Milho: B3 cai no contrato maio, mas apresenta altas no segundo semestre

As movimentações dos preços futuros do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) seguem restritos nesta quinta-feira (23). As principais cotações registravam flutuações em campo misto, entre 0,70% negativo e 0,80% positivo por volta das 12h14 (horário de Brasília).
O vencimento maio/20 era cotado à R$ 45,23 com queda de 0,70%, o julho/20 valia R$ 42,19 com ganho de 0,33%, o setembro/20 era negociado por R$ 41,69 com alta de 0,80% e o novembro/20 tinha valor de R$ 43,92 com elevação de 0,27%.
De acordo com a Agrifatto Consultoria, a falta de chuvas em algumas partes do Brasil, em especial na metade sul que abrange Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul pode afetar o potencial produtivo da segunda safra de milho.
Mercado Externo
A Bolsa de Chicago (CBOT) segue acumulando ganhos para os preços internacionais do milho futuro nesta quinta-feira (23). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 3,00 e 4,00 pontos por volta das 12h08 (horário de Brasília).
O vencimento maio/20 era cotado à US$ 3,21 com alta de 3,75 pontos, o julho/20 valia US$ 3,27 com elevação de 3,00 pontos, o setembro/20 era negociado por US$ 3,31 com valorização de 4,00 pontos e o dezembro/20 tinha valor de US$ 3,40 com ganho de 3,25 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os futuros do milho sobem com os preços do petróleo se recuperando em meio às crescentes tensões entre Estados Unidos e Irã.
A Administração de Informações de Energia dos EUA divulgou hoje seu relatório semanal sobre o status do inventário de petróleo. Apesar de um aumento de 4,5% na demanda semanal de gasolina, a produção de etanol registrou mais uma semana recorde de produção, caindo apenas 294 milhões de galões por dia, para 23,6 bilhões de galões por dia.
O mercado ainda espera que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) libere ados semanais de vendas de exportação esta manhã. Prevê-se que as vendas da safra de milho 2019/20 variem entre 23,6 milhões - 43,3 milhões de bushels (entre 599.440 e 1,099 milhões de toneladas), enquanto as vendas 2020/21 são projetadas entre 2,0 milhões - 13,8 milhões de bushels (entre 50.800 e .350.520 toneladas).
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