CNA reivindica medidas urgentes para solucionar dívida de produtores entre 2012 e 2016

Publicado em 06/10/2016 17:57
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Nota Técnica da instituição lembra avanço com a Lei 13.340/2016, mas alerta sobre a necessidade de se resolver as pendências dos últimos cinco anos

Brasília (06/10/2016) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) considera “urgente e imprescindível” que o Governo adote novas medidas para permitir a renegociação e a liquidação das dívidas dos produtores rurais, afetados pela seca, entre 2012 e junho de 2016.

Nota Técnica da CNA destaca que a Lei 13.340/2016, recentemente sancionada pelo presidente da República, representou grande avanço na solução do problema do endividamento dos agricultores, com dívidas rurais contratadas até 2011.

Para o vice-presidente diretor da CNA e presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba (FAEPA-PB), Mário Borba, “a demanda é mais que justa, os produtores rurais do Nordeste continuam sofrendo os efeitos da seca. Produtores de outras regiões já foram contemplados ou estão em vias de ser. Aguardamos a solução para o endividamento dos nordestinos, nesse período”.

Prejuízos - Sendo assim, medidas completares do Governo são necessárias para contemplar os prejuízos dos agricultores com a falta de chuvas nos últimos cinco anos. Levantamento da CNA indica que, nesse período, grande parte da região Nordeste enfrentou seca e estiagem.

O longo período sem chuvas prejudicou severamente, mais uma vez, o sistema agropecuário nordestino. Com início em 2012, a falta de chuvas vem provocando prejuízos sociais e econômicos incalculáveis, sendo considerada, por muitos, a pior estiagem dos últimos 100 anos, segundo informa a Nota Técnica.

De acordo com o mapa do monitor de secas, mostra a CNA, houve uma piora no quadro da região no mês de agosto de 2016 quando comparado com o mesmo período dos últimos dois anos.

Leia aqui a Nota Técnica completa: http://www.cnabrasil.org.br/artigos-tecnicos/nota-tecnica-renegociacao-de-operacoes-rurais-financiadas-entre-2012-2016-na-area

Fonte: CNA

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