Milho segue subindo na Bolsa Brasileira nesta quarta-feira

Publicado em 01/07/2020 12:07 e atualizado em 01/07/2020 16:49 463 exibições
Chicago ainda reflete diminuição da área plantada americana

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A quarta-feira (01) segue sendo positiva para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações de alta entre 0,43% e 0,88% por volta das 11h56 (horário de Brasília).

O vencimento julho/20 era cotado à R$ 48,70 com ganho de 0,43%, o setembro/20 valia R$ 46,62 com elevação de 0,65%, o novembro/20 era negociado por R$ 49,00 com valorização de 0,80% e o janeiro/21 tinha valor de R$ 50,49 com alta de 0,88%.

De acordo com análise da Agrifatto Consultoria, “com a pressão do dólar e da CBOT, e sem um grande avanço na colheita do milho segunda safra no centro-sul do país, a cotação do cereal segue em alta”.

Na última terça-feira o vencimento setembro/20 fechou à R$ 46,26/sc, o maior valor desde o início da negociação deste contrato.

Mercado Externo

Os preços internacionais do milho futuro também seguem seus caminhos de altas na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 8,50 e 9,50 pontos por volta das 11h50 (horário de Brasília).

O vencimento julho/20 era cotado à US$ 3,48 com valorização de 9,50 pontos, o setembro/20 valia US$ 3,50 com ganho de 8,50 pontos, o dezembro/20 era negociado por US$ 3,59 com elevação de 9,25 pontos e o março/21 tinha valor de US$ 3,70 com alta de 9,50 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os contratos futuros do milho subiram nesta manhã com o otimismo em relação aos relatórios de baixa área cultivada de milho de ontem, continuando no pregão de hoje. Uma previsão quente e seca de julho também sustentou a força nos mercados de milho nesta manhã.

“O relatório de área cultivada do USDA chocou os mercados de milho ontem, com 92,0 milhões de acres de milho reportados como plantados para 2020. A estimativa ficou bem abaixo da faixa esperada de 93 milhões a 97 milhões de acres, bem como o número de plantações prospectivas de 31 de março de 97,0 milhões de acres”, comenta a analista Jacqueline Holland.

“Com 5 milhões de acres a menos de milho plantado nesta primavera, as estimativas de produção tenderão para perto de 15,2 bilhões de bushels neste outono, se o rendimento da linha de tendência for verdadeiro. Isso aperta a nova colheita em quase 0,9 bilhão de bushels, diminuindo o estoque de 2020/21 de 3,3 bilhões de bushels para cerca de 2,5 bilhões de bushels”, complementa Holland.

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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