Milho: segunda-feira segue com altas para a B3 e para Chicago

Publicado em 03/08/2020 11:52 e atualizado em 03/08/2020 16:50 456 exibições
Compras chinesas sustentam a CBOT

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A segunda-feira (03) segue com ganhos para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 1,62% e 2,39% por volta das 11h49 (horário de Brasília).

O vencimento setembro/20 era cotado à R$ 52,15 com valorização de 2,30%, o novembro/20 valia R$ 53,19 com elevação de 2,39%, o janeiro/21 era negociado por R$ 53,75 com alta de 2,26% e o março/21 tinha valor de R$ 53,30 com ganho de 1,62%.

De acordo com informações da Agrifatto Consultoria, o contrato setembro/20 fechou a semana passada com a maior valorização positiva dos últimos 60 dias, subindo 2,72% na sexta-feira (31). “A semana fecha com forte pressão se pondo sobre o mercado demonstrando que a baixa disponibilidade de milho força as cotações para cima”.

As flutuações cambiais também atuam para sustentar os contratos futuros do cereal brasileiro. Por volta das 11h55 (horário de Brasília), o dólar era cotado à R$ 5,32 com elevação de 2,05%.

Mercado Externo

Os preços internacionais do milho futuro mantêm as valorizações na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta segunda-feira. As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,25 e 0,75 ponto por volta das 11h38 (horário de Brasília).

O vencimento setembro/20 era cotado à US$ 3,16 com ganho de 0,75 pontos, o dezembro/20 valia US$ 3,27 com ganho de 0,25 pontos, o março/21 era negociado por US$ 3,38 com elevação de 0,50 pontos e o maio/21 tinha valor de US$ 3,46 com valorização de 0,50 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, o otimismo da demanda de exportação em meio ao aperto da oferta na China continuou a sustentar a força no complexo de milho nesta manhã, embora os ganhos tenham sido limitados pelas altas previsões de colheita.

“As chuvas esporádicas e muitas vezes leves nas planícies centrais e no vale central do rio Mississippi aliviaram algumas condições de umidade do solo seco na semana passada, enquanto as temperaturas quentes são moderadas na maior parte da região em crescimento do Meio-Oeste. Mas a falta de chuvas continuou a exacerbar as condições de seca, principalmente nas principais áreas produtoras de milho em Iowa, Indiana, Ohio e Nebraska”, destaca a analista Jacqueline Holland.

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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