Fala Produtor

  • Joelson Resende Gondim Ilhéus - BA 06/12/2017 10:44

    A La Nina está se estabelecendo e estenderá sua influência no Brasil nas regiões Sul, Norte, Sudeste e CO. Pergunto: o Nordeste deixou de existir no Brasil?, O NA não fez nenhum comentário sobre a influência do fenômeno em nossa região.

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  • Danilo Julio Antonowiski Paranatinga - MT 06/12/2017 09:04

    O climatologista Luis Carlos Molion acertou em cheio suas previsões!! ano de 2018 será confirmado em 100% o La Niña!!

    Dica ao jprnalista Aleksander Horta: entreviste novamente o Dr. Molion porque ele deve ter novidades e nos ajudará a tomar decisões para próxima safra!!

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  • Danilo Julio Antonowiski Paranatinga - MT 06/12/2017 07:28

    Produto que não é commoditie dá nisso, produção maior que a demanda vira um problema! no ano seguinte ninguém planta virá ouro e assim vai...

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  • elcio sakai vianópolis - GO 05/12/2017 23:32

    acho que é uma ótima noticia para as fabricas de caminhões..., imaginem as empresas grandes, montando mais firmas de logísticas (transportadoras)..., de inicio, iria causar uma alta na venda de carretas, em consequência disso o governo já poderia financiar a pá de cal pra acabar de enterrar os caminhoneiros autônomos.

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 05/12/2017 12:08

    Acompanhando o noticiário ao longo do tempo, chego a triste conclusão:

    O BRAZIL É O PAÍS DO MAIS OU MENOS !!!

    Veja os comentários com relação aos pré-candidatos a presidente para 2018... Um é MAIS ruim & o outro é MENOS ruim...

    Veja que não estou colocando os (mal) intencionados aos cargos de governadores, senadores, deputados & "cozitas más".

    Muitos dizem que devemos votar certo! Como votar certo? Se essas urnas, escondem toda sorte de falcatruas e, sem falar no "sistema" de contagem de votos por legenda, onde você vota em A e elege B.

    COMO VAMOS VOTAR CERTO???

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  • Eduardo Lima Porto Porto Alegre - RS 05/12/2017 11:42

    Prezados amigos e leitores do Noticias Agrícolas,... sinto-me lisonjeado pelas considerações e comentários registrados aqui. Reitero o agradecimento ao Noticias Agrícolas por oportunizar um espaço que permite a manifestação livre de assuntos relacionados ao Agro.

    Meu objetivo era compartilhar uma visão pessoal, baseada em avaliações profissionais de diferentes aspectos, para demonstrar que as mudanças estruturais atingirão o Agro de forma contundente.

    A necessidade de adaptação do setor ao novo cenário de crédito que vigorará a partir de janeiro de 2018 produzirá conseqüências profundas, por isso que é importante a tomada de consciência e uma ação proativa no sentido de preservar o patrimônio.

    É imperativo que o Agricultor administre a sua atividade como Empresário, utilizando o que puder em termos de ferramentas de gestão com especial cuidado no que concerne a administração do fluxo de caixa.

    O Agricultor precisa de uma vez por todas entender que a manutenção do crédito para a atividade dependerá cada vez mais da sua demonstração da capacidade de pagamento.

    É muito importante fazer uma reflexão profunda sobre isso. Conheço muitos Produtores que decidiram montar Revendas Agrícolas e se deram conta de como é complicado conceder crédito para vizinhos, amigos e parentes que não se organizam corretamente, que descumprem prazos de pagamento, etc.

    Sugiro que façam uma reflexão honesta, colocando-se no lugar de quem empresta dinheiro ou financia a atividade com insumos. Você daria crédito a si mesmo? Quais são os pontos fortes da sua atividade para que mereça a confiança de ser financiado? Ao se fazer este tipo de perguntas, certamente que o Agricultor conseguirá reforçar pontos fortes do seu negócio e visualizar pontos fracos que poderão ser melhorados.

    Decisões de investimento precisam ser melhor constituídas. Temos que eliminar a cultura da aquisição por impulso, por status, por achismo e/ou pela Fé do que se Deus quiser. O dinheiro não aceita desaforo e muito menos razões mal elaboradas. Boa parte do elevado endividamento do setor está relacionado a isso.

    Existe enorme espaço para organização de "Sociedades de Propósito Específico", onde grupos de pequenos agricultores podem compartilhar o uso de máquinas e implementos modernos, sem a necessidade de se endividarem individualmente. Podem contratar serviços qualificados de consultoria agronômica, contábil, jurídica e de gestão sem que isso signifique a inviabilização das atividades individuais.

    Há um oceano de alternativas nesse aspecto para serem exploradas.

    Isso não depende de interferência política e nem de uma conjunção planetária específica para que dê certo. É preciso assumir a realidade e arregaçar as mangas.

    Esperemos cada vez menos do Estado e dos Políticos. Trabalhemos mais no sentido de construir processos colaborativos com os vizinhos.

    A Agricultura não precisa de subsídios, nem de subvenções ou de preços mínimos.

    Precisa sim que o Governo saia da frente e pare de nos trazer insegurança jurídica. Que pare de atrapalhar diariamente com a criação de impostos e taxas. Que faça o seu papel primordial que é garantir segurança, educação e saúde.

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  • H Furuya tokyo 05/12/2017 11:41

    Atual governo ée como navio que tem vários capitães, um manda, outro desmanda, tripulante que não obedecem ordem, não trabalham, palhaçada que não tem fim, mediante navio afundando....,

    quem fica no prejuízo e agricultor, fazendeiro, trabalhador com menos emprego, consumidor com menos oferta de alimento ..., além de todos pagarem impostos para sustentar esses vagabundos do "governo" (mafia esquerdista infiltrado). funai, incra, ibama deviam ser um órgão unificado subordinado à ministério de agricultura e meio ambiente (desnecessário ministério de meio ambiente separado), reduzindo burocracia e desperdício de tempo, se caso trabalhado seriamente, com certeza, número de funcionário publico em esses órgãos e orçamento seriam suficiente com menos de metade do atual.

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  • Francisco Lopes Cambé - PR 05/12/2017 10:40

    CAFÉ: CHUMBINHOS OU FRUTINHOS JÁ COMEÇAM A CAIR NOS PÉS DE CAFÉ COM POUCAS FOLHAS...

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  • José Eduardo Brocco Tapurah - MT 05/12/2017 10:09

    Esse verme devia estar na prisão a muito tempo, como um cara com nove processos na Justiça está livre, andando pelo Brasil, dando risada da cara do povo, fazendo campanha presidencial, está mais que provado que esse vagabundo roubou e continua roubando o Brasil. Que País é esse, porque será que nós Brasileiros somos tão negligentes a corrupção! Sem falar agora no Min. Gilmar que é um solta ladrão, porque será? Pq é cria de ladrão tbm, ta envolvido até o ultimo fio de cabelo.

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 05/12/2017 08:41

    Amigos, todo e qualquer militante esquerdista radical tem um único discurso e usam sempre as mesmas e diversas armas, entre elas a calúnia, a difamação, a mentira, o cinismo, a inversão do sentido das palavras e distorção do sentido das narrativas aos diferentes aspectos da vida social. Aloysio Nunes chama a maioria da população brasileira de idiota já que foram derrotados no plebiscito do desarmamento, e isso diz muito sobre a personalidade autoritária e totalitária desse sujeito. É com essas pessoas que a FPA tem se associado. E é por isso que uma noticia como essa, da desoneração americana, não recebe nenhuma atenção por parte de seus integrantes, embora o impacto dela sobre o setor agropecuario do Brasil vá sofrer fortes impactos devido à desoneração americana. Aqui fazemos o sentido inverso, precisamos pagar altos impostos para que a esquerda ensine às crianças que menino não nasce menino e menina não nasce menina, para financiar projetos de liberação de drogas, abortos, estatais que são utilizadas para garantir a perpetuação da esquerda no poder. Se o custo de produção deles já era menor, ficará menor ainda, enquanto isso a esquerda brasileira insiste em tributar o setor, para depois culpar o imperialismo americano pela eterna dificuldade de se produzir no Brasil.

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    • Antonio Carlos Nogueira Fortaleza - CE

      Parabéns pelo seu artigo, podemos acrescentar que os socialistas acham que dinheiro dá em arvores e esquecem que elas também secam se não cultivadas de maneira adequada.

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  • Alexandre Ataides Brasília - DF 05/12/2017 08:29

    Esses feijões que mantém cor é bom para armazenagem pois mantém a cor por muito tempo ; exemplos : Dama,Agronorte,Madrepérola etc...

    Mas para cozimento e uma panela boa como rendimento, caldo vermelho, e grãos saborosos ainda não conseguiram ser igual a semente do Perola ; que é uma semente que perde cor rapidamente, a experiência que temos hj é que quando usamos esses feijões que não são Pérola tivemos muita reclamação da dona de casa e nossa venda perdeu muito com isso, então evitamos ao máximo não comprar esses feijões.

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    • James Villas boas Ourinhos - SP

      Eu acho que vocês empacotadores devem nos orientar no que plantar , para nós não tem fundamento estarmos plantando um feijão que não tem aceitação na dona de casa. Acho que é falha de comunicação

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    • Marcelo E Luders Curitiba - PR

      Alexandre no seu mercado em Brasília depois do Perola qual o melhor, destes que não escurecem?

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    • Naomi Kobayashi La Rocca Curitiba - PR

      Oi, Alexandre, tudo bem? Armazenar o grão de feijão em um ambiente climatizado, com temperatura e umidade controlados, é uma alternativa para conservar a cor e o tempo de cocção do seu feijão. Pense nisso!

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  • RODRIGO LEANDRO GUZZO Quedas do Iguaçu - PR 05/12/2017 08:29

    O feijão ANFC9 apesar de ser um pouco mais "duro" para cozinhar, tem a vantagem de que se o mercado está ruim de comercialização, o produtor ou cerealista pode segurar por mais tempo em casa para tentar pegar um preço melhor fora de safra pois não cai muito sua cor

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    • Marcelo E Luders Curitiba - PR

      Guzzo bom saber que o Paraná também está aproveitando esta tecnologia.

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    • Naomi Kobayashi La Rocca Curitiba - PR

      Oi, Rodrigo! Além dessas variedades que possuem maior resistência ao tempo, há a possibilidade de estocar o grão de feijão em ambientes climatizados, com temperatura e umidade controlados. Isso ajuda muito na conservação da cor e do tempo de cocção do feijão!

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  • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG 05/12/2017 07:41

    Fizemos neste espaço varios comentarios desde junho..sobre o mercado...afirmamos que de acordo com meu ponto de vista a arrouba subiria e que boi de pasto so a partir de final de janeiro e fevereiro...mesmo assim em oferta restrita...tivemos neste periodo..carne fraca..carne podre..paralização de abates..rolo com os EUA de tumor de vacina de aftosa..etc..e o preço tossiu mas em seguida retornava a tendencia...mais uma novidade..tossia e retornava..agora estão falando da russia..volto a falar a hora que parar estes contratempos a tendencia do preço do boi salvo fato novo é de alta..a oferta esta ajustada...e levemente para menos ..o estoque de boi a engordar e ajustado para menos..enquanto que o consumo esta subindo vagarosamente..mas subindo..no final de ano o consumo vai dar um salto...

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  • Marcos de Souza Dias Maringá - PR 04/12/2017 17:03

    Além do uso politico de um cadastro territorial incompleto, some-se a isso a imprecisão do sistema GPS, que tende a se agravar com o tempo. Foi assimilada a ideia de que o georreferenciamento é algo imutável, perene e absoluto, o que não é verdade. No longo prazo, todos os dados acabarão por ser apenas indicativos, pois estarão eivados de erros ocasionados pelo movimento natural das placas tectônicas. O território é plastico e muda - o Japão se movimentou 2 metros no ultimo terremoto. O continente americano se afasta do africano mais de dois centímetros por ano, e esse não é um movimento rígido, todo o continente também se deforma lentamente. Isso vem acontecendo e, como a verificação dos georreferenciamentos foi atualmente colocada a cargo de um software sem tolerâncias induzidas, os proprietários estão recebendo infindáveis comunicações de pendencias, a maioria delas relacionadas a minucias decorrentes de incongruências de dados colhidos em datas diferentes. Dentro da rigidez técnica de gabinete a que foi levado, de tolerância zero, todo esse caríssimo sistema tende ao caos, infelizmente.

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  • VALDIR EDEMAR FRIES Londrina - PR 04/12/2017 14:00

    MUITO BEM COLOCADO pelo AMBIENTE POR INTEIRO: "Quem não fizer NÃO será perseguido pelo Ibama, nem pelo MPF, nem pelas ONGs. Também NÃO terá acesso ao financiamento de bancos, NEM poderá se aproveitar das regras do Código Florestal... sejam eles quais forem".

    Diante dos fatos, em que NÃO existem regras do Código Florestal que venham garantir segurança jurídica aos produtores rurais, e frente a toda deturpação que vem se promovendo com o uso ILEGAL dos dados do CAR, os produtores rurais que estão no aguardo da decisão do STF, e por este motivo ainda NÃO enviaram o CAR, mesmo tenham alertado: " Lembrando a todos que o prazo para fazer incluir imóveis rurais no CAR encerra no próximo dia 31 de dezembro"... Levando em consideração os FATOS e atitudes do Ministério do Meio Ambiente e todo conluio de organizações , vou pensar melhor, e devo estar me convencendo de que a melhor das hipóteses, será NÃO enviar o CAR, enquanto não se tem uma decisão final do STF.

    Parabéns pelo trabalho da síntese publicada esclarecendo A perversão do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

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    • Emerson Almeida Brasília - DF

      Mais uma massa de manobra para punir o setor que carrega esse pais nas costas a 20 anos.

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    • Gilberto Rossetto Lucas do Rio Verde - MT

      Me arrependo de ter feito o CAR. Fomos enganados pelo Governo Brasileiro. Uma covardia contra os proprietários rurais. Vou ver se consigo cancelar o CAR.

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      GENTE vocês falam em Codigo Florestal, mas a lei nao foi regulamentada ate' hoje

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      Ate 31 de outubro de 2017, 4,4 milhões de propriedades estão registradas no CAR... A expectativa do MMA era de um cadastro de 397,8 milhões de hectares, mas ja' foram registrados 418,7 milhões de hectares.---- As maiores sobreposições de áreas estão no Sudeste e Amazonas--- O Sul e Centro-oeste ja' passaram de 95% enquanto o Nordeste mais atrasado so' cadastrou 82%.

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