Lula afirma que economia do Brasil crescerá 3% ou mais
![]()
BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na noite de terça-feira que o Brasil terá um crescimento de 3% do Produto Interno Bruto este ano, apesar das previsões serem inferiores, em torno de 1,75%.
Em entrevista à RedeTV!, Lula garantiu que o país irá bater todas as previsões e que 2024 será o ano de colher o que se plantou.
"Nós vamos crescer mais que qualquer previsão. Nós vamos crescer 3% ou um pouco mais. E por que nós vamos crescer? Porque as coisas estão acontecendo. Em todas as áreas estamos investindo o dobro do que o governo daquele cidadão", afirmou, em referência a seu antecessor Jair Bolsonaro.
O presidente defendeu que "pouco dinheiro na mão de muitos" é distribuição de riqueza, e isso ajudará o país a crescer, com mais recursos circulando, e o governo tomará novas medidas este ano para incentivar isso.
Uma delas, a criação de um empréstimo consignado para trabalhadores em geral. Hoje, a modalidade, que tem juros mais baixos e é descontado diretamente na folha de pagamento, é restrito a servidores públicos, aposentados e pensionistas.
"Vamos anunciar crédito consignado para o conjunto da classe trabalhadora brasileira", revelou.
Desde o final do ano passado Lula revelava preocupação com as estimativas de que o PIB brasileiro iria crescer pouco mais de 1% este ano, e encomendou medidas à equipe econômica para tentar reverter o pessimismo, que se baseava em previsões de depressão da economia global.
A pesquisa Focus, do Banco Central, divulgada na terça-feira, apontou novamente elevação nas expectativas do mercado financeiro para o crescimento do PIB neste ano, passando para 1,75%. Há um mês, estava em 1,60%. No entanto, ainda longe dos 3% previstos pelo presidente.
(Reportagem de Lisandra Paraguassu)
0 comentário
Fed abre novo capítulo em meio a cenário de política monetária incerto para Warsh, Trump e EUA
Após disparada na semana passada, dólar volta a recuar de olho nas tensões geopolíticas
IGP-10 sobe menos do que o esperado em maio, mostra FGV
Ações de China e Hong Kong fecham em baixa com dados fracos e guerra no Oriente Médio
Wall Street encerra em baixa por crescentes preocupações com inflação
Dólar sobe aos R$5,0664 puxado pelo cenário político no Brasil e pelo exterior