Fala Produtor
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carlo meloni sao paulo - SP 21/02/2019 22:01
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Tiago Gomes
Goiânia - GO
Prezado Carlo, não sei se são verdadeiras essas suas palavras, ou se é apenas ironia aquele vídeo que visualizou Brasil afora de um produtor da região próximo a Brasília que desce a lenha no funcionário da concessionária da referida empresa. Interessante que depois desse vídeo, pipocaram outros Brasil afora detonando a marca John Deere, ontem recebi mais seis. Não sei se de fato os produtos da marca e sua assistência estão ruins assim, mas isso mostra que essa comunicação moderna via redes sociais traz uma nova dinâmica para reputações de empresas, como se diz quando a coisa se viraliza e espalha o estrago pode ser grande ainda que talvez possa ser criada uma falsa impressão do que realmente o produto é.
Novos tempos...
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carlo meloni
sao paulo - SP
Tiago recebi a mensagem e fica dificil de pensar que se trata de trote---Filmou a pick-up da assistencia tecnica filmou a placa----A pessoa reclamante mostrou um pulverizador importado que nunca deu problemas, em compensaçao a semeadeira de fabricaçao nacional simplesmente nao conseguia funcionar-----Tambem o meu vizinho teve o GPS quebrado e a Jonh Deere pediu R$ 35 000 para o conserto-----O meu comentario tambem foi feito no sentido de um colega que reclamou e fez um comparativo em sacos de soja entre colhetadeira de 20 anos atras e a de hoje---Entao quero dizer o seguinte ::::caro colega quando te ofereceram a maquina cheia de badulaques de informatica, voces analisaram se esse sobrepreço realmente daria lucro---Quanto mais complicada mais chances de apresentar problema---E ter um problema deste bem no meio da janela da safrinha alem da enorme despeza de conserto ------VALE A PENA ANALISAR MELHOR ESSE ASSUNTO
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EDMILSON JOSE ZABOTT
PALOTINA - PR
Sr. Tiago , com relação os vídeos destes equipamentos , os produtores de estão sendo convencidos pelas mídias das grandes indústrias de que quanto maior e mais tecnologia os equipamentos menor será seu tempo na lavoura e por aí vai... .
Até concordo , mas estas indústrias esquecem que as revendas , seus técnicos, seus vendedores não estão preparados para tamanha evolução tecnológica , fazendo a entrega técnica ser um evento de festa e não de informações para o produtor . Não estão preparando as equipes de campo para dar o devido suporte técnico , por que ? Gera muito custo , e esquecem o grande fator de uma venda: O Pós venda e a satisfação ou não do consumidor. Outra pegadinha , é vender um equipamento que muitas vezes não atende as verdadeiras necessidades do consumidor . Aí quando acontece oque vem sendo divulgado vira um inferno na Marca .
Que sirva de exemplo para os comerciantes que acabou o tempo de Vender e esquecer o Cliente . As redes sociais , podem Levantar uma Marca como podem Arrebentar com uma marca ....
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EDMILSON JOSE ZABOTT
PALOTINA - PR
Com relação as postagens nas mídias sobre problemas de funcionamento de equipamentos sabemos que é possível ocorrer, mesmo
sendo novo... Mas é preciso alertar que as grandes indústrias estão lançando muitas tecnologias que as concessionárias não estão preparadas para atender à tamanha quantidade de tecnologia . Outra coisa são os tamanhos muitos acima das necessidades ou condições de uso nas propriedades, principalmente por estarem longe das grandes cidades para a assistência... É muita mídia para pouca assistência e conhecimento técnico...
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Adalberto José Munhoz
Campo Mourão - PR
Com relação a assistência técnica tenho um trator ano 2011 qdo estava na garantia deu um vazamento hoje é 2019 até hoje não vieram tirar o vazamento tive que pagar mecânico particular!
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Tiago Gomes
Goiânia - GO
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carlo meloni sao paulo - SP 21/02/2019 16:36
Eu acho que a retirada do desconto na energia eletrica rural nao pode ser visto como um simples numero----Alem de tudo, quando visto no conjunto da problematica total, nao representa um valor expressivo----E' preciso lembrar que estamos falando especificamente dos quatro milhoes de usuarios pobres que moram no campo, e que este item pesa muito no gasto do refrigerador de leite imposto pelo proprio ministerio da agricultura----Produtor de leite e' um individuo super sacrificado para sustentar as benesses da populaçao urbana, recebendo migalhas pelo seu produto---
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carlo meloni
sao paulo - SP
Tem igrejas, parque de diversoes, construtoras etc todas aproveitando o desconto rural de forma fraudulenta -----As agencias fiscalizadoras inventadas por FHC nao fiscalizam nada.
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carlo meloni
sao paulo - SP
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Carlos Rodrigues 21/02/2019 12:21
No Brasil o que importa é produzir cada vez mais ...
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Cácio Ribeiro de Paula Bela Vista de Goiás - GO 20/02/2019 21:36
Rodrigo Polo, avaliar dados de CURTO PRAZO, conforme você mencionou, pode induzir a conclusões equivocadas, especialmente no que se refere a comportamento de PREÇOS (efeito SAZONALIDADE, por exemplo). Permita-me sugerir, para o caso do LEITE, levar em conta os ÚLTIMOS DEZ ANOS, aliando aos PREÇOS informações de CUSTOS, ambos em uma base comum de referência (deflacionados). Seguramente chegará a conclusões bem diferentes.
Saudações..
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Rodrigo Polo Pires
Balneário Camboriú - SC
Cacio Ribeiro, se voce ler meu comentário verá que não fiz avaliação nenhuma dos dados, o que fiz foi apenas citação, tampouco cheguei à alguma conclusão por análise desses dados. E minha intenção não é analisar a relação custo-preço do leite nos últimos dez anos, se bem que isso não seja algo muito dificil..., ... no sentido de dificuldades intelectuais, minha intenção é debater o que algumas pessoas afirmaram aqui, que o Bolsonaro vai destruir a cadeia produtiva do leite (!!??)... Esses dados para isso servem... Por outro lado, sua sugestão é excelente e acho que os produtores de leite, junto com entidades representativas, deviam pagar por um estudo desses, com conclusões reais e não imaginárias. Tomando o cuidado para que esse estudo não caia em mãos de algum espertalhão que possa usar para promoção pessoal em vez de proveito para os produtores.... Li agora a pouco, na matéria sobre a reforma da previdencia que PSOL, PDT, e outros partidos de esquerda afirmam que "a sociedade vai reagir contra a reforma"..., isso é mentira, a sociedade brasileira não reage a nada se não for conduzida..., o que acontece de fato (e que os politicos escondem) é que grupos organizados politicamente farão pressão, dizendo que representam o povo, que são o povo, mas isso é uma grande mentira.... Então eu venho insistindo que é preciso se organizar politicamente, mas com conhecimento de causa, coisa que não lhe falta, e formar grupos que vão impedir que o estado ou o governo limite ou atrapalhe qualquer atividade economica que seja. Existe também o problema da informação truncada..., afinal a ministra Tereza Cristina confirmou a taxação sobre a importação ou não? Caiu a antidumping e foi aumentada a taxa.... Como falei que achava que ia ser, e isso por que sou vidente? Não, porque estudei a escola de Chicago.... Então o que eu peço é isso, que os produtores estudem, se informem, de maneira que quando um burocrata vier falar besteira, ele saia com o rabo no meio das pernas. E de maneira civilizada, como voce e a maioria dos comentaristas fazem, sem apelar para adjetivos ou desqualificações pessoais... E digo mais, as pessoas que fazem isso, fazem por que querem impedir qualquer tipo de debate sério e que ajude encontrar soluções e os meio de implementa-las.
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Luiz Alfredo Viganó
Marmeleiro - PR
O "comentarista-mor" do "Fala produtor" perde o pelo mas não perde o vício : "no sentido de dificuldades intelectuais"? Sempre desqualificando seus debatedores, jactando-se de sua pretensa superioridade intelectual. Menos soberba e orgulho Rodrigo lhe fariam muito bem...
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Rodrigo Polo Pires
Balneário Camboriú - SC
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elias araujo rocha filho Iporá - GO 20/02/2019 19:45
As análises, orientações e previsões para o Mercado do Boi Gordo da RADAR INVESTIMENTOS são bem mais realistas e honestas que as da SCOT CONSULTORIA. Percebo isso no dia-a-dia, cada vez mais. Estaria a SCOT a serviço dos interesses dos poderosos frigoríficos? Até aqui, concluo que sim! Infelizmente para nós, invernistas de boi gordo!
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 20/02/2019 17:17
Pessoal, eu li muitos comentários culpando o governo pela "quebra" do setor leiteiro. Como tenho certa familiaridade com análise de dados fui olhar os dados relativos ao preço do leite. De fevereiro de 2018 até agosto de 2018 o leite subiu aproximadamente 50%. De setembro de 2018 até dezembro de 2018 caiu aproximadamente 22%, voltando a subir em janeiro mais de 3%. O relatório do Cepea diz que é o melhor preço de janeiro dos últimos anos. Vou utilizar o meu site para colocar a tabela para quem quiser conferir, - https://midiaagricola.wordpress.com/2019/02/20/leite-cepea/ -. O link para ler o boletim do leite do mes de fevereiro está aqui - https://www.cepea.esalq.usp.br/upload/revista/pdf/0517425001550606426.pdf
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carlo meloni
sao paulo - SP
Sr RODRIGO, a cada ano os leiteiros sao submetidos a novas exigencias... Entretanto nunca tiveram uma contrapartida----Entao se o senhor tiver meios para fazer chegar na ministra da agricultura essas duas reveindicaçoes ::::
1)---Os laticinios deveriam ser obrigados a manter um veterinaio para insminaçao artificial dedicada aos produtores que lhe entregam o leite---Essa medida vai melhorar a medio prazo a produtividade brasileira.
2) ---Manter o desconto da energia eletrica tendo em vista o alto gasto dos tanques refrigeradores impostos pelo proprio ministerio-----OBRIGADO. (Por favor leia os comentarios de semana retrasada sobre o assunto----).
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Tiago Byczkowski
Teixeira Soares - PR
Coloca na sua estatística aqueles dez dias que os produtores jogaram fora sua produção devido a greve dos caminhoneiros, aí vc vai ver o que foi ficar com prejuízo enorme naquele mês.
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Rodrigo Polo Pires
Balneário Camboriú - SC
Tiago, esses dados não são meus. E a bem da verdade coloquei isso aqui para que no futuro haja uma base para avaliar os reais efeitos das medidas "liberais" demonizadas por alguns leitores.... Sr. Cácio, eu olhei os preços desde 2004, e constatei lá que de 2004 até 2011 o preço do leite variou de 0,40 até 0.70. Depois vi rapidamente que o topo desse periodo até agora foi de 1,70 no estado de pernambuco se não me engano. Eu agradeço a sugestão, no site do Cepea tem alguns custos de produção e a série de preços para comparação, mas infelizmente não consigo fazer essa comparação, esse estudo, por que isso também demanda tempo. Para ter uma idéia, somente para poder escrever aquele simples comentário, seguramente levei mais de 1 hora, devido á transferencia das tabelas que são em arquivos xlx e não possuem link. Então um estudo aprofundado desses levaria muito tempo e ainda haveria o problema da metodologia, pois não sei qual o grau de confiabilidade dos relatórios de custos do Cepea, que são regionalizados. O Cepea utiliza médias ponderadas, mais representativas do curto prazo do que do longo. Então veja voce que o problema não sou eu, o problema são as pessoas que vivem dos impostos e taxações sobre o leite, tem os recursos, tem os meios e não fazem.... Quanto à queda dos impostos Sr. Meloni, não é o Bolsonaro e nem o Paulo Guedes que não querem baixar, quem não quer baixar impostos é o funcionalismo público. Mandaram ontem para mim uma lista com os valores da aposentadoria dos funcionários públicos auditores fiscais do RS, todas acima de 50000 por mes. Então acho incrivel que o setor produtivo rural não consiga entender que o problema são os altos custos de produção devido aos impostos. Então quem quebra o setor produtivo no Brasil não é o Bolsonaro, é o funcionalismo público, que junto com os politicos do toma lá da cá, tomaram a precaução de obrigatoriedade, e de quem? Obrigação do governo? Obrigação da sociedade em paga-los. Agora complementando a resposta ao Sr. Cacio, digo que minha intenção foi de guardar esses dados para comparação no futuro, hoje em dia é fácil de fazer isso. Ou seja, nós podemos avaliar os reais efeitos da medida que suspendeu as taxas antidumping. Infelizmente não posso acompanhar os custos, não tenho ferramentas prá isso. Já tentei com a soja e não consegui, também por que demanda tempo. Por outro lado, essas tabelas do Cepea e seus relatórios de análises são um meio eficaz de sabermos se realmente vai acontecer o que muitos produtores temem, a queda drástica dos preços, e minha intenção foi apenas essa. Mostrar o comportamento dos preços ao longo do último ano. Para quem quiser saber mais dados, estão no site do Cepea.
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Rodrigo Polo Pires
Balneário Camboriú - SC
Tiago, eu sei o que é ter prejuizo com agropecuária..., eu peguei o cancro da haste em 1994, foi tão terrivel que hoje em dia é dificil um produtor dizer que não securitizou prejuizo naquele ano... Mas veja voce, o caminhoneiro também estava com raiva de trabalhar e não ganhar, os consumidores com raiva de ir no mercado e não conseguir comprar comida para os filhos. E a causa disso tudo é que quando os politicos tomam uma decisão de "beneficiar" algum setor, os maiores beneficiados na verdade, são eles mesmos, e esses beneficios são maleficios para quem tem que pagar. É fácil entender isso. Por isso o governo não deve interferir na economia, a não ser para manter a estabilidade para que os empresários desempenhem seus papéis com o máximo de proveito possivel.
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Rodrigo Polo Pires
Balneário Camboriú - SC
Por exemplo, eu ia escrever sobre o café depois que assisti à entrevista do João Batista com o Sr. Paulino da Cooxupé. O Sr. Paulino tem toda razão nas argumentações que apresentou, em relação ao Brasil não há o que contestar, eu acredito no Sr. Paulino e que não houveram estimulos para o café por parte do governo brasileiro, mas as noticias que li nos ultimos anos dão conta de que vários países do mundo começaram plantar café por influencia de estimulos governamentais..., na Colombia por exemplo, o café foi financiado pelos EUA, que queriam uma fonte de renda para a populaçao por achar que assim combateriam o narcotráfico de maneira mais eficaz.
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carlo meloni
sao paulo - SP
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geraldo gentile Ibaiti - PR 20/02/2019 17:05
Aqui em Ibaiti e Região as revendedoras de insumos estão passando uma "Lista Negra" umas para as outras com os nomes dos sojicultores e das sacas devidas para que, caso os mesmos depositem em uma delas, o soja seja bloqueado para a garantia de pagamento das outras. A situação vai se complicando à medida que a produção do soja fica abaixo de 70 sacos por alqueire (na média) e o sojicultor se vê diante de uma terrível alternativa: ou paga a Loja (insumos) ou paga o arrendo da terra, pois se torna impossível pagar os dois com arrendo ao redor de 35/40 sacas por alqueire e custo em torno de 55/65 sacas. A coisa vai tomando uma dinâmica horrível.
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elcio sakai
vianópolis - GO
Sr. Geraldo, nos últimos anos sempre ouvimos que o produtor estava tendo ótimas remunerações na atividade.. Já neste ano só ouço que pra cada um real liberado pelo R.O (recursos obrigatórios) existe também, na mesma proporção, um real em não pagamento aos bancos.... Estranho saber que a realidade mudou de um ano pro outro..., encheram tanto a bola da agricultura que, em primeiro instante, achávamos que éramos intocáveis. Assim, muitos financiaram máquinas além de sua necessidade, outros dobraram a área plantada, pagando arrendamentos caríssimos, e muitos fizeram "barter" (troca de produtos) acreditando que sempre teriam ótimas produções... Os produtores pessimistas se retraíram um pouco, pensando que aquele ciclo estava esgotado. Já os otimistas não ligaram, mesmo com os custos aumentando, e acreditaram na nossa atividade fielmente... Agora concordo com você, este ano vai ser terrível..., porém, diante dos nossos erros, evoluímos e temos de tirar o máximo de aprendizado dessa crise para não cometermos os mesmos erros futuramente. Boa sorte aos produtores que, mesmo diante das maiores quebras de safras, mantiveram muita calma e sabedoria para enfrentar estes momentos.
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geraldo gentile
Ibaiti - PR
Nunca acreditei na viabilidade de arrendos de terra de 35 sacas de soja acima por alqueire. É uma verdadeira bomba-relógio que cedo ou tarde explode no colo do produtor rural.O "seguro agrícola" cobre (quando muito) os insumos e, na verdade, protege a empresa que vende os insumos e não o produtor. Pior ainda: Temos aqui na nossa região o caso da Seguradora Nobre que faliu, não pagou as apólices que os produtores tinham feito em benefício da empresa X e esta mesma empresa está acionando na justiça os produtores para que estes paguem as dívidas. A única maneira viável, a meu ver, é o estabelecimento de uma PARCERIA AGRÍCOLA" entre o proprietário da terra e o sojicultor, na qual, os dois compartilhariam os custos, os riscos e os (eventuais) lucros. Mas a ganância e o otimismo exacerbado de cada um dos lados nos leva à situação de "xeque-mate" quando ocorre uma frustração de produção. A inadimplência é generalizada. Em muitos casos penso que o sojicultor deve pensar em uma alternativa pro-ativa, na qual ele vai almoçar antes que algum aventureiro o jante. Se me entende. Abraços. (PS: Elcio, por favor, sem formalidades, nada deste "Sr. Geraldo". Geraldo está ótimo....).
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nilo otavio baqueta
Mamborê - PR
Geraldo, aqui na minha região não tem terras para arrendar por menos de 60 sacos por alqueire, e quando aparece se matam pra pegar..., pra min não é viável, já tive terras arrendadas a porcentagem no tempo que se carpia o leiteiro resistente..., depois que entrou a soja resistente ao glifosato começou essa corrida inflacionaria pelos arrendos ... abandonei a partir disso, cada um pensa de um jeito ... eu prefiro "tocar" as minhas áreas próprias melhorando no que posso do que tocar um monte e a cada ano ter que ficar fazendo conta se é viável..., e digo mais pro senhor,... agricultor é igual peixe, acaba morrendo pela boca..., é tudo muito bonito falar de união e tudo o que é dito ... mas, no campo, o que vejo entre a grande maioria dos agricultores é que seu grande concorrente é seu vizinho . Abraço
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carlo meloni
sao paulo - SP
Ao falar em sacas de arrendo tenho a impressao de estar pisando em areias movediças porque o preço da saca flutua-----Nao sei se ficou claro para todo mundo que o valor do "arrendo" mencionado pelo Geraldo e' um valor anual a ser diluido sobre safra e safrinha--- Aqui no sul de Sao Paulo temos arrendamentos que chegam a R$ 3.000/ano/alqueire, mas sao terras praticamente planas, cultivadas ha mais de 20 anos e com boas estradas----No meio temos algum dono(louco) de supermercado que paga isso para areas novas----Tenho quase certeza que usa a lavoura para desviar faturamento do supermercado na declaraçao do imposto de renda-------R$ 2.800 para terras onduladas e R$ 2.000 para terras novas, e de dificil acesso-----
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elcio sakai
vianópolis - GO
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Leonardo Araujo de Oliveira Campo Grande - MS 20/02/2019 16:18
Sou engenheiro agronomo especialista em ITR. Divirjo do advogado qto à incidência do ITR. O mesmo pode ser, inclusive, no perímetro urbano!!!!!!
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geraldo gentile
Ibaiti - PR
Caro Leonardo, creio que você não leu com atenção a matéria. O advogado cita exatamente o entendimento manifestado no STF de que imóveis com destinação rural mesmo que em perímetro urbano -- e inclusive com dois ou mais das benfeitorias existentes que o caracterizam como imóvel urbano --, pagará o ITR e não o IPTU, exatamente porque o fator primordial considerado é a destinação econômica do imóvel. Abraços.
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geraldo gentile
Ibaiti - PR
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Namir Bertuol Londrina - PR 20/02/2019 15:50
Dar maior competitividade ao setor, mas quebrando-o??? Nao dá para entender ...
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 20/02/2019 12:14
A mídia se sustenta porque se apoia nas notícias ruins... Já passei dos sessenta, então posso afirmar isso. Posso estar completamente errado mas vamos analisar a "estória" de um velho matuto que vivenciou os fatos.
Hoje li uma notícia que com o fechamento da FORD em São Bernardo do Campo- SP, o sindicato dos metalúrgicos do ABC e o Dieese, estimam que impactará na cadeia de 24.000 trabalhadores.
No final do governo João Figueiredo, idos de 1983, esse velho matuto perambulava lá pela BR 364, que liga Cuiabá-MT a Porto Velho-RO, tudo era terra, inclusive o pavimento da BR.
Na época havia uma "crise" instalada no país e, o desemprego atingia a classe dos metalúrgicos da região Sudeste, como todas as outras. Lembro-me da quantidade de ônibus adaptados, que os profissionais desempregados, lotavam com tornos, máquinas de solda e, seus familiares; indo para a "Califórnia Brasileira", que na época era o novo Estado de Rondônia. Com essa migração o estado foi muito premiado pois, era uma mão-de-obra com qualidades superiores aos dos estados vizinhos.
Ocorre que naquela época existia espaço físico (território) para ser ocupado mas, e hoje, qual é a realidade?
Você vê que ainda existe espaços mas, são bem menores pois, já passamos de 200 milhões. Mas, o que isso tem a ver?
Que as pessoas têm que possuir o "capital" intelectual pois, segundo a minha mãe: O SABER NÃO OCUPA ESPAÇO!
Em outras palavras, a sua presença, em qualquer lugar, terá um valor físico igual à todos mas, o valor monetário será diferenciado de acordo com sua capacidade intelectual.
Então, todas essas notícias alarmistas é só para "moldar" a opinião pública, onde os que defendem os pobres são os mocinhos e, os que ganham mais de acordo com sua capacidade, são os bandidos.
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geraldo gentile
Ibaiti - PR
Que coincidência da vida. Também estive em Rondônia no mesmo ano de 1983 até 1988. Trabalhei em Cacoal e Região. Ótima época para estar em Rondônia. De ônibus, na estação seca, 03 dias e 03 noites para chegar lá. Pelo terrível "areião" do Mato Grosso. Sem tomar banho, sem nenhum conforto. Em 1984 a baixa do Madeira e o Estado sem óleo Diesel e sem energia. Em Cacoal a cidade foi tomada por vândalos que a saquearam e puseram fogo na Prefeitura, na Ceron, no almoxarifado, nos depósitos de combustível. Luta contra o exército comandados pelo valente Tenente Pires. Em Outubro/1985, 42 (quarenta e dois) assassinatos no perímetro urbano do Município! Bons tempos. Muita saudade.
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geraldo gentile
Ibaiti - PR
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Henrique José Boneti São Paulo - SP 20/02/2019 09:08
Todos do agronegócio devem atentar-se cada vez mais para os avanços trazidos pela tecnologia digital. Ela incrementa a produtividade e, consequentemente, melhorar a margem de lucro. De agora em diante a agricultura digital será cada vez mais condição sine-qua-non para a consolidação dos empreendimentos do agronegócio.
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Ivo Vicente Basso
Rio Brilhante - MS
Vejo que muitos não concordam com o Sr. Henrique Jose Boneti, mas felizmente ele tem razão. As tecnologias são muito caras, difíceis de adota_las no início, mas não tem jeito, não há volta! Mesmo porque a tecnologia, é para facilitar, melhorar, agilizar, agregar facilidades e melhorar em tudo. Teremos que aprende_las e adota_las rápido! Vejam bem, se fosse para piorar não seria tecnologia, seria picaretagem! Temos que identificar as picaretagens das tecnologias e quem poderá nos auxiliar são as Fundações de pesquisa agrícolas, a Embrapa e os Engenheiros Agrônomos consultores!
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Ivo Vicente Basso
Rio Brilhante - MS
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Douglas Gehrke Capitão Leônidas Marques - PR 20/02/2019 07:59
85 sacas por hectare? Nem com o clima perfeito não se colhe isso aqui na região....
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geraldo gentile
Ibaiti - PR
20% de quebra em Cascavel? Aqui na região de Ibaiti estamos tendo quebras maiores, mesmo tendo plantado mais tarde e tendo chovido mais. O "chute de quebra" está para brincadeira...
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geraldo gentile
Ibaiti - PR
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 20/02/2019 07:55
É a segunda matéria publicada no Noticias Agrícolas assinada pelo Guilherme Dorigatti que leio e acho muito boa. São análises objetivas de agentes financeiros que estão acompanhando o mercado diariamente, bem como as publicações de relatórios como o do IMEA, por exemplo. A linguagem não é a comumente pelo mercado financeiro, não é a comumente usada por outros analistas e requer um pouco de esforço até apreensão dos termos para ter maior facilidade no entendimento. Isso se consegue com um pouco de esforço e em pouco tempo. Considero que essas matérias irão ajudar e muito os produtores que acompanham o site. Parabéns Guilherme Dorigatti, excelentes suas matérias.
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Elton Szweryda Santos Paulinia - SP 20/02/2019 07:26
Gostaria que os jornalistas do NA nos informassem sobre a extinçao de subsidios no custo da energia eletrica para o setor rural...
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carlo meloni sao paulo - SP 20/02/2019 00:09
Sr GERALDO GENTILE, tenho uma duvida num outro aspecto... O meu vizinho tem fazenda de 750 alqueires coisa de 60 milhoes--Ele transformou em empesa com açoes---Acredito que seja para fugir do inventario e escapar do imposto de herança... Estou certo ou nao tem nada a ver ???
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geraldo gentile
Ibaiti - PR
É uma ótima estratégia. Quando ela dá entrada da propriedade rural na empresa isto não gera imposto nenhum. A empresa fica dona da propriedade e ele poderá, ao longo do tempo, transferir as ações que possui para os seus herdeiros, ou, ainda, (o que seria melhor,se possível) fazer AUMENTOS DE CAPITAL na empresa inflando (ainda que artificialmente) o seu capital social e diluindo, consequentemente a sua participação no capital da mesma.
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carlo meloni
sao paulo - SP
Muito obrigado----Poderia ter evitado lhe dar esse trabalho, mas a sua resposta acredito que seja util para outros colegas-
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geraldo gentile
Ibaiti - PR
Não é trabalho algum Meloni. É um prazer poder ajudar os companheiros. Qualquer dúvida que tenha, não se faça de rogado, pode perguntar e se eu puder te ajudar, fa-lo-ei de imediato. Grande abraço.
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geraldo gentile
Ibaiti - PR
Caraca! Quase quebrei os dois dedos com que escrevo para digitar "fá-lo-ei" . KKKKK!
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geraldo gentile
Ibaiti - PR
Não é trabalho caro Meloni. É um prazer ajudar os companheiros. Fique à vontade para perguntar e se puder te responderei. Grande abraço.
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DOMÊNICO ANTONIO PERTILE
Horizontina - RS
Srs. acompanho praticamente todos os comentários aqui colocados...e pouco me manifesto, pois meu vocabulário é curto, mas quando vejo certos comentários ONDE PESSOAS, diria HOMENS...que fazem suas manifestações no sentido de ajudar utilizando suas vastas experiencias, acredito que essas pessoas fazem e farão a diferença sempre...e vamos em frente...
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
Sr. Domênico, a maior das virtudes o Sr. já mostrou em seu comentário... a da "HUMILDADE". ... ... Não se preocupe quanto ao comprimento do vocabulário pois temos no FALA PRODUTOR uma "alma santa" que nos ajuda quando cometemos "deslizes" nos escritos. ... O que vale é a sua sabedoria... PARABÉNS !!!
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geraldo gentile
Ibaiti - PR
PESSOAL MUITO CUIDADO COM JONH DEERE-----Aqui na regiao sul de Sao Paulo tem muita gente reclamando da assistencia tecnica---As plantadeiras param a toda hora e dificultam os trabalhos----Os tecnicos aparecem e nao resolvem e cobram fortunas---