Temer tem de surfar na injusta impopularidade e fazer o que deve! (REINALDO AZEVEDO)

Publicado em 01/04/2017 05:28
Segundo o Ibope, a rejeição ao governo é recorde. E daí? Na democracia, o povo é sempre soberano, mas nem sempre justo (por REINALDO AZEVEDO)

Ibope aponta índices inéditos de reprovação ao governo de Michel Temer. Bem, já observei aqui ontem, não? O povo é sempre soberano na democracia, mas isso não quer dizer que seja justo. Churchill ganhou a guerra, mas perdeu a eleição. Se, por qualquer razão, se devesse eleger, então, alguém para governar o mundo, ninguém estaria mais preparado do que ele. Mas o povo no Reino Unido disse: “O mundo, pode ser. Aqui, nem pensar”!

Segundo o Ibope, em levantamento encomendado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), a gestão é “ruim ou péssima” para 55% dos entrevistados. Compreensível. Fiquemos num dado: a recessão que o presidente não fabricou elevou o desemprego, entre dezembro e fevereiro a 13,2%. Em número: os desempregados chegaram a 13,5 milhões. A retomada na economia, ainda no comecinho, demora para chegar aos empregos. Já sabemos: o desastre petista provocará uma década perdida para a renda do trabalho. Ela voltará ao patamar de 2013 só em 2023. E isso se a economia crescer a uma taxa razoável.

Sabemos que, de todos os cargos, o de presidente é o pior. A tradição presidencialista no país se confunde com a tradição paternalista. Desemprego? Culpa do presidente. Saúde ruim, não importa a esfera de gestão? Culpa do presidente. Inflação alta (está em queda)? Culpa do presidente. “Ah, não entendi! Você sugere que não é culpa de Temer, mas que é culpa da Dilma?” Não sugiro! Afirmo. Estamos pagando o preço dos desatinos petistas com as contas públicas, ora bolas!

Afirmei ontem no programa “Os Pingos nos Is” e reitero aqui: se a realidade brasileira fosse uma equação, seria a equação impossível, sem o termo de igualdade, sem resultante. Vale dizer: na teoria, esse besouro não voa. Um vice assume um país quebrado, em pandarecos, em meio a uma investigação que causa permanente instabilidade na política, é membro de um partido composto por um monte de investigados — alguns têm de estar no governo para garantir o equilíbrio.

Ainda assim, é preciso manter uma maioria no Congresso para começar a botar em ordem as contas públicas, o que implica fazer cortes de gastos, o que sempre constrange e irrita os senhores parlamentares, cuja reputação já está no lixo em razão da Lava Jato. E não podem contar nem com uma graninha extra para agradar às bases.

Mas calma! É preciso meter aí o debate sobre a reforma da Previdência e a reforma trabalhista, que, esqueçam!, não têm como ser populares. Ao contrário. Aliás, um dos bons caminhos para o presidente Michel Temer é surfar na… impopularidade! Sim, eu quis dizer justamente isso. Quem surfa na popularidade corre o risco de praticar populismo vigarista e levar o país à lona. Ou Dilma não quebrou o setor elétrico assim? Surfar na impopularidade é saber que, para ser amado pelo povo, nas atuais circunstâncias, só fazendo o que não pode e não tem de ser feito.

Temer fez em sete meses pelo país mais do que Dilma em cinco anos. Os benefícios de suas ações ainda virão. Mas não serão colhidos na Presidência.

Muita coisa se explica e se complica quando se consideram os dados parciais. A rejeição maior ao governo está no Nordeste: 67% dos entrevistados avaliam o governo como ruim ou péssimo. Em segundo lugar, está o Sudeste, com 52%. A região Sul é a menos refratária: esse índice fica em 48%.

Eu me arriscaria a dizer — é só uma conjectura; não tenho dados para expressar uma certeza — que a maior animosidade, a do Nordeste, se fosse traduzida em ideologia, teria uma marca de esquerda. O que quero dizer? A região que mais cresceu no ciclo de expansão insustentável da economia, durante o petismo, é também a que mais sofre com o desastre a que os companheiros conduziram o país. E, ora vejam, não há um petista de plantão para ter de se explicar, certo?

Vive-se, contam-me amigos nordestinos que se ocupam dessas coisas, nas camadas populares, uma certa “nostalgia” da era petista — mas só dos seus momentos virtuosos… A isso se soma a forte campanha das esquerdas, com seus aparelhos muito operantes, segundo a qual o governo que aí está quer cortar benefícios do povo.

No Sudeste, ainda que marcado pelo desemprego e outros dissabores, diria que a reserva ao governo se dá pela direita caso se fossem traduzir os signos. Há o inconformismo, que está em todo canto, com a corrupção. E, não tem jeito, entende-se, de algum modo, que isso está ligado a Brasília. O esforço para ligar o nome do presidente ao esquema criminoso é permanente.

Os movimentos de Facebook — que de rua não são! — pregam uma permanente hostilidade à política e aos políticos. E é claro que o presidente Michel Temer não escapa. Aliás, ninguém escapa. Fiquem certos! A avaliação dos governadores também vai despencar.

E Doria?

Ainda voltarei com mais vagar ao tema, mas sei que o leitor, esperto como é, se perguntou a esta altura: “Mas e Doria? Como explicar? Ele certamente vai ter a sua gestão aprovada pela maioria”. Não duvido! O prefeito, nestes três meses, mostrou operosidade, deu respostas emergenciais a alguns problemas com soluções boas, porém heterodoxas do ponto de vista gestão pública — como as doações, por exemplo —; respondeu a contento a uma ânsia difusa, mas muito presente, de ordem na cidade. Fernando Haddad era, a meu ver, um incentivador da desordem. Na saúde, aí sim um marco importante, conseguiu mobilizar o aporte de parte da rede privada em favor dos pobres, que dependem da saúde pública. Na área de creches, aponta para feitos relevantes, também com o aporte das empresas. Vamos ver.

Assim, tem-se um gestor que pode oferecer benefícios. Mas que não tem a responsabilidade, porque não cabe ao prefeito, de responder ao desemprego, ao déficit brutal, à inflação, aos juros… E, bem, melhor de tudo: não aparece nem como nota de rodapé na Lava Jato.

Assim, o prefeito demonstra, em termos maquiavélicos, a “virtù”, qualidades pessoais que o fazem distinguível, mas também o favorece no momento a Fortuna, o conjunto das circunstâncias que o levaram à Prefeitura e a ser considerado um presidenciável.

Volto a Temer

Temer tem as qualidades necessárias para este tempo. Não creio que outro pudesse fazer melhor do que ele essa travessia. Mas ele sabe que a tal Fortuna está contra ele. A maré não é e não tem como lhe ser favorável.

Segundo o levantamento, 79% não confiam no presidente. Eu nunca sei o que essa “confiança” quer dizer. Você “confia” em alguém quando acha que a pessoa vai agir com lealdade, com fidelidade. O povo sabe que o presidente não tem milagres escondidos na manga do paletó.

Sim, é alto, quase chegando à metade, o índice dos que consideram seu governo pior do que o de Dilma: 41% — para 38%, eles se equivalem. E 18% apenas o consideram melhor.

Quando se confrontam números com a realidade, é claro que esse é o dado mais absurdo da pesquisa. O país de Dilma caminhava para o abismo. Ou melhor: já tinha caído. Numa cena improvável de desenho animado, Temer interrompeu a trajetória que levava ao desastre, e o balão voltou a voar, ainda que voe meio de lado.

Mas o que quer dizer “pior” para quem responde uma pesquisa? Ou a sua vida não melhorou nesses sete meses ou pode, até, ter piorado.

Concluo

Que o presidente não desanime e surfe na impopularidade, fazendo o que tem de ser feito.

Se Temer perde, quem ganha? (por VINICIUS TORRES FREIRE, na FOLHA)

Suponha-se que dê tudo certo na economia, segundo planos e critérios do governo Michel Temer. Ou não. O que pode ser da política, no mês que vem ou em 2018?

As ameaças do próprio PMDB de pular do barco dão o que pensar sobre o roteiro do destino até faz pouco tempo risonho e franco do presidente que "aprovava tudo" no Congresso. Um governo "semiparlamentarista", que teria maioria firme porque loteara os ministérios na medida do tamanho dos partidos de sua coalizão, de resto uma aliança ideologicamente coesa, de conservadora a reacionária.

Suponha-se a hipótese "vai dar certo".

Nesse prognóstico, aprovam-se a reforma da Previdência e, ora menos relevante, a trabalhista, que causam medo ou raiva em quase qualquer pessoa com quem se converse na rua. A economia cresceria um minguado mas inesperado 1% neste ano e gordos 4% no ano eleitoral de 2018, com inflação e juros declinantes. Não é chute. São as previsões dos economistas do Itaú, por exemplo.

Muito parlamentar do PMDB parece por ora indiferente a esse cenário. Do PMDB de Temer, da "Ponte para o Futuro", e do "Avança, Brasil", de Renan Calheiros, programas liberais que encheram a linguiça da coalizão que depôs Dilma Rousseff.

Quase metade do PMDB se negou a votar a terceirização. Calheiros, homem-bomba, avacalha Temer em público e nas internas. Não se sabe bem o que quer ou quantas tropas tem. Mas Calheiros e o refugo da terceirização azedaram ainda mais a votação das reformas. Deram ideias para aliados: se até o PMDB se escafede, por que queimar o filme votando projetos detestados?

Neste momento, a "sólida coalizão" de Temer não parece associar seu futuro ao sucesso do governo. Alguns peemedebistas o dizem explicitamente, nas internas.

A melhora da economia talvez não se converta em ativo eleitoral, dizem, pois Temer não vai liderar sua sucessão em 2018, não apenas por ser impopular ou por tocar reformas amargas e comandar enrolados de escol na Lava Jato.

Além do mais, segue o raciocínio do desencanto, um refresco no PIB não apagaria a memória azeda de três anos de recessão, que também ficaria carimbada nos governistas mais autênticos. Um candidato viável a presidente viria do PSDB ou do espaço exterior da política politiqueira, um "outsider" sideral, com ou sem economia melhor.

Política é feita de nuvens, certo, que ora são escuras, mas podem se dissipar. No momento, porém, o clima no Congresso está muito ruim, para surpresa também deste jornalista. Temer está à beira de passar as tropas em revista as ameaçando de tiros na cabeça em caso de motim.
Caso o tempo feche de vez, ninguém será vitorioso em 2018.
Mesmo sem pânico financeiro pela derrota das "reformas", a perspectiva de crescimento baixaria. O presidente tomaria posse em 2019 para governar sob penúria, sem dinheiro. Aliás, até no cenário de reformas aprovadas e crescimento bom haveria refresco nas contas federais apenas em 2021.
O alerta vale também para a esquerda, que deve pensar melhor no que deseja. Na hipótese de contribuir para a ruína de Temer e suas reformas e, mais improvável, de vencer 2018, terá de governar uma terra arrasada e um povo com expectativas irrealistas de reviravolta econômica e social. 

Aonde vão, valentes? (por DORA KRAMER, em VEJA.COM)

Doria, Ciro e Lula surfam na onda de grosseria que assola o País.

João DoriaCiro Gomes e Luiz Inácio da Silva estão surfando na onda de grosseria que assola o País, contamina relações institucionais  e conquista cada vez mais adeptos nos meios de comunicação (não só digitais). Lula porque não vê outro jeito de reagir às evidências a não ser com a veemência costumeiramente tosca; Ciro porque o estilo faz o homem e Doria para compor a imagem do administrador enérgico sem compromisso com os ditos políticos tradicionais. O que querem o três? O mesmo: destaque para se posicionar no horizonte de 2018, “contra tudo isso que está aí”. Conseguem espaço, é verdade, mas contribuem para o processo de perda de referências positivas em que está mergulhado o Brasil.

A CNBB joga contra os pobres, POR MAILSON DA NÓBREGA

Os pobres, que a Igreja tem o compromisso de defender, serão os grandes perdedores de um eventual fracasso da reforma da Previdência

O presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e também arcebispo de Brasília, cardeal Sérgio da Rocha, e outros dirigentes da entidade divulgaram manifesto contra a reforma da Previdência. Onze bispos da Província Eclesiástica de Belo Horizonte fizeram o mesmo.

A Igreja Católica tem uma milenar história de defesa e amparo dos pobres. Antes do surgimento do Estado de Bem-Estar Social no século XX, a Igreja e outras denominações religiosas se incumbiam, ao lado de instituições de caridade, de apoiar as classes menos favorecidas, fornecendo-lhes abrigo e alimentação.

pobreza diminuiu em todo o mundo. Na Europa do século XVIII, 90% da população era de pobres. Hoje, graças ao desenvolvimento, eles são menos de 10% dos europeus. A globalização, que permitiu a ascensão da China e de outros países emergentes, retirou da pobreza um bilhão de pessoas. O trabalho assistência aos pobres tornou-se menos relevante.

Não faltam credenciais à Igreja para defender os pobres, mas ela se enganou nesse caso. De fato, o fracasso da reforma conduziria o governo federal à insolvência fiscal. O calote prejudicaria os milhões de investidores que compraram títulos do Tesouro, inclusive os fundos de pensão dos quais dependem milhares de aposentados e as pessoas físicas que, direta ou indiretamente, investem suas poupanças em papéis públicos federais.

A insolvência geraria o fenômeno conhecido como “dominância fiscal”, isto é, a situação em que o Tesouro não consegue financiar sua dívida no mercado e passa a fazê-lo mediante emissão de dinheiro. O Banco Central perde a capacidade de assegurar a estabilidade da moeda. A inflação foge do controle e pode nos levar de volta aos horrores da hiperinflação.

Como aprendemos, os pobres são os que mais sofrem com a inflação. Ao contrário dos ricos, os pobres não têm como recorrer a mecanismos de proteção contra a alta dos preços e à corrosão inflacionária de seus salários. Os ricos até ganham. Por isso, a inflação é um meio perverso de cobrar indiretamente impostos dos pobres e de concentrar a renda do país.

O manifesto dos bispos está cheio de equívocos. Afirma que a reforma prejudica os pobres. É o contrário. Os perdedores serão os não pobres, que hoje se aposentam com 30 ou 35 anos de contribuição. Os pobres, que labutam grande parte de sua vida no mercado informal, não conseguem comprovar o pagamento de contribuições previdenciárias nesse período. Por isso, se aposentam aos 65 anos, que é a idade mínima prevista no projeto de reforma. Os ricos obtêm a aposentadoria com pouco mais de 50 anos.

O manifesto é um rosário de equívocos. A preparação dos bispos tem mais a ver com filosofia, direito canônico e teoria eclesiástica. Eles não estudam economia. Por isso, na sua boa-fé e no anseio de defender os pobres, podem ter recorrido a informações inadequadas, que os levaram a não entender as consequências sociais da rejeição da reforma.

CNBB não percebeu que o atendimento de sua proposta seria a desgraça dos pobres.

Michel Temer não passou da fase do mal menor, por JOSIAS DE SOUZA (UOL)

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Quando Dilma Rousseff estava em franco processo de autocombustão, Michel Temer vaticinou: ''Ninguém vai resistir três anos e meio com esse índice baixo” de 7% ou 8% de popularidade. Era setembro de 2015. No mês anterior, o Datafolha informara que a taxa de aprovação da presidente petista recuara para 8%. Um ano depois, Temer estava sentado na cadeira de Dilma. Hoje, informa o Ibope, apenas 10% dos brasileiros aprovam a gestão Temer. E seu mandato está pendurado num veredicto do Tribunal Superior Eleitoral.

Para 41% dos entrevistados do Ibope, o governo atual é pior do que o deposto. Mas a taxa de reprovação da administração Temer (55%) ainda é menor do que a de Dilma, cujo índice de aversão rodou na casa dos 70%. A cólera das ruas evoluiu para um surto de passividade. Deve-se a apatia à sensação de que, sob Temer, Brasília parou de cavar o buraco em que Dilma metera o PIB nacional. Isso é suficiente para reter na garganta da maioria o ‘Fora, Temer’. Mas o substituto de Dilma não conseguiu ultrapassar a fase do mal menor.

Temer persegue um equilíbrio difícil: promote o novo na economia ao lado do lixo da Lava Jato. A alta do desemprego, agora na casa dos 13,2%, mostra que os resultados econômicos tardam. E o convívio do presidente com personagens que lutam pela própria sobrevivência política, não pela salvação nacional, o torna uma autoridade inapta para exigir da plateia os sacrifícios previdenciários e trabalhistas embutidos nas reformas que tramitam no Congresso.

Para complicar, a figura de Temer, quando tomada individualmente, inspira mais desconfiança do que o conjunto do seu governo —79% das pessoas ouvidas disseram não confiar em Temer. A sorte do substituto constitucional do desastre é que não há um vice no seu encalço para indagar: “Vai resistir um ano e nove meses com esse índice de popularidade tão baixo?” Sem alternativas, o país parece condenado a assistir à absolvição de Temer no TSE e a tolerar o mal menor na Presidência até a sucessão de 2018.

Falta de opção a Temer mantém as ruas vazias, (JOSIAS DE SOUZA, UOL)

A coisa poderia estar melhor para Michel Temer. Ele governa praticamente sem oposição. Até aqui, aprovou tudo o que quis no Congresso. Acaba de adoçar o bolso dos brasileiros com a liberação do dinheiro que estava retido nas contas inativas do FGTS. Mas o Ibope informa que o prestígio do governo Temer definha. A taxa de reprovação do governo subiu de foi de 46% para 55%. E o índice de aprovação caiu de 13% para 10%. Dois fenômenos ajudam a explicar o desprestígio da gestão Temer: a demora da economia em reagir aos estímulos de Brasília e a proximidade do presidente com o lixão da Lava Jato.

O Ibope revela que entre as notícias mais lembradas pela população estão a reforma da Previdência e a corrupção. No noticiário sobre a reforma, a plateia é informada de que governo exige uma cota de sacrifícios da sociedade para fechar o rombo nas contas previdenciárias. No noticiário sobre a corrupção, a arquibancada fica sabendo que permanecem dentro do campo o mesmo time que se habituou a fazer gol na mão grande dentro dos cofres públicos. Uma coisa não combina com a outra.

O desemprego bateu novo recorde. Está na casa de 13,2%. Há na praça 13,5 milhões de brasileiros sem um contracheque. Todos parecem sujeitos a perder o emprego, exceto os ministros de Temer investigados na Lava Jato. Esse contraste tira de Temer a autoridade para exigir da sociedade os sacrifícios embutidos em reformas como a da Previdência. As manifestações do último final de semana evidenciaram o esvaziamento das ruas. Mas o Ibope informa que o descontentamento permanece em casa. Só não chega ao meio fio porque não enxerga uma alternativa ao mal menor que Temer passou a representar.

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Veja.com + UOL

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1 comentário

  • Marcos Carlotto Braga Itaqui - RS

    Nenhum comentário!!! só o autor não percebe que ninguém mais lê seu passa tempo!!

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Caro Marcos...também não sou fã do autor...mas a verdade do país É ESTA...chorar não adianta diante da verdade..para sair desta situação o caminho é o citado pelo autor..temos que aprender a saber discernir a verdade daquilo que nos tentam vender....criticar a situação é facil...mas esta situação e a nossa realidade e sem atitude..sem mudanças..sem equilibrio fiscal das contas públicas...ola seu estado..era um dos mais ricos e influentes do país..e hoje está quebrado e mais quebrado que arroz de terceira como se fala em sua cidade...e a saida qual é equilibrio fiscal...sem isto vamos a lugar nenhum...ao meu ver diante do quadro atual o governo que não fizer o que estão tentando fazer vai levar ao caos das contas públicas e quanto mais demorarem a resolver pior será para todos...não aprovo a roubalheira..ma gestão..etc mas não tem como sair da crise que estamos de outra forma...infelizmente...

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