Milho: B3 segue recuando no jan/21 e subindo nos demais contratos

A sexta-feira (15) segue com os preços futuros do milho em campo misto na Bolsa Brasileira (B3) com o contrato janeiro/21 recuando em suas últimas movimentações e os demais subindo. As principais cotações registravam entre 0,08% negativo e 0,90% por volta das 11h49 (horário de Brasília).
O vencimento janeiro/21 era cotado à R$ 84,18 com perda de 0,08%, o março/21 valia R$ 88,95 com alta de 0,82%, o maio/21 era negociado por R$ 84,76 com elevação de 0,90% e o julho/21 tinha valor de R$ 78,19 com alta de 0,76%.
De acordo com a análise da Agrifatto Consultoria, “com os operadores de olho no que está acontecendo no mercado internacional de milho e sem um grande volume de oferta, as negociações seguem em ritmo lento, ainda próximo dos R$ 84,00/sc em São Paulo”.
Além disso, os consultores da Agrifatto destacam que a queda do dólar para o patamar de R$ 5,20 dificulta levemente a visualização de uma força altista maior.
Mercado Externo
Já os preços internacionais do milho futuro perderam força na Bolsa de Chicago (CBOT) neste último dia da semana. As principais cotações registravam movimentações negativas entre 1,50 e 2,75 pontos por volta das 11h44 (horário de Brasília).
O vencimento março/21 era cotado à US$ 5,32 com baixa de 2,00 pontos, o maio/21 valia US$ 5,35 com queda de 2,00 pontos, o julho/21 era negociado por US$ 5,32 com desvalorização de 2,75 pontos e o setembro/21 tinha valor de US$ 4,82 com perda de 1,50 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os contratos futuros de milho foram negociados em baixa esta manhã. Uma rodada de realização de lucros e uma previsão de fim de semana chuvoso na Argentina compensaram as altas recentes nos contratos próximos, embora as perdas tenham sido limitadas pelas fortes vendas de exportação relatadas no relatório do USDA de ontem.
O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou na quinta-feira que os EUA venderam 1,437,7 milhão de toneladas de milho, patamar superior ao que era esperado pela média do mercado que ficava entre 700 mil e 1,2 milhão de toneladas.
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