Milho: Janeiro/21 tem leve recuo na B3 próximo de seu vencimento

Publicado em 15/01/2021 09:40 e atualizado em 15/01/2021 11:57 253 exibições
Chicago sobe pouco nesta 6ªfeira após consolidar grandes altas na semana

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A sexta-feira (15) começa com os preços futuros do milho operando em campo misto na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações entre 0,06% negativo e 0,89% positivo por volta das 09h28 (horário de Brasília).

O vencimento janeiro/21 era cotado à R$ 84,20 com queda de 0,06%, o março/21 valia R$ 88,98 com alta de 0,85%, o maio/21 era negociado por R$ 84,75 com ganho de 0,89% e o julho/21 tinha valor de R$ 77,60 com estabilidade.

O contrato janeiro/21 registra leve recuo próximo de seu vencimento e os demais operam com novas altas refletindo o cenário positivo para o milho e a alta do dólar ante o real, que subia 0,86% e era cotado à R$ 5,24 por volta das 09h32 (horário de Brasília).

Mercado Externo

Os preços internacionais do milho futuro começaram o último dia da semana com leves altas na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,25 e 1,25 pontos por volta das 09h20 (horário de Brasília).

O vencimento março/21 era cotado à US$ 5,35 com valorização de 1,25 pontos, o maio/21 valia US$ 5,38 com elevação de 1,00 ponto, o julho/21 era negociado por US$ 5,35 com ganho de 0,25 pontos e o setembro/21 tinha valor de US$ 4,85 com alta de 1,25 pontos.

Segundo informações da Agência Reuters, os futuros de milho nos Estados Unidos se consolidam após atingirem as máximas de vários anos em decorrência dos últimos reportes do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

“As chuvas benéficas nas ressecadas safras argentinas incentivaram a pausa no rali do milho, caindo depois de suas próprias altas em vários anos nesta semana, relacionadas a preocupações sobre o declínio do fornecimento de grãos para ração”, destaca a publicação.

Relembre como fechou o mercado na última quinta-feira

>> Milho permanece sustentado no Brasil com movimentação de produtos restrita

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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