Milho: mercado ainda segue parado no Brasil

Os preços futuros do milho seguem operando em campo misto na Bolsa Brasileira (B3) nesta quinta-feira (30). As principais cotações registravam flutuações entre 0,97% negativo e 1,17% positivo por volta das 11h56 (horário de Brasília).
O vencimento maio/20 era cotado à R$ 47,36 com valorização de 1,17%, o julho/20 valia R$ 45,06 com queda de 0,97%, o setembro/20 era negociado por R$ 43,46 com ganho de 1,07% e o novembro/20 tinha valor de R$ 45,70 com elevação de 0,66%.
De acordo com a Agrifatto Consultoria, o mercado ainda segue parado com os compradores visualizando o comportamento do dólar e do Coronavírus no Brasil. Já o mercado físico se tornou mais atrativo aos compradores e o volume de negócios melhorou.
Mercado Externo
Já a Bolsa de Chicago (CBOT) registra valorizações para os preços internacionais do milho futuro nesta quinta-feira (30). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 4,50 e 7,50 pontos por volta das 11h53 (horário de Brasília).
O vencimento maio/20 era cotado à US$ 3,12 com valorização de 7,50 pontos, o julho/20 valia US$ 3,21 com alta de 6,50 pontos, o setembro/20 era negociado por US$ 3,27 com elevação de 5,25 pontos e o dezembro/20 tinha valor de US$ 3,38 com ganho de 4,50 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, a ordem executiva do presidente Trump de manter abertas as fábricas de processamento de carne ajudou a aumentar as perspectivas de demanda por alimentos para animais no comércio.
Mesmo assim, as preocupações de longo prazo da cadeia de produção de carne também pesam no futuro do milho. As defasagens na produção biológica de animais e aves podem causar um atraso na recuperação da demanda por alimentos nos mercados de alimentos para animais, aponta a publicação.
0 comentário
Milho dispara em Chicago nesta 4ª feira com insegurança sobre Mar Negro e oferta global; B3 acompanha
Milho sobe mais de 2% na Bolsa de Chicago, na esteira da disparada do trigo
UNEM destaca aprovação do E32 e reforça expectativa para avanço ao E35
Segunda quinzena de julho mais seca no Centro-Sul deve impulsionar colheitas, mas chuvas tendem a dificultar trabalhos no Sul
Milho segue pressionado em Chicago e registra baixas nesta terça-feira
Colheita do milho ganha ritmo no Mato Grosso e Goiás e já chega aos 38,9% no Brasil, aponta Conab