Açúcar fecha sessão desta 5ª feira no campo misto na Bolsa de NY, após virada do petróleo
![]()
As cotações futuras do açúcar encerraram a sessão desta quinta-feira (12) no campo misto na Bolsa de Nova York, mas com alta em Londres. O mercado chegou a subir durante a maior parte do dia acompanhando os temores com a oferta, mas a virada do petróleo pressionou.
O vencimento mais negociado do açúcar bruto na Bolsa de Nova York teve queda de 0,19%, cotado a 26,35 cents/lb, mas os outros contratos variaram entre altas e baixas no terminal. Em Londres, o primeiro contrato subiu 0,27%, negociado a US$ 711,20 a tonelada.
Os preços do açúcar registraram alta na maior parte do dia acompanhando os temores com a oferta. A maior produtora de açúcar da Europa, Suedzucker, elevou a sua previsão para os lucros neste ano de 2023, porque espera que os preços permaneçam elevados.
Apesar de problemas na Ásia, a safra 2023/24 do Centro-Sul do Brasil avança. A produção de açúcar na segunda metade de setembro totalizou 3,36 milhões de toneladas, um aumento de 98,02% ante o mesmo período do ciclo anterior, segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica).
No financeiro, o petróleo chegou a subir forte nesta sessão de quinta-feira, mas acabou virando nesta tarde, e contribuiu para o recuo do adoçante. As oscilações do óleo bruto impactam diretamente nos preços do açúcar por conta da influência na decisão das usinas sobre o mix.
No Brasil, esta quinta-feira, 12 de outubro, é feriado de Nossa Senhora Aparecida e a maioria das praças não funcionam.
0 comentário
Açúcar encerra semana em baixa com perspectiva de excesso global de oferta
Vendas no Centro-Sul atingem 1,33 bilhão de litros nos primeiros quinze dias de janeiro
Exportações de açúcar fecham janeiro com queda de 27,2% no faturamento frente a 2025
Fixação de preço do açúcar do Brasil em NY atinge 38%, abaixo do ano anterior, diz Archer
Açúcar amplia perdas em NY e Londres com expectativa de excesso de oferta global
Centro-Sul deve impulsionar novo ciclo de excesso de oferta no mercado global de açúcar, avalia Hedgepoint