Fala Produtor

  • José Lázaro da Silva Rio Verde - GO 05/10/2007 00:00

    Amigo João Batista. É grande nossa preocupação com a securitização. Muitos produtores não tiveram condições de amortizar as parcelas vencidas em 30/10/2006, onde foi dado aos Bancos privados o direito de amortização sem acréscimo e com aplicação do "BÔNUS" de adimplência via lei 11.524, e os do BB com ficam? Além do mais em 30/10 próximo vencerá mais outra parcela e nossos políticos nem se lembram de tal fato. Sem contar que as parcelas vencidas são acrescidas de multas e moras altíssimas, ou seja, triplicando seu valor da noite par o dia. O que acontecerá com essa gente sofrida que está pagando um alto preço pelas ocorrências de um mercado impróprio ao produtor endividado e por uma seqüência de safras ruins.

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  • Valdir Lohmann Estrela - RS 05/10/2007 00:00

    Assistindo a programação do canal rural ficamos sabendo que haverá prorrogação das dívidas para os produtores de grãos. Mas entrando em contato com a agência do Bco. do Brasil de Estrela, agência 0430-8, nos foi colocado da seguinte forma: "Aqui será diferente, será analisado caso a caso, e deverá ser quitada a maior parte da dívida."; palavras da nossa gerente. As perdas nas safras de 2004, 2005, 2006 foram grandes; tendo até pedido pro-agro, e com laudos comprovando as perdas. Então é realmente discutível esse direito da prorrogação? Como devemos proceder? Agradecemos muito, se puderem ajudar a esclarecer esta dúvida.

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  • Eliceu Felipe Kuhn Barreiras - BA 05/10/2007 00:00

    Caro João Batista. Na proposta de solução definitiva do passivo agrícola, que está sendo negociado com o governo pela comissão de agricultura, foi dividido em 03 blocos, conforme eu vi ontem em seu programa. Mas eu tenho uma dúvida, que é de muitos produtores: eu refinanciei o Custeio 2004/05 com recursos do Fat Giro Rural, autorizado pelo CODEFAT em 2006, pelo Banco do Brasil. Devem ser incluídas estas operações, pois se referem ao custeio de 2004/05, e se tornaram de difícil pagamento em virtude do despencamento do dólar, que não flutua, só afunda mais e mais... Obrigado se puder abordar o assunto.

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  • Roceli Spautz Curitiba - PR 05/10/2007 00:00

    Caro João Batista Olivi: O mercado financeiro no Brasil tem sido selvagem, abrupto e envolto na selva de inesperadas explicações com os cidadãos brasileiros. No entanto, o governo brasileiro trata os agricultores de maneira diferenciada. O setor terciário tem crédito porque gera mais empregos, o secundário leva o lucro e o primário paga a conta. Essa conta é-nos cobrada com juros de agiota, com rigor da lei e com a não competência do setor bancário por meio de seu representante, o gerente. Se ele tivesse visão empreendedora, suas ações seriam uma observação constante do comportamento do cliente em suas operações financeiras, seja por meio de seu histórico seja pelos investimentos em andamento ou finalizados. O que se vê em nossa região é um gerente que não administra negócios, bens ou serviços para o cliente, não faz o banco crescer, a região não prospera, o produtor não se sente seguro e todos perdem com a falta de perspectiva e de visão de possibilidades de solução. É isso que vejo aqui na região de Abelardo Luz-SC, capital da semente de soja. Gerentes que possuem um cargo e esquecem sua função de ponte entre governo e produtor rural, sua produção e seu capital humano. Não temos holerite no final do mês e quando vendemos a produção, precisamos administrar as contas, mas também precisamos comer, ter qualidade de vida, ter saúde, educação, moradia, transporte, comunicação e manter toda a infra-estrutura de produção com funcionários, combustível, mecânicos e peças para o maquinário, pagamento dos insumos, luz, gás, telefone etc. O que nos faz diferentes? Talvez o ar, a água... E nossas dívidas com o Banco do Brasil. Mas é correto um gerente não se comunicar com o cliente e encaminhar carta registrada em cartório para lhe dizer que está em débito, que se não pagar em 5 dias seus bens serão arrestados? Afinal, um banco negocia ou executa? Será que sou tão velha a ponto de pensar que tenho direitos, não obstante ter dívidas? Sei que tenho deveres, mas quero honrá-los dentro de variáveis reais, ou seja, dívidas devem ser cobradas em tempo de colheita. Paguei o que foi possível e agora espero colher o trigo para pagar o restante. Minha pergunta é: posso pagar o total da dívida de custeio 2006/2007 na colheita do trigo, final de novembro? Obrigada pela atenção e perdoe-me pela extensão da carta. Sua fã do mercado & Cia, Roceli Spautz.

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  • José Walter de Oliveira Sacramento - MG 04/10/2007 00:00

    Carmo amigo Joao Batista. O posicionamento do nosso companheiro de Cachoeira do Sul/RS, sr Eduardo Pereira, nesta data, é o norte que devemos tomar. É a mesma opiniao sua, já que várias vezes ouvi voce expor suas idèias neste sentido.<br />

    Portanto, caro amigos que acessam o Noticias Agricolas, a "união" nossa será a unica saída temos para fazer prevalecer nossos direitos e conquistar novos espaçõs e deixarmos de seremos massas de manobras.Atentem-se, produzimos quase 50% da riqueza nacional.

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  • Eduardo R Pereira Cachoeira do Sul - RS 04/10/2007 00:00

    Saudações João<br />

    Ref. Banco do Brasil se rebelar contra o FRA.<br />

    João eu disse no dia 13/9/07 que este governo depois de conseguir aprovar a CPMF roeria a corda, de uma olhada.<br />

    Só temos uma saída, União de todos os produtores, mas todos mesmos numa única entidade.<br />

    1ª Atitude desta União, reduzir nossa área de produção em no mínimo 30%.<br />

    2ª Formarmos um fundo pra nos auto financiar.<br />

    3ª Insentivar ferrenhamente a divercificação de culturas.<br />

    4ª Só comprar insumos em bloco.<br />

    5ª Transformar esta entidade na maior Cooperativa para armazenamento possível, nosso produto tem mais valor na nossa mão.<br />

    6ª As vendas desta Cooperativa só ocorrerem em bloco, apartir de um determinado preço que nos de LUCRO, POIS, NOS TRATAM COMO ESCRAVOS DO JEITO QUE ESTÁ. TRABALHO SEM REMUNERAÇÃO OU É FILANTRÓPICO OU ESCRAVIDÃO.

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  • José Ernani Lustosa Guarapuava - PR 03/10/2007 00:00

    Caro Jo&atilde;o Batista, Oportuna foi a mensagem que o colega produtor mineiro enviou-nos em 02/10/2007, na qual salienta que os compradores de milho est&atilde;o insatisfeitos com o pre&ccedil;o que est&atilde;o pagando. Muito bem, acredito que produtores rurais e ind&uacute;stria s&atilde;o parceiros, por&eacute;m o que se nota &eacute; que travamos uma queda de bra&ccedil;o intermin&aacute;vel, pois na safra de milho colhida em mar&ccedil;o de 2006 o pre&ccedil;o estava R$9,00/saca, e o produtor teve que suportar e na atual safra a situa&ccedil;&atilde;o inverteu-se onde os compradores ter&atilde;o que suportar o pre&ccedil;o de R$20,00/ saca. Senhores compradores, acredito que o produtor rural n&atilde;o quer ganhar tudo num ano s&oacute; e perder tudo em outro! N&oacute;s queremos estabilidade e seguran&ccedil;a em nossa produ&ccedil;&atilde;o, e para que isso ocorra sugiro que cada vez mais &oacute;rg&atilde;os representativos dos produtores rurais, das ind&uacute;strias e do governo realizem reuni&otilde;es para discutirem inten&ccedil;&otilde;es de plantio, demanda, estoques reguladores, etc. Isto n&atilde;o ir&aacute; acabar com a volatilidade dos pre&ccedil;os, mas ir&aacute; atenuar a instabilidade do mercado, beneficiando a toda cadeia produtiva. Um abra&ccedil;o a todos, Ernani Lustosa.

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  • Anita Maciel Baggio Ivaiporã - PR 03/10/2007 00:00

    Gostaria de saber como vai ficar o agricultor que plantar trigo. Pois n&atilde;o tem pre&ccedil;o no mercado. Para vender o trigo, os juros est&atilde;o correndo e n&atilde;o podemos pagar as d&iacute;vidas. J&aacute; colhemos o trigo, est&aacute; na cooperativa e n&atilde;o podemos vender. Ser&aacute; que voc&ecirc;s tem uma resposta pra n&oacute;s? Como est&aacute; o com&eacute;rcio do trigo na Bolsa? Porque n&oacute;s sempre ficamos no preju&iacute;zo? Um grande abra&ccedil;o...

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 02/10/2007 00:00

    <p>O que estar&aacute; acontecendo, Milho e Soja&nbsp;na CBoT em Limite de baixa... <br />Ser&aacute; que foi a not&iacute;cia da &quot;sobra&quot; de &aacute;lcool ? <br />Vou de r&eacute; daqui para Bras&iacute;lia se os americanos em 2006 fizeram &aacute;lcool de 45 milh&otilde;es de t e agora em 2007 DOBRAR(?) para 90 Milh&otilde;es de t? <br /><br />Faltam s&oacute; tres meses, algu&eacute;m sabe quantas t de milho j&aacute; gastaram para fazer &aacute;lcool em 2007? <br /><br />Perguninhas b&aacute;sicas... cad&ecirc; os arautos do apocalipse que apregoaram estas informa&ccedil;&otilde;es(think)</p>

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  • Osvaldo Antonio de Almeida ALPINÓPOLIS - MG 02/10/2007 00:00

    Ol&aacute;, queridos amigos da reda&ccedil;&atilde;o do Not&iacute;cias agr&iacute;colas, gostaria de receber informa&ccedil;&otilde;es sobre como proceder como os seguintes assuntos; fui informado ontem pelo banco do Brasil, que se eu prorrogar a parcela do custeio das safras passadas, que vence esse ano eu n&atilde;o poderei fazer novo custeio, gostaria de saber tamb&eacute;m, eu tenho uma d&iacute;vida com uma revenda de insumos, da safra 2004/2005, que ainda n&atilde;o consegui pagar devido a seca, pre&ccedil;os baixos dentre outros, agora gostaria de saber se eu poderei me enquadrar no FRA. Muito obrigado.

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  • Giovani Giotti Luis Eduardo Magalhães - BA 27/09/2007 00:00

    Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possu&iacute;a alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda. Um dia, seu capataz veio trazer a not&iacute;cia de que um dos seus cavalos havia ca&iacute;do num velho po&ccedil;o abandonado. O fazendeiro foi rapidamente ao local do acidente, avaliou a situa&ccedil;&atilde;o, certificando-se de que o animal n&atilde;o se machucara, mas pela dificuldade e o alto custo de retir&aacute;-lo do fundo do po&ccedil;o, achou que n&atilde;o valeria a pena investir numa opera&ccedil;&atilde;o de resgate.<br />Tomou ent&atilde;o a dif&iacute;cil decis&atilde;o:<br />Determinou ao capataz que sacrificasse o animal, jogando terra no po&ccedil;o at&eacute; enterr&aacute;-lo ali mesmo. E assim foi feito, os empregados, comandados pelo capataz come&ccedil;aram a jogar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo.<br />Mas &agrave; medida que a terra ca&iacute;a em seu dorso, o animal sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando ao cavalo ir subindo.<br />Logo, os homens perceberam que o cavalo n&atilde;o se deixava enterrar, mas ao contr&aacute;rio, estava subindo &agrave; medida que a terra enchia o po&ccedil;o, at&eacute; que enfim, conseguiu sair.<br />Sabendo do caso, o fazendeiro ficou muito satisfeito e o cavalo viveu ainda muitos anos servindo ao dono da fazenda.<br /><br />Conclus&atilde;o:<br /><br />Se voc&ecirc; estiver &ldquo;l&aacute; embaixo&rdquo;, sentindo-se pouco valorizado, quando, j&aacute; certo de seu desaparecimento, os outros jogarem sobre voc&ecirc; a terra da incompreens&atilde;o, da falta de oportunidades e de apoio, lembre-se desse cavalo.<br />N&atilde;o aceite a terra que cai sobre voc&ecirc;...<br />Sacuda-a e suba sobre ela.<br />E, quanto mais terra, mais voc&ecirc; vai subindo... subindo... subindo, aprendendo a sair do buraco...<br />Pensem nisso!

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  • Dário José Magnani Pranchita - PR 27/09/2007 00:00

    Jo&atilde;o Batista, &eacute; sempre um prazer falar com voc&ecirc;, um homem que defende os agricultores&nbsp;com unhas e dentes. Mas eu acho que o senhor tem que abra&ccedil;ar essa bandeira: a&nbsp;de conscientizar o agricultor de que a melhor prote&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;o &eacute; ter o produto em casa, no armaz&eacute;m pr&oacute;prio e n&atilde;o ter a necessidade de vender. Esse para mim &eacute; esse o melhor&nbsp;hedge.&nbsp;J&aacute; deixei de vender a R$ 40,00 (21,74 d&oacute;lares) porque vai subir ainda mais. Um abra&ccedil;o do teu amigo D&aacute;rio.

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  • Carlos Alves São Paulo - SP 26/09/2007 00:00

    Caro Jo&atilde;o Batista. Sobre o dilema da vota&ccedil;&atilde;o no senado se vai ser aberta ou fechada. Eles n&atilde;o t&ecirc;m que decidir nada, o povo j&aacute; decidiu que tem de ser aberta, pois o eleitor quando nomeou seus representantes tem o direito de saber o que eles andam fazendo. Ou querem decidir secretamente para esconderem dos eleitores as sujeiras e maracutaias? O pior &eacute; ver o cinismo e mau car&aacute;ter de alguns pol&iacute;ticos aproveitando da pouca informa&ccedil;&atilde;o de nosso povo e darem exemplo da elei&ccedil;&atilde;o do PAPA. A Igreja &eacute; uma entidade universal, n&atilde;o governa, n&atilde;o faz leis, n&atilde;o julga, n&atilde;o condena, n&atilde;o absolve e nenhum de seus membros &eacute; eleito pelo voto popular, ou em algum lugar do mundo h&aacute; elei&ccedil;&otilde;es para coroinhas, S&atilde;o crist&atilde;os, padres, bispos, p&aacute;rocos e outros membros? Abs. Carlos Alves

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  • Altemar Kroling Diamantino - MT 26/09/2007 00:00

    Ol&aacute; Jo&atilde;o Batista, estamos com medo do clima, pois aqui em Diamantino ainda n&atilde;o choveu, e ontem chegou uma frente fria e a temperatura caiu 18 graus e nada de chuva, estamos ansiosos pra plantar, mas sem chuva n&atilde;o tem jeito, abra&ccedil;os.

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  • Luiz Carlos Pasquim Sobrinho Acreuna - GO 26/09/2007 00:00

    Meu caro Jo&atilde;o Batista, veja a verdade nua e crua. De um produtor sufocado por tantas d&iacute;vidas. &ldquo;Assim, sob qualquer angulo que se esteja situado para considerar esta quest&atilde;o, chega-se ao mesmo resultado execr&aacute;vel: O governo da imensa maioria das massas populares se faz por uma minoria privilegiada. Esta minoria, por&eacute;m, dizem os marxistas, compor-s&eacute;-&aacute; de oper&aacute;rios. Sim, com certeza, de antigos oper&aacute;rios, mas que, t&atilde;o logo se tornem governantes ou representantes do povo, cessar&atilde;o de ser oper&aacute;rios e por-se-&atilde;o a observar o mundo prolet&aacute;rio de cima do Estado: n&atilde;o mais representar&atilde;o o povo, mas a si mesmos e suas pretens&otilde;es de govern&aacute;-lo. QUEM DUVIDA DISSO N&Atilde;O CONHECE A NATUREZA HUMANA&rdquo;. Mikhail Bakunin (1814 - 1876) Anarquista russo do s&eacute;culo XIX

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