Milho: quinta-feira segue sendo de alta para B3 e Chicago

Publicado em 28/05/2020 11:58 e atualizado em 28/05/2020 16:37 266 exibições
Alta do dólar e cenário positivo para o etanol influenciam

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A Bolsa Brasileira (B3) segue subindo para os preços futuros do milho nesta quinta-feira (28). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,74% e 1,06% por volta das 11h56 (horário de Brasília).

O vencimento julho/20 era cotado à R$ 45,12 com alta de 0,74%, o setembro/20 valia R$ 43,87 com valorização de 0,85%, o novembro/20 era negociado por R$ 46,60 com elevação de 0,76% e o janeiro/20 tinha valor de R$ 47,50 com ganho de 1,06%.

De acordo com análise da Agrifatto Consultoria, as cotações se recuperam hoje após atingir ontem o menor preço de fechamento desde o dia 24 de abril, quando a preocupação sobre as chuvas no país cresceu e respectivamente o impacto da falta delas sobre a produção da segunda safra deu as caras no mercado.

O dólar, que caiu nas últimas seções estava em alta nesta quinta-feira subindo 1,24% por volta das 11h42 (horário de Brasília) e era cotado à R$ 5,33.

Mercado Externo

A Bolsa de Chicago (CBOT) também contabilizava ganhos para os preços internacionais do milho futuro nesta quinta-feira. As principais cotações registravam movimentações positivas entre 3,25 e 4,75 pontos por volta das 11h44 (horário de Brasília).

O vencimento julho/20 era cotado à US$ 3,25 com valorização de 4,75 pontos, o setembro/20 valia US$ 3,29 com elevação de 4,00 pontos, o dezembro/20 era negociado por US$ 3,38 com alta de 3,50 pontos e o março/21 tinha valor de US$ 3,49 com ganho de 3,25 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços do milho subiram esta manhã devido ao otimismo em relação à produção de etanol e os atrasos no plantio da safra americana devido às chuvas previstas.

“A demanda por gasolina aumentou mais de 34% desde os primeiros dias da pandemia. A produção de etanol registrou três semanas consecutivas de ganhos, aumentando 2,7 milhões de galões de produção diária e dando nova vida aos preços básicos que entraram em colapso com a indústria em março”, destaca a analista Jacqueline Holland.

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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