Milho: B3 sente a pressão do dólar e da CBOT e cai nesta quarta-feira

Publicado em 29/07/2020 12:06 e atualizado em 29/07/2020 16:49 297 exibições
Chicago segue em baixa após relatório do USDA

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Os preços futuros do milho seguem operando em campo misto na Bolsa Brasileira (B3) nesta quarta-feira (29). As principais cotações registravam movimentações entre 1,75% negativo e 0,14% positivo por volta das 12h00 (horário de Brasília).

O vencimento setembro/20 era cotado à R$ 48,78 com queda de 0,08%, o novembro/20 valia R$ 50,13 com baixa de 0,14%, o janeiro/21 era negociado por R$ 51,02 com ganho de 0,14% e o março/21 tinha valor de R$ 50,50 com desvalorização de 1,75%.

De acordo com análise da Agrifatto Consultoria, os contratos do cereal brasileiro seguem sofrendo pressão do dólar e da Bolsa de Chicago, mas ainda tendo dias calmos com poucas movimentações.

Por volta das 12h00 (horário de Brasília), o dólar caia 0,04% e era cotado à R$ 5,15.

Mercado Externo

Já a Bolsa de Chicago (CBOT) perdeu força e passou a contabilizar perdas para os preços internacionais do milho futuro nesta quarta-feira (29). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 2,50 e 3,50 pontos por volta das 11h50 (horário de Brasília).

O vencimento setembro/20 era cotado à US$ 3,16 com desvalorização de 3,50 pontos, o dezembro/20 valia US$ 3,26 com perda de 3,25 pontos, o dezembro/20 era negociado por US$ 3,38 com baixa de 2,75 pontos e o maio/21 tinha valor de US$ 3,46 com queda de 2,50 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os contratos futuros de milho foram negociados mais baixos nesta manhã, com as previsões de safras melhoradas limitando a ação dos preços.

Agora o mercado aguarda os números de produção de etanol a serem lançados hoje, que provavelmente continuarão a tendência em um padrão de plano para baixo. “A produção caiu pela primeira vez em 12 semanas na semana passada, com o aumento das restrições de bloqueio em meio ao aumento da transmissão de coronavírus que interrompeu a demanda de gasolina”, relata a analista Jacqueline Holland.

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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