Cotação do milho na B3 sobe nesta terça-feira acompanhando o dólar

Publicado em 14/07/2020 11:55 e atualizado em 14/07/2020 16:45 158 exibições
Chicago se movimenta pouco após relatório do USDA

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Os preços futuros do milho operam em campo misto na Bolsa Brasileira (B3), mas com a maior parte dos contratos subindo nesta terça-feira (14). As principais cotações registravam movimentações entre 0,48% negativo e 1,47% positivo por volta das 11h49 (horário de Brasília).

O vencimento julho/20 era cotado à R$ 49,55 com queda de 0,48%, o setembro/20 valia R$ 47,09 com alta de 1,27%, o novembro/20 era negociado por R$ 48,39 com valorização de 0,81% e o janeiro/21 tinha valor de R$ 50,55 com elevação de 1,47%.

As cotações do cereal na B3 foram influenciadas pelas flutuações cambiais nesta manhã. Por volta das 11h37 (horário de Brasília), o dólar subia 0,61% e era cotado à R$ 5,43.

Mercado Externo

Já a Bolsa de Chicago (CBOT) operava próxima da estabilidade para os preços internacionais do milho futuro nesta terça-feira. As principais cotações registravam movimentações máximas de 0,50 pontos negativos por volta das 11h41 (horário de Brasília).

O vencimento julho/20 era cotado à US$ 3,34 com estabilidade, o setembro/20 valia US$ 3,28 com estabilidade, o dezembro/20 era negociado por US$ 3,36 com perda de 0,25 pontos e o março/21 tinha valor de US$ 3,47 com queda de 0,50 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os contratos futuros de milho se movimentam pouco após a notícia de que a safra de milho nos Estados Unidos havia sido ligeiramente rebaixada.

“O último relatório de progresso da safra de ontem apontou fortes rendimentos de milho após uma semana de condições climáticas quentes e úmidas em grande parte do cinturão do milho, mesmo em meio a um leve rebaixamento da qualidade”, diz a analista Jacqueline Holland.

Enquanto isso, os volumes de exportação de milho começaram a mostrar sinais de fraqueza ontem, depois que a inspeção semanal de grãos do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) para relatório de exportação registrou uma queda no volume de 5,2 milhões de bushels da semana anterior para 35,5 milhões de bushels na semana que terminou em 9 de julho.

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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