Conab divulga tendência de preços das frutas em novembro
O 11º Boletim Prohort divulgado, nesta sexta-feira (13), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica estabilidade nos preços no atacado, em novembro, das frutas mais consumidas pelos brasileiros.
Desde setembro, a oferta de melancia tem crescido nos mercados atacadistas, com a produção vinda do Tocantins, de Pernambuco, do Rio Grande do Norte e de Goiás. O consumo cresceu em outubro por causa do calor, com uma queda na segunda quinzena do mês em razão das temperaturas mais amenas, impactando na rentabilidade dos produtores, mas que continuou positiva. Os preços se mostram estáveis nos principais entrepostos atacadistas em novembro. As exportações continuam em plena temporada, “com o envio principalmente de minimelancias do Ceará e Rio Grande do Norte principalmente para países europeus; elas estão sendo beneficiadas pela diminuição da safra dos países do sul europeu e a valorização do dólar, que incentivam as vendas externas”
No caso da banana nanica, na primeira quinzena do mês, o monitoramento diário dos preços, feito pelo aplicativo Prohort-Ceasas, aponta para estabilidade e altas pontuais em algumas centrais de abastecimento, como na CeasaMinas/Belo Horizonte e na Ceasa/Rio de Janeiro. Os produtores esperam que as chuvas sejam constantes nos próximos meses para garantir a produtividade e qualidade da safra.
No mês de outubro, as maçãs menores estavam mais baratas do que as graúdas (como fuji ou gala) no varejo, principalmente as vendidas em embalagens de 1kg, conforme a Conab. Nos primeiros 15 dias de novembro, os preços apresentam estabilidade na maioria das Ceasas. O mercado deve ser abastecido com as produções provenientes de Santa Catarina (Campos de Lages e Joaçaba) e Rio Grande do Sul (Vacaria). De acordo com a Conab, as perspectivas para a próxima safra são boas.
A previsão é de preços estáveis para o mamão (papaya e formosa) neste mês.
O Boletim Prohort também traz as projeções de cotações e oferta das hortaliças. Os preços da cebola, por exemplo, caíram pelo quinto mês consecutivo em outubro, por causa da oferta do produto vinda de várias regiões. Em novembro, as cotações apresentam variações diferentes em cada região. Houve alta nas Ceasa/PE, Ceasa/CE e em Juazeiro/BA. Ao contrário, os mercados do Sul do país tiveram queda de preços, como Caxias do Sul/RS, Cascavel/PR, Curitiba/PR e Florianópolis/SC.
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