Milho segue em alta na B3 sustentado pelo dólar

Publicado em 30/06/2020 11:58 e atualizado em 30/06/2020 16:30 410 exibições
Chicago aguarda próximo relatório do USDA

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A terça-feira (30) segue sendo positiva para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam acréscimos entre 0,63% e 2,01% por volta das 11h56 (horário de Brasília).

O vencimento julho/20 era cotado à R$ 48,00 com alta de 1,27%, o setembro/20 valia R$ 45,86 com ganho de 1,19%, o novembro/20 era negociado por R$ 48,25 com valorização de 2,01% e o março/21 tinha valor de R$ 48,30 com elevação de 0,63%.

De acordo com análise da Agrifatto Consultoria, na B3 os dias seguem sendo de valorizações, com o vencimento setembro/20 rompendo a barreira dos R$ 45,00 a saca.

Sustentando essa tendência, mais uma vez os movimentos cambiais também permanecem em alta. O dólar era cotado à R$ 5,48 por volta das 11h44 (horário de Brasília), apresentando elevação de 1,55%

Mercado Externo

Já os preços internacionais do milho futuro perderam um pouco da força na Bolsa de Chicago (CBOT) e passaram a operar com resultados em campo misto nesta terça-feira. As principais cotações registravam movimentações entre 0,25 pontos negativos e 1,00 ponto positivo por volta das 11h32 (horário de Brasília).

O vencimento julho/20 era cotado à US$ 3,26 com queda de 0,25 pontos, o setembro/20 valia US$ 3,28 com estabilidade, o dezembro/20 era negociado por US$ 3,35 com alta de 1,00 ponto e o março/21 tinha valor de US$ 3,46 com ganho de 0,75 pontos.

Segundo informações da Agência Reuters, seguem as compras técnicas previstas após o milho subir na segunda-feira, em seu maior ganho desde de 19 de março.

Além disso, os traders mantêm posições antes do relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que deve mostrar área de milho em 95,2 milhões de acres, queda de 1,8% em relação às previsões de março do governo, diz a publicação.

Outro ponto que segue no radar, de acordo com o site internacional Farm Futures, são os rumores persistentes sobre uma possível compra de exportação da China.

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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