Confinamento no Brasil deve crescer entre 2% e 3% em 2021, ritmo inferior à expansão dos últimos 5 anos
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O levantamento da DSM Tortuga aponta que o volume de animais confinados no Brasil deve crescer em torno de 2% a 3% neste ano, um desempenho inferior ao observado nos últimos cinco anos. Os custos elevados impactaram os investimentos na engorda dos animais e os casos atípicos da doença da vaca louca vão comprometer a margem do pecuarista.
O Gerente de Categoria de Confinamento da área de Ruminantes da DSM, Marcos Baruselli, destacou que os maiores desafios que os confinadores estão enfrentando são os preços elevados dos animais de reposição e da dieta. “Com o dólar elevado muitos insumos tiveram reajustes e o aumento expressivo do milho encareceu a ração do animal confinado. A vantagem é que a arroba também mudou de patamar e ficou no patamar dos R$ 300,00/@”, comentou.
O animal fica em média 96 dias no confinamento, mas após os casos da vaca louca o número de dias está aumentando e os pecuaristas precisam gastar mais para manter o gado na engorda. “Alguns produtores estão mantendo os animais por mais tempo no cocho e chegando até 110 dias, mas estão fazendo isso na expectativa da China voltar às compras e os preços voltarem”, apontou.
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