Café: Chuvas no Brasil e fundos pressionaram e arábica recua quase 2% em NY
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Depois de iniciar o pregão com poucas variações, o mercado futuro do café arábica voltou a recuar forte nesta segunda-feira (3) na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Por volta das 12h22 (horário de Brasília), março/22 tinha queda de 420 pontos, valendo 221,90 cents/lbp, maio/22 tinha queda de 400 pontos, cotado a 222 cents/lbp, julho/22 tinha baixa de 380 pontos, valendo 221,45 cents/lbp e setembro/22 tinha baixa de 380 pontos, valendo 220,70 cents/lbp.
Segundo Haroldo Bonfá, analista da Pharos Consultoria, vários fatores influenciam a queda do arábica no primeiro pregão do ano. "Janeiro é marcado pelo balanceamento das carteiras (das posições nos fundos) e se estima que haverá a necessidade da venda de 20 mil contratos no café arábica, o que deve pressionar o mercado, como de fato já está ocorrendo", explica.
Além disso, a retomada na Bolsa, após duas semanas sem grande volume de negócios - considerado normal para época do ano, a previsão de chuva no parque cafeeiro do Brasil também pressiona as cotações. Segundo o Inmet, todo estado de Minas Gerais e áreas de produção em São Paulo têm previsão de boas precipitações nos próximos dias.
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