Milho: bolsa de Chicago fecha com quedas; ameaça de Trump à China afeta contratos

O mercado de milho na Bolsa de Chicago fechou com quedas nesta sexta-feira (1). O vencimento maio/20 foi cotado à US$ 3,11 com queda de -0,50 pontos, o julho/20 valeu US$ 3,18 com retração de 2,00 pontos, o setembro/20 foi negociado por US$ 3,24 com perda de 1,75 pontos e o dezembro/20 teve valor de US$ 3,36 com recuo de 1,25 pontos.
Segundo informações da FarmFutures, a volatilidade continua no mercado do grão, com grande influencia do mercado de energias e das relações entre petróleo e etanol. Combinado com as medidas de retaliação antecipadas do presidente Trump contra a China, ameaçando o país com tarifas após o recuo nas compras pelo gigante asiático, os preços caíram.
De acordo com a análise, as ofertas pontuais de milho em torno do cinturão do milho mantiveram-se estáveis ontem (30), já que muitos locais começaram a apresentar ofertas básicas nos futuros de julho.
"Os mercados estarão de olho no esmagamento de grãos para quantificar com mais precisão o comprometimento da demanda na indústria do milho como resultado da pandemia do Covid-19. O milho consumido para a produção de etanol totalizou 433,9 milhões de bushels em fevereiro, número que provavelmente cairá após a pandemia de Covid-19, que acabou com a demanda por combustível em março".
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