Milho segue pressionado pelo dólar nesta 4ªfeira e cai na B3

Publicado em 22/07/2020 11:55 272 exibições
Chicago sobe estimulada por demanda chinesa

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Os preços futuros do milho perderam força e contabilizam perdas na Bolsa Brasileira (B3) nesta quarta-feira (22). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 0,47% e 0,84% por volta das 11h49 (horário de Brasília).

O vencimento setembro/20 era cotado à R$ 46,98 com desvalorização de 0,84%, o novembro/20 valia R$ 48,65 com queda de 0,47%, o janeiro/21 era negociado por R$ 50,35 com baixa de 0,69% e o março/21 tinha valor de R$ 51,00 com estabilidade.

De acordo com análise da Agrifatto Consultoria, o milho segue sentindo a pressão negativa imposta pelo dólar, após cair 1,29% no início da semana para o contrato setembro. Por volta das 11h54 (horário de Brasília), a moeda americana caia 1,23% e era cotada à R$ 5,10.

Mercado Externo

Já a Bolsa de Chicago (CBOT) segue operando com ganhos para os preços internacionais do milho futuro nesta quarta-feira. As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,75 e 2,50 pontos por volta das 11h41 (horário de Brasília).

O vencimento setembro/20 era cotado à US$ 3,25 com valorização de 2,50 pontos, o dezembro/20 valia US$ 3,32 com alta de 1,75 ponto, o março/21 era negociado por US$ 3,42 com elevação de 1,00 ponto e o maio/21 tinha valor de US$ 3,49 com ganho de 0,75 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, a demanda chinesa pelo milho norte-americano sustentou o fortalecimento dos preços do cereal nesta manhã.  

“A expansão da demanda por carne suína e de aves elevou os preços do milho chinês em quase 20% desde o início do ano, enquanto as fortes chuvas continuam atingindo a região em crescimento do país”, comenta a analista Jacqueline Holland.

A publicação destaca ainda que, as crescentes condições de seca na região em crescimento dos Estados Unidos estão levantando dúvidas sobre as classificações mais recentes da safra de milho do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

“Isso pode ser problemático para estimar os estoques finais. Se o tempo seco no leste do Corn Belt persistir, os preços do milho poderão disparar, especialmente se a demanda se recuperar da pandemia”, escreve Bryce Knorr, analista sênior do mercado de grãos da Farm Future.

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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