Fala Produtor

  • Luis Augusto Albertoni Erechim - RS 21/05/2007 00:00

    Endividamento Rural: Em raz&atilde;o de frustra&ccedil;&otilde;es de safra por problemas clim&aacute;ticos e tamb&eacute;m pelo custo de produ&ccedil;&atilde;o elevado na hora do plantio (d&oacute;lar alto na implanta&ccedil;&atilde;o da lavoura e baixo na venda do produto) e pre&ccedil;os aviltantes na comercializa&ccedil;&atilde;o (n&atilde;o cobrindo o custo de produ&ccedil;&atilde;o), foram alongados os custeios das safras 2004/2005 e 2005/2006 em cinco anos, bem como os investimentos para a &uacute;ltima parcela. Este ano, em que se propaga super-safra (com pre&ccedil;os bons em d&oacute;lar), o produtor, na verdade, est&aacute; tendo uma safra normal e os pre&ccedil;os est&atilde;o bons a n&iacute;vel internacional. Mas quando transformados em reais, muitas vezes de acordo com a produtividade n&atilde;o paga nem o custeio do ano. O racioc&iacute;nio &eacute; l&oacute;gico e simples: se o produtor consegue pagar apenas o custeio da safra 2006/2007 n&atilde;o conseguir&aacute; pagar 20% do custeio de duas safras anteriores, mais investimentos e manter-se na atividade. Sem contarmos com os altos juros impostos pelo sistema financeiro e governo. Pagar juros de 8,75% adicionando-se ainda o valor de seguro, taxas, servi&ccedil;os banc&aacute;rios entre outros, eleva o patamar a n&iacute;veis insuport&aacute;veis. Existe a necessidade urgente da classe pol&iacute;tica brasileira, bem como todas as entidades que representa a agricultura, tomar medidas junto ao governo federal sob pena de haver uma quebradeira geral na agricultura produtora de gr&atilde;os desse pa&iacute;s. Para n&atilde;o nos delongarmos j&aacute; que a problem&aacute;tica &eacute; conhecida de todas, sugerimos: <br /><br />a) Que a CNA e as Federa&ccedil;&otilde;es Estaduais, orientem ao produtor de forma incisiva o que pagar e como proceder, at&eacute; que os movimentos sensibilizem o governo e seja adotadas medidas de alongamento e redu&ccedil;&atilde;o de juros. Situa&ccedil;&otilde;es previstas no manual de cr&eacute;dito rural. <br /><br />b)Encaminhar pedido de nova securitiza&ccedil;&atilde;o englobando investimentos, CPRs, custeios alongados com rebate de 30%, prazos de 20 anos e juros de 3% ao ano. <br /><br />c) Redu&ccedil;&atilde;o dos juros para pr&oacute;ximo custeio de 3% e para Pronafianos de 1,5% ao ano. <br /><br />d) Estabelecer data limite para o governo atender o pleito. Caso n&atilde;o venha a ser atendido, fazer um movimento nacional. <br /><br />e) Permitir a importa&ccedil;&atilde;o de insumos e equipamentos dos pa&iacute;ses do Mercosul, para termos custos de produ&ccedil;&atilde;o equiparados. <br /><br />f) Apoiar e acompanhar o TCU na revis&atilde;o das contas do PESA, RECOOP e securitiza&ccedil;&atilde;o feitas anteriormente. <br /><br />Outros considerandos: 1) Quando a agricultura estava num per&iacute;odo de euforia o pr&oacute;prio governo atrav&eacute;s da Resolu&ccedil;&atilde;o 3.086 de 25/06/2003 elevou a taxa de juros dos investimentos em m&aacute;quinas para 12,75% ao ano. Como se n&atilde;o bastasse, na Resolu&ccedil;&atilde;o 3.182 de 29/03/2004 estabeleceu para o sistema financeiro cobrar 4% do valor financiado de cada libera&ccedil;&atilde;o. Nos anos subseq&uuml;entes, quando a agricultura passa por dificuldades, o governo est&aacute; ignorando este passivo. Tendo apenas prorrogado as parcelas. <br /><br />2) Seguro sobre o penhor agr&iacute;cola , necessidade urgente de extinguir a lei que obriga a contratar o seguro em raz&atilde;o de que ele &eacute; sobre a expectativa de colheita e n&atilde;o assegura nada para o produtor, pois suas cl&aacute;usulas restringem ao amparo apenas do transporte da &aacute;rea de cultura at&eacute; o armaz&eacute;m de propriedade. Perguntem aos segurados quantas indeniza&ccedil;&otilde;es de lavouras foram pagas nos &uacute;ltimos 5 anos? <br /><br />3) Apenas os produtores com financiamentos at&eacute; R$ 50.000,00 (cinq&uuml;enta mil reais), financiaram &agrave;s safras 2004/2005 e 2005/2006 &agrave; 8,75%, mais seguros e taxas. Os demais produtores se obrigaram a financiar dentro dos limites oficiais do Governo para juros subsidiados &agrave; juros mixados que v&atilde;o de 15 a 27% ao ano, sem qualquer justificativa e controle de &oacute;rg&atilde;os oficiais. <br /><br />4) A taxa BB agro e outros bancos cobram a t&iacute;tulo de libera&ccedil;&atilde;o das empresas em m&eacute;dia 2% que por sua vez cobram dos produtores via pre&ccedil;os de insumos. <br /><br />Estas s&atilde;o apenas algumas sugest&otilde;es e justificativas, &agrave;s quais ter&iacute;amos muitas outras, mas em raz&atilde;o da grave situa&ccedil;&atilde;o que o produtor se encontra, tomamos a liberdade de colocar algumas no papel e solicitar urg&ecirc;ncia no encaminhamento de a&ccedil;&otilde;es neste segmento. <br />

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  • Decio Barbosa Freire Belo Horizonte - MG 20/05/2007 00:00

    O governo pretende compensar os diversos setores industriais, inclusive as multinacionais da ind&uacute;stria automobil&iacute;stica, atrav&eacute;s da redu&ccedil;&atilde;o de tributos. Ora, um dos produtos de exporta&ccedil;&atilde;o mais atingidos pela desvaloriza&ccedil;&atilde;o cambial &eacute; o caf&eacute;. Mais de cinq&uuml;enta por cento dos custos do caf&eacute; s&atilde;o vinculados ao sal&aacute;rio m&iacute;nimo, que sobe em reais enquanto o d&oacute;lar cai. O adubo, insumo que responde por vinte por cento do custo, tem eleva&ccedil;&atilde;o de mais de trinta por cento. Necess&aacute;rio um forte posicionamento da classe para evitar o esfacelamento da atividade, que poder&aacute; se ver inclu&iacute;da naquelas que o ministro diz, em p&eacute;ssima hora, que sucumbir&atilde;o por inefici&ecirc;ncia. A cafeicultura &eacute;, sem d&uacute;vida, a &aacute;rea mais competitiva do Brasil ao longo de grande parte da nossa hist&oacute;ria.

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  • José Amado Noivo Unaí - MG 20/05/2007 00:00

    Como o governo n&atilde;o fez o que devia, ou seja, n&atilde;o parou de gastar, agora est&aacute; fazendo o papel do ot&aacute;rio endividado, na &quot;m&atilde;o&quot; de agiota: n&atilde;o tem poder de negocia&ccedil;&atilde;o para baixar a taxa de juro, e o jeito &eacute; pagar o que o agiota (mercado) quer! E venha mais d&oacute;lar especulativo!...E a&iacute;, como segurar o c&acirc;mbio? Voces n&atilde;o acham que o mercado j&aacute; percebeu isso e que j&aacute; estamos sofrendo um verdadeiro ataque especulativo?

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  • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP 19/05/2007 00:00

    Não adianta nada entrarmos na conversa mole do governo de criar seguro agricola e reduzir taxas de juro para credito rural... do jeito que estao as coisas com os bancos no brasil juro zero é caro...<br />

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    temos que lutar por reduçao drastica nos impostos.... na lei trabalhista e outros fatores muito mais graves...<br />

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    vejam como é... uma colhedora de graos produzida no RS é vendida no brasil por 350,000 e no uruguai é vendido por 150,000<br />

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    o mesmo ocorre com outros produtos feitoss no brasil...<br />

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    O governo diz que o cambio esta assim devido as exportações... mentira! isso não é normal: esse cambio nao é só causado pelo excesso de exportaçao...<br />

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    o japao exporta muito e o iene desvalorizou 5,61% nos umtimos 3 anos enaquanto o real valorizou 53%...

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  • Ricardo Tomczyk Rondonópolis - MT 18/05/2007 00:00

    Caro amigo Jo&atilde;o Batista, <br />&Eacute; com muita esperan&ccedil;a que te envio duas decis&otilde;es em sede de liminar obtidas em a&ccedil;&atilde;o civil p&uacute;blica tendo como autor o Sindicato Rural de Lucas do Rio Verde - MT. Trata-se de uma rea&ccedil;&atilde;o ante a in&eacute;rcia do governo em resolver os problemas do endividamento, sobretudo em rela&ccedil;&atilde;o aos investimentos. Os dois ju&iacute;zes foram de uma sabedoria e precis&atilde;o elogi&aacute;veis, sendo que outras decis&otilde;es est&atilde;o por vir na mesma comarca, posto que o sindicato moveu uma a&ccedil;&atilde;o contra cada banco. Vale a pena ler com muita aten&ccedil;&atilde;o e divulgar para todo o nosso Brasil. <br />Grande Abra&ccedil;o, <br /><br />Ricardo Tomczyk<br /><br /><strong><a href="/images/File/liminarlucas.doc?phpMyAdmin=vCXp6kIaYyEKIJl%2Ct1sIS8wjHQe">Leia a decis&atilde;o judicial. Clique aqui</a></strong>

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  • Liria Maria Basso Garlet Rio Brilhante - MS 18/05/2007 00:00

    Quero informar a todos brasileiros que a desvaloriza&ccedil;&atilde;o cambial e as altas taxas de juros produziram graves distor&ccedil;&otilde;es nas contas dos agricultores Brasileiros de Norte a Sul do pa&iacute;s. <br />Deixando principalmente os Agricultores que arrendam terras de terceiro para produzir gr&atilde;os n&atilde;o tem mais como seguir o plantio pois &eacute; invi&aacute;vel produzir no Brasil gr&atilde;os pois o custo &eacute; maior que a Receita. <br />&ldquo;N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel que o governo federal promova a fal&ecirc;ncia de um setor que &eacute; respons&aacute;vel por grande parte da exporta&ccedil;&atilde;o nacional&rdquo;. <br />Nesta Regi&atilde;o o Com&eacute;rcio em geral esta sofrendo as conseq&uuml;&ecirc;ncia gerada por essa Pol&iacute;tica da agricultura e pecu&aacute;ria onde n&atilde;o tem liquidez. <br />Est&atilde;o cometendo uma injusti&ccedil;a muito grande, d&aacute; a impress&atilde;o que est&atilde;o querendo acabar com o agricultor e o Brasil, dessa forma eu suplico que os Ministros de Estado e sua equipe econ&ocirc;mica revertam esse quadro enquanto h&aacute; tempo &ldquo;Esse Pais &eacute; Grande e Rico se a Agricultura For Grande e Abundante&rdquo;. <br />N&atilde;o deixe a Agricultura e a Pecu&aacute;ria acabar e ter que importar para abastecer o pa&iacute;s pois falta remunera&ccedil;&atilde;o e sobra d&iacute;vidas em todas as &aacute;reas da agricultura j&aacute; encaminhei um apelo a presid&ecirc;ncia da Republica e foi encaminhado ao Minist&eacute;rio da Agricultura pelo of&iacute;cio COR/GP/PR:484/2006. EM 08/03/2006.

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  • Romano Rodrigo Markoski Seberi - RS 18/05/2007 00:00

    ¨Vamo,vamo,vamo quebra tudo,vamo,vamo,!!!!!!!!!!!! com esse dólar é isso mesmo que vai acontecer se não se tomar uma atitude urgente o preço dos cereais soja, milho, trigo, esta derretendo e os insumos explodindo,é só no Brasil mesmo um abraço até a proxima!!!

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  • Eduardo Medeiros Gomes Castro - PR 18/05/2007 00:00

    REPRESENTANTES DO SETOR AGROPECU&Aacute;RIO RE&Uacute;NEM-SE PARA DAR UM ALERTA &Agrave; SOCIEDADE DOS CAMPOS GERAIS DO PARAN&Aacute;. Um ano ap&oacute;s o movimento de 16.05.07 que mobilizou milhares de produtores em todo o pa&iacute;s, a realidade indica que o setor agropecu&aacute;rio continua fragilizado e sem ver atendidas suas principais reivindica&ccedil;&otilde;es. Nesse contexto, representantes dos Sindicatos, da Sociedade Rural, da Associa&ccedil;&atilde;o dos Secret&aacute;rios de Agricultura dos Campos Gerais e das principais Cooperativas dos Campos Gerais do Paran&aacute;, estiveram reunidos em Ponta Grossa-Pr com o objetivo de avaliar a atual situa&ccedil;&atilde;o do campo e propor alternativas e elaborar estrat&eacute;gia de atua&ccedil;&atilde;o para encaminhamento das reivindica&ccedil;&otilde;es do setor. As an&aacute;lises indicam que o setor continua pagando sozinho o pre&ccedil;o pela estabiliza&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o e contribu&iacute;do para o aumento geral da renda da popula&ccedil;&atilde;o mediante a oferta de alimentos mais baratos. Entretanto, tais benef&iacute;cios, bons para a sociedade como um todo, acontece mediante a pura transfer&ecirc;ncia de renda da agropecu&aacute;rio. A falta de pol&iacute;ticas adequadas tem provocado a concentra&ccedil;&atilde;o de renda e expulsado grande n&uacute;mero dos produtores do campo (justamente na contram&atilde;o do que o governo prega). Caso nada seja feito, no longo prazo o colapso do setor poder&aacute; trazer s&eacute;rios problemas para toda a sociedade. A situa&ccedil;&atilde;o somente n&atilde;o est&aacute; pior por conta das boas condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas verificada na safra atual e o programa do etanol americano que provocou a eleva&ccedil;&atilde;o dos principais pre&ccedil;os agr&iacute;colas. &Eacute; consenso que os planos de safra anuais consomem tempo e energia das lideran&ccedil;as e das entidades representativas do setor em um processo de negocia&ccedil;&atilde;o desgastante perante os produtores e a opini&atilde;o p&uacute;blica e que acaba servindo mais aos interesses da propaganda do governo do que aos produtores. As a&ccedil;&otilde;es pontuais tratadas nos planos de safra n&atilde;o resolvem a ess&ecirc;ncia do problema. Das justas reivindica&ccedil;&otilde;es de 16.05.06 envolvendo pol&iacute;tica de prote&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os, seguro agr&iacute;cola acesso a cr&eacute;dito, solu&ccedil;&atilde;o do endividamento e o estabelecimento de pol&iacute;ticas de longo prazo que d&ecirc; estabilidade ao setor, viu-se, apenas o governo patrocinar uma rolagem de d&iacute;vida que apenas est&aacute; adiando o problema. A decis&atilde;o &eacute; que se retome a pauta do movimento de 16.05.06 e que todos os presentes gestionem junto &agrave;s suas representa&ccedil;&otilde;es de classe como FAEP, CNA, OCEAPR, OCB, SRB, ABRAPA, ABRASEN, APROSOJA e as lideran&ccedil;as pol&iacute;ticas regionais e nacionais para que elaboram projetos e tracem plano de a&ccedil;&atilde;o que envolvam a defesa e implanta&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas contemplando os cinco pontos fundamentais para solu&ccedil;&atilde;o permanente do problema: <br /><br />1. Recomposi&ccedil;&atilde;o de um sistema de garantia de pre&ccedil;os, previsto em lei, que j&aacute; existiu e, no entanto tem sido negligenciado pelo governo. Este sistema deve assegurar ao produtor um pre&ccedil;o justo no momento adequado; <br /><br />2. Desenvolvimento de seguro contra riscos clim&aacute;ticos com acesso a todos os produtores e que permita em caso de sinistro a capacidade do produtor refazer a lavoura perdida; <br /><br />3. Desenvolvimento de medidas que permitia o acesso dos produtores ao sistema de Cr&eacute;dito Rural reduzindo seus custos de produ&ccedil;&atilde;o, livrando-os da agiotagem dos chamados juros de mercado; <br /><br />4. Encaminhamento adequado para o endividamento crescente e sem solu&ccedil;&atilde;o que expulsa os produtores do campo e provoca concentra&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o; <br /><br />5. Estabelecimento de uma pol&iacute;tica agr&iacute;cola de longo prazo que d&ecirc; previsibilidade e horizonte ao setor e seus parceiros. <br /><br />Entendendo que a mobiliza&ccedil;&atilde;o da classe produtora &eacute; responsabilidade de todos, est&atilde;o dispostos a trabalhar em suas bases por um novo movimento no campo, por&eacute;m entendem que a uni&atilde;o de todos se faz entorno de objetivos claros, definidos e realiz&aacute;veis, por isso solicitam que as entidades estaduais e nacionais desenvolvam projeto de pol&iacute;tica agr&iacute;cola permanente que: <br /><br />-represente o consenso entre os produtores; <br /><br />-seja uma bandeira que possa ser compreendida e defendida por todos os produtores e em todos os n&iacute;veis de suas entidades de classe; <br /><br />-indique para a sociedade e o governo o que realmente os produtores desejam e entendem como pol&iacute;tica agr&iacute;cola; <br /><br />-possa ter seu custos benef&iacute;cios demonstrado e discutido com a sociedade e seus representantes. Campos Gerais - Ponta Grossa-Pr, 16.05.07 <br /><br />N&uacute;cleo Sindical Rural dos Campos Gerais com os seguintes sindicatos filiados: - Sindicato Rural de Arapoti - Sindicato Rural de Jaguariaiva - Sindicato Rural de Pirai do Sul - Sindicato Rural de Tel&ecirc;maco Borba - Sindicato Rural de Tibagi - Sindicato Rural de Ortigueira - Sindicato Rural de Reserva - Sindicato Rural de Ipiranga -Sindicato Rural de Ivai - Sindicato Rural de Imbituva - Sindicato Rural de Teixeira Soares - Sindicato Rural de Palmeira Sociedade Rural dos Campos Gerais Associa&ccedil;&atilde;o dos Secret&aacute;rio Municipais de Agricultura dos Campos Gerais Cooperativa Agropecu&aacute;ria Batavo Cooperativa Agropecu&aacute;ria Castrolanda Cooperativa Agr&iacute;cola Ponta-Grossense Cooperativa Agr&iacute;cola Uni&atilde;o Castrense Ltda. <br />

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  • Clóvis Sterlick Selbach - RS 18/05/2007 00:00

    Minha sugest&atilde;o sobre o colapso da agricultura &eacute; a seguinte: lan&ccedil;ar uma campanha a n&iacute;vel nacional para que nenhum agricultor, de norte a sul e leste a oeste de nosso Pa&iacute;s, pague aos bancos as dividas de custeios e investimentos, por um prazo indeterminado. S&oacute; assim o governo vai voltar a tratar o produtor rural como gente de novo. &ldquo;PLANTE POUCO PORQUE O HOMEM T&Aacute; LOUCO&rdquo;... Um abra&ccedil;o.

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  • Waldir Sversutti Maringá - PR 17/05/2007 00:00

    Do Sr. Fábio Barbante de Barros - Londrina: " Fazer todas as travas em dólar, pegar empréstimo na moeda americana," <br />

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    O maior perigo hj é "travar em dólar" o preço da soja, devido à repetição do El Niño no ano que vem, pois ela irá a US$ 20,00 no segundo semestre. Se travar agora ou mesmo no primeiro semestre do ano, ficará sem altas que virão no segundo semestre.<br />

    <br />

    Pegar empréstimo em dólar agora seria um suicídio, pq o elástico foi até o último ponto que éssa bobeira poderia resultar. O retorno déssa barbeiragem, baixa provocada pela "flutuação assoprada dos juros" explodiria na cara dos tomadores de empréstimos, como já aconteceu em passado recente, inclusive nos financiamentos de carros, sob as vistas complacentes do BC, que não impediu a orda na direção daquela explosão. Sorte que o Judiciário entendeu a tempo (para alguns) a esperteza dos financiadores e colocou ordem na baderna, isto é, restabeleceu o equilibrio do custo do financiamento dentro do tempo decorido de cada um deles e salvou o bolso dos incautos, naquela situação. Todo cuidado é pouco. O perigo está à espreita

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  • Waldir Sversutti Maringá - PR 17/05/2007 00:00

    Como dizia o Chico Anísio: Minha vingança sará maligna. Já que todos estão zombando das nossas caras, vamos todos comprar dólar. Provavelmente o resultado financeiro, daqui um ano, será melhor do que plantar qualquer coisa para colher e vender até o final do primeiro semestre do ano que vem. Estou é falando sério, se pudesse empregaria todo meu capital, que está em terras, em dólar. Já vi muitas manipulações inconsequentes, como esta, estourar nas costas de quem a fez, mas sabem que nunca se lhes imputarão nenhuma penalidade pelas consequencias que causam ao povo.<br />

    <br />

    Eles estão é gozando nas nossas caras. Não têem coragem para fazer o que precisa ser feito. Não se importam se amanhã o desemprego cresça ainda mais, jogando na amargura milhares de familias. Para eles está tudo bem. Pimenta nos olhos dos outros é refresco, estão rindo, mas o castigo por isso virá a cavalo, esse é o problema. <br />

    <br />

    Não há descida sem uma subida, uma noite escura sem um dia claro pela frente, uma verdade que não venha à tona.<br />

    <br />

    Algum tipo de reação as classes produtivas terão que ter. Articulem-se, queimem as pestanas, mãos e cabeças à obra, mas sem fechar estradas, que isso já era. Precisamos pensar em outras formas de protestar, de fazê-los deixarem de brincadeiras, que já passaram dos limites.<br />

    <br />

    Nos cafés e refeições que éssa gente faz de manhã e no dia, não conseguem vizualizar quantos agricultores estão presentes em suas mesas. Nunca pensaram nisso, provavelmente. À moda dos filmes de Walt Disney, quem nos vingarão, serão os alimentos, quando colocados à mesa, que arranharão suas entranhas e seus estômagos.

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  • Marcelo De Baco Porto Alegre - RS 17/05/2007 00:00

    Farinha importada.<br />

    Acho que o governo não deve se envolver com a entrada de farinha da Argentina, afinal se gastou milhões senão bilhões de Reai$ ( quando o dólar era R$ 3,00), para alcançarmos 6 milhões de ton de trigo, depois gastou outro tanto para que houvesse a comercialização (PEP, VEP, LEC). Nesta cadeia está o produtor rural que, casualmente, é o mesmo produtor de soja e milho.<br />

    Se entrar a frinha de trigo o produtor não vende o trigo, o moinho não moe, o vendedor de embalagem não vende, não se consome energia, nem óleo, já que não se vende semente, adubo, embalágem, e um universo de serviços, empregos e produtos que não serão consumidos.<br />

    O resultado será um aumento no fornecimento do BOLSA FAMÍLIA aí o GOVERNANTE pode aparecer e dizer "no meu governo aumentamos o auxílio aos pobres". <br />

    Praquê se preocupar com este pequeno mercado?

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  • Ronaldo Zambianco Wenceslau Braz - PR 17/05/2007 00:00

    ola caro amigo Sr. JOAÕ BATISTA,gostaria de fazer um comentario ou seja um desabafo: os nossos governantes nosso{presidente}de um modo especial, comemora com alegria o momento de nossa economia, e comemora com razão!!!!! pois para eles não poderia estar melhor eles mesmos que estipulam o valor de seus de seus salarios que não é pouco:e ainda dizem que quem sai ganhando com o dolar em baixa e o povo que compra mais barato, agora mostre para mim aonde nos ganhamos com os produtos importados,exemplpo nas prateleiras dos mercados eu não vejo nenhuma baixa a não ser no bolso de quem faz a compra,setor de altomoveis acho que tambem no geral ninguem esta ganhando nada, agora as fabricas que enfrentão concorrencis com as de fora e o setor agricola vai simplesmente ir a {FALENCIA]pois o mesmo produto que com a taxa de cambio mais barata deveria estar em queda,esta em alta vejamos alguns nitrogenio,UREIA, ADUBOS DE UM MODO GERAL OS INSETICIDAS E FUGICIDAS , E O GLIFOSATO [randup}e o mais incrivel é o nosso disel o preço de 1,82 praticado com este cambio de 2,00 reais é um roubo pois vamos voltar a seis anos atras e ver o preço que era praticado sei que o barril tambem subil mais nós não somos alto suficientes em petroleo? sera que a carga de imposto não poderia ser revista´para que baixasem um pouco o nosso produto?

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  • Eduardo Medeiros Gomes Castro - PR 17/05/2007 00:00

    Representantes do setor agropecu&aacute;rio re&uacute;nem-se para dar um alerta &agrave; comunidade dos campos gerais. &ldquo;A safra &eacute; boa, mas n&atilde;o resolve&rdquo;. Avaliando que o setor agropecu&aacute;rio continua fragilizado a ponto de por em risco a economia, a estabilidade e empregos em nossa regi&atilde;o, lideran&ccedil;as do setor e da comunidade se re&uacute;nem, na sede da associa&ccedil;&atilde;o dos engenheiros agr&ocirc;nomos de Ponta Grossa, para uma avalia&ccedil;&atilde;o do atual momento e buscar alternativas para o futuro. Presen&ccedil;as do N&uacute;cleo dos Sindicatos Rurais dos Campos Gerais (14 sindicatos rurais - Arapoti, Jaguariaiva, Pira&iacute; do Sul, Castro, Carambe&iacute;, Tibagi, Telemaco Borba, Ortigueira, Ipiranga, Iva&iacute;, Imbituva, Reserva, Palmeira, Ponta Grossa e Teixeira Soares), Sociedade Rural dos Campos Gerais, representantes das cooperativa e da comunidade. Dia 16.05.07 faz um ano que os produtores rurais fizeram forte manifesta&ccedil;&atilde;o chegando ao fechamento de diversas estradas nos principais estados produtores. O diagn&oacute;stico para a crise em 2006 foi dado: queda de pre&ccedil;os dos principais produtos agr&iacute;colas induzida por uma pol&iacute;tica de estabiliza&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os via eleva&ccedil;&atilde;o de taxas de juros que derrubou o d&oacute;lar e conteve a infla&ccedil;&atilde;o mediante a depress&atilde;o dos pre&ccedil;os agropecu&aacute;rios (embora no mercado internacional os pre&ccedil;os continuassem em seus patamares hist&oacute;ricos). Neste cen&aacute;rio o setor agropecu&aacute;rio paga sozinho pela estabiliza&ccedil;&atilde;o da economia brasileira. Na ocasi&atilde;o, a situa&ccedil;&atilde;o foi agravada por problemas clim&aacute;ticos em diversas regi&otilde;es do pa&iacute;s. Em maio de 2006 as principais reivindica&ccedil;&otilde;es que visavam prevenir futuras crises, dar estabilidade ao setor e amenizar as conseq&uuml;&ecirc;ncias do desastre ocorrido eram as seguintes: Recomposi&ccedil;&atilde;o de um sistema de garantia de pre&ccedil;os, previsto em lei, que j&aacute; existiu e, no entanto tem sido negligenciado pelo governo; Desenvolvimento de seguro contra riscos clim&aacute;ticos com acesso a todos os produtores; Desenvolvimento de medidas que permitisse o acesso dos produtores ao sistema de Cr&eacute;dito Rural reduzindo seus custos de produ&ccedil;&atilde;o, livrando-os da agiotagem dos chamados juros de mercado; Solu&ccedil;&atilde;o para o endividamento crescente e sem solu&ccedil;&atilde;o expulsa os produtores do campo e provoca concentra&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o; Estabelecimento de uma pol&iacute;tica agr&iacute;cola de longo prazo que desse previsibilidade e horizonte ao setor e seus parceiros. Em junho de 2006, ap&oacute;s a press&atilde;o do setor, por meio de manifesta&ccedil;&otilde;es de &acirc;mbito nacional e apoio do Congresso Nacional, o governo divulgou, por meio de um estrondoso plano marketing, as seguintes provid&ecirc;ncias: Interven&ccedil;&otilde;es pontuais no mercado defendendo os pre&ccedil;os de milho e soja, de forma tardia e que levou a maioria dos produtores (justamente os mais necessitados) a venderem seus estoques a pre&ccedil;os vil com expressivos preju&iacute;zos. Prorroga&ccedil;&atilde;o de parte dos d&eacute;bitos dos produtores por prazo incompat&iacute;vel com a necessidade deixando a maioria em situa&ccedil;&atilde;o de extrema vulnerabilidade. Observa-se que a maior parte dos produtores n&atilde;o pode usufruir de prorroga&ccedil;&otilde;es simplesmente porque n&atilde;o tinham acesso diretamente ao sistema de cr&eacute;dito rural, este tipo de solu&ccedil;&atilde;o favorece sempre os mais fortes com mais poder de barganha excluindo justamente que mais precisa de apoio. Um ano ap&oacute;s os protestos, nada foi feito de concreto para assegurar um m&iacute;nimo de estabilidade no campo, ou seja: N&atilde;o h&aacute; seguro contra riscos clim&aacute;ticos. Cerca de 48 milh&otilde;es de ha., de lavouras de gr&atilde;os, foram plantadas com baix&iacute;ssima cobertura contra risco clim&aacute;tico; N&atilde;o h&aacute; garantia de efetiva aplica&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica de pre&ccedil;os m&iacute;nimos (os quais continuam abaixo dos custos de produ&ccedil;&atilde;o em grande parte do pa&iacute;s); Continuam as dificuldades de acesso ao cr&eacute;dito rural pelos produtores; O endividamento crescente e sem solu&ccedil;&atilde;o expulsa os produtores do campo e provoca concentra&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o. Na pr&aacute;tica apenas S&atilde;o Pedro atendeu os apelos dos produtores oferecendo um excelente clima que propiciou uma boa safra. O programa americano para o etanol tamb&eacute;m contribuiu para a melhora dos pre&ccedil;os. Fora isso o setor continua vulner&aacute;vel e sem perspectiva de estabilidade. Os problemas sociais continuam com redu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de produtores que se deslocam para as cidades j&aacute; que n&atilde;o conseguem sobreviver no campo. A falta de pol&iacute;tica agr&iacute;cola p&otilde;e em risco, n&atilde;o somente o produtor rural mas a economia de nossa regi&atilde;o a qual, tem sua &eacute; altamente dependente de boas safras. O que est&aacute; em jogo al&eacute;m a renda do produtor s&atilde;o empregos urbanos, em grande parte, vinculados &agrave; produ&ccedil;&atilde;o rural, ind&uacute;stria de ra&ccedil;&otilde;es, latic&iacute;nios, embalagens, processamento de soja, cooperativas, transportes, etc. A conclus&atilde;o &eacute; que muito foi discutido e nada foi feito para se evitar um novo desastre no setor. A incerteza e inseguran&ccedil;a predominam. Apesar das diversas crises j&aacute; passadas, planejamento de longo prazo, vis&atilde;o estrat&eacute;gica, estabilidade e previsibilidade s&atilde;o produtos que n&atilde;o d&atilde;o frutos na agropecu&aacute;ria nacional. A reuni&atilde;o visa definir atitudes e estrat&eacute;gias que levem a mudan&ccedil;a do atual quadro. Temos 120 deputados na Bancada ruralista, Federa&ccedil;&otilde;es e Confedera&ccedil;&atilde;o, Sociedade Rural, Associa&ccedil;&otilde;es e nada conseguimos. Qual &eacute; a estrat&eacute;gia que devemos adotar?

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  • Paulo Otávio de Almeida Camargo Itapeva - SP 17/05/2007 00:00

    Tenho uma d&iacute;vida da safra 2004/2005 de soja e milho, a qual j&aacute; foi prorrogada por duas vezes. As safras subsequentes n&atilde;o foram suficientes para quitar tal d&iacute;vida e n&atilde;o terei como quit&aacute;-la novamente em sua totalidade, mesmo obtendo produtividade. Tal situa&ccedil;&atilde;o se deve aos maus pre&ccedil;os praticados no mercado, bem como &agrave; baixa cota&ccedil;&atilde;o do d&oacute;lar. Gostaria de saber se h&aacute; alguma solu&ccedil;&atilde;o para o caso, no sentido de parcelamento desta d&iacute;vida ou mesmo de securitiza&ccedil;&atilde;o pelo Governo, pois, caso contr&aacute;rio, terei que me desfazer de todos os equipamentos, os quais s&atilde;o utilizados para o pr&oacute;prio trabalho. Al&eacute;m disso, terei de me desfazer de bens pessoais, o que me tornar&aacute; impossibilitado de continuar na fun&ccedil;&atilde;o de produtor de alimentos que venho exercendo. Nesse sentido, n&atilde;o haver&aacute; outra solu&ccedil;&atilde;o a n&atilde;o ser a de arrendar a minha propriedade para o cultivo da cana. Espero, sinceramente, que o povo brasileiro n&atilde;o passe fome em decorr&ecirc;ncia de um Governo inconsequente. Agrade&ccedil;o a aten&ccedil;&atilde;o dispensada.

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