Dólar reduz alta, mas ainda fecha em nova máxima em 3 meses por temor fiscal

SÃO PAULO (Reuters) - O dólar renovou máxima em três meses frente ao real nesta quinta-feira, num dia de intensa pressão nos ativos financeiros domésticos em meio a temores sobre o futuro das contas públicas do Brasil, depois de o Senado Federal ter imposto derrota ao governo, com todas as atenções agora voltadas para a Câmara dos Deputados.
O dólar à vista subiu 0,42%, a 5,554 reais na venda, desacelerando a alta (que chegou a 2,59%) depois de o Banco Central vender 1,140 bilhão de dólares em dois leilões de moeda à vista nesta sessão.
Ainda assim, o patamar de fechamento desta sessão é o mais alto desde 22 de maio, quando a moeda encerrou a 5,5739 reais.
(Por José de Castro)
0 comentário
ANP aprova pagamento de R$740 mi à Petrobras referente à 1ª fase do subsídio ao diesel
Ibovespa recua e fecha abaixo de 170 mil pontos pressionado por Petrobras
Dólar sobe a R$5,0894 após nova pesquisa eleitoral e antes de decisões sobre juros
Petróleo cai 5% com expectativa de reabertura do Estreito de Ormuz
Ações ampliam alta enquanto investidores aguardam detalhes do acordo entre EUA e Irã
Lula abre vantagem de 12,5 pontos sobre Flávio em eventual segundo turno, diz CNT/MDA