Wall St recua após aumento de casos de coronavírus prejudicar perspectivas

Os principais índices acionários de Wall Street recuavam nesta quarta-feira conforme o aumento nos casos de coronavírus nos Estados Unidos e na Europa afetava as esperanças de uma recuperação econômica global rápida.
As ações de hotéis, aéreas e outras empresas sensíveis às restrições relacionadas à Covid-19 recuavam, com a Wynn Resorts em queda de 2% e o índice de áreas do S&P 1500 perdendo 3%. O índice de energia caía cerca de 3% diante do recuo dos preços do petróleo por temores com uma demanda mais fraca.
O Meio-Oeste dos EUA registrou recordes de novos casos e hospitalizações por coronavírus, enquanto preocupações sobre um lockdown nacional na França e restrições mais rigorosas na Alemanha afetavam o apetite por risco do investidor.
A pandemia e o fracasso em alcançar uma nova rodada de estímulo fiscal nos EUA antes da eleição de 3 de novembro apagaram todos os ganhos de outubro do Dow e levaram o S&P 500 para perto de mínimas em quatro semanas.
A medida de medo de Wall Street saltou para o nível mais alto em quase dois meses, também por preocupações com o atraso na contagem do enorme volume de votos pelos correios, o que significa que o vencedor pode não ser declarado na noite de 3 de novembro, quando as urnas fecham.
Às 11:29 (horário de Brasília), o índice Dow Jones caía 2,88%, a 26.672 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 2,262673%, a 3.314 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuava 2,57%, a 11.137 pontos.
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