Milho/Cepea: Quedas externa e do dólar pressionam valores nos portos
Os preços do milho voltaram a recuar nos portos brasileiros na semana passada. Pesquisadores do Cepea indicam que a pressão veio das desvalorizações externa e do dólar. Apesar das quedas, os preços em Paranaguá (PR) e em Santos (SP) ainda operam acima dos registrados no mercado interno, o que mantém firme o interesse de parte de produtores em realizar negócios apenas para exportação. Como resultado das negociações realizadas em meses anteriores, o ritmo de embarques atual está intenso. Segundo dados da Secex, em 14 dias úteis de outubro, o Brasil exportou 5,89 milhões de toneladas de milho, o que já representa 87% do total embarcado no mesmo mês de 2022 – de 6,78 milhões. Caso o atual ritmo diário, de 420 mil toneladas, se mantenha até o final de outubro, o volume total a ser escoado pelo Brasil pode somar 8,84 milhões de toneladas, acima da estimativa da Anec (Associação Nacional de Exportadores de Cereais), de 8,2 milhões de toneladas.
0 comentário
Investidores realizam lucros em Chicago e milho opera no negativo nesta quarta-feira
Setor do milho vai cobrar próximo governo por infraestrutura, crédito e políticas que considerem diferenças regionais
Milho: Chicago começa setembro renovando máxima de três anos depois de registrar o melhor agosto desde 1973 para o dezembro/26
Colheita da safrinha se aproxima do fim enquanto milho verão 2026/27 começa no Sul
Novos dados do USDA e da EPA trazem pressão para o milho em Chicago
Milho bate 58 milhões de toneladas na safra 25/26 e MT atinge novo recorde de produção, revela Imea