Milho se desvaloriza em Chicago e na B3 nesta segunda-feira

Publicado em 06/04/2020 12:05 e atualizado em 06/04/2020 16:54 495 exibições
Radar Investimentos aponta maior oferta de lotes no Brasil

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Os preços internacionais do milho futuro seguem operando na parte negativa da tabela na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta segunda-feira (06). As principais cotações registravam quedas entre 3,25 e 3,75 pontos por volta das 11h43 (horário de Brasília).

O vencimento maio/20 era cotado à US$ 3,27 com perda de 3,25 pontos, o julho/20 valia US$ 3,33 com baixa de 3,50 pontos, o setembro/20 era negociado por US$ 3,38 com desvalorização de 3,75 pontos e o dezembro/20 tinha valor de US$ 3,47 com queda de 3,25 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços do milho foram negociados em baixa nesta manhã, devido à alta área cultivada esperada e a estimativa de 3,5 bilhões de galões de produção anual de etanol ficando offline em 25% das instalações de biocombustíveis do país, que pesaram bastante nos mercados nesta manhã.

Dentro dos Estados Unidos as ofertas em dinheiro para o milho continuaram em queda até o final da semana passada. Base especialmente enfraquecida nos terminais fluviais e nas duas principais instalações ferroviárias que abastecem os portos dos EUA Golfo, indicando diminuição da demanda de exportação.

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) começa hoje a divulgar os relatórios semanais sobre o progresso das safras. “Apesar disso, o plantio no Centro-Oeste permaneça em espera devido ao clima úmido e o progresso da semeadura no Texas provavelmente permanecerá um pouco menor do que o previsto, com base em relatórios de safras anteriores”, explica a analista Jacqueline Holland.

B3

A bolsa brasileira reverteu as altas do início do pregão e agora opera com a maior parte das principais cotações no campo negativo para os preços futuros do milho. Por volta das 12h03 (horário de Brasília), o contrato maio/20 caia 0,51% com preço de R$ 48,93, o julho/20 perdia 0,76% com valor de R$ 45,50 e o setembro/20 era negociado por R$ 43,72 com desvalorização de 0,41%.

Olhando para o mercado interno, o boletim diário da Radar Investimentos aponta que temos visto que o produtor oferta lotes maiores em relação às semanas anteriores. “A volatilidade dos mercados continua alta e deve seguir enquanto a incerteza sobre a atividade econômica perdurar”.

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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