunca na hist&oacute;ria desse pa&iacute;s e bl&aacute;, bl&aacute;, bl&aacute;bl&aacute;bl&aacute;, num Congresso onde, tirando uma minoria, o resto &eacute; somente interesse pessoal, troca-troca de partido, o famoso toma-l&aacute;-d&aacute; c&aacute; e por a&iacute; vai. Jo&atilde;o realmente estamos, desculpe a express&atilde;o, ferrados.

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  • Renato Santi Locatelli Alvorada do Sul - PR 16/10/2007 23:00

    Jo&atilde;o Batista, aqui na minha cidade, Alvorada do Sul (norte do Paran&aacute;) v&atilde;o se completar 90 dias que n&atilde;o d&aacute; uma chuva boa... Nesse periodo tivemos apenas uma de 5 mm. Por enquanto ningu&eacute;m plantou nada aqui ainda e nem dessecou nada. Ainda est&aacute; tudo cr&uacute; por aqui.

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  • Giovani Giotti Luis Eduardo Magalhães - BA 16/10/2007 23:00

    Volto a escrever para protestar contra a CPMF e convido a todos os brasileiros a lutarem contra esta contribui&ccedil;&atilde;o provis&oacute;ria que n&atilde;o est&aacute; cumprindo o seu verdadeiro papel, que &eacute; cuidar da sa&uacute;de. Basta ver os casos de dengue espalhados por todo Pa&iacute;s. O Governo vem batendo recordes de arrecada&ccedil;&atilde;o, portanto o que &eacute; preciso fazer realmente &eacute; melhorar a qualidade do investimento. <br />Gostaria de contar com o Not&iacute;cias Agr&iacute;colas para divulgar diariamente o &ldquo;Al&ocirc; Senado&rdquo; (a liga&ccedil;&atilde;o &eacute; gratuita, o n&uacute;mero &eacute; 0800-612211). Dedique um minuto de seu tempo e ligue, fa&ccedil;a seu protesto. Diga a todos aos Senadores que o futuro pol&iacute;tico de seus partidos nas pr&oacute;ximas elei&ccedil;&otilde;es depende do fim da CPMF e da aprova&ccedil;&atilde;o da reforma tribut&aacute;ria. N&atilde;o custa lembrar a todos que n&atilde;o basta reclamar dos pol&iacute;ticos -- temos que cobrar, e o canal mais f&aacute;cil e direto &eacute; este. <br />Vamos mudar o Brasil para melhor. Sem mais, Giovani Giotti.

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  • Anderson Gonçalves de Souza Posse - GO 16/10/2007 23:00

    Caro João Batista!!!<br />

    <br />

    URGENTE, Revoltante e impraticável!!!!<br />

    <br />

    Finalmente, o FRA está disponível. Mas nem tão disponível assim, veja:<br />

    <br />

    Para se conseguir o refinanciamento, dos débitos junto as empresas de insumos, o produtor precisa antes de tudo, da boa vontade da empresa em aderir ao programa. Depois um limite de crédito junto ao seu banco, vigente e com limite DISPONÍVEL, depois ainda, de área cultivada sobrando para que seja dado em garantia o penhor das safras futuras.<br />

    Te pergunto, é ou não é revoltante as exigibilidades a qual o programa passou a ter depois de normalizadas pelo banco??? Ônde ficou o fundo de aval, onde os produtores participarão com 10% e empresas com 20%, e que acredito que vai ser o produtor quem vai arcar com 30%.???? <br />

    <br />

    Estou indignado!!!<br />

    <br />

    Anderson G. Souza<br />

    Posse-GO<br />

    Produtor em Jaborandi-BA.<br />

    <br />

    Abraços.

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  • Clair Fischer Lucas do Rio Verde - MT 15/10/2007 23:00

    Jo&atilde;o Batista, o Brasil vai de mal a pior por culpa de n&oacute;s mesmos, o povo. Temos mem&oacute;ria curta. Por ex: O Lula quando candidato falou que iria extinguir a CPMF, ou deixaria uma taxa de no m&aacute;ximo 0,14%, e at&eacute; o presente ningu&eacute;m se lembrou de record&aacute;-lo ou cobr&aacute;-lo. &Eacute; muito feio um presidente da Rep&uacute;blica n&atilde;o cumprir com o que diz, ou disse. Na minha opini&atilde;o a oposi&ccedil;&atilde;o deve ser realmente oposi&ccedil;&atilde;o, porque se fosse o contrario, com o PT na oposi&ccedil;&atilde;o, a CPMF n&atilde;o seria aprovada nunca.

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  • Raul Antonio Ribas Palmas - RO 15/10/2007 23:00

    Jo&atilde;o Batista, o governo corrupto est&aacute; privatizando as estradas porque n&atilde;o tem dinheiro para arrum&aacute;-las. Muito bem, vamos pagar ped&aacute;gios... Mas ent&atilde;o eu sugiro que a SIDE n&atilde;o seja mais cobrada, pois o governo n&atilde;o vai precisar arrumar as estradas. Sugiro que os postos de combust&iacute;veis (aonde tem ped&aacute;gio) d&ecirc;em desconto para o caminhoneiro. Pois cobrar ped&aacute;gio e mais a SIDE n&atilde;o &eacute; justo. Jo&atilde;o Batista, vamos passar a id&eacute;ia adiante.. Eu vou cobrar do meu deputado em Bras&iacute;lia, o Lupi&atilde;o.

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  • ABRASGRÃOS - Assoc. Brasileira de Produtores de Grãos Formosa - GO 14/10/2007 23:00

    Ferrovias? Um grande engano...<br /> O Brasil &eacute; o &uacute;nico pa&iacute;s do mundo onde a rodovia conseguiu desbancar a ferrovia.<br /> Quem ainda d&aacute;viabilidade &agrave; Ferrovia no Sudeste do Brasil, pasmem, &eacute; o PED&Aacute;GIO das Rodovias, que torna o frete rodovi&aacute;rio ainda mais caro, muito mais caro. Em uma viagem rodovi&aacute;ria de Cubat&atilde;o-SP &agrave; Uberl&acirc;ndia-MG, a mesma quantidade de dinheiro que se gasta com &oacute;leo diesel, paga-se de ped&aacute;gio... S&oacute; assim para julgar que o frete ferrovi&aacute;rio &eacute; mais barato...<br /> <br /> Mais barato, nem sempre... vejamos o caso do Mato Grosso. Colocar uma ferrovia no meio do Estado resolve? N&atilde;o resolve. Pode ir l&aacute; e perguntar para qualquer um que n&atilde;o seja burro ou pol&iacute;tico (pol&iacute;tico,sim. pol&iacute;ticos nunca fazem nada o que &eacute; l&oacute;gico). Para cada 100 reais de frete rodovi&aacute;rio gasta-se no m&iacute;nimo 103 de frete ferrovi&aacute;rio! Gente voc&ecirc;s se esquecem do custo de acesso &agrave; ferrovia.<br /> <br /> A m&aacute;xima &quot;a menor dist&acirc;ncia entre dois pontos &eacute; a dist&acirc;ncia econ&ocirc;mica&quot; continua no auge! &Eacute; uma lei natural, irrevog&aacute;vel.<br /> <br /> Portanto esta hist&oacute;ria de ferrovia &eacute; muito mais inventada por quem quer &quot;desviar&quot; uma verbinha aqui, outra acol&aacute;, do que um benef&iacute;cio econ&ocirc;mico.<br /> <br /> Telmo Heinen - (61)9989-6005 Formosa (GO)<br /> <br />Ve&iacute;culo:<br />CORREIO BRAZILIENSE-DF Editoria:<br />POL&Iacute;TICA Data:<br />13/10/2007 <br />Assunto:<br />AGRICULTURA - Reenviada por Telmo Heinen - Formosa (GO) <br /> <br /><br />A hora das ferrovias (Bras&iacute;lia-DF)<br />Por Denise Rothenburg <br />Com Guilherme Queiroz <br /><br />[email protected] <br /><br /><br /><br />Na esteira dos leil&otilde;es que colocaram trechos sucateados de rodovias federais nas m&atilde;os da iniciativa privada, a equipe do presidente Lula tra&ccedil;a a estrat&eacute;gia para repetir a experi&ecirc;ncia com a combalida malha ferrovi&aacute;ria federal. A Casa Civil designou dia desses um grupo para definir os trechos a serem disputados pelas concession&aacute;rias. S&oacute; isso bastou para ati&ccedil;ar os apetites pol&iacute;ticos. Durante a semana, a bancada baiana, em especial, o deputado Jo&atilde;o Le&atilde;o, do PR, ficou no entra-e-sai do Pal&aacute;cio do Planalto, interessada em cacifar a revitaliza&ccedil;&atilde;o de um corredor entre a regi&atilde;o agr&iacute;cola no Oeste e a regi&atilde;o metropolitana de Salvador. <br /><br /><br />O que os baianos querem tirar do papel &eacute; a Ferrovia Bahia-Oeste, um trajeto de 996 km entre o Porto de Campinhos e o munic&iacute;pio Lu&iacute;s Eduardo Magalh&atilde;es. No caso da Bahia, os deputados avisam ao Planalto que a nova rota cortaria uma regi&atilde;o em que 10 milh&otilde;es de toneladas de gr&atilde;os devem ser produzidos at&eacute; 2010, al&eacute;m atender o p&oacute;lo de extra&ccedil;&atilde;o de ferro de Catit&eacute; e a produ&ccedil;&atilde;o de 14 usinas alcooleiras. Outros estados se preparam para levar projetos do mesmo porte ao Planalto. Pelo visto, vai come&ccedil;ar um novo estica-e-puxa no governo, com reflexos no Legislativo

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  • Waldir Sversutti Maringá - PR 14/10/2007 00:00

    Caso possam reproduzir este editorial, sem tradução, por favor o façam, para que todos possam avaliar o " muy amigo Hugo Chavez " É um alerta !<br />

    <br />

    Editorial do Jornal ABC Color de Assuncion, Py, deste domingo 14-10-07<br />

    <br />

    Los socialistas no aprenden de la historia<br />

    <br />

    En un momento crucial de la historia política, económica y social de los países de América Latina y ante el dilema de qué camino seguir para superar su pobreza y atraso, es absolutamente necesario considerar con toda seriedad la tentación que representa para una mayoría de países, incluido el Paraguay, lo que se ha dado en llamar “Socialismo del Siglo XXI”, que fue ideado, fomentado y exaltado por el presidente venezolano Hugo Chávez y que ya ha encontrado fervientes seguidores en varios países de la región.<br />

    <br />

    El socialismo que ahora Chávez pretende instalar no solo fue un colosal crimen en cuantos lugares fue aplicado, sino un sistema político esclavizante que fracasó absolutamente en todos los lugares del planeta donde fue probado y por eso uno por uno fue derrumbándose al hilo.<br />

    <br />

    En un momento crucial de la historia política, económica y social de los países de América Latina –mayoritariamente subdesarrollados– y ante el dilema de qué camino seguir para superar su pobreza y atraso, es absolutamente necesario considerar con toda seriedad la tentación que representa para una mayoría de países, incluido el Paraguay, lo que se ha dado en llamar “Socialismo del Siglo XXI”, que fue ideado, fomentado y exaltado por el presidente venezolano Hugo Chávez y que ya ha encontrado fervientes seguidores en varios países de América Latina, como Evo Morales de Bolivia, Rafael Correa de Ecuador y, en menor medida, aparentemente más atraído por la petrochequera del dictador venezolano que por su ideología, el presidente Néstor Kirchner de Argentina.<br />

    <br />

    ¿Qué es el Socialismo del Siglo XXI y quién es Hugo Chávez? Una buena manera de contestar la pregunta es comenzar diciendo que el modelo político propuesto por Chávez no es otra cosa sino la resurrección del régimen cubano de Fidel Castro y del sistema político totalitario que rigió en la Unión Soviética desde 1917 hasta su derrumbe en 1991 por haber fracasado estruendosamente, pues no solamente no pudo sacar a su pueblo de la miseria económica, sino que –después de asesinar decenas de millones de conciudadanos– lo hundió aún más en el mar de las desigualdades políticas y sociales, como nunca antes se vio en la historia de la humanidad. <br />

    <br />

    En un conocido libro citado por Jean François Revel, llamado “El libro negro del comunismo”, del también francés Stefhane Courtois, en forma descarnada se muestra la lección de lo que fue el extravío del socialismo y del comunismo en el siglo pasado en su paso por todo el mundo. Allí cuenta que, antes de su desintegración, la Unión y el Imperio soviéticos –que ahora Chávez y los suyos pretenden reflotar– mataron por razones políticas e ideológicas a 80 millones de personas solo en la Unión Soviética, exceptuando China comunista, Cuba, Vietnam, Camboya, Etiopia y otros “paraísos” donde hubo otros tantos.<br />

    <br />

    Es un sistema político esclavizante que fracasó absolutamente en todos los lugares del planeta donde fue probado, y por eso uno por uno fue derrumbándose al hilo. Solo faltan algunos como la Cuba de Castro o la Corea del Norte de Kim Jong Il, cuyo fin el mundo espera ansioso porque está a la vuelta de la equina. <br />

    <br />

    El socialismo que ahora Hugo Chávez pretende instalar mediante sus petrodólares no solo fue un colosal crimen en cuantos lugares fue aplicado, sino es también una filosofía política que se cree dueña absoluta de la verdad. A quien no está de acuerdo con él lo único que le sobra es arrepentirse de su “error” y cambiar de posición o, de lo contrario, perecer. Por eso Chávez cierra en Venezuela medios periodísticos críticos, subyuga la educación y persigue implacablemente a la oposición. Es la vieja historia del pensamiento único, que tanto daño hizo a la humanidad.<br />

    <br />

    ¿Por qué, pese a haberse hundido en la infamia y el ridículo, el socialismo reivindicado por Chávez y sus seguidores consigue votos para acceder democráticamente al poder? Esencialmente, porque en nuestros países muchos regímenes que se denominan “democráticos” han fracasado debido a la corrupción y la incapacidad de sus gobernantes, lo que facilita la aparición de aventureros, mesiánicos y otros cuyas doradas promesas reciben fácil apoyo de los pueblos defraudados. En las condiciones señaladas, les resulta muy fácil a los “socialistas” de nuevo cuño crear mitos sobre los cuales construir su “revolución” y embaucar a la gente. <br />

    <br />

    En el Paraguay también han surgido voces de admiración hacia el “Socialismo del Siglo XXI” y algunos quieren formar parte del “club” que lo impulsa en la región, comenzando por el propio presidente Nicanor Duarte Frutos, sobre todo para recibir los petrodólares que reparte Chávez a manos llenas. <br />

    <br />

    Es necesario que, para no embaucar una vez más al electorado paraguayo, los candidatos que se postulen en las próximas elecciones presidenciales expresen sus propuestas con claridad y sin tapujos, inclusive aquellos que, de ser electos, piensan implantar el Socialismo del Siglo XXI en el Paraguay.<br />

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  • Eduardo R Pereira Cachoeira do Sul - RS 11/10/2007 00:00

    João, vai uma curta e certa para todos nós Produtores.<br />

    <br />

    Aceitem a pecha de "Produtores Folgados", planejem sua produção, travem preços, diminuam seus riscos e só produzam só o que der Lucro.<br />

    <br />

    Pra não amargarem a pecha de "Caloteiros Chorões"

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  • Chico Costa Monte Santo de Minas - MG 11/10/2007 00:00

    Jo&atilde;o Batista, que Deus e nosso senhor Jesus Cristo aben&ccedil;oe a voc&ecirc; e seu programa. Pois n&atilde;o basta a for&ccedil;a do campo... S&oacute; Deus pra ter pena de n&oacute;s... Entra governo e sai governo, entra ministro e sai ministro e o custo de produ&ccedil;&atilde;o da agricultura, como um todo, est&aacute; sendo explorados pelas multinacionais de insumos (fertilizantes, herbicidas, fungicidas e diesel). E cooperativas, que foram criadas por n&oacute;s agricultores, hoje recebem propinas de multinacionais, as quais bancam 80% de todo o custo operacional das cooperativas.... E O C&Acirc;MBIO DO LULA ENCAVALADO NUM JEGUE!!!!

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  • André Vendruscolo Quilombo - SC 11/10/2007 00:00

    Queria dizer que &eacute; uma verdadeira vergonha o que o governo est&aacute; fazendo com o produtor rural brasileiro.&nbsp;A divida &eacute; vista com desprezo e que o produtor &eacute; praticamente considerado como o malandro (negador de contas). Esquecem de lembrar que o feij&atilde;o e o arroz do seu almo&ccedil;o est&aacute; custando caro para produzir, e que, da maneira em que o setor produtivo est&aacute; sendo conduzido pela atual pol&iacute;tica econ&ocirc;mica,&nbsp;seria a&nbsp;mesma coisa que &quot;matar a vaca para tirar o leite&quot;; ou seja n&atilde;o adianta de nada. Eu fico mais indignado a cada dia que passa...&nbsp;O que podemos&nbsp;fazer? Onde est&aacute; o problema? Onde est&aacute; a solu&ccedil;&atilde;o? Parab&eacute;ns Jo&atilde;o Batista pelo seu programa, continue sempre&nbsp;em frente, &nbsp;transmitindo&nbsp;mensagens de otimismo ao produtor rural brasileiro.

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  • Giovani Giotti Luis Eduardo Magalhães - BA 11/10/2007 00:00

    <font size="2">Amigo Jo&atilde;o Batista, fiquei feliz em ver que o pessoal de Campo Novo do Parecis resolveu tomar a iniciativa contra a CPMF. Quem n&atilde;o se lembra da MP-232 que nasceu morta gra&ccedil;as &agrave; manifesta&ccedil;&atilde;o popular??!! Mas n&atilde;o basta escrever para os Deputados e Senadores, lembrem-se que ano que vem &eacute; elei&ccedil;&atilde;o para prefeito... Podemos ir direto&nbsp;&agrave; administra&ccedil;&atilde;o local (Prefeitura) e nos manifestar de forma simples e direta, at&eacute; mesmo pelo telefone, falando direto com o prefeito: &quot;caso o partido do mesmo ap&oacute;ie a aprova&ccedil;&atilde;o da CPMF vamos retirar o apoio da legenda nas urnas no&nbsp;ano que vem&quot;.&nbsp;Vamos mudar o Brasil, s&oacute; depende de n&oacute;s.<br />Giovani Giotti</font>

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