Colheita e ausência do USDA seguem pressionando milho em Chicago
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A terça-feira (14) começa com os preços futuros do milho operando no campo negativo da Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 67,08 e R$ 71,06 por volta das 10h49 (horário de Brasília).
O vencimento novembro/25 era cotado a R$ 67,08 com queda de 0,18%, o janeiro/26 valia R$ 69,17 com desvalorização de 0,33%, o março/26 era negociado por R$ 71,06 com baixa de 0,15% e o maio/26 tinha valor de R$ 70,00 com perda de 0,11%.
Mercado Externo
Os preços internacionais do milho futuro também abriram as atividades desta terça-feira com movimentações levemente negativas, registrando recuos por volta das 10h41 (horário de Brasília).
O vencimento dezembro/25 era cotado a US$ 4,10 com perda de 0,25 ponto, o março/26 valia US$ 4,26 com baixa de 0,75 ponto, o maio/26 era negociado por US$ 4,35 com desvalorização de 1 ponto e o julho/26 tinha valor de US$ 4,42 com queda de 1 ponto.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, a pressão sobre a colheita e a perspectiva de uma safra recorde continuaram a pesar sobre os futuros do milho, e sinais de um agravamento das tensões comerciais entre Estados Unidos e China também pesaram sobre o mercado.
“Embora a produtividade do milho deva cair em relação aos altos níveis previstos no mês passado, a ausência de novos dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) devido à paralisação do governo deixa o mercado sem confirmação oficial dessas expectativas”, ressalta Bruce Blythe, analista da Farm Futures.
Relembre como fechou o mercado na última segunda-feira (13):
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