Relação de troca entre o boi e o bezerro no MT aumenta para 0,35% no comparativo semanal

Publicado em 28/07/2020 11:37 e atualizado em 28/07/2020 14:11 299 exibições

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No estado do Mato Grosso, os preços do bezerro de ano registraram um aumento de 1,49% no comparativo semanal e está cotado a R$ 1.828,11/cab. Diante desse cenário, a relação de troca entre o boi e o bezerro subiu para 0,35% frente ao observado na semana anterior, ficando em 1,78 cab./cab.

O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA) ressaltou que os produtores ainda relatam a pouca oferta de animais no período. “Na semana passada os preços do boi e da vaca gorda exibiram variação acima de 1,00%. A maior intensidade do movimento esteve atrelada à resistência de negócios a preços inferiores”, afirmou.

Apesar da melhora nos preços do boi gordo, as programações de abate permaneceram com leves variações. Desta vez, o avanço semanal foi de 0,03 dia, fechando na média de 6,79 dias.

O relatório semanal informou que o diferencial de base para a arroba do boi gordo no Mato Grosso e em São Paulo caiu 14,70% até a terceira semana de julho. Os fatores que têm influenciado neste cenário nos últimos dois meses são a oferta de animais restrita e o aumento das exportações nos últimos meses em ambas as praças.

 “As cotações nos dois estados têm valorizado em proporções semelhantes: em Mato Grosso a arroba do boi a prazo registrou alta mensal de 4,07%, com valor médio final (livre de Funrural) de R$ 179,96. Em São Paulo, por sua vez, o aumento no período foi de 4,28%, fechando em R$ 210,33 (livre de Funrural)”, destacou o instituto.  

Para julho, até a terceira semana do mês, o movimento observado, inclusive, já é de queda no diferencial de base MT-SP, pois está em -14,10%. Esta nova conjuntura traz otimismo, visto que desde jan/20 não era observado estreitamento no indicador.

“Em junho, o diferencial de base entre Mato Grosso e São Paulo da arroba a prazo apresentou alta de 0,17 p.p. ante a maio, ficando em -14,44%. Apesar de o distanciamento ainda persistir, já é notório que as variações mensais estão mais amenas”, destacou.

Confira o relatório completo AQUI

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Por:
Andressa Simão | @papodeboi
Fonte:
Notícias Agrícolas

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