Em Chicago, milho dá continuidade ao movimento positivo e amplia ganhos ao longo do pregão desta 6ª feira

Publicado em 14/07/2017 09:27 e atualizado em 14/07/2017 13:02
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As cotações futuras do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) dão continuidade ao movimento positivo ao longo do pregão desta sexta-feira (14). As principais posições do cereal exibiam ganhos entre 6,00 e 8,00 pontos, por volta das 12h38 (horário de Brasília). O vencimento setembro/17 era cotado a US$ 3,76 por bushel, enquanto o dezembro/17 operava a US$ 3,89 por bushel. Já o março/18 era negociado a US$ 3,99 por bushel.

De acordo com informações reportadas pela Granoeste Corretora de Cereais, o mercado busca se recuperar das perdas acentuadas registradas no dia anterior. "Os preços do milho nos EUA são maiores nesta sexta-feira recuperando algumas das perdas íngremes da sessão anterior, já que o foco do mercado permanece no tempo no Meio-Oeste, onde as temperaturas mais baixas poderiam melhorar as perspectivas em algumas áreas", reportou a Reuters internacional.

Ainda nesta quinta-feira, os preços caíram mais de 15 pontos diante da perspectiva melhora no clima no Corn Belt e da expectativa de safra maior nos Estados Unidos. "Os deslizamento de preços foi desencadeado por relatório de temperaturas mais fresas e chuvas em algumas regiões do Centro-Oeste, regiões orientais e centrais, em particular", disse o Commerzbank em nota ao mercado.

"Em contraste, as áreas mais ocidentais permanecem secas e quentes - com o resultado de que os preços estão aumentando de acordo", completa.

Conforme dados reportados pelo NOAA - Serviço Oficial de Meteorologia do país - nos próximos 8 a 14 dias, as temperaturas ainda deverão ficar acima da normalidade em grande parte do Corn Belt. No mesmo período, chuvas acima da média também são previstas para o cinturão produtor do cereal.

BM&F Bovespa

Na bolsa brasileira, a sessão desta sexta-feira também é de reação aos preços futuros do milho. Perto das 12h41 (horário de Brasília), os vencimentos do cereal exibiam ganhos de mais de 1%. O setembro/17, referência para a safrinha, era negociado a R$ 26,30 a saca e o novembro/17 trabalhava a R$ 27,75 a saca.

O mercado acompanha a alta registrada nos preços do cereal em Chicago. Enquanto isso, o dólar, recuava 0,74%, negociado a R$ 3,18 na venda. Segundo a Reuters, "a moeda recua após dados fracos sobre a economia norte-americana enfraquecerem as apostas de mais um aperto monetário nos Estados Unidos neste ano e em meio a um ambiente mais tranquilo na cena política local".

Por: Fernanda Custódio
Fonte: Notícias Agrícolas

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