Wall Street sobe antes de balanços de megacaps e eleição nos EUA
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(Reuters) - Os principais índices de Wall Street subiam nesta segunda-feira, recuperando algumas das perdas após uma semana turbulenta de negociações, à medida que investidores aguardam a divulgação de balanços corporativos e a reta final da campanha para a eleição presidencial dos Estados Unidos em 5 de novembro.
O Dow Jones subia 0,75%, a 42.431,19 pontos. O S&P 500 tinha alta de 0,52%, a 5.838,24 pontos, enquanto o Nasdaq Composite avançava 0,68%, a 18.642,19 pontos.
O foco principal da semana são os resultados corporativos, com cerca de 169 empresas do S&P 500 a para divulgar relatórios durante a semana.
Isso inclui a maior parte do grupo das "Sete Magníficas", que têm sido as maiores impulsionadoras de Wall Street este ano, com as ações atingindo recordes históricos.
A Alphabet subia 1,3%, a Meta tinha alta de 0,7% e a Microsoft ganhava 0,4%, antes de seus resultados serem divulgados ao longo da semana.
A Apple e a Amazon.com também divulgam seus números nesta semana. As cinco empresas juntas representam cerca de 23% do S&P 500, e a reação dos investidores aos seus resultados será um fator determinante para que os índices continuem subindo ou recuando.
Investidores devem se concentrar principalmente nos gastos de capital das empresas em resposta à demanda por inteligência artificial, disse Jay Woods, estrategista global chefe da Freedom Capital Markets.
Em relação às tensões no Oriente Médio, a resposta de Israel a um ataque de mísseis iranianos neste mês se concentrou, até o momento, em fábricas de mísseis e outros locais próximos a Teerã, em vez de refinarias ou alvos nucleares, aliviando algumas preocupações sobre a situação na região.
O setor de energia caía 1,5%, já que os preços do petróleo recuavam 5%.
Dados econômicos a serem divulgados nesta semana incluem o índice de inflação PCE e o relatório de emprego de outubro.
O foco também está na eleição presidencial dos EUA, com os mercados precificando de forma mais ampla uma vitória de Donald Trump.
(Por Lisa Mattackal e Pranav Kashyap em Bengaluru)
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