À espera de novidades, Chicago opera estável, com soja testando os dois lados da tabela nesta 4ª
![]()
No início da tarde desta quarta-feira (1) o mercado da soja na Bolsa de Chicago operava com estabilidade e em campo misto, depois de testar leves ganhos na manhã de hoje. Perto de 12h20 (horário de Brasília), o julho recuava 3,25 pontos para ser cotado a US$ 16,80, enquanto o novembro subia 0,75 ponto para valer US$ 15,10 por bushel.
Os fundamentos e o cenário macro continuam os mesmos, porém, os traders parecem estar tomando um fôlego antes da chegada das novas notícias. O foco ainda se mantém sobre o possível corredor de exportação de grãos da Ucrânia e em como essas negociações caminharão nos próximos dias.
De outro lado, o mercado se atenta e acompanha o clima no Meio-Oeste americano para o avanço dos trabalhos de campo. Os números divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) ontem mostraram que a semeadura da oleaginosa se aproximou da média dos últimos cinco anos.
A semeadura da soja foi concluída, até este domingo (29), e, 66% da área, contra uma média esperada pelo mercado de 67% e frente aos 50% da semana anterior. Há um ano, o plantio americano da oleaginosa já havia sido feito em 83% e a média dos últimos cinco anos é de 67%.
Também no radar estão as informações sobre a demanda, em especial da China, ainda mais com a reabertura parcial de Xangai neste 1º de junho. Nesta quarta, o USDA trouxe o anúncio de uma nova venda de soja para a nação asiática de 132 mil toneladas, sendo 66 mil da safra velha e 66 mil da safra nova.
0 comentário
Produtividade da soja do RS deve sofrer cortes após tempo seco e quente, diz Emater
Soja nos portos do BR volta a se aproximar do R$ 130/sc com Chicago subindo mais do que caem os prêmios
USDA informa venda de soja para o Egito nesta 5ª feira
Se MT fosse um país seria o terceiro maior na produção de soja do mundo
Safra de soja do Paraguai pode bater recorde conforme colheita entra na fase final
Com possibilidade de novas greves na Argentina, farelo sobe mais de 1% em Chicago e soja acompanha