Fala Produtor

  • Areobaldo Rizzi Concórdia - SC 11/10/2007 00:00

    Sou suinocultor do oeste de Santa Catarina e fico indignado com o câmbio, pois quando o dólar subia era motivo para subir gasolina, soja e seus derivados, e assim por diante. No momento o dólar só cai e o resto só sobe. Exemplo: no nosso caso a torta de soja (usada na composição da ração animal, que não é pouco, 20%) tenho um grande consumo desse produto! Não sei onde o governo que chegar com essa proposta de produzir alimento barato a custa da classe produtora... Às vezes me pergunto: até quando vai ter alimentos baratos no Brasil com um custo alto deste??? Alguém vai pagar o pato no futuro.... E nós já estamos pagando muito caro... mas num futuro próximo será a classe consumidora!

    0
  • Marlene Zatti Itaipulandi - PR 11/10/2007 00:00

    A alegria do produtor sempre dura pouco. Quando o preço do milho está quase bom para nós podermos pagar as contas, o governo manda outro soco (sempre querendo ver os produtores gemendo), ao fazer leilões da Conab. Isso é uma pena. Assim não dá, né Lula??!!

    0
  • Oswaldo Prudente Correa Rio Verde - GO 11/10/2007 00:00

    Sou produtor de grãos em Rio Verde (GO) há 20 anos, sempre lutando com muita dificuldade (que não vou enumerar porque você deve estar com o saco cheio de escutar). Somos a terceira geração de agricultores (vindo de Terra Roxa-SP), mas estou percebendo que vou ser a derradeira (a não ser que os meus antepassados tivessem vindo da região de Franca-SP), haja visto o Sr. fabio meirelles (está em minúsculo de propósito), este sim já quase na terceira geração (começou no sindicato rural de Franca, depois assumiu a FAESP e agora está na CNA (emprego para PAI-FILHA-FILHO e outros que não sei). O meu pai, Joaquim Prudente Correa Netto, tentou por toda sua vida destroná-los, mas infelizmente ele morreu. Se a representação dos produtores era fraca não batendo duro contra estas mentiras do governo, banco do Brasil, deixando a maioria dos políticos fazer de nós VERDADEIROS IDIOTAS (porque no final sabem que nós plantamos, tirando da poupança do filho, o carrinho da mulher, hipotecando a casa, pagando juros para agiotas, (banco do Brasil-CPR), vendendo às vezes até a nossa dignidade para conseguir um aval), tudo isso para quê?? Será que vale a pena?? Enquanto isso todos sabem que vamos produzir barato...Temos que repensar em plantar só com recursos próprios, não crescer sem garantias reais... Dentro da porteira somos o melhores do mundo, mas para fora somos os palhaços (que me perdoem os palhaços). O industrial pode ser considerado “micro” quando o faturamento vai até R$ 2.400.000,00, mas o produtor rural quando tem este faturamento anual é considerado GRANDE... Então está tudo errado com estas classificações. Pasmem: o ITR do nosso imóvel tem o mesmo valor que temos de pagar para a dona CNA (agora nas mãos do Sr fabio meirelles, o todo poderoso). João, desculpe o meu desabafo.

    0
  • Paulo Mano Juara - MT 11/10/2007 00:00

    João Batista, é impressionante como a indústria frigorífica fica “sentida” com esses boatos de febre aftosa. Aqui na minha região, norte de MT, os compradores dos frigoríficos ficam pulando de alegria quando surgem notícias de aftosa em qualquer lugar do País. São os primeiros a levarem as notícias para os fazendeiros, pregando a baixa dos preços, falando que comércio da carne está fraco, que a arroba vai baixar, etc. Olha, João, precisamos dar um basta nessas ''quadrilhas'' (FRIGORÍFICOS). Aqui, a bem da verdade, eles só trabalham para terem altas rentabilidades, massacrando os pecuaristas nos preços e nos rendimentos. João, acredite em mim: o boi sumiu, bezerro não existe mais... Por que será que só nessas horas aparecem casos de aftosa? (sei que você entende o que estou falando, João... UM FORTE ABRAÇO.

    0
  • Antereo Pereira da Silva Manhuaçu - MG 11/10/2007 00:00

    Eu gostaria entrar na briga em favor de Renan Calheiros: 1º) Ele mostrou grande capacidade de se defender; 2º) Ele mostrou que é cabra-macho (o caso dele é com mulher, e todo homem na idade-do-lobo ninguém segura); 3º) se eles (os senadores) tiveram oportunidade de tirá-lo e não conseguiram, portanto não há o que reclamar; 4º) de tudo que o acusam é a menor das causas, pois aquilo que o ex-ministro Palocci (hoje deputado federal) fez com o caseiro Francenildo foi muito grave, e tudo isso foi esquecido. E por falar em cobras, vou mandar capturar 500 cobras-cascavel no Vale do Jequitinhonha e vou levá-las para dar de presente no Congresso Nacional (talvez assim eles passem a trabalhar), pois os deputados só ficam votando medidas provisórias (eles não querem saber das reformas que o País precisa). Fica parecendo o tempo da ditadura, só o governo manda.

    0
  • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP 10/10/2007 00:00

    Caro amigo João Batista, tenho alguns comentários a fazer sobre a entrevista com Odacir Klein. Primeiro sobre o Biodiesel: concordo plenamente quando você diz que dentro de sua propriedade cada um use da forma que quiser o biocombustível, pois isso está dentro da lei de nosso País. Quanto ao uso de óleo vegetal in natura nos motores, afirmo que esse usado diretamente nos motores a diesel, sem adaptações um tanto complexas, podem danificar seriamente o motor. Falo por experiência própria. Sou produtor rural, tenho nível superior, cursos na área de mecânica e biocombustíveis. Minha tese foi sobre qualidade de biodiesel B100. Esse sim defendo, pois se feito de forma seria, tecnicamente é melhor que o diesel fóssil. No período em que fiquei na Alemanha (em 2002) conheci bem o programa deles. Usei lá o B-100 em meu veículo de forma normal. Efetuamos um teste com óleo vegetal de soja in natura (esse comprado em supermercado) em uma camionete com motor MWM sprint 6 cilindros. Ela rodou 520 km até parar de funcionar. O custo da troca de bicos injetores e reparos na bomba injetora e filtros foram de 3600 reais. O óleo vegetal in natura é como querer usar petróleo bruto no motor. Sem refinar, ou sem tem um motor especifico para isso, ou se torna inviável. Quanto ao biodiesel B-100 que é realidade em países como Alemanha, EUA e outros desenvolvidos, os programas emplacaram, pois tiveram foco primário no ganho energético, no econômico e ambiental e a conseqüência - ou foco secundário - foi o desenvolvimento social. Lá se determinou quais matérias-primas têm características físico-químicas para se gerar um biodiesel B-100 dentro das normas e padrões do diesel fóssil desses países ou até melhor. Aqui, como quase tudo que ocorre, entra a demagogia de esquerda que é foco social-populismo-demagógico. Por isso sempre temos produto de qualidade inferior. Vide nosso diesel fóssil com 18 vezes mais enxofre que o argentino. Importante dizer que não são todas as oleaginosas que geram biodiesel de qualidade, e outras que não servem como matéria-prima para combustível, tem valor agregado muito maior em outras aplicações como o óleo de mamona. Este é o exemplo maior da demagogia populista no Brasil. E ainda tem servido para alimentar os nossos políticos demagogos que estão montando usinas de biodiesel, comprando óleo de mamona barato dos produtores ignorantes, revendendo no exterior a preço de mercado e comprando outras fontes de óleo para fazer biodiesel, ou seja, pura agiotagem. Muita coisa que o Odacir Klein falou procede. Por exemplo, que os biocombustíveis não vão gerar falta de alimentos (pois isso é conversa de especuladores e ONG's) mas senti ele em defesa dessa corja que ocupou o governo. Achava que Odacir klein era um pessoa respeitável, que não se venderia ao governo. Enquanto isso Lula está se aproveitando do momento "em proveito próprio"; o biodiesel é mais uma malandragem desse individuo que diz nunca saber de nada, e só usa o biocombustível como propaganda política. Na pratica o biocombustível só será viável nas mãos do setor privado. Lula apenas usa a situação como sempre.

    0
  • Antônio de La Bandeira Campo Novo do Parecis - MT 09/10/2007 00:00

    Olá, prezado João Batista. Que a força do campo esteja em todos nós. Ontem foi sugerido por um telespectador via e-mail, que a classe produtora se manifeste contra a CPMF. Nós, do Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis, 2º maior município produtor de grãos do Brasil, estamos fazendo nossa parte. Encaminhamos manifestação de repúdio a todos os sindicatos rurais de MT, sugerindo que estes multipliquem a corrente às outras entidades e segmentos. Também enviamos aos parlamentares e nossas entidades estaduais maiores - Aprosoja, Famato, AMPA - nossa indignação. Esta infausta contribuição, que atinge em cheio a classe produtora e a todos, é ainda mais perversa aos menos favorecidos, por motivos óbvios. Continue sendo esta voz de força e perseverança em defesa dos agropecuaristas. Parabéns pelo programa e seu desempenho. Chô CPMF... E que venha a chuva!!!

    0
  • Cassio Bueno Rodrigues Sao Paulo - SP 09/10/2007 00:00

    Sr. João Batista. Sei de sua experiência no mercado da produção, mas me ocorre uma duvida: por que só o Sr. é a voz de alerta, de critica construtiva, na TV?.Quando será que este Brasil vai crescer? Pois embora tenhamos mais de 500 anos por que agimos como se tivéssemos 15??!! Quando será que o nosso povo será restituído na sua dignidade, e não compensado?? Será que vamos viver sempre no auto-enganando? Pois quando há anuncio de empréstimos (financiamento das safras) sempre vemos, no final, os produtores de verdade perdendo seus bens constituídos no suar do rosto... E ai tudo se repete: querem pagar, mas não podem, pois não têm renda. E quando podem o governo não quer receber!!! Creio eu que estamos vivenciando a maior reforma agrária mundial, pois com endividamento haverá venda e perda de terras... Aí fica mais fácil entregar aos sem-tudo nossas terras, sem conflito. Devemos, portanto, pensar numa outra campanha: a da restituição de tudo o que já nos foi tirado e mal usado, e não mais concordar com o verbo dar (dar condições, dar incentivos, dar, dar...) como se fosse um favor ajudar ao povo que planta, cria e vive do campo, enquanto nas cidades os engomados, especuladores profissionais tomam nosso dinheiro já sabendo que não vão pagar. Desengatinha Brasil, Ordem e Decência já, porque o Progresso é a conseqüência. Obrigado.

    0
  • Giovani Giotti Luis Eduardo Magalhães - BA 08/10/2007 00:00

    O fim da CPMF só depende de nós. Penso que os Sindicatos Rurais, em conjunto com os demais representantes do setor produtivo, deveriam promover manifestações locais junto com toda sociedade, encaminhando cartas aos parlamentares retirando o apoio local que os Deputados e Senadores eleitos tiveram naquelas regiões caso o imposto seja prorrogado. Quem sabe a soma de nossos votos seja uma barganha mais forte do que um favor do governo. É preciso lutar. Sem mais, Giovani Giotti.

    0
  • Altemar Kroling Diamantino - MT 08/10/2007 00:00

    Olá João Batista, e amigos do notícias agricolas.<br />

    Meu irmão tem um investimento no sicredi, a parcela deste ano já foi paga, eas normas que chegaram e que, quem optar pela prorrogação não tem mais direito a investimentos e tambem não tem mais direito de pegar o custeio agrícola, como que vamos plantar pra saldar estes débitos?<br />

    Será que adianta prorrogar nestas condições? <br />

    Assim não tem jeito, abraços.

    0
  • Silvio Rafaeli Tapes - RS 08/10/2007 00:00

    Sobre a reestrutura&ccedil;&atilde;o da divida agr&iacute;cola, estamos preocupados com a &ldquo;patrolagem&rdquo; da CPMF por parte do governo e aliados (entre esses est&atilde;o tamb&eacute;m os chamados &quot;nossos&quot;). Portanto, estamos de novo &agrave; deriva. N&atilde;o temos nada escrito, nada oficializado, nada de comprometimento. Estamos deixando uma oportunidade &iacute;mpar de conseguirmos este sonho quase imposs&iacute;vel que &eacute; a reestrutura&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida agr&iacute;cola. Veja: v&atilde;o tentar amarr&aacute;-la na LDO o que &eacute; perigoso, pois abriram precedente ao ceder, agora, para a vota&ccedil;&atilde;o da CPMF. Precisamos botar a boca no trombone, sen&atilde;o estaremos de novo na beira da estrada ano que vem. Grande abra&ccedil;o.

    0
  • Silvio Marcos Altrão Nisizaki Coromandel - MG 08/10/2007 00:00

    ola senhores boa tarde, nós produtores aqui do cerrado estamos esperando alguma noticia dos amigos cafeicultores do sul de Minas, pois aqui estamos derretendo mesmo com irrigação.<br />

    OLAAA ALGUM CAFEICULTOR AINDA VIVO COM ESTE CAMBIO, COM ESTA SECA, COM ESTES CUSTOS, SINAL DE VIDA PELO AMOR DE DEUS

    0
  • Antônio de La Bandeira Campo Novo do Parecis - MT 08/10/2007 00:00

    Olá, João Batista. O programa continua ótimo. O tempo é que nem tanto. E vem a RC Consultores publicar que o Brasil produzirá 143 milhões de toneladas em 2008. Tomara! É o que mais queremos. Acontece que a agricultura depende, em primeiro lugar, do tempo. E também do governo. E se o tempo não vai bem, o governo do PT vai cada vez pior. <br />

    A previsão da RC baseia-se nos 44% de fertilizantes, máquinas e defensivos vendidos a mais em 2007 que em 2006. Ora,pelo menos aqui em MT, a redução de compras de insumos em 2006 foi grande - máquinas então ... -.<br />

    Portanto, pode ser um equívoco previsões fantasticamente otimistas antes da hora. Isso é muito bom para o governo. Enfim, MT ainda continua com aquela fumaça que o levou a lançar o importante alerta contra as queimadas. Parabéns também pela iniciativa.<br />

    E que venha a chuva!!!!!<br />

    <br />

    Antônio de la Bandeira<br />

    Sindicato dos Produtores Rurais de Campo Novo do Parecis-MT.

    0
  • Emerson Ehlers Douradina - PR 07/10/2007 00:00

    <div>Ol&aacute; Jo&atilde;o Batista Olivi, parab&eacute;ns pelo seu programa que contribui muito a agropecu&aacute;ria brasileira. Gostaria de parabenizar a secret&aacute;ria de Agricultura do estado do Rio de Janeiro, que com compet&ecirc;ncia soube como tratar a suspeita de caso de aftosa. O caso foi tratado sem alarde, e guando o caso vazou a imprensa e o mercado se estressou mais que rapidamente o resultado do exame foi divulgado. N&atilde;o causando nenhum preju&iacute;zo a pecu&aacute;ria brasileira. Que isso seja exemplo a todos os estados Brasileiros, principalmente ao estado do Paran&aacute;, onde por causa de uma trapalhada do secret&aacute;rio da Agricultura e o Ministro da Agricultura , que encontraram Aftosa onde n&atilde;o existia, provocando preju&iacute;zos enormes a pecu&aacute;ria do estado. Parab&eacute;ns ao estado do Rio de Janeiro, e parab&eacute;ns ao Mercado &amp; Cia.</div>

    0
  • Telmo Heinen Formosa - GO 07/10/2007 00:00

    O PREÇO SUBIU E OS EQUÍVOCOS JÁ RECOMEÇARAM - UMA VISÃO DE PLANEJAMENTO... que falta!<br />

    <br />

    Era uma vez um caçador que contratou um feiticeiro para ajudá-lo a conseguir alguma coisa que pudesse lhe facilitar o trabalho nas caçadas.<br />

    <br />

    Depois de alguns dias, o feiticeiro lhe entregou uma flauta mágica que, ao ser tocada, enfeitiçava os animais, fazendo-os dançar. Desse modo, o caçador teria facilitada a sua ação. <br />

    <br />

    Entusiasmado com o instrumento, o caçador organizou uma caravana convidando dois outros amigos caçadores para a África. Logo no primeiro dia de caçada, o grupo se deparou com um feroz tigre. De imediato, o caçador pôs-se a tocar a flauta e, curiosamente, o tigre ,que já estava próximo de um de seus amigos, começou a dançar. Foi fuzilado a queima roupa.<br />

    <br />

    Horas depois, um sobressalto. A caravana foi atacada por um leopardo que saltava de uma árvore. Ao som da flauta, contudo, o animal transformou-se, ficou manso e dançou. Os caçadores não hesitaram e o mataram com vários tiros. E foi assim, a flauta sendo tocada, animais ferozes dançando, caçadores matando.<br />

    <br />

    Ao final do dia, o grupo encontrou pela frente um leão faminto. A flauta soou mas o leão não dançou. Ao contrario, atacou um dos amigos do caçador flautista, devorando-o. Logo depois, devorou o segundo. O tocador de flauta, desesperadamente, fazia soar as notas musicais, mas sem resultado algum. O leão não dançava. E enquanto tocava e tocava, o caçador foi devorado. Dois macacos, em cima de uma arvore próxima, a tudo assistiam.<br />

    <br />

    Um deles observou com sabedoria:<br />

    <br />

    Eu sabia que eles iam se dar mal quando encontrassem o surdinho... <br />

    <br />

    Moral da História:<br />

    <br />

    Não confie cegamente nos métodos que sempre deram certo; um dia podem não dar. Tenha sempre planos de contingência; prepare alternativas para as situações imprevistas; preveja tudo que pode dar errado e prepare-se. <br />

    <br />

    Esteja atento às mudanças e não espere as dificuldades para agir. E... Cuidado com o Leão surdo.<br />

    <br />

    Embora vários produtores estejam acostumados a se proteger das fortes oscilações dos preços<br />

    agrícolas através do hedge físico ou financeiro, existe um outro contingente que ainda apostam na sorte.<br />

    Infelizmente são a maioria, principalmente médios e pequenos. Justamente os mais vulneráveis no<br />

    sistema agroindustrial.<br />

    A piada que corre no meio é de que a crise no setor não se dissipará tão cedo, até porque se o<br />

    preço da soja chegar novamente a R$ 45,00 ou R$ 49,00/saca não vai resolver nada, pois ninguém vai<br />

    vender mesmo! Muitos esperarão chegar a R$ 50,00 e depois a R$ 60,00 e assim por diante. Até que<br />

    retorne a 25,00. Aí sim venderão, por necessidade, como em anos anteriores onde poucos efetivamente<br />

    aproveitaram as oportunidades das cotações internacionais e preços internos elevados.<br />

    <br />

    Brasileiro tem fama de que só vende na baixa...!<br />

    <br />

    Pelo menos três perguntas ainda necessitam de resposta. A primeira é qual a chance de quem se<br />

    expõe tanto em permanecer na atividade? E o que fazer para reverter esse quadro? Muitos fazem tudoisso ao mesmo tempo. Não planejam e plantam de última hora, não fazem hedge e ainda apostam na<br />

    elevação eterna dos preços. Querem acertar no olho da mosca, acabam por errar do elefante.<br />

    0