Yellen diz estar atenta a riscos negativos devido à guerra na Ucrânia e pressões bancárias
![]()
Por Andrea Shalal
WASHINGTON (Reuters) - A secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, disse que continua atenta aos riscos negativos enfrentados pela economia global, dadas as consequências econômicas da guerra da Rússia contra a Ucrânia e as recentes pressões sobre os sistemas bancários nos Estados Unidos e em outros lugares.
Em comentários preparados para coletiva de imprensa, Yellen disse que a economia global está em um lugar melhor do que o projetado anteriormente, com os preços de energia e alimentos se estabilizando e as pressões da cadeia de suprimentos continuando a diminuir.
UM teto para o preço do petróleo russo está ajudando a estabilizar os mercados globais de energia, ao mesmo tempo em que reduz a principal fonte de receita da Rússia, acrescentou.
Yellen, dirigindo-se a repórteres no início de uma semana de reuniões no Fundo Monetário Internacional e no Banco Mundial, disse que o mercado de trabalho dos Estados Unidos está forte, mas que a inflação continua muito alta, embora os preços tenham moderado no último semestre.
O sistema bancário norte-americano continua sólido, com fortes posições de capital e liquidez, e o sistema financeiro global é resiliente devido às reformas significativas implementadas após a crise financeira de 2008, disse ela.
No mês passado o governo dos EUA tomou medidas emergenciais para restaurar a confiança do mercado após as quebras do Silicon Valley Bank e do Signature Bank, e anunciou mais medidas para aumentar a supervisão de bancos de médio porte que não exigem aprovação do Congresso.
"Ainda assim, continuamos atentos aos riscos negativos", disse ela.
0 comentário
Lula tem 49,2% das intenções de voto contra 42,9% de Flávio Bolsonaro em 2º turno, mostra pesquisa Atlas
Durigan critica ausência de propostas econômicas da oposição
Ações chinesas sobem com alívio no setor de IA; investidores buscam setores ligados ao consumo
Irã rejeita proposta de Omã para administrar Estreito de Ormuz
Acordo com Irã não prevê taxas nem pedágios para a passagem pelo Estreito de Ormuz, diz autoridade dos EUA
Dólar fecha em leve alta no Brasil com Fed no foco