Fala Produtor

  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 18/02/2019 06:57

    Pessoal, o Estadão comete um erro crasso ao afirmar que Steve Bannon tem um projeto nacionalista antiglobalização, é mentira. Ele tem um projeto nacionalista anti globalismo que é uma coisa bem diferente. Para quem não sabe globalização é livre comércio entre as nações, globalismo é um projeto onde entidades e instituições internacionais interferem nos diferentes países impondo pautas culturais unificadas... o globalismo quer estabelecer um governo mundial através de organismos como a ONU, FAO, ONGs...

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    • Luiza Shoes pouso alegre - MG

      Eu não entendo como a mídia ainda consegue manipular tanto a sociedade, jogando-a (ou tentando) contra Bolsonaro... eles trocam uma polêmica por outra e não há solução de nenhuma... O caso da Vale, por exemplo, culparam tanto a empresa mas não falaram dos orgãos públicos que são responsáveis pela fiscalização das atividades de qualquer empresa e segurança da população ... Onde ficma a sustentabilidade neste país? depois do caso da Vale começaram a nova novela do Bebiano, depois ministro do turismo e por ai vai. Mas final mesmo nada tem....

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  • carlo meloni sao paulo - SP 17/02/2019 20:51

    Srs Paulo Roberto Renzi e Elcio Sakai peço-lhes ajuda nessa duvida ::::: Vendi eucalipto cuja renda e' resultado de 7 anos----Na declaraçao do imposto de renda sou obrigado a declarar tudo no exercicio da venda ou posso distribuir a renda ao longo de 7 anos??

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Carlo, agora você me apertou sem abraçar ... ... Seria mais correto, você perguntar ao "guarda-livros", essa pergunta é para quem é do ramo...

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    • Gilberto Rossetto Brianorte - MT

      Tenho quase certeza, apesar de não ser um expert da área, que vai ter que declarar tudo no ano da venda. Faz dias que não ouvia o termo "guarda livros", Sr. Paulo sempre com boas lembranças.

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    • elcio sakai vianópolis - GO

      Te aconselho a procurar um contador, mas provavelmente vc vai ter que declarar toda a receita agora, já que as despesas vc declarou no passado.

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      Obrigado GILBERTO pela sua boa vontade de ajudar---

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    • geraldo gentile Ibaiti - PR

      Olá sr. Carlo. Só vi agora o teu post. Você tem que declarar tudo no exercício da venda. O aumento do coeficiente de aproveitamento de madeira não pode ser distribuído ao longo da curva do seu crescimento pois existiu um aumento patrimonial e não uma "renda" que só se concretizou com a venda das árvores. Se vc quiser (e precisar) posso te informar melhor sobre as mil e uma maneiras de pagar menos impostos. kkkkk

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  • ANTONIO REINALDO SCHNEID Maracaju - MS 16/02/2019 20:28

    Precisamos repensar a questão (muito bem posta nos comentários) dos juros agrícolas e dos ditos subsídios dados ao setor agrícola, pontuando questões reais que são desconsideradas nessas análises..., para tal, temos de nos perguntar qual é a taxa efetiva postada pelo Banco Central para a taxa Selic, girando nos 6,5%, enquanto os juros do crédito rural está entre 6,5 e 8,75% nos recursos oficiais..., pergunto: onde está o tal subsídio tão difamado e nos responsabilizado??????

    Esquecem de dizer que o afamado subsídio fica com o sistema financeiro, que, além disso, ainda usa o sistema de seguros, captações e venda de produtos vinculados, para engordar os resultados milionários dos seus balanços, tudo com a conivência do Banco Central.

    Temos que ter coragem para ver com clareza e parar com fisiologismos da mídia mal informada e do interesse do sistema financeiro.

    Se for para racionalizar os juros no setor, temos que barrar os ganhos gananciosos dos bancos, inclusive o do setor financeiro público.

    O dinheiro existe, a demanda também, precisamos racionalizar o que é recurso público para o setor e o real custo desse recurso para o setor produtivo. A produção de alimentos é uma questão de segurança nacional e a falta desse entendimento é um tiro no pé..., mesmo o liberalismo econômico sabe disso e, com certeza, o ministro Paulo Quedes tem que saber ajustar essas questões, ao risco de ver desmoronar toda a estabilidade econômica que o agronegócio representa a economia.

    A ministra Tereza Cristina tem um papel fundamental em balançar esses interesses e necessidades do setor, para não vermos o cáos logo à frente.

    Deus queira que a lucidez ilumine a cabeça dos nossos representantes, pois ao comando do sistema financeiro logo, logo, estaremos visualizando o mesmo erro dos governos anteriores, que transferiram fortunas do povo brasileiro aos bancos. Pensar nisso é uma alerta concreta.

    Estarmos alerta é nossa responsabilidade.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Antonio, lembro-me da minha infância, cujo universo era uma pequena cidade do interior do Norte do Paraná, onde a meu contato com a cidade era a ida ao colégio e, na época do pagamento, meus pais me levavam junto às compras. Compras essas, metros de fazendas para o feitio dos calções e camisas para a prole e, a compra de um par de "comiquete", aqueles calçados de solado de corda e o corpo de lona. ... Era um par por mês. Nos primeiros dias, o pano protegia os pés e, após várias topadas o pano rasgava e o dedão era o "parachoque". ... ... Mas, voltemos aos bancos. ... Lembro-me que na minha cidade tinha umas 8 agências de bancos diferentes, com um detalhe, os prédios que abrigavam essas agências, eram em sua maioria mais humildes do que as lojas do comércio. ... ... Hoje, ema qualquer lugar, você vê a diferença entre uma construção para abrigar uma agência bancária e, a maioria das construções que abrigam as lojas do comércio. ... ... Além do resultado do balanço no final do ano .... Há um grande oceano separando esses mundos ...

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    • José Roberto de Menezes Londrina - PR

      Prezados.... Parabéns pelos comentários sobre subsídios agrícolas.... No Brasil, os subsídios da Agricultura são "jabuticabas brasileiras" maquiadas com adjetivos de políticos, onde a arte de enganar o povo é o cardápio principal. As inverdades e cobranças indevidas iniciaram no governo Sarney, com aumentos mensais dos empréstimos, superiores a 80%. As discrepâncias se intensificaram com o pacote de maldades do governo Collor, sequestro das poupanças, congelamento de preços dos produtos agrícolas e correção mensal dos empréstimos agrícolas em mais de 84%. Uma imensa indústria de inadimplência e a maior destruição e criminalização mundial de lideranças agrícolas do planeta terra. Infelizmente, em pouco tempo o pragmatismo da agricultura brasileira do período Delfin Neto foi destruído, pelos princípios de eficiência e honestidade das famigeradas administrações PSDB-PT, temperadas com a honestidade PCC do PMDB. Durante décadas, Mensalão, Lava Jato, Petrolão, etc... contaminaram de forma generalizada e sistêmica a administração publica brasileira.

      Como tudo que esta ruim pode ficar pior. As principais lideranças agrícolas da época foram direcionadas para o corredor da morte, no catastrófico governo FHC. Os empréstimos agrícolas "subsidiados" foram majorados em mais de 1000 vezes durante os governos Collor e utilizados para o enriquecimento ilícito do sistema bancários brasileiros, no governo FHC. As calculadoras dos Bancos de desenvolvimento, liderados pelo Banco do Brasil proporcionaram a "BRUMADINHO" da agricultura brasileira do governo FHC. Onde as inadimplências dos financiamentos agrícolas geradas pelas ilicitudes dos governos Sarney e Collor foram indevidamente transformadas em impostos pelo governo FHC. A conta mentirosa que os bancos, com aval do governo tentam mostrar à sociedade é muito simples. O agricultor que acreditou no "Plante que João garante" e comprou um pivô central financiado pelos bancos de desenvolvimento pagou mais de 3 vezes o valor do financiamento durante o governo Sarney. Após décadas trabalho e ter gerado ao governo, 20 vezes mais impostos, que o valor do financiamento. Este agricultor é um inadimplente, sem crédito e com uma divida ativa fabricada pelo governo, que se equivalente a 5 pivôs centrais. Isto se os valores forem calculados pelo do Banco do Nordeste, todavia, se calculados pelos critérios do Banco Brasil os valores ultrapassam a 50 pivôs centrais, com todas as melhorias tecnológicas atualizadas.

      Por esta triste realidade praticada pelos governos Mensalões volto a afirmar. No Brasil subsidio agrícola é pesadelo para o agricultor e fonte de renda e propaganda enganosa para os governos e instituições financeiras.

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      Ha decadas os bancos retiram do bolo uma fatia exagerada do trabalho do povo,,,, atraves de juros escorchantes ------Este cartel e' um cancer.

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  • elcio sakai vianópolis - GO 16/02/2019 18:22

    Interessante o artigo, todas consultorias analisam o peso da safra com um atraso de 30 dias..., relatório no inicio de fevereiro em tese é a realidade do que aconteceu no inicio de janeiro..., porém para aumento de produção, ou mesmo diminuição das perdas geradas pelo clima, leva-se em consideração o momento atual.... Temos "dois pesos e duas medidas".

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  • Edacir Dalpiaz Barracão - PR 16/02/2019 09:10

    Parabens ao Marcos S. Jank. Concordo em genero, numero e grau. Precisamos nos desmamar dos subsidios, criar nossa independencia dos nossos politicos, que nessa hora gostam de fazer demagogia e populismo.

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 16/02/2019 05:23

    Até o momento, há duas figuras de peso no atual governo. São os ministros Paulo Guedes e Sérgio Moro. Com relação ao segundo, em pouco tempo já apresentou um projeto de lei anticrime.

    Sérgio Moro, sofre pressões de toda ordem de corporações poderosas. Entre elas, OAB, STF e, Ministério Público são protagonistas de primeira grandeza.

    Veja o texto do blog do José Tomaz: ... "É sintomática a reação da OAB à Lava Jato.

    Os grandes escritórios de advocacia, representados pela OAB, devem imaginar que o cidadão brasileiro é trouxa.

    Milhões trabalham duro e pagam impostos para sustentar uma máquina corrupta.

    Alguém duvida que a OAB quer mantê-la intacta? Corrupta e impune.

    O descaramento do presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, ao declarar que a "Lava Jato não pode ser um livro interminável; e que há um clima de insegurança", remete à defesa intocável da atuação dos batalhões de advogados que operam francamente a soldo dos mais notórios ladrões do dinheiro do povo.

    Por que será que a OAB não discute a origem da grana que sustenta o exército de advogados a serviço de Luiz Inácio Lula da Silva e de outros celerados?

    Se Lula admite que é um pé rapado, que a finada Marisa ganhava mais do que ele, o dinheiro que paga os 'defensores', em todas as esferas, só pode ter uma origem:

    - Roubo!!!

    Em tempo: Felipe Santa Cruz é petista. Portanto, integrante da organização criminosa do Lula".

    Gostaria de reforçar o argumento citado acima. Será que o Ministro Sérgio Moro não pode colocar nesse projeto Anticrime, o que acontece nos EUA. O advogado que vai defender seu cliente, na hora da assinatura do contrato, o dinheiro usado para o pagamento dos honorários deve ser de origem licita. Se o "doutor" não exigir essa condição na hora da assinatura e, depois for constatado que o "doutor" recebeu dinheiro de origem ilícita, ele, o "doutor" torna-se cumplice do réu no processo e, vai sofrer o peso da lei como um meliante.

    Está passando da hora, do país peneirar esse poder do judiciário. Fortunas são transferidas de mão em mão e, o povo vê a "justiça" sempre no horizonte. Quando caminha dois passos em sua direção, tentando se aproximar, "ela" afasta-se os dois passos.

    ...."E VAMOS EM FRENTE" ! ! !....

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  • vander cesar bueno curitiba - PR 15/02/2019 17:24

    Quero levantar uma questão muito séria que é a questão das águas..., as minas boas que jorravam cano de uma polegada de água já secaram quase todas, no nosso bairro na cidade Ibaiti... uns dizem que é devido às muitas plantação de eucalipto..., eu acho impossível o pinhão do eucalipto só tem no máximo dois metro de profundidade pra buscar água..., eu acho que as autoridades deveriam olhar com mais afinco a questão dos poços artesianos que buscam água lá no lençol freático, muitas das vezes mais de cem metros de profundidade, esvaziando o lençol e tirando a pressão profunda das águas que jorravam com força na cabeceira de serra !

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Vander, o solo é uma "coisa" bem complicada... Com relação à sua capacidade de reter e fornecer água, há um ponto crucial. Esse solo tem uma atividade microbiológica saudável? O que isso quer dizer: ele tem um teor de Matéria Orgânica (M.O.) correto para o tipo de solo e o clima da região. Em regiões de clima mais frio o teor de M.O., dependendo do tipo de solo, tem tendencia de apresentar teores mais altos. Assim, a atividade microbiana é mais lenta, conservando os teores mais elevados. Só para você ter uma ideia, a M.O. tem a capacidade reter água na razão de três vezes o seu volume, ou seja, 1 cm³ de M.O. retem 3 cm³ de água. Mas não é só isso. Esse solo deve ter uma vida saudável. ... Quanto aos poços profundos, no caso de alta capacidade de extração de água e o solo, por problemas citados anteriormente, não possuindo a capacidade de retenção, lógico que esse lençol freático irá descer e o fornecimento de água irá diminuir. ... ... Enfim, é uma coisa complexa, mas se houver um trabalho consciente na bacia hidrográfica, com certeza voltará à normalidade. Pois a natureza é pródiga e ela está aí há centenas de milhões de anos com esse ciclo, e os seres vegetais e animais se adaptaram dentro desse ciclo para viver.

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 15/02/2019 17:07

    Esse meu comentário é só para aqueles, que após a sua leitura, possam refletir...

    Quando o Lula começou a ser venerado, um pouco antes de ganhar a eleição em 2002, qual foi a estratégia usada?

    Os marqueteiros criaram um "mito". Um retirante da seca do Nordeste, venceu a fome e a miséria, virou metalúrgico tornando-se um líder da categoria, enfrentando as elites capitalistas, defendendo os trabalhadores.

    Hoje, infelizmente, muitos têm a convicção de que foram enganados. Digo infelizmente, pois todo o ônus sempre é da classe produtiva, que felizmente é a maioria. Senão, estaríamos todos servindo de pasto para os seres que degradam materiais orgânicos. Como ocorreram em vários países, onde "loucos" de toda natureza tornaram-se únicos.

    O povo tem o costume de esperar que um, eleito presidente, conserte o país. Vivemos à busca de um herói há séculos. Sim, porque a primeira República foi proclamada em 15 de Novembro de 1889. Então de lá para os dias atuais já se passou mais de um século.

    Quanto ao atual presidente, muitos já gritaram "mito". Devemos ter o cuidado de não o transforma-lo nisso, pois o passado já nos mostrou que não é esse o caminho. Nem de longe estou desejando um tempo reprisado do petismo, que vivenciamos nos últimos anos. Primeiro porque acredito nessa administração e o brilho e o caráter dessas pessoas são bem diferentes, comparando com aqueles que ocuparam os cargos anteriormente.

    Vamos com nossas pequenas luzes impedir que a "escuridão" que tenta de todas as formas tirar o brilho dos novos governantes., tentando criar na opinião pública que são iguais aos companheiros que foram desmascarados e, a "companherada" que está solta aplica sua força para arrastá-los na vala comum.

    Ah! Como é bom ter esperanças ... ...

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  • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 15/02/2019 16:59

    Gostaria de parabenizar a Aprosoja por divulga sua estimativa de safra , fazendo contraponto a estes amadores e inescrupulosos que não se cansam de inventar supersafras. Continuem a nos representar.

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  • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA 15/02/2019 15:16

    Entendo que começaram a preparar terreno para fechar acordo com os EUA.

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  • elcio sakai vianópolis - GO 15/02/2019 11:48

    Nossa parabéns aos produtores de Unai-MG, quebra de 15 a 18% e colhendo de 55 a 60 sc/há, soja precoce abaixo de 105 dias, com antecipação de ciclo, com dois veranicos (Dezembro e Janeiro), me falem qual é esta variedade de soja, pois acho que irei plantar 100% das minhas áreas com estas variedades. Essa soja que plantaram aguenta solos com cascalho e solos arenosos?

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    • nilo otavio baqueta Mamborê - PR

      Veranico de 20 dias em dezembro e 27 dias em janeiro e está produzindo 60 a 55 sacos por hectare??, eu devo estar no ramo de atividade errado... só pode!

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    • Adalberto José Munhoz Campo Mourão - PR

      Boa tarde também acho interessante que nenhum órgão da imprensa inclusive o NA esteve aqui na nossa região pra ver a realidade da safra vários bairros colhendo 20 a 25 sacas por hectare inclusive na Canarana 25 dias sem chuva choveu agora.

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    • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA

      Depois desta safra, eu , que estou plantando próximo ao semiárido nordestino, estou pensando que soja e mandacarú são da mesma família. (?!)... Tenho soja plantada em S. Domingos do Azeitão, no Maranhão, que pegou 70 mm de chuvas nos últimos 60 dias . Estava desanimado, porém com relatos recentes de veranicos idênticos e colheitas muito boas, volto a ter esperanças.

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  • Eduardo Lima Buqueroni Mimoso Do Sul - ES 15/02/2019 09:31

    Só que o café que já se perdeu com quase quarenta dias de sol não tem chuva que recupere.

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 15/02/2019 07:25

    Pessoal, eu não vou dizer a ninguém o que fazer, minha intenção é expor idéias e uma das idéias que defendo, e que não é minha por que faz parte da realidade politica é a de que, para que tenha efeito é preciso uma militancia organizada em torno de uma pauta unificada. Quero dizer com isso que os produtores precisam se organizar, se reunir e discutir os assuntos até encontrar um termo comum, que toda militancia irá defender, sem militancia organizada não há como pautar os trabalhos legislativos e de interesse dos produtores. E é essencial também o ativismo politico, ativistas que irão acompanhar o trabalho dos politicos e levar as pautas para implantação, com apoio da militancia. Esse é o meio de ação eficaz e transformador que pode fazer com que os produtores tenham voz e tenham também atendidas as reivindicações para melhorar o ambiente economico em que vivemos.

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 15/02/2019 06:30

    Pessoal, desde ontem estou para responder ao comentário do amigo Valdir Fries, aproveitando para agradecer o apoio e dizer que ele é muito mais merecedor de apoio que eu. Além de ser produtor modelo, desses produtores que admiro e que orgulham a classe, que devem ser elogiados e imitados, o Valdir Fries trabalha com afinco em seu blog, trabalho intelectual que não seria possivel se ele não fosse extremamente organizado, e digo isso não por que o conheça pessoalmente, mas por saber por experiencia a importancia da organização, e eu sou um sujeito extremamente desorganizado. Algumas pessoas chegam a dizer que escrevo sobre assuntos demais, mas não é isso, a verdade é que meus interesses são amplos, e muitas vezes não consigo organizar as idéias devido a quantidade. Mas voltando ao amigo Valdir Fries, ele faz também um trabalho de ativismo politico, que é dificilimo, que não pode ser feito sem sacrificios pessoais, são pessoas da mais alta estirpe. Então reproduzo aqui um pedaço de seu comentário..."informo aos amigos que foi realizada ontem, dia 13, uma reunião das lideranças do AGRO com os parlamentares que se dispõe a colaborar com a pauta em benefício do dos produtores rurais... Os entraves burocráticos e a questão da insegurança jurídica provocada pelo judiciário e excesso de normativas editadas e publicadas de forma autoritária por determinados dirigentes de Instituições de segundo e terceiro escalão fo um dos temas... Portanto, a normativa do SENAR é só mais uma entre centenas". Primeiro, existe uma pauta que está sendo discutida na camara, e essa pauta é abrangente no sentido de que ali estão contidas várias reivindicações, e propostas de solução de graves problemas relacionados ao setor agropecuário, mais especificamente os problemas relativos aos produtores rurais. Aproveito também para fazer coro ao amigo João Batista Olivi e peço aos comentaristas que evitem usar termos ofensivos, pejorativos, não há necessidade disso, a não ser quando falamos de pessoas que ocupam cargos públicos, o nome já diz pessoa pública, essa deve estar sujeita ao escrutinio pessoal, mas a pessoa privada não. Então muita gente escreve comentários até interessantes, inteligentes, mas no fim coloca lá uma afirmação em que diz que quem não concorda com ele é vesgo, por exemplo. Não dá isso não leva a nada. Então o melhor é discutirmos de acordo com aquilo que os ativistas fazem de fato, vamos discutir fatos concretos, vamos falar sobre aquilo que temos meios de fazer. Um dos meios é apoio total a ativistas como o Valdir Fries.

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 15/02/2019 06:07

    Muito boa entrevista com o Antonio da Luz, mas eu gostaria de falar algumas coisas. No Brasil se diz que os juros são subsidiados nos financiamentos agropecuários, mas há uma incongruencia lógica nisso devido aos altos impostos cobrados pelos governos em cima da produção. Então dessa forma entra um governo e resolve financiar a atividade leiteira, pensando evidentemente nos impostos que serão recolhidos, e ocorre que muitos produtores embalados por discursos entraram na atividade, que infelizmente são inviáveis economicamente. Então o sujeito financia uma infraestrutura impagável e depois reclama da sociedade dizendo que está sendo feito de escravo. Isso é a coisa mais comum, só não ve quem não quer. Eu poderia me estender aqui e contar de como perdi duas ilusões que tive na juventude por força da ação governamental, em um caso impedindo e em outro estimulando. Mas vou falar dos tais subsidios de juros que acontecem da seguinte maneira, e acho necessário primeiro falar que um produtor eficiente consegue no MT ter um custo, sem arrendamento, de 30 sacas por ha, e colhendo 60 teoricamente sobrariam 30. 100% de lucro do capital investido. Mas o custo das fazendas não é só esse, existem as manutenções, as moradias dos patrões e funcionários, construção e manutenção de estradas, e o mais caro de tudo, a aquisição de máquinas e equipamentos, e é aqui que a porca torce o rabo. O produtor rural nem sabe direito quanto paga de impostos sobre máquinas, equipamentos e infraestrutura, sabe apenas que são impostos altissimos, e dessa forma o governo direciona crédito com as tais taxas de juros subsidiados. Em 10 anos o produtor rural fica pagando juros sobre os impostos pagos ao governo. Tem picaretagem maior que essa? Fico feliz que voce esteja trabalhando junto com a CNA Antonio e valorizo teu esforço em tentar pelo menos "discutir" temas importantes como os subsidios, pela tua fala já se percebe as imensas dificuldades que existem apenas para se discutir assuntos importantes nessas entidades que se dizem representativas dos produtores, mas que infelizmente são um antro de nulidades.

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    • elcio sakai vianópolis - GO

      Rodrigo, o meu custo com adubo, semente, defensivos e óleo diesel, gira em torno de 28 a 33 sacas, esse valor varia de acordo com o fechamento da média do valor da soja. Acho que no centro oeste do brasil deve girar nesse valor. Os outros custos de produção fora arrendamento gira em torno de R$ 450,00 a R$ 800,00 ( 07 a 12 sacas de soja por há), o arrendamento de 10 sacas até 15 sacas de soja. Como pode ver é muito variável o custo no Centro Oeste, mas no geral, nesta safra enfrentamos um custo de 45 a 55 sacas de soja por há. Lógico que alguns produtores conseguem ter um custo menor que esses, porém há outros que também conseguem ter um custo maior que os 55 sacos, muitas das vezes, esse que tem um custo maior, só vai perceber esse custo, quando a conta da atual safra não fechar.

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      Sr ELCIO, esse seu comentario e' de extremo interesse a todos os produtores que participam do NA-----OBRIGADO----meus custos foram de 41 sacas porque botei muito calcario e gesso tambem--- consegui 78,5 sacas---

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Elcio, segundo seu relato, esses custos referem-se ao Custo Operacional... ... Você tem ideia de quanto é seu Custo Fixo? Somando esses dois você pode chegar ao seu Custo Total ... ... Desculpe-me, mas não sou bom em contas, mas as minhas no final sempre me deixavam nem muito alegre e, nem muito triste. ... Ou seja, o amor pela atividade era o "maior" peso para continuar ... ...

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    • elcio sakai vianópolis - GO

      Tenho sim sr. Paulo Roberto. O interessante que nos últimos 3 anos o custo de manutenção de máquinas e implementos está ficando mais caro do que a renovação da frota. Muitos profissionais (mecânicos, bombistas, eletricistas, etc.) que atendem o campo, valorizaram os seus serviços, o que é justo, porém está ficando cada dia mais difícil de arcar, as lojas de peças praticamente duplicou o valor nos últimos 4 anos, a culpa desse aumento do valor das peças, os donos das firmas, coloca a culpa no ICMS.

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    • elcio sakai vianópolis - GO

      Sr Carlo Meloni, o seu custo provavelmente é menor devido ter um incremento de uns 7% no valor da soja, além de precisar menos adubo pra produzir uma tonelada de soja. Aqui no Centro Oeste as terras geralmente são mais fracas, por isso usamos maiores quantidades de NPK. Aqui tem até um velho ditado, no plantio se for pra jogar menos, erre na quantidade de semente, jamais na quantidade de adubo.

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      Sr Elcio, na verdade parece barato porque nao inclui as 15 sacas do arrendamento, por ser proprietario da terra. Nao sei se esse conceito esta' certo porque mistura o retorno---Diante do exposto sobressai mais um ponto de vista ------Fica mais dificil trilhar o caminho da produtividade para os arrendatarios---

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    • elcio sakai vianópolis - GO

      Sr. Carlos o calcário e o gesso, vc tem que diluir na duração dos anos, até uma nova aplicação..., como você é proprietário, o seu custo de renovação de frota deve ser bem maior. Vale lembrar também que muitos produtores não contabilizam os juros embutidos nas parcelas dos maquinários e do custeio, como custos variáveis.

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      Na verdade, tenho muito que aprender sobre custos----

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Carlo, tenho certeza que o Sr. tem consciência deles, pode ter alguma dificuldade em defini-los como custo fixo ou varável, ou diretos ou indiretos. Mas, você sabe muito bem que eles existem. ... ... Um exemplo de custo fixo seria sobre o capital. No caso existe os bens imóveis e móveis. Os imóveis seria, por exemplo, a propriedade. Quanto ela vale? Se você vende-la e, aplicar o dinheiro numa das aplicações que paga o menor valor, a caderneta de poupança, que seria uma remuneração de 6% a.a. ... ... Esse valor você tem que colocar lá no custo fixo, pois a sua atividade (deveria, pelo menos) te remunerar o minimo que o seu capital te remuneraria, no caso, sendo um rentista. ... Enfim, são "n" fatores. Outro caso, se existem benfeitorias na propriedade, existe a depreciação delas. Uma casa de alvenaria, ao longo de 30 anos, qual seria o seu valor depreciado? Tudo isso tem uma maneira de calcular. ... ... ... Acho interessante, já que o assunto está em voga, que o N.A. fizesse algumas entrevistas para ajudar elucidar os produtores sobre o assunto. ... Está aí uma dica ....

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Ah! Na época que eu me debruçava sobre as planilhas, ao longo do tempo, tracei uma aproximação para o cálculo de custo de maquinas agrícolas. Não sei se hoje é possível pois, o valor do maquinário com suas tecnologias embarcadas foram nas alturas. Mas, voltando à aproximação, se a sua máquina consome 15 litros de óleo diesel/ hora. Você multiplica pelo valor do diesel, por exemplo R$ 4,00/litro, resulta em R$ 60,00. Aí você divide por 0,40 (60/0,40 = R$ 150,00) . Normalmente no Custo Variável o óleo diesel corresponde a 40% do total, logo se você dividir por 0,40 você chega no valor. No caso do plantio, por exemplo, o custo da plantadeira deve ser acrescido. Pega-se o valor dela (nova) e divide por 10.000, seria o número de horas de sua vida útil. Esse valor deve ser somado ao do trator que está trabalhando. ... ... E, assim por diante... Já existem planilhas que dão os números de horas úteis de cada implemento e máquina.. ...

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      Sr Paulo, entendi -----CUSTO FIXO 6% do valor da terra( com Reserva Legal ou sem)+ITR +Energia eletrica+Depreciaçao das instalaçoes+Depreciaçao individual de cada maquinario e semovente +parcela anual do calcareo+consevaçao de estradas e caixas secas----CUSTOS VARIAVEIS::::Adubos+sementes+combustivel+mao de obra+conserto de maquinas+irrigaçao(se houver)+defensivos======Dois livros caixas um exclusivo para imposto de renda com custos fixos la' em cima

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