Fala Produtor
-
Efigenio Martins Nepomuceno - MG 23/10/2007 23:00
-
José Eduardo da Silva Janaúba - MG 23/10/2007 23:00
João Batista, quando eu plantei minha cultura de banana, no ano de 1996, um saco de ureia custava R$ 9.00 e a banana eu vendia a R$ 6.00. Hoje o saco de ureia custa R$ 50.00 e banana vale os mesmo R$ 6.00. Já pensou que situação é a deste País? A cada 5 anos há0 uma troca de produtores no cenario nacional. É preciso que se faça um programa dando mais ênfase ao mercado justo. Talvez esta moda pegue e começaremos a receber pelo menos o custo operacional, pois, por enquanto, só estamos recebendo o "ingaço" da bananeira.
-
Armando Parrilla Franca - SP 22/10/2007 23:00
João Batista, vi duas noticias preocupantes ontem à noite: no Mercado&Cia. acompanhei a entrevista sobre a quebra da palavra do governo sobre o acordo com os agricultores (dividas/FRA). Mais tarde vi a noticia sobre a invasão da Syngenta no Jornal Nacional, e mais tarde a noticia de que o Exercito foi chamado para fazer uma reintegração de posse em um terreno que pertence ao ministério do trabalho em Rondônia (onde o governo de Rondônia estaria construindo um teatro estadual no local). E daí? dai que eu vi e ouvi a declaração do general que comandou a retomada de posse e o que ele falou foi preocupante -- "que quando alguém invade a sua propriedade você deve entrar com muita força para demonstrar a sua autoridade em proteger o que é seu". João, foi com muita preocupação que vi, numa mesma noite, como nosso País está sendo comandado.... isto é perigoso. Acordos políticos e econômicos com a iniciativa privada são quebrados, propriedade privada é invadida e mortos seus empregados, e executivo, legislativo, judiciário, forças armadas, cada um tocando sua musica e nós temos que dançar...
-
Jorge Murphy Rio de Janeiro - RJ 22/10/2007 23:00
João Batista, tirei do site do Reinaldo Azevedo: As inverdades de Dilma -- sobre como a CPMF tributa 5 PIBs em um só ano. "Acho chato ter de desmentir a ministra Dilma Rousseff numa questão tão primária. Chato, mas muito necessário. Ela está tentando dar um truque em muita gente e se aproveita do fato de que a imprensa, na média, não sabe fazer conta. Leia trecho de reportagem de Sérgio Dávila na Folha desta terça. E depois vejam uma conta óbvia. Tão óbvia e simples, e, até onde sei, sou o primeiro a fazê-la. Demonstro como a CPMF tributa um mesmo dinheiro muitas vezes e provo por que Dilma conta uma inverdade quando diz que apenas 18 milhões de brasileiros pagam a contribuição. É mentira! Todo mundo paga. E muitas vezes. Antes, um trecho da reportagem: Primeiro, eles venderam a robustez da economia brasileira para uma platéia de investidores, analistas e empresários norte-americanos em Washington. Então, em encontros separados com jornalistas, os ministros Guido Mantega e Dilma Rousseff disseram que a rejeição da prorrogação da CPMF no Senado será um "constrangimento" e "um grande problema" para as finanças do país. Para a ministra-chefe da Casa Civil, a oposição "sabe perfeitamente" que não pode derrubar a prorrogação. "Principalmente a oposição responsável que existe no Brasil, que não pode alegar que não tem experiência, porque tem, governou esse país até 2002." Tirar a CPMF das contas públicas, disse, "vai significar um grande problema".A CPMF, segundo a ministra, é um imposto interessante por ter característica claramente não regressiva. "Você cobra de 18 milhões de pessoas e beneficia 200 milhões de pessoas." Mesmo tom alarmista adotou Mantega -ambos participavam da "2007 Brazil Economic Conference", promovida pela Câmara de Comércio Brasil-EUA. "Ninguém quer radicalizar", disse. "A radicalização significa perdermos dezenas de bilhões, aí estaremos em sérias dificuldades, que eu nem quero pensar em como resolver." Assinante lê mais aqui Voltei “Oposição responsável”, vocês sabem, ou é aquela que sempre concorda com o governo ou, na versão benigna, é aquela que vota pensando no que é melhor para o país. O PT jamais foi uma “oposição responsável”, certo? Votou sistematicamente contra o governo FHC e sempre pensou em si mesmo, na sua própria escalada. Dilma espera que o PSDB não faça com o PT o que o PT sempre fez com o PSDB. Dilma espera um PSDB responsável porque a irresponsabilidade, deve achar, tem de continuar como monopólio do seu partido. É uma baba corrigi-la, quase exercício primário, mas tenho de fazê-lo. Essa história de que se cobra a CPMF apenas de 18 milhões de brasileiros é mentirosa. Todos pagam. Porque o imposto vai parar nos preços. E um mesmo dinheiro é tributado muitas vezes, daí a soma fabulosa que ele arrecada. Já demonstrei aqui. Acompanhem o destino de R$ 100, para ficar num número simples: 1) A empresa "X" recebe R$ 100 por um serviço prestado. A empresa Y pagou a fatura. Se foi “por dentro”, recolheu 0,38% para o governo: ou R$ 0,38. 2) Os mesmos R$ 100 entram na caixa da empresa B. Ela faz a folha de pagamentos e o deposita da conta do Seu Zé: recolhe mais R$ 0,38. 3) O Seu Zé vai mexer com o dinheiro, emitir cheque ou sacar para pagar o supermercado: recolhe mais 0,38%; 4) Os R$ 100 que ele deixou no supermercado em cheque ou no pagamento em cartão serão usados pela empresa: lá vão para a turma de Dilma mais R$ 0,38 E a cadeia recomeça, num ciclo interminável. Mas reparem: no fim desse percurso simples, muito plausível, os mesmos R$ 100 foram tributados quatro vezes. Não 0,38%, mas 1,52%. As três empresas que aparecem aí têm como se defender — e é justo que o façam, né? Seus respectivos departamentos financeiros se encarregarão de pôr no preço final da mercadoria ou do serviço o peso da CPMF. Quem é obrigado a pagar sem chiar e sem ter a quem repassar? O Seu Zé. Atenção: mesmo que ele não tenha conta em banco. Mesmo que tenha recebido o seu salário em dinheiro vivo. A qualquer operação que fizer, estará pagando indiretamente o imposto. É preciso parar de mentir A ministra Dilma quer mesmo ser candidata à Presidência da República? Deve começar por não mentir. Sei que ela pode dizer que a mentira rende e que o meu conselho é desmentido pelos fatos. É que sou um moralista. Não um político. A CPMF é paga pelos quase 200 milhões de brasileiros, sim! E o imposto incide muitas vezes sobre o mesmo dinheiro. Dilma, na juventude, estava empenhada em mudar o regime e não deve ter estudado matemática. Querem a prova? Quanto o governo espera arrecadar com a CPMF de 0,38%? Algo em torno de R$ 40 bilhões, certo? Vamos fazer uma regra de três? Se R$ 40 bilhões correspondem a 0,38%, que valor corresponderia a 100%? Assim ensinou a nossa professorinha: R$ 40.000.000.000,00........ 0,38% x .................................................100% Multiplica-se em cruz e faz-se a divisão: 0,38x = R$ 40.000.000.000,00 X 100 x =----4.000.000.000.000,00 _________________________ ----..............-.........0,38 x = 10.526.315.789.473,68 E você chegará à conclusão, leitor amigo, que os R$ 40 bilhões correspondem à aplicação da alíquota de 0,38% sobre, atenção!: R$ 10.526.315.789.473,68. Se você tiver dificuldade de ler, eu ajudo: dez trilhões, quinhentos e vinte e seis bilhões, trezentos e quinze milhões, setecentos e oitenta e nove mil, quatrocentos e setenta e três reais e sessenta e oito centavos. É isso aí. A CPMF incide no correspondente A QUASE CINCO PIBs BRASILEIROS em um único ano. Eis aí! Trata-se da prova material, escancarada, evidente, de que o imposto tributa muitas vezes um mesmo dinheiro e de que TODOS PAGAM, ministra Dilma. E muitas vezes.
-
Paulo Afonso Artal Ribeirão Preto - SP 21/10/2007 23:00
João Batista, semana passada vc. entrevistou um especialista em biocombustivel, o sr. Telmo Heinen, onde ele teceu comentários negativos ao biodiesel, opinião idêntica que também tenho ouvido em foruns de negócio, onde mostram que o custo de produção chega a um custo muitissimo superior ao do diesel. Com relação ao etanol que, por enquanto não passa de muita propaganda, quero dizer que concordo com ambos, pois, por enquanto estou vendo também muita propaganda. No entanto, tenho acompanhado esse mercado e tenho observado que muita produção do Setor já está nas mãos de multinacionais, de graúdos do mundo financeiro internacional, como George Soros, Forbes (com encomenda de Usina completa prá ser entregue na Costa Rica), dizem que Bill Gates idem, na fusão entre Usina Santa Elisa e Usina Vale do Rosário, que redundou na Santelisa Vale S/A, cujo controle ficou com as famílias Biagi e Junqueira junto com a Goldman Sachs. Semana passada, a Bloomberg entrevistou o ex-ministro Furlan, que também está alocando cerca de mais ou menos R$ 600 milhões em empreendimento no MS prá etanol. Concordo que, num primeiro momento, tem muito cheiro de propaganda, mas como sou matuto, fico muito desconfiado. Esse povo que está entrando agora no negócio, gosta de queimar dinheiro bom? Tenho lá minhas dúvidas!!! De uma coisa tenho certeza: vamos chegar a um determinado momento que teremos auto flex/alcool mas não teremos combustivel barato nas bombas.
-
Thomas Renatus Fendel Rio Negro - PR 21/10/2007 23:00
Frase do dia: "Nunca, jamais, na história deste País, tivemos tão boas condições para nossa ação e desenvolvimento e queremos, nesta oportunidade, agradecer o apoio das autoridades" - declarou ontem um mosquito da dengue, o sr. Aedes Egipti."
-
Telmo Heinen Formosa - GO 21/10/2007 23:00
O Brasil paga 500 milhões de reais de juros por dia, sábado,domingo etc... e ninguém questiona! <br />Os juros são altos pela simples razão de que se forem menores o povo não emprestará dinheiro suficiente para rolar a dívida... é elementar isto!<br /> <br />Como resolver? Só dando um calote geral. Como? Por exemplo, anunciar que de um determinado dia em diante o Governo resgatará os Títulos Públicos apenas no V E N C I M E N T O!!! Muito fácil.<br /> <br />Quando a gente faz uma aplicação de 30 dias, compra-se por exemplo um título que vence no ano de 2015. 30 dias depois, no resgate, se o Banco não encontrar outro candidato a este título para 2015... o próprio Tesouro o recompra. Que tal chegar o dia em que o Tesouro respondesse: só vou comprá-lo no vencimento...<br />Já pensou o deságio que ia dar neste títulos públicos?<br /> <br />É impressionante como tem pessoas que ocupam altos postos no Governo, na Economia e na Imprensa, com pensamento equivocado. <br />Por quê equivocado?<br />Porque desenvolvem todo raciocínio em cima do pensamento de que é verdadeira a premissa segundo a qual o "preço" do dólar está caindo porquanto o fluxo de "entrada" de dólares no país é muito maior do que o fluxo de "saída".<br /> <br />Quem tem este entendimento retrógrado, não entende o funcionamento do Mercado Futuro e muito menos da alavancagem proporcionada neste Mercado.<br /> <br />Solução?<br />A solução como sempre é mais simples do que fácil. Basta estabelecer uma espécie de "quarentena" para estas aplicações. É inadmissível que neste ramo sejam permitidos aos estrangeiros os negócios "day trade" (Compra pela manhã e venda pela tarde ou vice versa) e com nenhuma preocupação de fazer hedge.<br /> <br />Pense nisto.Consulte Especialistas. Discuta de outra forma. Às vezes eu penso para mim que nem o Mantega entende a alavancagem do Mercado Futuro... Qual é a profissão dele? Professor ? Ah! então está explicado.<br /> <br />Na prática a gramática sempre é outra...<br /> <br />Quanto a CPMF, por quê ser "contra" o único imposto que temos, insonegável, e que ao mesmo tempo permite conclusões de cunho fiscal ? <br />Por quê ninguém quer discutir as verdadeiras causas da necessidade de tanto recolhimento de impostos ?<br /> <br />Ora, é por causa da dívida.<br /> <br /><br />DOIS FALSOS DILEMAS <br /><br /> Ubiratan Iorio<br /> Há dois supostos dilemas circulando na praça: o de que o governo não pode abrir mão da CPMF sem que seja forçado a aumentar a carga tributária e o de que o real estaria “sobrevalorizado”. Conversa fiada, que não faz dormir nem os etéreos bois de Renan.<br /><br /> O primeiro soa a chantagem e só podemos lamentar que o inexpressivo ministro Mantega tenha pronunciado tamanho despautério. É evidente que o governo pode prescindir dos R$ 39 bi por ano do maldito imposto, desde que elimine despesas de pessoal! Propostas de redução gradual da CPMF, embora exteriormente bem intencionadas, não vão ao âmago da questão, que é o inchaço do setor público. Devem ser rechaçadas.<br /><br /> Quanto à taxa de câmbio, cabe a pergunta: comprar é melhor do que vender ou vender é melhor do que comprar? Para a Macroeconomia – cada vez mais distanciada do mundo real – a resposta parece ser a segunda opção. Há uma pilha de artigos de economistas, jornalistas e exportadores reclamando da “sobrevalorização” do real frente ao dólar e espinafrando o regime de metas de inflação com câmbio flutuante que o Banco Central vem adotando desde a gestão de Armínio Fraga, o que pode nos levar a julgar erradamente que o câmbio flutuante é uma bobagem teórica e o regime de metas outro devaneio acadêmico. No mundo do faz-de-conta da Macroeconomia, um certo senhor batizado como “Brasil” negocia com outros homens e mulheres, chamados “Estados Unidos”, “Itália”, “Japão”, “Espanha”, etc. No mundo real quem compra e vende não são “países”, são pessoas e empresas, privadas e públicas. Em transações livremente negociadas entre as partes, é óbvio que vender é bom para quem vende e comprar é melhor para quem compra! Mas os economistas, via de regra, costumam achar que, para o “país”, vender (exportar) é melhor do que comprar (importar). É um dos reflexos da crença que aprenderam nos livros de Macroeconomia e que transmitem a seus alunos, a de que os economistas do governo não só são capazes de realizar mágicas, como devem encená-las... <br /><br /> Assim, o real precisaria ser desvalorizado, seja em doses bruscas, seja ressuscitando-se o sistema de freqüentes minidesvalorizações implantado por Delfim em 1968 (crowling peg), pois o diferencial entre a taxa de juros brasileira e a internacional, na ausência de risco cambial, estaria atraindo dólares em demasia para o país, aumentando fortemente as importações e forçando o Banco Central a comprar dólares para adicioná-los às reservas internacionais, com os custos fiscais daí decorrentes. A avaliação parece lógica, mas padece de dois problemas: o primeiro é de formação da maioria dos economistas, habituados desde a mais tenra infância acadêmica a raciocinarem em termos macroeconômicos e o segundo é que, sendo economistas brasileiros, possuem gens brasileiros, que os induzem a confundir causas com efeitos, como dizia Roberto Campos... <br /><br /> O problema não está no regime de metas de inflação, que é bom (ou pelo menos, é o menos pior que até agora se descobriu); tampouco é o câmbio flutuante, já que a taxa de câmbio - como, ademais, todo e qualquer preço -, deve flutuar, até mesmo para que seja de fato um preço e não um pseudo-preço (como Mises os denominava quando controlados pelo governo). A questão – claríssima, mamma mia! - são as necessidades de financiamento do setor público, que tendem a aumentar com o furor empregatício deste governo e que impossibilitam nossa taxa de juros de cair a ponto de refrear o ingresso de capitais no país. Controlar a entrada destes não resolve, porque equivaleria a esnobar os dólares de que precisamos. Não podemos contemporizar com quem nos extorque: o Estado deve ajustar-se à Nação e não esta a ele! Quando praticarmos isto, os juros cairão, o dólar subirá (se tiver que subir), a CPMF desaparecerá e o Brasil será outro. Melhor, bem melhor!
-
Eduardo R Pereira Cachoeira do Sul - RS 17/10/2007 23:00
Olá João.<br />
Ref. BB sacanear os produtores mesmo depois de tudo acertado com o governo. Já estou ficando repetitivo mas é assim mesmo que funciona. Devemos urgentemente nos unir numa única entidade.<br />
Contra o BB e outros bancos entrar com tudo na justiça e exigir recálculos, que já sabemos como tu bem noticiou que temos direitos.<br />
Contar com este governo que não sabe de nada não dá, a solução está em nossas mãos, basta exercermos.
-
Arnaldo Reis Caldeira Jr. Carmo da Cachoeira - MG 17/10/2007 23:00
Prezados senhores; <br /><br />Já levantei anteriormente a bandeira de que o 4C, nada mais é que uma cortina de fumaça, lançada pelos grandes compradores internacionais e exportadores para não conseguirmos ver nitidamente um futuro muito próximo. <br />Vou compartilhar agora o que penso sobre o 4C, iniciando pela própria sigla - Código Comum para a Comunidade Cafeeira. <br />COMUM - Como poderemos fazer um Código Comum entre FORNECEDORES TÃO DIFERENTES em suas políticas internas, sejam elas sociais, econômicas ou ambientais? Basta citar nossos países concorrentes - México, Guatemala, Colômbia, Vietnã, Indonésia, Costa do Marfim, dentre muitos outros. Tão diferentes e com anseios muito diferentes. <br />Ou será que mais uma vez o cafeicultor brasileiro, arcará com o ônus e o bônus ficará com nossos concorrentes? <br />COMUNIDADE - Existe COMUNIDADE CAFEEIRA? Comunidade no sentido breve da palavra significa unidade em comum; como podemos falar em comunidade se do total da receita cafeeira no mundo, 80 % estão nas mãos de traders, exportadores e compradores internacionais, enquanto só 20% desta receita fica nas mãos da produção. <br />Comunidade significa paridade, equilíbrio nas proporcionalidades. <br />E isto está longe de existir. <br />SUSTENTABILIDADE - Pois bem, esta é uma palavra muito proferida pelos membros do 4C. Porém até agora não foi colocado como isto será feito; só sabemos das obrigações. Não sabemos quantos dólares se pagará à mais, por item cumprido dentro do código. <br />Hoje sustentabilidade para o cafeicultor é dinheiro no bolso (há tempos não se vê) para que possa dar dignidade e qualidade de vida para sua família. <br />O 4C foi formado inicialmente por 3 grandes compradores mundiais de café: Nestlé, Sara Lee e Melitta. Hoje fazem parte deste grupo no Brasil a ABIC, através de seu representante - Sr. Nathan Herszkowics (membro representante do conselho do 4C) e representado os exportadores, a COOXUPÉ de Guaxupé e a COCOPEC de Franca (Alta Mogiana), que apesar de serem cooperativas de produtores rurais, são exportadores de café. Sendo o presidente da junta executiva do 4C, o Sr. Joaquim Libânio Ferreira Leita, que também é o DIRETOR DE EXPORTAÇÃO da Cooxupé. <br />Portanto insisto que enquanto o cafeicultor não tiver participação efetiva no processo e este processo não estiver mais claro, definido e delineado, não devemos aceitar “GOELA ABAIXO”, a imposição de algo que diz ser bom para o cafeicultor, porém lhe acarreta mais ônus e obrigações. <br />
-
Juliano dos Santos Tosta Morrinhos - GO 16/10/2007 23:00
Olá João Batista, trabalho com meu pai e meu irmão administrando uma propriedade no Triângulo Mineiro e outra em Goiás, onde possuímos irrigação.Mas, além de termos de enfrentar o tempo, as pragas, as doenças,os custos e o tal maldito câmbio afundante, estamos totalmente a mercê dos bandidos. Já tivemos veículos furtados, gado, defensivos e a moda agora são os fios de cobre dos equipamentos elétricos dos sistema de irrigação, sem contar no furto dos impostos. No caso dos roubos na fazenda fazemos pelo menos um B.O. policial - embora não adiante de nada, pelo menos serve de estastistica para aumentar os já inchados números da criminalidade. No entanto me sinto mais refém no caso dos impostos... vejo a carga tributária cada vez maior para um serviço estatal cada vez pior e ainda tenho que escutar que nunca na história desse país e blá, blá, blábláblá, num Congresso onde, tirando uma minoria, o resto é somente interesse pessoal, troca-troca de partido, o famoso toma-lá-dá cá e por aí vai. João realmente estamos, desculpe a expressão, ferrados.
-
Renato Santi Locatelli Alvorada do Sul - PR 16/10/2007 23:00
João Batista, aqui na minha cidade, Alvorada do Sul (norte do Paraná) vão se completar 90 dias que não dá uma chuva boa... Nesse periodo tivemos apenas uma de 5 mm. Por enquanto ninguém plantou nada aqui ainda e nem dessecou nada. Ainda está tudo crú por aqui.
-
Giovani Giotti Luis Eduardo Magalhães - BA 16/10/2007 23:00
Volto a escrever para protestar contra a CPMF e convido a todos os brasileiros a lutarem contra esta contribuição provisória que não está cumprindo o seu verdadeiro papel, que é cuidar da saúde. Basta ver os casos de dengue espalhados por todo País. O Governo vem batendo recordes de arrecadação, portanto o que é preciso fazer realmente é melhorar a qualidade do investimento. <br />Gostaria de contar com o Notícias Agrícolas para divulgar diariamente o “Alô Senado” (a ligação é gratuita, o número é 0800-612211). Dedique um minuto de seu tempo e ligue, faça seu protesto. Diga a todos aos Senadores que o futuro político de seus partidos nas próximas eleições depende do fim da CPMF e da aprovação da reforma tributária. Não custa lembrar a todos que não basta reclamar dos políticos -- temos que cobrar, e o canal mais fácil e direto é este. <br />Vamos mudar o Brasil para melhor. Sem mais, Giovani Giotti.
-
Anderson Gonçalves de Souza Posse - GO 16/10/2007 23:00
Caro João Batista!!!<br />
<br />
URGENTE, Revoltante e impraticável!!!!<br />
<br />
Finalmente, o FRA está disponível. Mas nem tão disponível assim, veja:<br />
<br />
Para se conseguir o refinanciamento, dos débitos junto as empresas de insumos, o produtor precisa antes de tudo, da boa vontade da empresa em aderir ao programa. Depois um limite de crédito junto ao seu banco, vigente e com limite DISPONÍVEL, depois ainda, de área cultivada sobrando para que seja dado em garantia o penhor das safras futuras.<br />
Te pergunto, é ou não é revoltante as exigibilidades a qual o programa passou a ter depois de normalizadas pelo banco??? Ônde ficou o fundo de aval, onde os produtores participarão com 10% e empresas com 20%, e que acredito que vai ser o produtor quem vai arcar com 30%.???? <br />
<br />
Estou indignado!!!<br />
<br />
Anderson G. Souza<br />
Posse-GO<br />
Produtor em Jaborandi-BA.<br />
<br />
Abraços.
-
Clair Fischer Lucas do Rio Verde - MT 15/10/2007 23:00
João Batista, o Brasil vai de mal a pior por culpa de nós mesmos, o povo. Temos memória curta. Por ex: O Lula quando candidato falou que iria extinguir a CPMF, ou deixaria uma taxa de no máximo 0,14%, e até o presente ninguém se lembrou de recordá-lo ou cobrá-lo. É muito feio um presidente da República não cumprir com o que diz, ou disse. Na minha opinião a oposição deve ser realmente oposição, porque se fosse o contrario, com o PT na oposição, a CPMF não seria aprovada nunca.
-
Raul Antonio Ribas Palmas - RO 15/10/2007 23:00
João Batista, o governo corrupto está privatizando as estradas porque não tem dinheiro para arrumá-las. Muito bem, vamos pagar pedágios... Mas então eu sugiro que a SIDE não seja mais cobrada, pois o governo não vai precisar arrumar as estradas. Sugiro que os postos de combustíveis (aonde tem pedágio) dêem desconto para o caminhoneiro. Pois cobrar pedágio e mais a SIDE não é justo. João Batista, vamos passar a idéia adiante.. Eu vou cobrar do meu deputado em Brasília, o Lupião.
João Batista, por quê um saco de café resulta em 3.600 xicaras de cafezinho e o produtor é obrigado a vender a saca a 240 reais???