Fuga desesperada do “paraíso” socialista: enquanto os cubanos querem fugir de lá, o PT quer importar o modelo para cá

Publicado em 25/09/2014 20:19 e atualizado em 05/03/2020 09:36 1622 exibições
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Fuga desesperada do “paraíso” socialista: enquanto os cubanos querem fugir de lá, o PT quer importar o modelo para cá

Vejam essa mensagem que o ex-presidente Lula gravou como apoio ao então presidente Hugo Chávez, especialmente os primeiros 30 segundos:

Pois bem: Lula deixa bem claro para quem ainda tem audição que o projeto dos partidos de esquerda ligados ao Foro de São Paulo é replicar o regime cubano pelo continente todo. Cuba, para essa gente, é um exemplo a ser seguido. Afinal, tem as famosas “conquistas sociais” que justificam até mesmo uma ditadurazinha de meio século…

Só que não! Essas conquistas são pura falácia, um mito inventado pela esquerda para enganar trouxas. A medicina cubana é um lixo, e não existe educação, apenas doutrinação ideológica. O “paraíso” socialista é tão bom que milhares de cubanos passam o dia todo bolando como fugir daquele inferno.

E estão dispostos a tudo! Inclusive a enfrentar os tubarões em cima de qualquer coisa que flutue, na esperança de colocar os pés em terra firme americana e ganhar automaticamente o direito de permanência. Foi o que esses nove afortunados conseguiram:

Os nove imigrantes cubanos que chegaram na terça-feira (23) em uma balsa às praias de Miami, após dez dias de travessia, afirmaram nesta quarta (24) que a viagem demandou cerca de três meses de preparação, segundo informaram meios de comunicação dos Estados Unidos.

Os imigrantes cubanos puseram os pés nas praias de Key Biscayne, muito próximas ao centro da cidade de Miami, em bom estado de saúde, segundo agentes do Escritório de Alfândegas e Proteção Fronteiriça (CBP).

Qualquer coisa que flutue está valendo, pois o desespero para sair de Cuba é muito grande. Fonte: G1

Tanto os serviços médicos como agentes da Patrulha Fronteiriça se encarregaram de atender os imigrantes logo após sua chegada a território americano.

Pouco antes de partir, o grupo, que se reduziu a nove integrantes, entrou em contato com Morales para que conduzisse a embarcação.

Morales afirmou ter aceitado o convite por ‘não ver futuro em Cuba’. “Ali você tem que decidir entre comprar comida ou sapatos”, disse ao jornal “The Miami Herald”.

Pois é: enquanto milhares de cubanos “masoquistas” fazem de tudo para fugir do “paraíso” socialista, uma turma liderada pelo PT e aplaudida por nossos “intelectuais” e artistas quer implementar esse regime maldito no Brasil. Fora PT!

Rodrigo Constantino

 

 

Os companheiros terroristas retribuíram os afagos de Dilma com mais uma degola

frances degoladoUm dia depois dos afagos de Dilma Rousseff, que se solidarizou com o Estado Islâmico e propôs a troca dos ataques aéreos por diálogos entre os algozes democratas e os indefesos liberticidas, os companheiros terroristas retribuíram a manifestação de apreço e amizade da presidente com mais uma degola,  Nesta quarta-feira, depois dos jornalistas americanos James Foley e Steven Sotloff e do agente humanitário britânico David Haines, chegou a vez do turista francês Hervé Gourdel.

Como as anteriores, a quarta decapitação foi registrada num vídeo que circula pela internet. Aos 55 anos, pai de dois filhos, o refém sequestrado na Argélia foi morto pelo crime de ter nascido no país errado. Os carrascos haviam fixado um prazo de 24 horas para que a França rompesse a parceria militar com os Estados Unidos e caísse fora dos céus da Síria. Quando se ajoelhou com as mãos amarradas atrás das costas, rodeado por quatro carrascos, é provável que Gourdel nem soubesse do ultimato.

A reedição do espetáculo da barbárie não mereceu sequer uma palavra da presidente, que tampouco enviou meia dúzia de frases de consolo à fa~mília do assassinado. A política externa da canalhice determina que a chefe de governo deve chorar seletivamente. Dilma não tem lágrimas a perder com um turista francês.

(por Augusto Nunes)

 

“Não vamos inventar a roda”, diz Marina, que acusou Dilma de ser a aventureira

Em entrevista ao “Bom Dia Brasil”, a candidata Marina Silva disse que não pretende inventar a roda, e sim seguir uma postura que vem sendo consolidada desde Itamar Franco, passando por FHC e mesmo Lula, mas que Dilma resolveu abandonar: o tripé macroeconômico.

Marina acusou a presidente Dilma de ser a aventureira na economia, tendo apelado para malabarismos contábeis e por ter abandonado a responsabilidade fiscal e represado preços administrados para conter a inflação, sem sucesso.

Afirmou que a primeira decisão importante para reverter o quadro virá do povo brasileiro, ao demitir Dilma e sua equipe econômica na eleição e resgatar a legitimidade do governo.

Pretende também criar um Conselho de Responsabilidade Fiscal para fiscalizar e cobrar a manutenção dos gastos públicos dentro dos limites estabelecidos, lembrando que não devem crescer mais do que o PIB.

Sobre os bancos públicos, criticou a escolha dos “ungidos” pelo BNDES, que destina bilhões para alguns companheiros com critério dúbio, e hoje vemos boa parte disso, do nosso dinheiro, indo para o ralo.

Enfim, acho que Marina se saiu bem, e reforçou uma vez mais seu compromisso com uma gestão econômica mais ortodoxa e previsível, sem aventuras, ao contrário do que fez Dilma com sua “nova matriz” econômica, totalmente fracassada.

Dos três candidatos na frente da corrida eleitoral, Marina não é a minha preferida. Mas não resta a menor dúvida de que tampouco é a pior disponível…

Rodrigo Constantino

 

Palanque na ONU é motivo de “vergonha alheia”. Ou: O dia em que Obama pareceu razoável

Dilma transformou a ONU em palanque e envergonhou o Brasil que pensa

Dilma resolveu usar a ONU como palanque eleitoral e, com isso, envergonhou a todos nós, brasileiros com um pingo de bom senso. Resolveu elogiar seu governo, falar de questões internas como se fosse a coisa mais importante do mundo para a comunidade internacional, apenas de olho em alguns votos extras dos ignorantes. Como resumiu o editorial do GLOBO:

O VESTIDO “vermelho PT” usado na tribuna da Cúpula do Clima e a no mínimo polêmica defesa dos radicais do Estado Islâmico, contra os ataques de americanos e uma coligação árabe, denunciaram o uso eleitoreiro da ida da candidatapresidente Dilma Rousseff à ONU. FICOU-SE SABENDO, mais uma vez, o que também significa “fazer o diabo” para ganhar uma eleição: a) usar a tribuna das Nações Unidas para gravar programa eleitoral, a fim de demonstrar poder a eleitores incautos: b) criticar os Estados Unidos, de olho na esquerda, e para isso ficando ao lado de sectários muçulmanos que adotam costumes medievais, inclusive decapitar pessoas sob o foco de câmeras e espalhar a selvageria pelo mundo.

Merval Pereira lembrou em sua coluna que não é bem um caso de “vergonha alheia”, e sim “vergonha direta”, já que Dilma, querendo ou não (e as pessoas decentes certamente não querem), nos representa mundo afora. Diz o jornalista:

Pode ser que tenha sido alertada por algum assessor – haverá os que a alertam sem receio de levar um contravapor como os muitos que conhecemos por relatos próprios ? –, mas o fato é que a presidente Dilma ontem, no discurso oficial de abertura da reunião geral da ONU, não foi explícita em sua crítica aos ataques da coalizão de países contra o Estado Islâmico.

Dilma, que na véspera dissera “lamentar enormemente” os bombardeios, apenas condenou o “uso da força” e as ‘intervenções militares’ como forma de resolver conflitos, o que já é um absurdo dito assim, genericamente.

Mas o absurdo de dar o mesmo tratamento aos Estados Unidos e ao Estado Islâmico já havia sido perpetrado no dia anterior, quando a presidente disse em uma entrevista coletiva que “os dois lados” precisavam dialogar, como se fosse possível diálogo com um bando de terroristas que decepam cabeças ao vivo na televisão.

Discursando logo depois, e certamente não em resposta à nossa “soberana”, mas aos críticos em geral dos ataques contra os radicais que dominam territórios no Iraque e na Síria, entre os quais se encontra o “democrata” Putin, presidente da Rússia, o presidente americano Barack Obama disse que “a única língua que assassinos entendem é a força”.

E eis o ponto-chave aqui: Obama, merecedor de inúmeras críticas que lhe faço desde o primeiro dia de governo, o presidente mais fraco e pusilânime dos Estados Unidos desde Jimmy Carter, conseguiu posar de razoável perto de Dilma.

O mesmo para o secretário-geral da ONU. Para Ki-Moon, os adeptos da barbárie só serão contidos por operações militares como as executadas pelos Estados Unidos. É o óbvio ululante, que até mesmo Obama e a turma romântica da ONU reconhecem. Menos Dilma…

Talvez por afinidade ao terrorismo de sua juventude, talvez pelo excesso de relativismo moral, ou ainda pela defesa dos regimes mais nefastos do mundo, o fato é que Dilma levou, em nome do Brasil todo, uma mensagem abjeta à tribuna da ONU, praticamente defendendo os mais asquerosos seres humanos do planeta.

Muitos falam do complexo de vira-latas dos brasileiros, do fato de que adoramos nos diminuir, nos ridicularizar, e só elogiar o que vem de fora. Mas pergunto: como evitar esse sentimento de vergonha profunda, de desprezo pelo que somos, quando nossa presidente eleita faz um papelão ridículo desses perante o mundo todo?

Enquanto o Brasil tiver uma “presidenta” como Dilma, acho perfeitamente legítimo constatar que merecemos a alcunha de “vira-lata” mesmo. Nenhuma “raça” nobre adotaria postura “neutra” entre Estados Unidos e terroristas islâmicos!

Rodrigo Constantino

 

Internacional

DiCaprio ou Dilma?

leonardo dicaprio

DiCaprio abriu evento de Clinton

Embora reúna mais de 150 chefes de Estado, a Assembleia Geral das Nações Unidas costuma dividir holofotes com a Clinton Global Initiative, cúpula filantrópica organizada pelo ex-presidente dos EUA Bill Clinton.

Para o The Washington Post, no entanto, o evento de Clinton, que reuniu Leonardo DiCaprio, Eva Longoria e Matt Damon, entre outros, “ofusca o encontro da ONU” aberto  ontem por Dilma Rousseff. Pergunta o diário americano:

– A qual festa você preferiria ir: a uma que começa com Leonardo DiCaprio, Eva Longoria e uma banda de rock, ou uma que começa com a presidente brasileira Dilma Rousseff?

Por Lauro Jardim

 

O PT é a doença que nos asfixia: será Marina Silva a cura?

O PT bolivariano cada vez mais perto…

Em artigo publicado hoje na Folha, Janaina Conceição Paschoal, professora de Direito Penal na USP, resumiu muito bem o quadro eleitoral de 2014. Ela lembra que quando alguém sofre de uma grave doença, como um câncer terminal, apela a tudo aquilo que a medicina convencional oferece, e também àquilo que é mais incerto, em fase de testes, um tiro no escuro.

Quando a morte parece a única alternativa, o doente aceita inúmeros riscos na esperança de uma cura, ou de ao menos postergar o inevitável. A autora faz o elo evidente com nossa situação política:

“O cenário eleitoral que se afigura não é muito diferente. Temos um diagnóstico certo. O Brasil padece de um câncer terminal.

O partido que está no poder há longos e penosos 12 anos é responsável pelo mensalão, pelo aparelhamento das agências reguladoras e das empresas públicas, pela quebra da Petrobras –e pelos mais recentes escândalos de corrupção na estatal–, pela volta da inflação, pelo esfacelamento do Itamaraty, por obras que nunca acabam, pelo financiamento da ditadura cubana, mediante a vergonhosa importação de médicos e investimento em obras de infraestrutura naquele país, que seriam muito necessárias por aqui.

O câncer que se instalou no país também se materializa no discurso, quase desrespeitoso, de negar o inegável e tratar os eleitores como se fossem seres incapazes.

É preciso mencionar também o autoritarismo de perseguir e de exigir punição daqueles que ousam divergir. A título de exemplo, é possível mencionar a lista de jornalistas supostamente inimigos do governo e a reação à análise técnica feita por funcionários de um banco privado sobre os rumos da economia brasileira em caso de reeleição da presidente Dilma Rousseff.”

Há uma turma que idealiza Marina Silva. Mas há muita gente que vota consciente, sabendo dos riscos que ela representa, mas determinada a tentar uma mudança de curso. Existe a possibilidade de parte do PT permanecer no poder com Marina, o que seria terrível.

Mas como Janaina lembra, isso seria um ato de traição de Marina, pois sua eventual vitória seria possível somente pelo grito de oposição dos que anseiam por mudanças. Ela resume:

“Muitos dos eleitores de Marina Silva estão abraçando o único remédio que se mostra capaz de enfrentar o mal que nos asfixia. Não estamos apenas dizendo “sim” à candidata do PSB, estamos dizendo “não” ao PT.”

E o mais importante de tudo nessa eleição é justamente isso: dizer NÃO ao PT, ao projeto bolivariano de poder, aos intermináveis escândalos de corrupção, à incompetência na economia, à arrogância autoritária, às mentiras infindáveis.

Os doentes ainda possuem um remédio mais convencional, testado, eficaz. Mas se restar no segundo turno apenas o tratamento de choque, que seja ele, pois a alternativa é se entregar ao Sr. Morte, um monstro muito parecido com uma mistura de Maduro e Kirchner.

Rodrigo Constantino

 

O petróleo, o hambúrguer e o sonho

Cristina Kirchner2A política econômica brasileira está cada vez mais parecida com a argentina: o Estado não consegue poupar, o empresariado não quer investir, o Governo massageia os números oficiais, a pressão inflacionária se acumula aqui (e explode lá), e — o mais grave de todos os pecados — o poder central é incapaz de fazer um mea culpa.

É hora do nosso segmento especial: “Como partidos populistas aqui e lá fazem exatamente o contrário do que dizem acreditar e levam um país à bancarrota no processo.”

No capítulo de hoje, o triste fim de uma alegoria populista do lado de lá da fronteira. (Agradecimentos ao colega Ariel Palácios, que narrou esta pérola no Estadão.)

Em 2011, o empresário argentino Alex Gordon — com um tino comercial quase tão grande quanto sua propensão ao peleguismo — resolveu prestar uma homenagem das mais lindas ao governo de seu país.

Corria o tempo da reeleição da presidente Cristina Kirchner, e a herança maldita do kirchnerismo ainda não havia explodido em praça pública. Era apenas uma bomba-relógio embrulhada no pavilhão nacional.

A ideia de Gordon era batata, ou melhor, era hambúrguer: montar uma rede de fast foodnacionalista. Assim nasceu a “Nac e Pop”, onde o hambúrguer, o cachorro quente e a batata frita foram todos pensados para atrair kirchneristas — o que é curioso, porque esse pessoal acredita em ‘almoço grátis’. “Nac e Pop”, explica-se, é a abreviação de “Nacional e Popular”, o slogan do kirchnerismo.

Pense em todos os clichês que os populistas usam para chegar ao Poder:

Gordon falava em “revalorização nacional”;

Dizia que sua rede ia “enfrentar” as concorrentes estrangeiras com preços mais baixos;

Prometia hambúrgueres feitos “100% com carne de verdade”;

Não vendia refrigerantes de empresas multinacionais e oferecia apenas bebidas argentinas.

Cada unidade da “Nac e Pop” era decorada com fotos de Evita Perón, Maradona, e Che Guevara, entre outros ícones argentinos ou socialistas.

Este era o sonho.

Agora, o desfecho da história.

A “Nac e Pop” quebrou. Terá sido porque o poder de compra de sua clientela foi comido pela inflação de Cristina Kirchner? Ou porque suas metas de faturamento eram tão fictícias quanto o superávit primário brasileiro? Será que tudo era uma tentativa de lavagem de dinheiro youssefiana? A carne era Friboi? Será que a PJ quebrou mas Gordon continua bem na física? Ou será que os ‘preços mais baixos que a concorrência’ eram tão insustentáveis quanto gasolina subsidiada?

Escolha o motivo-clichê que quiser, governos populistas sempre farão jus a ele.

Gordon, que prometia “tratamento igualitário” aos empregados, não paga salários, contas nem encargos sociais há três meses, e está desaparecido.

Na segunda-feira, parte dos 170 funcionários da “Nac e Pop” protestavam na frente das filiais, exigindo a presença de Gordon, de acordo com o relato de Ariel Palácios.

No Brasil e na Argentina, “salvar os pobres”, “lutar pela soberania nacional”, e “valorizar o que é nosso” são ideias poderosas que frequentemente conseguem vitórias eleitorais. A baixa escolaridade e a desigualdade de renda fazem muitos cidadãos reféns da ideia de um “pai dos pobres” ou de uma “mãe do PAC.”

Mas nestes países, a experiência mostra que, para entender a realidade, você tem que ler o livro de cabeça para baixo.

Assim, quando defendem que “o petróleo é nosso,” é porque ele é dos políticos — você é apenas o crédulo, o pato, a massa de manobra.

Quando dizem que “o pré-sal é estratégico”, é porque já bolaram estratagemas para saquear o cofre.

E quando urram que “a Petrobras é um patrimônio dos brasileiros,” você já sabe qual patrimônio vai crescer no final da história.

É nessa retórica do avesso que o conto do hambúrguer e o do petróleo se encontram, e onde o fracasso espetacular de uma alegoria populista pode servir de aviso e lição.

Por Geraldo Samor

 

Seis notas de Carlos Brickmann

Publicado na coluna de Carlos Brickmann

CARLOS BRICKMANN

Quem senta no trono? 

Temos uma presidente, Dilma Rousseff. Como viajou a Nova York, teve de ser substituída, como se estivéssemos na época em que as comunicações eram feitas via marítima, por carta. Temos um vice-presidente, Michel Temer. Tem palácio bem abastecido, carros, empregados, seguranças, jardineiros, passagens, e uma única obrigação em troca do salário: substituir a presidente em suas ausências. Como agora. Mas não pode assumir: candidato a vice de Dilma, se assumir perde o direito a candidatar-se. Arrumou-se então uma viagenzinha ao Exterior, para que o vice não tenha de cumprir sua única obrigação legal.

O presidente da Câmara seria o terceiro da lista, mas se assumir não pode ser candidato ao Governo do Rio Grande do Norte. O presidente do Senado seria o quarto, mas não pode assumir porque seu filho é candidato ao Governo alagoano.

Temos quatro, não temos nenhum. Quem ocupa a Presidência até amanhã, quinta, é o quinto: o presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski. Qual sua função? Não pode tomar iniciativas, não pode demitir, não pode nomear. Está lá só para manter a cadeira quentinha à espera da volta da presidente Dilma.

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1 comentário

  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

    Nosso coração està naquilo que amamos. Dilma ama terroristas, assassinos, traficantes, ou todos aqueles que querem se impor pela força, ela sofre quando bandidos perecem diante de um mais forte. Marina Silva ama mognos da floresta, de preferência no pátio da serraria, com os devidos laudos de apreensão, prontos para certificação e comercialização com o exterior através de alguma ONG ambientalista. Dilma não se importa com os mais de sessenta mil assassinatos por ano no Brasil, com a epidemia assassina do crack, com o caos na saúde pùblica e no entanto chora copiosamente quando um de seus amiguinhos criminosos è minimamente ofendido. Marina Silva considera que plebiscito para decidir sobre o assassinato de nascituros tudo bem, o que ela não aceita de maneira alguma è plebiscito para saber se a população do estado da Amazônia e do Parà querem ou não desmate de atè 80% das propriedades rurais.

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