Soja opera próxima da estabilidade nesta 4ª depois de Rússia retomar participação em acordo de grãos do Mar Negro
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As cotações futuras da soja passaram a operar próximas da estabilidade nesta tarde de quarta-feira (02) na Bolsa de Chicago (CBOT), após ficar no vermelho pela manhã. Depois de avanço na véspera, a pressão acompanhava a volta atrás da Rússia no acordo de grãos do Mar Negro, além de realização de lucros, após quatro dias de ganhos.
Às 12h43 (horário de Brasília), o principal vencimento da oleaginosa subia pouco mais de 0,10%. O janeiro/23 estava cotado a US$ 14,49 por bushel, com salto de 2 pontos. Enquanto que o maio/23 saltava 3,4 pontos, valendo US$ 14,64 por bushel.
Nos derivados, o farelo de soja tinha queda de cerca de 0,20% e o óleo virou e passava a ter ganhos de cerca de 2%.
Depois de anunciar que deixaria o acordo de exportação de grãos que permite à Ucrânia exportar pelo Mar Negro, dizendo que não poderia garantir a segurança dos navios civis, a Rússia voltou atrás e o Ministério da Defesa disse em comunicado que renovará participação.
"A Federação Russa considera que as garantias recebidas no momento parecem suficientes e retoma a implementação do acordo", disse o comunicado do ministério.
Além disso, o mercado sente pressão de realização de lucros ante ganhos seguidos nas últimas sessões. A agência Reuters também aponta que "traders dizem que as preocupações de que os compradores estrangeiros desviem a atenção para as safras sul-americanas a partir de dezembro, começando a pressionar o mercado de soja".
Ainda permeiam a atenção do mercado questões relacionadas à demanda e o financeiro.
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