Preocupação com o baixo rendimento da safra brasileira do café arábica faz preços avançarem em NY
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Os preços do café arábica passaram a trabalhar com forte ganhos no início da tarde desta segunda-feira (11). Mercado cafeeiro segue volátil, se volta aos fundamentos, e está pressionado pela preocupação com a escassez de oferta, diante baixo rendimento da safra brasileira do arábica.
De acordo com o analista de mercado da Archer Consulting, Marcelo Moreira, muitos produtores estimam uma quebra na safra brasileira 25/26, prevendo uma safra para o arábica entre 20-25 milhões de sacas (quebra total estimada acima dos 30%), enquanto outros estimam uma safra entre 33-36 milhões de sacas para a variedade (quebra total estimada entre 12%-15%).
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Relatório da Pine Agronegócios aponta que as principais origens e destinos de café operam hoje com estoques ajustados, o que não dá margem para quedas de preço muito profundas, principalmente quando o ciclo climático ainda não oferece segurança para a próxima safra.
Perto das 12h20 (horário de Brasília), o arábica avançava em mais de 4% nos futuros próximos, registrando alta de 1.385 pontos no valor de 323,20 cents/lbp no vencimento de setembro/25, um aumento de 1.400 pontos no valor de 316,45 cents/lbp no de dezembro/25, e um ganho de 1.155 pontos negociado por 305,20 cents/lbp no de março/26.
O robusta trabalhava com alta de US$ 156 no valor de US$ 3,717/tonelada no contrato de setembro/25, e uma valorização de US$ 146 nos de novembro/25 e janeiro/26 cotado por US$ 3,656/tonelada e US$ 3,590/tonelada.
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