Suínos: cotações caem e movimentação é semelhante às demais proteínas animais

As cotações do suíno seguem em desvalorização ou com estabilidade em alguns setores nesta quinta-feira (30). De acordo com análise do Cepea/Esalq, movimento semelhante também está ocorrendo com as proteínas concorrentes, a de frango e a bovina. Pesquisas do Cepea apontam que as baixas nos preços da carne suína estão atreladas à demanda interna enfraquecida e ao menor ritmo de exportações.
Para o produtor independente, houve queda nas bolsas de suínos de Santa Catarina, em 5,25%, chegando ao valor de R$ 5,05/kg, e também em Minas Gerais, redução de 8,33%, atingindo R$ 5,50/kg. Nas demais principais praças produtoras, como São Paulo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso, os preços não mudaram nesta quinta-feira.
Segundo dados do Cepea/Esalq para o suíno vivo, referentes à quarta-feira (29), apenas no Rio Grande do Sul o preço permaneceu estável, R$ 4,97 o quilo. Houve queda de 3,90% em Minas Gerais, chegando ao valor de R$ 5,66/kg, baixa de 2,19% em Santa Catarina, fechando em R$ 4,92/kg, redução de 2,09% no Paraná, com preço de R$ 5,16/kg. Em São Paulo, a queda foi de 1,12%, cravando R$ 5,31/kg.
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