UBS não busca se beneficiar da crise no Credit Suisse, diz presidente
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ZURIQUE (Reuters) - O UBS não está se beneficiando ativamente da crise do rival Credit Suisse, disse o presidente do UBS, Colm Kelleher, em uma conferência bancária do Financial Times nesta quarta-feira.
O Credit Suisse relatou saídas de capital acentuadas à medida que clientes ricos dão as costas ao banco suíço em apuros.
"Não estamos nos beneficiando ativamente às custas deles. Nós os vemos como um competidor digno passando por uma crise que acredito que eles administrarão", disse Kelleher.
"Mas claramente também estamos em um mundo de clientes movimentando dinheiro, então, quando os clientes nos abordam proativamente, deixamos o dinheiro vir até nós ou deixamos ir para nossos concorrentes norte-americanos e, com base nisso, fazemos o que podemos", disse Kelleher.
Ele disse que os clientes do UBS, o maior gestor de fortunas patrimônio do mundo, estão segurando mais dinheiro do que em qualquer outro momento desde a crise financeira de 2008.
Kelleher comentou o acordo desfeito de 1,4 bilhão de dólares para comprar a Wealthfront, provedor automatizado de gestão de patrimônio com foco nos Estados Unidos, que permitiria ao banco suíço se expandir na categoria de riqueza em massa.
"Houve uma mudança de gestão nos Estados Unidos, valuations mudaram, outras circunstâncias mudaram", disse ele.
Kelleher descartou as especulações de tensão entre ele e o presidente-executivo Ralph Hamers. "Ralph e eu nos damos fenomenalmente bem, somos muito complementares", disse ele.
(Por Noele Illien e Oliver Hirt)
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