Milho segue com terça-feira negativa na B3 e em Chicago

Publicado em 21/07/2020 12:10 e atualizado em 21/07/2020 16:55 188 exibições
Dólar influencia no Brasil e qualidade das lavouras nos EUA

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Os preços futuros do milho seguem caindo na Bolsa Brasileira (B3) nesta terça-feira (21). As principais cotações registravam movimentações negativas de até 1,06% por volta das 12h07 (horário de Brasília).

O vencimento setembro/20 era cotado à R$ 47,45 com desvalorização de 1,06%, o novembro/20 valia R$ 49,20 com baixa de 0,75%

De acordo com análise da Agrifatto Consultoria, com mais milho chegando ao mercado, dólar desvalorizando e preços nos EUA em queda, a pressão sobre o cereal brasileiro se fortaleceu. Por volta das 11h41 (horário de Brasília), a moeda americana caia 1,97% e era cotada à R$ 5,22.

Mercado Externo

Na Bolsa de Chicago (CBOT), a terça-feira também é negativa para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações registravam movimentações de queda entre 4,25 e 5,00 pontos por volta das 11h56 (horário de Brasília).

O vencimento setembro/20 era cotado à US$ 3,23 com desvalorização de 5,00 pontos, o dezembro/20 valia US$ 3,31 com perda de 4,75 pontos, o março/21 era negociado por US$ 3,42 com baixa de 4,25 pontos e o maio/21 tinha valor de US$ 3,49 com queda de 4,25 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, o futuro do milho recuou dos níveis de preços de ontem após as condições de crescimento das lavouras dos Estados Unidos estarem melhores do que o esperado, de acordo com o relatado no relatório semanal de progresso de safra do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

Após uma semana de clima quente e chuvas esporádicas no Meio-Oeste e nas planícies, o USDA manteve as classificações de condição do milho em 69% de boas a excelentes pela segunda semana consecutiva no último relatório de progresso de safra de ontem.

“O estresse térmico nos principais estados produtores de milho não foi um impedimento, pois a maioria dos estados produtores relatou um progresso de silagem acima da média de cinco anos”, comenta a analista Jacqueline Holland.

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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