Milho sobe na B3, mas tem tendência de queda no mercado interno e em Chicago

A bolsa brasileira (B3) segue operando com movimentações positivas para os preços futuros do milho nesta segunda-feira (13). O primeiro dia da semana, com a volta dos pregões após o feriado de Páscoa, registrava cotações até 3,08% mais altas por volta das 12h07 (horário de Brasília).
O vencimento maio/20 era cotado à R$ 47,50 com alta de 1,43%, o julho/20 valia R$ 44,50 com valorização de 0,95%, o setembro/20 era negociado por R$ 43,20 com ganho de 0,93% e o novembro/20 tinha valor de R$ 44,66 com elevação de 3,08%.
Ainda nesta segunda-feira, a Radar Investimentos divulgou sua nota diária apontando que as cotações do milho no mercado físico brasileiro estão apresentando tendência de queda, uma vez que, “a disponibilidade do cereal, principalmente de fora do estado, aumentou”. A publicação ainda destaca que o dólar também tem reforçado esta fraqueza dos preços.
Mercado Externo
Os preços internacionais do milho futuro seguem caindo na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta segunda-feira (13). As principais cotações operam com movimentações negativas de até 3,50 pontos por volta das 11h47 (horário de Brasília).
O vencimento maio/20 era cotado à US$ 3,28 com queda de 3,00 pontos, o julho/20 valia US$ 3,33 com perda de 3,25 pontos, o setembro/20 era negociado por US$ 3,38 com desvalorização de 3,50 pontos e o dezembro/20 tinha valor de US$ 3,47 com baixa de 3,50 pontos.
Segundo informações da Agência Reuters, um revés técnico é esperado no milho, mas os ganhos no trigo devem limitar as perdas. “O contrato futuro de milho não conseguiu manter o suporte acima da média móvel de 10 dias, depois de superar brevemente esse ponto técnico importante durante a noite pela primeira vez desde 2 de abril”.
De acordo com o site internacional Barchart, as movimentações negativas vêm após o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reduzir o uso de milho de etanol nos EUA e reduzir o preço médio em dinheiro projetado para a campanha para US$ 3,60. Além do fato de a produção mundial de milho ter sido aumentada em 5,83 milhões de toneladas para 303,17 milhões de toneladas.
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