Fala Produtor

  • Samuel Henrique Fornari São José do Rio Pardo - SP 27/05/2007 00:00

    Porque pararam as entrevistas com as cooperativas de caf&eacute;???Cooxup&eacute;, coopara&iacute;so, cocatrel, entre outras, essas principais n&atilde;o foram entrevistadas!!!! Porque???<br /> O formato das entrevistas vinha sendo excelente, passando por expectativa de safra em rela&ccedil;&atilde;o a passada, pre&ccedil;o, custo de produ&ccedil;&atilde;o e principalmente estoques nas m&atilde;os das cooperativas!!!<br /> Espero que o site noticiasagricolas de continua&ccedil;&atilde;o a este excelente trabalho que vinha sendo realizado!!!

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  • Waldir Sversutti Maringá - PR 25/05/2007 00:00

    J&aacute; que este valioso site permite, felizmente, a interatividade entre os internautas, quero mais uma vez escrever sobre o que disse o Sr. Fabio Barbante de Barros de Londrina, Pr. sobre o cambio, a soja e o clima.<br /> <br /> &ldquo;&rdquo; No momento em que se realiza uma opera&ccedil;&atilde;o financeira de &ldquo;trava&rdquo;, entre um insumo e a produ&ccedil;&atilde;o, elimina-se todo o risco de varia&ccedil;&atilde;o, seja de ordem cambial ou mesmo de pre&ccedil;o.&rdquo;<br /> <br /> Mas &eacute; justamente a&iacute; que a coisa pega. Neste momento n&atilde;o conv&eacute;m eliminar o risco da varia&ccedil;&atilde;o, nem do d&oacute;lar, nem do pre&ccedil;o da soja, porque ela ser&aacute; para melhor, se ocorrer. Travar o d&oacute;lar com ele t&atilde;o baixo &eacute; perda na certa, pq essa hist&oacute;ria q ele vai cair a R$ 1,85 &eacute; balela, ele tem &eacute; que subir, pois ele est&aacute; muito abaixo do sensato, do razo&aacute;vel, do n&iacute;vel m&iacute;nimo que se poderia imaginar, j&aacute; provocando um tremendo desemprego. &Eacute; muito arriscado pq ele pode voltar, mesmo que n&atilde;o ao n&iacute;vel que gostar&iacute;amos, mas pode. Ent&atilde;o, empr&eacute;stimos em d&oacute;lar, nem pensar, mesmo &ldquo; com o lastro em soja &ldquo;.<br /> <br /> Quanto a soja, fixar hoje o pre&ccedil;o da saca para o ano que vem a US$ 11,10, em Rondon&oacute;polis, como j&aacute; estou sabendo de oferta das multinacionais, &eacute; perder de novo, como j&aacute; ocorreu em 2006/2007, quando, para se financiarem, fecharam a saca a US$ 9,00 e 9,50 e ela foi a US$ 12,50/13,00. Para se aproveitar a alta que vir&aacute; em 2008 n&atilde;o se pode fixar agora. Na safra 2008/2009, a&iacute; sim, fixar antes de plantar ou colher, pq a planta deles de 2009 voltar&aacute; ao normal e ela cair&aacute; aqui na &eacute;poca da safra como aconteceu em 2004.<br /> <br /> &ldquo; n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel prever o clima, quanto menos o desempenho dos mercados.<br /> Fundamentos muito mais s&oacute;lidos que previs&otilde;es clim&aacute;ticas, j&aacute; foram utilizadas para prever altas, mas n&atilde;o se concretizaram&rdquo;<br /> <br /> Quanto a isso, realmente o Sr. tem raz&atilde;o. J&aacute; aconteceram muitas previs&otilde;es furadas. Mas na quest&atilde;o da repeti&ccedil;&atilde;o do fen&ocirc;meno El Ni&ntilde;o, nos EE.UU em 2008, gostaria que algu&eacute;m do mercado ou dos sites ligados &agrave; soja, fizessem um trabalho de verifica&ccedil;&atilde;o de gr&aacute;ficos das altas ocorridas nos segundos semestres dos anos de 1973, 1978, 1983, 1988, 1993, 1998 e 2003, anos que ocorreram o El Nino. N&atilde;o fiquem s&oacute; na minha observa&ccedil;&atilde;o, pq, agora q estou divulgando essa ocorr&ecirc;ncia repetitiva do El Nin&otilde;, posso vir at&eacute; a cair do cavalo, e ela n&atilde;o ocorrer, mas a minha inten&ccedil;&atilde;o &eacute; apenas ajudar os produtores a capitalizar essa altas, que at&eacute; aqui vem ficando para o &ldquo;mercado&rdquo; deixando para o produtor s&oacute; as prorroga&ccedil;&otilde;es de d&iacute;vidas e frustra&ccedil;&otilde;es. <br /> <br /> Estou querendo compartilhar essa observa&ccedil;&atilde;o minha, que n&atilde;o vi publicada em lugar nenhum da imprensa ligada ao agroneg&oacute;cio da soja, pois a diferen&ccedil;a de pre&ccedil;os, para mais nessas ocasi&otilde;es, &eacute; muito grande e pode representar o lucro de duas ou tr&ecirc;s safras normais para o produtor Quero que essa percep&ccedil;&atilde;o que tive j&aacute; em 1993 perdendo grandes somas de dinheiro por vender a safra antes das altas que ocorreram quando se repetia o El Ni&ntilde;o, seja checada, com a verifica&ccedil;&atilde;o dos gr&aacute;ficos desses anos e contestada se for o caso. Verifiquem isso nos EE.UU. <br /> <br /> Quanto a mim tenho certeza de que a repeti&ccedil;&atilde;o ocorrer&aacute; e vou aguardar o &ldquo;El Nino, menino na l&iacute;ngua portuguesa&rdquo; passar pelo EE.UU em 2008, infelizmente, duas veses, pq perdem os produtores de l&aacute; e os de c&aacute;, que vendem antes e deixam os enormes lucros para as empresas multinacionais compradoras.<br /> <br /> Anotem e me digam depois se tenho ou n&atilde;o raz&atilde;o. <br /> <br /> [email protected]<br />

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  • Renato Ferreira Dourados - MS 25/05/2007 00:00

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    Artigo: Pelo amor de Deus, não plantem! <br />

    24 de maio de 2007 - 08:50h <br />

    Autor: Amado de Oliveira Filho <br />

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    Não é uma profecia do caos. Porém, nunca a agricultura mato-grossense teve todos os ingredientes para o insucesso de uma safra como a que se visualiza para a de 2007/2008. Sem nenhuma explicação que convença o mais ingênuo mortal, temos os preços dos insumos aumentando em até 40%, o dólar caindo para patamares inimagináveis e a já conhecida falta de infra-estrutura de transporte elevando os preços dos fretes.<br />

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    Por outro lado, em que pese os esforços de parlamentares e lideranças ruralistas em discutir a questão das dívidas rurais, como resolver também este problema se a solução do mesmo passa única e exclusivamente pela recuperação da renda agrícola? Claro que sabemos que não existe a mínima recuperação de renda para a agricultura de Mato Grosso se não se implantar em sua totalidade as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).<br />

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    Então, por que plantar? Apenas para sustentarmos os recordes de exportações que faz a alegria da equipe econômica do governo federal? Ou ainda para que com o crescente volume de exportações agrícolas reduzirmos ainda mais o valor do dólar diante do real e aumentar ainda mais as dívidas rurais? Isto é algo sem sentido.<br />

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    A situação é tão grave que me faz lembrar aquela ONG canadense que tentou nos convencer a implantar o ano sabático na agricultura brasileira, ou seja, aquele ano que não plantaríamos. A reação de todos foi não aceitar em qualquer hipótese a proposta. Falou mais alto nosso sentimento verde e amarelo. E agora? Teremos de realizar um ano sabático de qualquer forma, com ou sem a ONG canadense.<br />

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    Certamente que muito dos produtores rurais já pensaram em pelo menos reduzir a produção, porém, imaginam que se diminuírem a área plantada passarão ao mercado a imagem que estão quebrando. Puro equívoco, o mercado sabe que a cada safra, se algo de extraordinário não vier a acontecer, a possibilidade da quebradeira geral é iminente.<br />

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    Que saudade da ONG canadense! Mas voltando à situação e possibilidade de uma quebradeira geral, além do mercado ter consciência da real situação dos agricultores, o próprio governo federal atesta isto. A página da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) na Internet, informa o custo de produção de uma saca de soja no município de Primavera do Leste, nesta safra, em torno de R$ 26,00, porém, quando informa os preços praticados pelo mercado durante a safra, indica que em Mato Grosso os preços giraram em torno de R$ 25,00 e o preço mínimo de R$ 14,00. E àqueles produtores que tiveram seus custos maiores que os levantados pelo governo?<br />

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    Pelo amor de Deus, não plantem! Esta é a orientação que os técnicos, que têm o mínimo de responsabilidade, devem passar a seus clientes. Exagero? Para alguns pode até parecer que sim, mas a situação é tão crítica que rentabilidade na sojicultura somente pode ser garantida para aqueles que plantam grandes áreas e que estão capitalizados ou possuem facilidades de captar recursos internacionais. Quem são estes produtores? Não mais que meia dúzia!<br />

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    Para não plantar a próxima safra a primeira decisão a ser tomada é não comprar os insumos. Tenham coragem, façam isto!<br />

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    *Amado de Oliveira Filho é economista e consultor da Federação de Agrcultura e Pecuária do Estado de Mato Gosso (Famato). E-mail: [email protected]<br />

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  • Renata Claudine Roque SP - SP 24/05/2007 00:00

    Boa tarde Srs!<br />Por gentileza gostaria de receber not&iacute;cias atualizadas sobre o mercado de lisina no Brasil, as empresas que trabalham com este amino&aacute;cido e tudo que tiver relacionado.<br />No aguardo<br /><br />Grata<br />Renata

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  • Dário José Magnani Pranchita - PR 23/05/2007 00:00

    Tem que divulgar para os agricultores que tinham dinheiro na poupan&ccedil;a em junho e julho de 1987, janeiro e fevereiro de 1989, mar&ccedil;o abril maio de 1990 e fevereiro de 1991 que existe um dinheiro graudo para receber do governo e tem que ser logo porque em 30 de maio de 2007 agora vai prscrever isso tem que divulgar

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  • Patricia Cristina Ceccato Barili Bom Jesus - PI 23/05/2007 00:00

    <font size="2"><span style="font-family: Verdana;">Constou na opini&atilde;o do internauta, enviada pelo Sr. Ricardo Tomczyk de Rondon&oacute;polis-MT, a informa&ccedil;&atilde;o de que o Sindicato Rural de Lucas do Rio Verde obteve a concess&atilde;o de liminar em A&ccedil;&atilde;o Civil P&uacute;blica.</span><br style="font-family: Verdana;" /><span style="font-family: Verdana;">Gostaria de ter acesso a essas decis&otilde;es, tendo em vista que o site n&atilde;o conseguiu &quot;baixar&quot; a &iacute;ntegra das liminares, somente a primeira p&aacute;gina.</span><br style="font-family: Verdana;" /><span style="font-family: Verdana;">Obrigada. Patricia Barili.</span><br style="font-family: Verdana;" /></font>

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  • Adalberto Alves Xavier Guarapuava - PR 23/05/2007 00:00

    Esta mensagem &eacute; de um prestador de servi&ccedil;os de mercado fisico de gr&atilde;os, SOJA - MILHO - TRIGO - AVEIA E TRITICALE - A BETOAGRO LTDA _ Guarapuava-PR.&nbsp;&Eacute; s&oacute; uma vis&atilde;o minha, &eacute; bom vcs produtores fazerem contratos de milho ou soja mercado futuro com alguma corretora de sua preferencia que trabalhe com&nbsp;a BM&amp;F e vamos torcer que a previs&atilde;o de GEADAS dos pr&oacute;ximos dias 24/25 e 26/05 n&atilde;o sejam muito certas para que n&atilde;o afetem a cultura do milho safrinha no&nbsp;PR e nos estados que produzam safrinha de milho.

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  • Fabiano Dall Agnol Barra do Garças - MT 22/05/2007 00:00

    Jo&atilde;o Batista. Quando o governo divulga taxas de infla&ccedil;&otilde;es ao redor de 3% ao ano, pagar juros de 8,75% para custeio significa 191,66% acima da infla&ccedil;&atilde;o na produ&ccedil;&atilde;o de alimentos. Para investimento, pagar juros de 10,75% ou 12,75% equivale a 258,33% ou 325% acima da infla&ccedil;&atilde;o. Como que a atividade rural suportar&aacute; tamanha carga. A atividade rural n&atilde;o consegue repassar custos iguais aos outros setores da economia, pois quem dita os pre&ccedil;os da produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola &eacute; quem compra e n&atilde;o quem vende. Isto posto, na renegocia&ccedil;&atilde;o das dividas rurais, se houver, n&atilde;o basta discutir apenas prazo. Al&eacute;m do prazo, deve ser readequado os encargos financeiros, que a princ&iacute;pio n&atilde;o devem ser acima da infla&ccedil;&atilde;o, condi&ccedil;&atilde;o fundamental para viabilizar o pagamento. Os produtores rurais j&aacute; pagaram e est&atilde;o pagando juros altos e as vezes antecipados ao longo dos anos, bancando o custo baixo dos alimentos ao consumidor, com custo alto de produ&ccedil;&atilde;o. Est&atilde;o fazendo caridade com o chap&eacute;u alheio. Para uma atividade essencial para o Pa&iacute;s, que faz a diferen&ccedil;a na balan&ccedil;a comercial, sujeito a toda sorte de risco (pragas, doen&ccedil;as, sol, chuvas, produ&ccedil;&atilde;o mundial, mercado, varia&ccedil;&atilde;o cambial, custo Brasil, etc), a renegocia&ccedil;&atilde;o dos prazos e dos encargos financeiros devem ser revistos com a m&aacute;xima urg&ecirc;ncia. S&oacute; iremos saldar nossas d&iacute;vidas se conseguirmos produzir com dignidade, tranquilidade e principalmente, renda. A classe agradece. atenciosamente, Francisco Horvatich e Fabiano Dall Agnol.

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  • Anderson de Souza dos Santos Presidente Prudente - SP 22/05/2007 00:00

    Ol&aacute; Jo&atilde;o Batista. Sou de Uruguaiana (RS), moro em Presidente Prudente (SP) e sou pecuarista. Gostaria de passar uma mensagem de protesto e de apoio aos produtores rurais: Cada grama de carne ou de gr&atilde;o consquitada por um produtor vale muito mais do que milh&otilde;es de palavras ditas por politicos que n&atilde;o respeitam quem leva o desenvolvimento do pa&iacute;s nas costas. Um abra&ccedil;o e muito obrigado por sua aten&ccedil;&atilde;o.

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  • Fábio Barros Londrina - PR 22/05/2007 00:00

    Caro Sr. Waldir Sversutti,<br />Em resposta ao seu coment&aacute;rio, quando cita o perigo de se &ldquo;travar em d&oacute;lar&rdquo; uma opera&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola, nota-se um equ&iacute;voco seu a respeito do assunto.<br />No momento em que se realiza uma opera&ccedil;&atilde;o financeira de &ldquo;trava&rdquo;, entre um insumo e a produ&ccedil;&atilde;o, elimina-se todo o risco de varia&ccedil;&atilde;o, seja de ordem cambial ou mesmo de pre&ccedil;o. Agora, no caso de adquirir empr&eacute;stimos em outra moeda, d&oacute;lar (US$), pode at&eacute; parecer arrojado, mas a pr&oacute;pria commoditie cotada em d&oacute;lar (US$), (exemplo soja) lastrearia a opera&ccedil;&atilde;o. <br />Sobre os pre&ccedil;os, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel prever o clima, quanto menos o desempenho dos mercados.<br />Fundamentos muito mais s&oacute;lidos que previs&otilde;es clim&aacute;ticas, j&aacute; foram utilizadas para prever altas, mas n&atilde;o se concretizaram. <br />Sobre o d&oacute;lar, como pode prever que o el&aacute;stico deste movimento de desvaloriza&ccedil;&atilde;o j&aacute; chegou ao fim? Apenas pela &oacute;tica da redu&ccedil;&atilde;o dos juros? Sem levar em considera&ccedil;&atilde;o &agrave; pr&oacute;pria desvaloriza&ccedil;&atilde;o da moeda em quest&atilde;o perante as outras economias. Ou mesmo, pelo momento de excessiva liquidez que se encontra o mercado financeiro mundial. S&atilde;o in&uacute;meros os fundamentos macroecon&ocirc;micos que aqui poderiam ser descritos, mas opini&otilde;es divergentes s&atilde;o de fundamental import&acirc;ncia para aperfei&ccedil;oarmos nosso censo anal&iacute;tico. <br /><br />F&aacute;bio Barbante de Barros - Londrina-PR

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  • Paulo Henrique S. Cesar São Paulo - SP 22/05/2007 00:00

    Eu assisti à reunião na Assembléia Legislativa de Cuiabá, ontem, sobre o endividamento do agronegócio brasileiro. De objetivo somente a participação do Rui Prado e do senador Jonas Pinheiro. O que a agricultura precisa, efetivamente, é de soluções, a saber:<br />

    de aplicação imediata: publicação da Medida Provisória que cria o FRA, que está na mesa do Presidente da República. Com a contratação, os agricultores poderão restabelecer seus limites de crédito junto aos fornecedores de insumos, encerrando as ações judiciais e tirando seus nomes do Serasa e SPC.<br />

    de médio prazo: renegociação das dívidas dos investimentos e redução de suas taxas de juros.<br />

    de longo prazo: negociação com o Governo e iniciativa privada de investimentos em infra estrutura, absolutamente necessários para que o centro oeste brasileiro possa receber insumos e escoar a safra com custos suportáveis.<br />

    Esse é rumo objetivo para a pauta de reivindicações que será elaborada. Não podemos nos perder em meio a discursos inflamados mas nada objetivos próprios do pessoal do legislativo.<br />

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  • James Villas Boas Ourinhos - SP 21/05/2007 00:00

    Estou assistindo a Palestra, e estou achando otimo. Todos cheios de boas intens&otilde;es, disto eu nao tenho duvida.Mas onde esta a solu&ccedil;&atilde;o???Precisamos de solu&ccedil;&otilde;es de imediato, estamos na uti, nao podemos ficar na sala de espera.A soja vai ser inviabilizada para 2008, e estes agricultores nao tem nem ideia da fria que estar&atilde;o entrando em Novembro de 2007 plantando soja.A divida feita at&eacute; ent&atilde;o, jamais vai ser paga com a soja, isto pode esquecer.. nos estamos precisando &eacute; de sairmos da divida, pois n&atilde;o consiguiremos mais pagar, Tenh&atilde;o certeza disto, basta fazer um anilise dos ultimos 3 anos<br /> <br /> obrigado

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  • Adalberto Alves Xavier Guarapuava - PR 21/05/2007 00:00

    Aos meus amigos do Noticias Agr&iacute;colas, Jo&atilde;o Batista e o Daniel Olivi, que estiveram juntos em duas palestra ministradas por eles aqui em nosso munic&iacute;pio, em Guarapuava-PR e jantamos juntos e rimos discutimos os mais diversos assuntos no que interessa ao setor agr&iacute;cola e pecu&aacute;rio do PR e do Brasil falamos do mercado futuro e do mercado f&iacute;sico referente &agrave;s commodities, principalmente referente ao cambio que afeta diretamente aos sojicultores e milhocultores do pais, fico muito grato Jo&atilde;o Batista e o Daniel por saber que voc&ecirc;s est&atilde;o muito empenhado em ajudar a todos os produtores rurais do Brasil por isto pe&ccedil;o em nome da BetoAgro aqui de Guarapuava -PR para formarmos um grande elo, uma corrente de amigos do setor produtivo do agroneg&oacute;cio, <br />PARA TERMOS MAIS NOT&Iacute;CIAS DO MERCADO.

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  • Renato Ferreira Dourados - MS 21/05/2007 00:00

    &Eacute; triste. Vejo a cada dia, os p&aacute;tios de revenda de insumos, bancos, se encherem de equipamentos dos agricultores. O com&eacute;rcio da cidade cada vez mais de arrasto, lojas fechando, portas com placas de aluga, desemprego na cidade e no campo. <br />Isso muito me entristece; venho de fam&iacute;lia de produtores rurais, e tenho medo der ser extinto isso tudo, por tentar progredir, gerando divisas para esse pa&iacute;s grande e rico, apodrecido de maus governantes corruptos. <br />O que mais &eacute; interessante &eacute; a insensibilidade por parte das autoridades.

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  • Basilio Amatti Palmital - SP 21/05/2007 00:00

    Basilio Amatti, agricultor e Presidente do Sindicato Rural de Palmital, lamento da situa&ccedil;&atilde;o em que o produtor do Vale do Paranapanema, mesmo que a Safra ter sido razo&aacute;vel, os altos custos e o c&acirc;mbio e a falta de Pol&iacute;ticas do setor, deixa o produtor endividado e sem perspectivas, pois o governo insiste a &quot;tapar o sol com a peneira&quot;. <br />Enquanto os produtores trabalham e n&atilde;o consegue pagar os Bancos. <br />At&eacute; quando vai durar esse sofrimento?

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