Dino assume cadeira de ministro do Supremo em posse concorrida
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BRASÍLIA (Reuters) - O ex-senador e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Flávio Dino assumiu nesta quinta-feira a cadeira de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) em posse com a presença de 800 pessoas, entre autoridades dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Aos 55 anos, Dino assume a cadeira aberta pela aposentadoria compulsória da ex-presidente do Supremo Rosa Weber, ocorrida em setembro, e poderá ficar no tribunal até 2044.
Dino foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em novembro passado e teve seu nome aprovado pelo Senado em dezembro.
A posse do novo ministro do STF foi acompanhada por Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin, os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), além de ministros de Estado, magistrados e outras autoridades.
O presidente do Supremo, Luís Roberto Barroso, fez uma brevíssima saudação de boas vindas a Dino, que não discursou na cerimônia. Ele destacou a passagem do novo ministro do STF pelos Três Poderes -- antes de entrar para a política, ele foi juiz federal de carreira.
"Flávio Dino é uma pessoa respeitada e querida pela comunidade jurídica, política e pela sociedade. E a presença maciça de pessoas de todas as visões aqui documenta a vitória da democracia, da institucionalidade e da civilidade”, disse Barroso no discurso.
A posse de Dino no Supremo ocorre no dia em que o ex-presidente Jair Bolsonaro e ex-autoridades de seu governo foram convocados pela Polícia Federal a depor sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado contra Lula. Dino, enquanto ministro da Justiça, teve atuação firme em relação à gestão Bolsonaro e os atos violentos no 8 de janeiro do ano passado.
(Reportagem de Ricardo Brito)
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